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PUTA*****-O PRIMEIRO GRUPAL

PUTA*****V-O PRIMEIRO GRUPAL

Acabara de fazer 19 anos, e todas as experi�ncias passavam na minha mente, todas as gostosas sensa��es que tive com o maninho, como ele me ajudou a passar os anos todos, depois do falecimento dos nossos pais em um acidente de carro. Mas com a transfer�ncia do Gilson para a filial da It�lia, acabei ficando sozinho e vivendo na casa no Alto de Pinheiros em S�o Paulo, somente com os empregados (uma cozinheira e um jardineiro).

Tudo ia bem, at� que um belo dia, acordei meio tarde com o barulho do jardineiro cortando a grama do jardim de inverno. Era um tal de plic-plic, que me deixou irritado. Levantei e abrindo a porta que dava para a sacada do quarto dos meus pais.

- Ei! Jonas quer parar de fazer barulho, estou ainda com muito sono.

Mal tinha percebido que estava de babydol, tentei esconder mas percebi no olhar dele, que ficou admirado de ver os peitinhos empinados, marcando a seda, denunciando o corpo de uma menina, ainda mais que eu n�o estava com os cabelos presos. Que � a forma como uso para disfar�ar que sou um rapaz.

Entrei apressado tentando disfar�ar, mas quando virei deixei a bundinha a mostra.

- Est� bem Junior, vou deixar para mais tarde, para n�o perturbar voce, vou limpar a piscina antes.

Ele deu a volta e largando a tesoura, dirigiu-se para a piscina. Fiquei observando pela fresta da porta e pensei, ser� que ele percebeu o meu segredo?

Fui tomar um banho, j� que havia despertado, estava mal humorado. Com o toque da �gua no meu corpo me acalmei e fiquei curtindo o banho, o sabonete escorregando na minha pele, enquanto o jato batia no biquinho do meu seio. Que del�cia.

Quando estava no melhor, ouvi uma voz.

- Junior, o Jonas escorregou na borda da piscina e est� descordado.

Virei e l� estava a Sonia, chorando e com os olhos arregalados, vendo os meus peitos e o meu pintinho.

- Nossa senhora, o senhor tem peitos.

- Calma Sonia, eu te explico depois, vamos ajudar o Jonas.

Vesti um robbe e fui apressadamente socorre-lo. Estava estirado no ch�o, com os olhos fechados. Ajoelhei ao seu lado e comecei a dar leves tapas no rosto, at� que ele abriu os olhos. Dava para perceber o tremendo calo que tinha ganho no escorreg�o.

- Obrigado, senhor.

- Voce est� bem mesmo? Vamos eu ajudo a levantar, deite na espregui�adeira. Sonia, traga um copo de �gua com a�ucar para ele.

- N�o precisa, j� estou bom.

- Que nada, fique sentado a�.

- Senhor, o a��car acabou, preciso ir ao supermercado. Volto j�.

Eu me inclinei para ver se o galo na cabe�a, precisava de maiores cuidados. Ao fazer isto, deixei a mostra o meu segredo, bem na frente dos olhos dele, que maliciosamente soprou para dentro do robbe, fazendo com que eu percebesse que ele adimirava os meus peitinhos.

_ Ei, acho que voce j� est� bom.

- Senhor Junior, como pode o senhor ter peitinhos assim?

- � Jonas, isto era segredo ate agora, quer ve-los?

- Claro, estou muito curioso.

Abri o robbe e deixei a mostra toda a silhueta do meu corpo. Os olhos dele brilhavam de tanta surpresa, a respira�ào come�ou a ficar ofegante e dava para notar o volume debaixo da bermuda crescendo.

- Bom, Jonas isto n�o � tudo, olhe o meu pintinho, como � pequeno.

- Nossa que coisa diferente.

- Tem mais, toque debaixo do meu saco e note um buraco debaixo da pele.

- Ichiii, que que � isto, parece uma bucetinha.

