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A INICIA��O DE UMA LINDA MENINA III

Essa � mais uma historia real que aconteceu comigo, as primeiras foram A INICIA��O DE UMA LINDA MENINA I e II.

Hoje lendo alguns relatos, me deu vontade de contar mais esse para voc�s, ele � extenso, mais � para voc�s sentirem todo o prazer que senti com o desenrolar dos fatos e com um final feliz e eletrizante.

Eu tenho 40 anos, desde cedo, me conscientizei que n�o era bonito, mas tinha um corpo que as mulheres babavam principalmente as pernas que elas tanto falavam, desde cedo me especializei aprendi a usar esta vantagem para seduzir as meninas, me especializei em dar o Maximo de prazer a elas e sempre com muito carinho. Assim pude aproveitar o melhor da vida, mas mesmo assim n�o entendia porque fazia tanto sucesso com as mulheres, at� que uma delas me contou, disse que, alem de ter belas pernas e f�sico, era muito divertido e sabia guardar segredos.

Mas vamos ao que interessa novamente, vamos dar nomes fict�cios, minha menina vou cham�-la de Patr�cia (fict�cio) e sua amiga de Juliana (fict�cio). Est�vamos os tr�s na casa de Juliana comentando o que acontecido no dias antes (A INICIA��O DE UMA LINDA MENINA II) quando Juliana meio com cara de choro disse que estava muito feliz pelo que aconteceu mas ao mesmo tempo estava triste pois os pais estavam se separando, contou que o pai dela estava num hotel, ent�o eu disse que isso as vezes acontecia pois com o tempo umas pessoas se acomodam com a vida de casado outras n�o e que o casamento floresce novamente quando as pessoas inovam em mat�ria de sexo entre o casal e tamb�m com uma nova lua de mel, disse que ela n�o ficasse triste pois o casamento dos dois poderia voltar, que a m�e dela era muito bonita e bem feita e que o seu pai sentiria a falda dela.

Juliana disse que a m�e achava que ele tinha outra mulher pois n�o a procurava a mais de seis meses e que achava muito dif�cil ele sentir a falta dela pois ela era muito conservadora em mat�ria de sexo.

Juliana perguntou ent�o se eu n�o podia ajudar sua m�e como eu tinha lhe ajudado em mat�ria de sexo, fiquei sem a��o, mais falei que para isso ela precisava querer e abrir mais a mente.

Eu j� tinha dado algumas olhadas na Cristina (fict�cio), m�e de Juliana pois ela � uma morena de 1,70m cabelos pretos ondulados coxas grossas bem torneadas uma vulva bem saliente e uma bunda que parece ter sido feita a m�o e sem nenhuma manchinha na pele.

Eu disse a Juliana para chamar a m�e e sua irm� mais nova para ir a praia pois � um lugar que gosto muito pois me sinto livre em contato com a natureza e tamb�m por que posso admirar as belas formas femininas.

Fomos ent�o num s�bado pois n�o � t�o cheio em porto de galinhas, l� chegando, sentei numa espregui�adeira e elas em pe na minha frente, quando Cristina tirou a canga meu queixo quase cai, como era bem feita aquela mulher dentro daquele biqu�ni, ela olhou para mim e eu disse.

- voc� � alem de ser muito bonita tem o corpo que parece ter sido feito a m�o.

Ela deu um sorriso meio que com vergonha e disse.

- Apesar de quarent�o voc� tem um corpo conservado isso sem falar nas suas belas pernas.

Juliana se entrometeu e ia dizer alguma coisa sobre meus outros dotes, ai eu pisssiuuuuuu, elas ent�o riram e continuamos uma conversa amena.

Juliana chamou a irm� e patr�cia para ir olhar os peixes para nos deixar a sos eu e Cristina, ai ela disse:

- Voc� esta fazendo muito bem a minha filha, tirou um peso dos ombros dela.

- Eu sei, ela n�o merecia carregar aquele fardo, ainda mais sem culpa nenhuma, mas falando em problemas ela esta muito preocupada com voc� e seu casamento, ela disse que voc� � muito conservadora em todos os sentidos e que precisa abrir mais a mente.

Nessa hora as meninas estavam chegando ai Cristina me chamou para caminhar um pouco e dar um mergulho, caminhamos uns dez minutos conversando amenidades e entramos na �gua, ent�o ela disse:

- Eu queria me afastar das meninas para poder conversar sobre meu casamento, Juliana disse que voc� tem uma boa cabe�a e pode me ajudar. Eu me sinto magoada, confusa e impotente diante da minha separa��o, meu marido a muito j� n�o me procurava na cama me chamava de retrograda quando queria mais coisas na cama comigo e eu n�o aceitava e ele n�o tinha a m�nima paci�ncia para me ensinar às coisas que ele queria fazer, me constrangia muito, me sinto muito fr�gil precisando me encontrar.

Nisso ela desabou em lagrimas, eu a abracei coloquei sua cabe�a em meu ombro ai nossos corpos colaram, a praia naquele local estava meio deserta, com o contato daquela mulher maravilhosa logo fiquei de pau duro e lhe dei um beijo, no come�o ela tentou se esquivar mas logo nossas l�nguas estavam dan�ando um balet incr�vel, meu pau encostado naquela vulva gostosa, nossas coxas se esfregando, num sarro muito gostoso, ent�o fui mais alem tirei o p�nis do cal��o e coloquei no meio de suas coxas, ela fechou os olhos e jogou a cabe�a para tr�s dando um suspiro e apertando meu p�nis entre as coxas. Nos beijamos muito, daquele modo e eu quase gozei naquelas coxas gostosas. Virei ela de costas para mim, encaixei o p�nis no meio daquela bunda gostosa comecei a beijar a sua nuca às vezes chupando bem devagar, naquela loucura, afastei a parte da frente do biqu�ni e comecei a esfregar os l�bios daquela xota e aquele grelinho, devido ao jejum de sexo logo ela atingiu o primeiro orgasmo gemendo bastante eu continuei e ela chegou ao segundo ai eu aproveitei para gozar no meio das tetas daquela bunda gostosa.

Nos beijamos nos recompomos, ai ela falou que aquilo nunca deveria ter acontecido, que ela nunca havia tra�do o marido, ent�o eu disse que n�o tinha nenhum problema que agora ela era uma mulher livre e que eu a ajudaria a se encontrar e talvez ate reconquistar o seu marido, ela se convenceu e retornamos para junto das garotas, com Cristina j� com um sorriso nos l�bios.

Chegando l�, Juliana vendo a m�e sorrindo, a chamou para conversar e eu fiquei com Gabriela (fict�cio) irm� de Juliana e patr�cia que logo sentou no meu colo e quis saber o que tinha acontecido, falei que estava tudo bem que apenas conversamos.

Fiquei feliz pelo prazer que tive, pelo que dei e por ter ajudado a mais uma mulher a come�ar a se encontrar e ser feliz. Continua...

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