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GRA�AS � NET

Sou uma mulher bem casada, sempre fui fiel ao meu marido, boa m�e,jamais pensei em fazer algo fora do normal, para os padr�es de nossa sociedade, at� meu marido descobrir a internet,, e, junto com ela, os sites pornos, os relatos er�ticos, etc... Ele e eu come�amos a ver as fotos de amadoras, fotos tiradas pelos internautas, e colocadas nesses sites. Come�amos a pensar como seria a sensa��o de pensar que, de repente, milhares de pessoas poderiam ver o corpo da gente, sem saber de quem era. Meu marido comprou um scanner, aprendeu a retocar as fotos scaneadas, pois na �poca, n�o existiam cameras digitais. Come�amos a tirar fotos minhas mostrando primeiro as coxas e a calcinha, depois, fotos com a blusa aberta, onde apareciam os bicos dos seios. Ele come�ou a insistir em tirar fotos de mim, de saia, sem calcinha, fotos tiradas tipo voyer, mostrando a buceta, a bunda, depois, come�ou a tirar fotos do meu corpo inteiro. Ele mandava revelar essas fotos num laborat�rio por correspondencia, que assim, n�o corria o risco de alguem aqui de nossa cidade ver de quem eram as fotos. Quando chegavam, ele scaneava, colocava uma tarja preta s�bre o meu rosto, e colocava nos sites. Depois de alguns dias, l� estavam as fotos, e, se n�s v�amos, quantas outras pessoas tamb�m n�o estariam olhando para meus seios, minha bunda, ou minha buceta, naquela hora? Isso nos deixava com um tes�o incr�vel, cada vez que v�amos uma foto minha nova na net, era uma noite de transa muito boa. Com o tempo, meu marido come�ou a ter outras id�ias, que eu n�o estava muito afim de aceitar. Ele dizia que, se vermos minhas fotos na net nos deixava assim, imagina como ficar�amos se, de repente, eu mostrasse meus seios, ou minha buceta ao vivo para outras pessoas. Um dia, ele chegou em casa com a id�ia de que n�s dever�amos sair, eu s� de saia e blusa transparente, sem roupa de baixo, para, na estrada, eu levantar a saia cada vez que ele passasse por um caminh�o, para ver a cara dos motoristas. Deveria tamb�m ir com a blusa aberta, mostrando os seios. Dei risada, e disse que eu n�o faria isso, que as fotos, tudo bem, eu tamb�m gostava de me imaginar como inspira��o para muitas punhetas pelo mundo, mas, ficaria por a�. No domingo de manh�, ele, ao acordar, come�ou a me perturbar para a gente seguir a id�ia dele, ir�amos s� nos dois no carro, ningu�m saberia, s� para ver a rea��o dos camioneiros. Tanto ele falou, que depois do almo�o, eu resolvi atender ao seu pedido. dissemos aos filhos que ir�amos dar uma sa�da, eu fui at� o quarto, me arrumei como ele pediu, de saia e blusa, sem mais nada por baixo, e sa�mos. Sa�mos para a estrada, e quando j� estavamos a uns dez quilometros de nossa cidade, eu abri a blusa, levantei a saia, coloquei os p�s encima do painel, fiquei com a buceta bem à mostra, ele emparelhou com um caminh�o. � principio, o motorista n�o olhou, ele foi emparelhado, e eu chamei o motorista. Quando ele olhou para baixo, levou um susto t�o grande, que quase tocou o caminh�o encima de nosso carro. mas recuperou-se rapidamente, e me mandou um beijo, fez sinal para n�s pararmos mais à frente, eu s� ri para ele, dei uma passada de m�o na buceta, e levei à boca, e assoprei em dire��o ao caminh�o. Meu marido ent�o acelerou, passamos o caminh�o, fizemos um retorno, e ele resolveu que era muito perigoso brincar assim. Paramos na beira da estrada para tomar um caldo de cana, e conversar. Ele ent�o, me perguntou se eu n�o teria coragem de me mostrar para outro homem, em um cinema, por exemplo. Falei que talvez, que iria pensar no caso, mas, que num caso