- Pois � eu tenho dois sexos, mas como todo mundo me conhece como Junior, tenho que disfar�ar como tal, mas o que eu gosto � mesmo de ser uma f�mea, adoro homens e carinho. At� atingir 19 anos vou ter que viver assim, meio escondido para depois poder operar e me tornar uma mulher.

- Ah! Agora entendi as suas atitudes de querer mandar, era para ningu�m perceber, n�o �?

- �, era tudo encena��o, me desculpe as vezes que fui rude com voce.

Ele se levantou e pediu para que eu senta-se na cadeira e postou-se bem em frente a mim, deixando a parte saliente da bermuda bem na linha da minha vista.

Eu senti um calor tremendo e meu rosto come�ou a ruborisar e mais que de pressa levantei, em seguida pulei na �gua, todo pelado.

- Vem Jonas, vamos nadar um pouco, a Sonia vai demorar ainda.

- Mas eu n�o estou com shorts por baixo.

- Ora deixa disto e tire toda a roupa, tamb�m.

Ele que n�o era nem um pouco t�mido, virou-se de costa e tirando a roupa depositou na cadeira. Parecia que queria fazer suspense e n�o deixou que eu visse o tamanho da pe�a dura. Encaminhou-se meio de lado, at� atingir a borda da piscina e adentrou na �gua.

Ele afundou e nadou por baixo da �gua at� sair ao meu lado.

- Nossa que corpo malhado voce tem.

- � que o trabalho exige e a gente fica realmente em forma, mas a noite eu curto uma academia l� em Pinheiros, antes de ir para casa.

- Que idade voce tem?

- Tenho 26 anos, mas estou pensando em fazer algum curso profissionalizante, para ganhar melhor. Falando em corpo bonito, o senhor � que tem um coprinho lindo de menina.

- Voce acha? Me chame de voce, a final estamos na maior intimidade. S� este pinto � que me atrapalha, as vezes penso que n�o deveria ter nascido assim, mas deixe eu ver uma coisa.

Falando isto, mergulhei a fim de matar a curiosidade, ao ficar cara a cara com o equipamento, me espantei, o cara tinha um pau lindo, grosso, com o calibre de uma latinha de cerveja e duas bolas enormes que flutuavam na �gua. Ele estava em riste, todo apontado para cima, n�o exitei, estendi a m�o para sentir aquela maravilha, abracei ao quadril dele e tentei abocanhar a cabe�a sem sucesso. Fiquei chupando o m�ximo que pude at� que ele me puxou e deu um tremendo beijo, que eu retribui com todo o prazer.

- Vamos sair um pouco, para eu poder repara em voce.

Fomos a borda da piscina, ele levantou-me e fez com que eu sentasse na borda, com uma ferocidade ele abocanhou o meu pintinho e come�ou a chupar, sugar com bastente for�a e ele reagiu, continuou a chupar e o pintinho foi crescendo e crescendo, at� ficar duro.

Ele h�bimente massageava o meu clitoris inrustido, o tes�o era muito grande, eu sentia os seios durinhos e empinadinhos.

- Que pintinho gostoso, Ju; nem parece que estou chupando um pau, tamanho � o tes�o que estou sentindo.

- Nunca tinha visto algo parecido, espere aqu� que eu vou at� o meu quarto buscar o meu aparelho para engrossar pau.

Ele rapidamente foi at� o quarto, que fica ao ldo da piscina e trouxe o aparelho. Adaptou ao meu pau duro e come�ou a succionar, com for�a m�dia e foi aumentando. Sentia que o meu pau come�ava a crescer, atrav�z do acr�lico. Era lindo ver o pintinho grande, coisa que como macho, sempre quiz e estava realizando. Ent�o ele parou e retirou o aparelho, eu estava maior e brilhante, a cabe�a estava maior, nem se comparava ao dele, mais cabe�udo. Senti-me um macho pauzudo, bem diferente da maneira que eu conhecia, pequenino.

- Vou satisfazer o seu desejo de macho, vou sentar no seu pau cabe�udo.

