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GENTILMENTE ENRABADA III

"Que loucura! Que loucura!" - pensa Dani, enquanto o p�nis, de um quase desconhecido homem grisalho, desliza suavemente pra dentro e pra fora de seu anus!

- Morde! Morde, morde meu pesco�o!

O homem grisalho est� montado nas n�degas de Dani com uma das m�os enfiada nos cabelos dela, dando apaixonadas chupadas pelo pesco�o, ombros e volta e meia lhe puxa os cabelos para tr�s at� que lhe encontra a boca com a dele!

Dani responde ao beijo da mesma maneira, j� que agora ela est� totalmente dominada e entregue a sodomiza��o que aquele desconhecido lhe submete!

- Rebola...rebola, minha putinha...rebola! Deixa que eu...te...ensino como voce tem...que me dar essa...bundinha! Mexe...mexe, vai! Teu maridinho...vai ter uma surpresinha! Voce agora j� sabe dar o cusinho!

"Meu deus...o que estou fazendo? Como posso estar me submetendo a este homem...a este desconhecido!? Como posso ser t�o...vadia! T�o puta! N�o � poss�vel que este canalha, que s� conheci duas horas atr�s, esteja deflorando meu cusinho e que...eu estou adorando!"- Dani pensa nisso envolta no seu prazer anal.

- Viu? N�o te disse que era s� relaxar? Se estiver te incomodando...eu tiro!

-N�o...n�o! - responde uma desenvergonhada Dani com os olhos semicerrados de prazer ao escutar as palavras, quase sussurradas, ditas junto ao ouvido.

Dani, casada h� quase dois anos, tinha 23 anos e encontrou o tal grisalho na recep��o da empresa onde trabalhava. Naquele momento ela estava angustiada e fora de si por ter visto Carlos, seu marido, sendo boqueteado pela m�ezinha dela!

Dani n�o se deixou ser vista e voltou ao trabalho, quando o grisalh�o, vendo o estado em que ela se encontrava se prontificou a acalm�-la. Parecendo um zumbi, Dani se deixou levar at� o bar do hotel em que ele se hospedava. Ali, Dani teve um crise nervosa e ele, ent�o, a levou pra sua suite.

O gentil grisalho estava doido de desejo pelo espetacular corpo daquela boneca! Dani era uma falsa magra com imensos seios e fartas n�degas! E como ele descobria agora, o seu cusinho era virgem!

Depois de um longo e prazeroso preparo, que incluiu, pela primeira vez, uma gozada na boquinha de Dani e uma demorada linguada em seu cusinho, o grisalho agora se satisfazia completamente naquele anus aveludado com toda coopera��o por parte dela!

"N�o, n�o � poss�vel! Eu estou gozando! T� gozando...com o pau de um homem desconhecido atolado em meu cusinho! Loucura! Eu nunca imaginei que se pudesse gozar assim!"

- Ssssshiu! Goza...goza! Calminha, calminha!Vai... vai queridinha, vai...v� gozando! Assim...assim, gostosa! Morde...morde...aperta meu pau...com teu cusinho!

O grisalh�o lhe sussurrava no ouvido quando Dani iniciou seu orgasmo anal dando gritos e mais gritos de puro prazer!

"Aaaah! Que coisa mais louca! Estou rebolando e ao mesmo tempo apertando o pau dele com meu cu! Oh, n�o! Ele est� gozando! Gozando em meu cusinho! E eu n�o consigo parar de apertar meu cusinho em volta da piroca dele!"

-Aaaah! T� gozando...princesinha...t� gozando! Alivia...alivia um...pouco o...aperto! Assim...calma...assim, mais um pouquinho...alivia pra eu empurrar...mais um pouquinho!

E Dani sente todo o vulc�o de esperma enchendo seu tubinho anal! Os urros dele lhe ecoam como trombetas de triunfo da f�mea que submete o macho pelo gozo!

Aquilo parece que despertou mais ainda seu instinto sexual de f�mea no cio!

"Qu� qu´� isso?!Ainda quero mais...mais! Que est� acontecendo comigo? Eu sou casada...uma mulher casada! Por que estou fazendo isso? Por que eu n�o consigo parar de querer que ele continue me enrabando! Tenho que parar com isso...tenho que me controlar!"