Falando isto ele lubrificou o cu com a sua pr�pria saliva, posicionou abrindo bem as n�degas e o cu, foi descendo e agasalhando o meu pau enorme (para mim pelo menos), pois nunca havia visto ele assim, senti a for�a do anel dele e enterrei todo dentro da bunda dele. Ele come�ou a rebolar e a subir e descer, me levando a loucura, que n�o sentia a tempos, at� que explodi num tremendo esguincho de porra, inundando o cu dele.

- AAiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, que tes�o, gozei no seu cu.

- Que bom que gostou, mas n�o pense que sou gay, pois sou muito macho, era que eu tinha que fazer esta experiencia com voce, para saber se o que voce sente � o mesmo que eu quando como um cuzinho. Voce provou que sim, ent�o voce � tamb�m um macho, agora vamos inverter os pap�is.

- N�o, argora sou eu quem vai dar prazer a voce, deixe eu conduzir.

Eu levantei e empurrei ele para a esprigui�adeira. Sentado de pau duro, como dava para perceber, postei-me de costas e comecei a fazer movimentos eroticos. Inicialmente cobrio os peitinhos e soltei os cabelos, do jeito que as mulheres fazem para provocar, soltei e balancei a cabe�a para o lado e dei uma piscadinha para ele. Os olhos dele n�o desgrudavam de mim, o me cora�ào tamb�m demostrava, come�ou a acelerar. Fiz um movimento e inclinei o corpo para frente, deixando a mostra todo o meu cuzinho, para n�o mostrar duma vez, fechei o meu esfincter, para dar maior tes�o a ele, com certeza ficou bem fechadinho, parecendo virgem.

- Que cuzinho lindo, t� peladinho, asssim como todo o seu corpinho de menina, como consegue?

- �, d� um trabalho tremendo, preciso ficar depilando com a pin�a cada tr�s dias, mas o resultado � muito bom. Imagina voce que nos instantes que estou puxando os pelinhos, o meu pau come�a a aguar, isto mesmo solta um liquido limpido e viscoso, � deliciosa a sensa��o.

- Como deve ser gostoso sentir tudo isto heim.

Parei de responder e continuei a minha sedu��o, comecei a rebolar em frente a ele e a me afastar de re de encontro ao meu objetivo, at� encostar nas pernas dele. Neste inntante ele pegou na minha cintura e tentou me puxar, eu come havia antevisto esta situa�ào, me afastei e com o dedinho em riste fiz o sinal de n�o, n�o.

- Calma meu macho, ainda n�o acabei, quero este pau mais duro e grosso ainda.

N�o queria que ele tivesse a vis�o do meu pau, ent�o ajoelhei e me virei rapidamente, ficando pr�ximo da borda da cadeira,deixando s� a vista o meu corpo de mulher.

Olhei bem no fundo dos olhos dele e comecei a acariciar as coxas, fiz uma cara de beicinho, bem de puta, bem sem vergonha. Joguei todo o meu cabelo para frente e este encobriu at� o umbigo dele, ent�o comecei a beij�-lo nas coxas, na virilha, ro�ar o queixo na cabe�a do pau dele propositadamente para provocar, quando passava de um lado para o outro, fiquei um tempo fazendo isto e ouvia gemidos de prazer.

Eu tamb�m n�o aguentava mais, queria experimentar o gosto do pau dele, pois o cheirino era maravilhoso, de macho mesmo. Na pasagem seguinte, parei bem encima da cabe�a e abri a boca deixando pingar a minha saliva, ele deu um salto quando sentiu. Abaixei a boca e com toda a abertura que conseguia, abocanhei o monumento, n�o cabia literalmente. Fiz o maior esfor�o, mas como n�o conseguia, fiquei mamando a chapeleta, hora escorregando do lado e lambendo toda a extensao do mastro, ele se contorcia na cadeira, desci at� o saco e suguei uma bola para dentro da boca.Como era enorme, tanto quanto a glande, devido a sua anatomia ovular, consgui abocanhar. Mamei, mamei e sem perceber com o tes�o todo, dei uma mordida de leve,o que o fez gemer alto. Parei naquele momento e comecei a escalar a cabeira, sempre beijando o corp�o malhado dele. Cheguei perto do seu rosto e tasquei-lhe um beijo de lingua, que ele correspondeu e me abra�ou fortemente. Senti-me protegido como uma femea sendo acaridiciada pelo macho que deseja.

Ele enquanto me abra�ava com um bra�o, deslizou a m�o debaixo da cadeira, pegou algo debaixo. Eu percebi um movimento diferente e a dificuldade dele. Percebendo a a��o, eu me levantei e sentei sobre o abdomem dele, e ele com toda a maestria, come�ou a untar o pau dele, enquanto olhava fixamente para meus olhos e sorrindo maliciosamente.

Eu comecei a escorregar a bunda em dire��o ao meu objeto de desejo, at� que senti encostar na minha costa, a coisa era enorme, empurrei mais para baixo, mas o pau n�o deixava passar daquela posi��o, estava duro, um ferro, nada o fazia deslocar. Levantei o quadril e fiz com que ele se posicionasse entre o meu saco e a portinha do meu cuzinho que latejava de tes�o. Comecei a cavalgar e neste instante senti que o pau tocava o meu clitoris interno, comecei a mexer desordenadamente e a posicionar para ser tocado naquele lugar, o prazer foi aumentando, crescendo, as estocadas de no meu grelinho ficaram fortes e numa destas investidas, o pau todo lubrificado escorregou e entrou no meu cuzinho.

- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Calma se n�o voc� me racha ao meio, espere um pouco.

- Desculpe, vou tirar.

- N�o, fique assim, deixe que eu vou conseguir.

- Ui, como doi, que rola enorme.

- � dizem que sou um jumento, mas que consegue engolir o meu pau, tem um gozo fenomenal.

- Convencido! Mas que � grande, d� para sentir.

Com a conversa comecei a relaxar um pouco e o esfincter aberto, come�ou a acostumar, eu querendo todo aquele pau enterrado no cu, comecei a rebolar, sentia o pau rodeando o anel semi aberto, ganhando espa�o e entrando um pouco mais.

- Nossa n�o d�, vamos mudar e posi��o.

Nisto entrar em cena a Sonia.

- Ora, ora, ent�o eu vou comprar o a�ucar toda preocupada e voces se divertindo? Quero entrar na brincadeira, voce n�o perde tempo heim, Jonas; e fica me traindo com o Junior.

- Vem Sonia, vamos fazer uma suruba em tr�s.

Ela tirou a roupa e atravessou a piscina a nado. Quando chegou, deu para ver que ela era uma beleza, um corpo lindo e bem cuidado, com seus 20 anos. Uma loirinha abusada em suas a��es e comando das fun��es dentro da casa, n�o podia ser diferente. Vendo que eu estava quase sentado no pau do Jonas, ele chegou e come�ou a pegar nas minhas coxas e alisou o pau dele e foi posicionando o meu cu na dire��o.

- Calma, vem descendo devagar sen�o vai doer muito, isto deixe eu ajudar com o dedo, para abrir mais, isto, deixa bem relaxadinho. Ela aproveitava para pegar no pau dele e passava o lubrificante bem l''a dentro das minhas entranhas, era muito gostoso o dedo me abrindo, ele aenfiou dois dedos e postava oa glande entre eles e for�a as minhas pernas para entrar.

Para ajudar ele pegou e come�ou a bater uma punheta e o meu pau respondeu prontamente ficando duro. Sem maiores pudores, ela abocanhou o meu pau e fez um boquete gostoso, que me fez esquecer a outra dificuldade, fazendo-me relaxar. Foi quando num sinal dela o Jonas pegando na minha cintura, me puxou com toda a for�a, fazendo o pauz�o entrar at� a metade de uma vez s�.

- Ai! PARA, PARA QUE EU N�O AGUENTO, TÁ DOENDO.