Mas a resposta veio quando o grisalh�o tombou de lado e levou Dani junto. A imensa rola escapou do cusinho e semi r�gida, ficou encaixada entre as coxas e a bundinha dela!

"Aaah, n�o d� pra ´guentar! Deixa eu pegar essa rolona linda!"

E sem hesitar, Dani leva a m�o at� segurar firmemente a grossa rolona. Desajeitadamente come�a a pincelar com a cabe�orra em volta do pr�prio anus!

- Queridinha! Voce � fant�stica! Quer de novo, quer? Quer me dar o cusinho, n� gostosinha?! Me diz...me diz, voce gosta de dar o cusinho, n�o gosta? Diz!

- N�o me faz dizer... essas coisas. Por favor!

" Sim...sim, coroa filha da puta! Voce fez eu descobrir que gosto de dar o cusinho! Mas, eu nunca vou confessar, seu canalha escroto!"

- Est� bem, amorzinho! Mas eu sei que agora seu cusinho ser� meu... porque voce adora dar ele pra mim!

- N�o, n�o gosto, nada!

Mas, a rola do macho endurece de s�bito, dando um pulo que vai se encaixar quase metade da glande dentro do cusinho dela!

Dani d� um longo suspiro de susto e de tes�o ao sentir que tanto a rola dele quanto seu cusinho procuram um pelo outro. Lentamente, o anus faminto dela vai sugando a grossa coluna de m�sculo!

- Gostosa! Mulher gostosura!- exclama o macho grisalho ao sentir o tremor das n�degas de Dani, aconchegando toda a extens�o de sua rolona!

"Meu deus, meu deus! O que fa�o agora? Foi preciso me tornar ad�ltera pra descobrir esse tipo de prazer! Que gostosura que estou sentindo! Ser� que estou gozando assim porque estou traindo Carlos?!"

E Dani, por iniciativa pr�pria, come�a a rebolar, empurrando pra frente e pra tr�s seus gl�teos de encontro a virilha do seu sodomizador!

Ele, por sua vez, lhe acaricia um dos seios e com a outra m�o lhe vira o rosto para beijar-lhe ardentemente!

Dani com uma das m�os acaricia o outro seio enquanto a l�ngua dele lhe d� choques de prazer que a faz tremer e arfar, procurando por ar!

J� perto do gozo, Dani aperta dolorosamente o bico do pr�prio seio e leva a outra m�o at� as n�degas dele e as puxa de encontro às suas!

"Meu deus...meu deus...parece que nunca termina..." - E Dani com este �ltimo pensamento, desmaia gozando como uma desvairada!



O carro do gentil homem grisalho est� parado num lugar arborizado, à certa distancia do pr�dio onde Dani mora com a m�e, a irm� e o marido Carlos, que est� desempregado.

- Bom...Dani, minha princesinha, voce � quem sabe! Te dou uma mesada suficiente pra voce alugar um quarto e sala. Tamb�m um cart�o de cr�dito com um limite bom o bastante pra que voce n�o tenha que se preocupar com suas contas!

- N�o sei..n�o sei. Me deixa refletir!

Minutos depois, Dani est� aconchegada no sof� com a cabe�a apoiada no colo do maridinho, relembrando toda a loucura que aconteceu com ela, naquela tarde.

No dia seguinte, Dani telefona para o grisalho e marca um encontro perto de sua faculdade, ap�s as aulas.

Na hora combinada, o grisalh�o v� aquela gostos�ssima mulher aproximar-se e entrar rapidamente em seu carro. Por for�a de h�bito ela se curva e o beija na face.

- S� isso? Pensei que ia ser mais calorosamente recebido!

Dani n�o consegue lhe encarar e permanece de cabe�a baixa enquanto fala.

- Olha, sr. R, eu pensei muito e resolvi n�o aceitar sua proposta. O que aconteceu foi bom...mas foi um erro! Eu n�o posso cometer de novo, pois assim eu comprovo que sou uma puta e n�o mere�o estar casada!

-A defini��o de puta � muito controversa e com certeza, n�o se aplica a voce. O que houve � que voce foi desabrochada pro prazer sexual sem inibi��es por mim...e gostou! Quanto a quest�o de estar casada... � uma quest�o de escolha. Se voce quiser ficar casada... pra mim tanto faz!