- N�o vou para n�o, agora t� dentro do seu cuzinho apertado, rebola em cima dele, que quero entrar at� voce sentar nas minhas bolas.

- � assim mesmo sua bichinha, queria o pau no cu, ent�o aguenta que hoje vai receber rola at� deixar todo o seu cu aberto e arrombado, senta com vontade para doer duma vez, n�o seja bobinho, vai.

Ela disse isto e voltou a chupar o meu pau. Obedeci a sugest�o dela, pois parecia experiente e deve ter dado o cu tamb�m para aquele pauz�o, fiz a maior for�a para abrir o esfincter e deixei o peso do meu corpo cair. Sentia a rola entrnado rasgando e espremendo tudo por dentro. Finalmente cheguei ao final, peguei e passei a m�o l� embaixo, estava tudo esticado, as bolas estavam coladas na minha bunda, parecia que eram minha.

- Aii, ai,hummmm, que del�cia, estou todo aberto, consegui engolir esta monumento, esta monstruosidade de pau. Me come sou todo seu, me faz gozar,me chupa sua puta.

- Olha o que eu descobri, esta bichinha tem uma buceta perto do saco.

- � Sonia, ele n�o � ele, � ela como voce, tem

uma buceta, s� que est� inrustido, por isso trate como uma menina que adora uma rola no cu.

- Que coisa diferente, vamos nos divertir mais.

- Ufaaaaa, hei, estou gozando, gozaaaaaaaaaaaaaaaaandooooooooooooooo!!!!!!! Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.

Cheguei ao climax, gozei na boca da Sonia e no clitoris, com a m�o dela me masturbando, que loucura, esgotou toda as minhas for�as, foi simult�neo, nunca pensei que fosse t�o intenso.

Fiquei ditado sobre o Jonas, mas como ele n�o gozou, o pau continuava duro dentro do meu cu, eu n�o aguentava masi, tentei levantar para dar descnso para o meu cu, mas ele n�o deixava, continuava a acariciar os meus peitinhos.

- Jonas ele j� gozou todinho, deixa ele descansar um pouco, eu vou domar esta sua rola.

Foi s� assim que ele deu uma tr�gua e deixou sair daquela posi��o, logo assumida pela Sonia.

Ela ficou em p� na cadeira e passandoa m�o na buceta, abriu afastando os grandes l�bios e foi descendo, acomodou o pauna entrada da sua grutinha e come�ou a apertar os seios e beliscando o biquinho, enquanto descia e descia. Eu que estava sentado no ch�o tinha a vis�o privilegiada, o pau ia sumindo e entrando cada cent�metro dentro da gruta, at� sumir todo, com todo os suspiros e urros da Sonia.

- Que pau gostoso, � assim que se agasalha um pau maravilhoso como este, vem me fode seu caralhudo, gostos�o. Me faz gozar, esta puta adora este pau dentro de mim. Dizia Sonia, com o corpo remexendo e rebolando. Eu n�o me fiz de arrogado e fui ajudar os dois.

Sentei no peito do Jonas e com a habildade da lingua, comecei achupar o clitoris da Sonia, pelo menos o que restava, porque tudo estava esticado e sobrava uma pontinha, por�m quando ela levantava um pouco, dava para chupar o mastro junto com o clitoris, ficamos nesta putaria durante um tempo, como estava bem na cara do Jonas, ele tamb�m sentindo o clima da situa��o, abocanhou o meu pau e come�ou a chupar, enquanto enterrava a mào dentro do meu cu arrombado. A situa�ào estava muito gostosa, a m�o entrando e saindo no meu cu, a Sonia com o pau enterrado na buceta e a minha boca moredendo o pau do Jonas, explodimos simultaneamente os tr�s num gozo M A R A V I L H O S O...........

Ficamos naquela posi��o escandalosa por alguns instantes e logo ap�s caimos todos na piscina.

- Junior, que del�cia de suruba, vamos repetir , t�.

CONTINUA...............................

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