- O qu�? E voce diz que isto n�o � ser puta?! � assim que voce me considera? Uma ad�ltera sem ser puta? Ora, ora! Eu tenho uma reputa��o a zelar, embora isto possa lhe parecer clich�!

- Sua reputa��o est� zelada comigo...agora, voce gozar em cima de minha rola, � com voce!

- Oh, n�o fale assim! Acho bom nos despedirmos e nunca mais nos vermos!

- N�o seja boba! Aceite ao menos que eu pague o aluguel para que voce e seu corninho vivam longe da tua m�e!

- N�o fale assim dele! N�o, n�o quero nada. Vamos deixar tudo como est�!

- A quem voce quer enganar? Voce traiu ele e gozou como uma desvairada com minha rola! Deixa de babaquice! Desisto! Vou te levar em casa!

Minutos depois, estacionado no mesmo local da noite anterior, uma cabisbaixa Dani fala olhando pros pr�prios joelhos.

- Voce poderia ser bondoso dessa vez sem pedir que eu fique com voce...

- Sei...sei, continue...

- Voce poderia lhe arranjar um emprego. Sei que voce � rico e deve ter muitas influencias que podem derrubar a barreira que a fam�lia de Carlos ergueu para que ele n�o arrumasse trabalho.

- ...assim, ele ganharia o suficiente para alugarmos um apartamento - continuou Dani com os olhos brilhando de esperan�a.

- Pode ser. Mas eu vou querer uma pequena recompensa...aqui e agora!

- Oh, por favor, n�o! N�o fa�a isso comigo, por favor!

- Bom, isso ou nada! Descubra os seios! Quero chup�-los!

Dani sabia que ao primeiro toque dos l�bios dele em seus mamilos, ela estaria perdida! Mas...se ele s� queria aquilo, por que n�o? Seria a �ltima vez e seu maridinho estaria empregado!

Um pouco relutante, Dani desabotoa a blusa e baixa as ta�as do suti�. Dois esplendidos seios com marcas de bronzeamento e com os mamilos t�rgidos e cor de rosa brilham a penumbra de dentro do carro e fazem brilhar os olhos do grisalh�o!

Dani fecha os olhos esperando pelo contato da boca dele em seus seios. Mas, s�o os l�bios dele que lhe beijam a boca! Ela tenta resistir, mas o grisalh�o lhe segura a nuca firmemente enquanto sua l�ngua procura pela a dela!

Em pouco, Dani est� gemendo e lhe chupando a l�ngua enquanto seus bra�os se enroscam em volta do pesco�o dele!

- Queridinha, queridinha! P�ra um pouco... vem c� com os seios...aqui, vem...se abaixa. Assim, assim. Coloca...encaixa meu pau entre eles!

Dani est� de novo em luta com sua virtude e sua tes�o. Mas o prazer fala mais alto e seu objeto de desejo � abocanhado por ela por alguns minutos antes de ser engolfado pelas duas almofadas de seus seios!

N�o demora muito e Dani sente o grisalh�o come�ar a se balan�ar e o p�nis escapar do prazeroso aconchego de seus seios. Os primeiros disparos de semem lhe atingem o pesco�o e por baixo do queixo. Enlouquecida, Dani abocanha aquela verga musculosa que dan�a a sua frente e suga at� o final todo o sugo de prazer dele!

- Me leva pro hotel... agora!

Ainda arfando de prazer, ele responde.

- Nada disso! Voce tem o maridinho pra cuidar! E o trato era esse. Voce me dava uma recompensa e eu arranjava emprego pro teu corninho!

- N�o fa�a isso comigo! N�o v� como estou? Vamos...vamos pro hotel! N�o me importo com o qu� o corno v� dizer por eu chegar t�o tarde! Por favor me leve daqui, por favor!

- Saia! V� mostrar pro Carlos tudo que te ensinei! N�o adianta chorar! E nada de se limpar aqui. Fica com meu esperma como lembran�a!

Dentro do elevador, Dani se arruma o melhor poss�vel, verificando que a blusa tinha algumas manchas do esperma de seu sedutor grisalh�o!

"Vamos ver quanto tempo ela leva pra me procurar! Ent�o eu a amarei como nunca!" - finaliza o grisalh�o.

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