desse, dentro de um cinema,n�o iria apenas me mostrar, outro homem iria me tocar se visse eu sem calcinha, e mostrando os seios. Ele ent�o perguntou se eu teria coragem para isso, deixar-me tocar por outro homem. Falei que eu n�o sabia, pois at� aquele dia, apenas ele havia me tocado, e o povo da net havia me visto. Quando falei isso, demos risada, e resolvemos ir ao cinema para ver se eu teria coragem de deixar outro homem colocar a m�o em mim. Fomos num cinema que s� passa filmes porn�s, entramos, estava quase iniciando uma sess�o. Sentamos mais ou menos no meio do cinema, parte de cima, meio na beirada das cadeiras. ele pelo lado de dentro, eu por fora, sentei, levantei a saia um pouco, o suficiente para mostrar que eu estava sem calcinha. fingimos estar conversando, olhando um para o outro, mas, notei logo um homem, que vinha subindo, parar, dar uma olhada em minha dire��o, fixar bem o olho em minha buceta, sentar ali perto. Apagou as luzes, notei o homem levantar, e vir sentar ao meu lado, deixando apenas uma cadeira entre n�s. Falei pro meu marido, ele disse-me para fingir que estavamos namorando, e para eu sentar meio de lado na cadeira, assim, ficaria com metade da bunda levantada. Como minha saia estava levantada tamb�m, fiquei com a bunda t�da à mostra, virada para o desconhecido. Logo senti uma m�o passar levemente pela minha bundinha, primeiro um dedo alisando, como n�o falei nada, a m�o inteira come�ou a me alisar. Sussurrei no ouvido do meu marido, ele me perguntou o que eu estava sentindo. Disse-lhe que estava sentindo era um tes�o danado, uma vontade louca de mandar ele passar a m�o na minha buceta tamb�m. Meu marido disse-me para n�o passar vontade, que eu deveria dizer ao homem o que eu queria.Quando me virei para falar isso, sentei-me literalmente encima da m�o dele, e vi ent�o que ele estava com o pinto para fora da cal�a, batendo uma punheta.Levanatei um pouco a bunda para ele tirar a m�o, e perguntei se ele n�o queria coloca-la na minha buceta. Ele, na mesma hora, botou a m�o por cima, e j� foi enfiando dois dedos para dentro de mim. Peguei ent�o em seu pinto, e assumi a punheta que ele estava batendo. Ele me dedilhou com maestria, me levando ao gozo rapidamente, talvez, pelo tes�o que eu estava sentindo ao ser tocada por outro homem pela primeira vez na vida. Meu marido ficou olhando aquilo, e sacou seu pau e come�ou tambem uma homenagem à mim, segundo ele. Eu olhei para o pinto do homem ao meu lado, e fui abaixando a cabe�a, at� colocar a cabe�a dele dentro de minha boca, e comecei a fazer uma gostosa chupeta nele, e, rapidamente, ele gozou em minha boca. Seu pinto continuou duro, eu levantei-me , passei uma das pernas por cima dele, e sentei novamente, dessa vez, no colo dele, sentindo seu pau tentando entrar em mim, mas, como eu sentei de repente, sem aviso, ele ficou por baixo, n�o deixei ele entrar. ficou esfregando em minha buceta. Perguntei se ele queria colocar para dentro, ele implorou para isso, mandei ele n�o se mexer, que colocasse as m�os em meus seios, ent�o eu sorri, levantei um pouco, e, com minha m�o, direcionei seu pinto para a minha buceta, e fui descendo devagarinho, sentindo a penetra��o bem devagar, me preenchendo, pois seu pau era bem maior que o do meu marido. Quando me senti encostada no colo dele, comecei a levantar e sentar, rebolando e mexendo, para ver se ele gozava de novo. Meu marido me avisou que o filme iria acabar, ent�o, sem avisar o homem, eu levantei de uma vez, sai de cima dele, meu marido saiu pelo outro lado das cadeiras, nos encontramos embaixo, e fomos embora. Chegando em casa, fomos tomar um banho,demos uma bela trepada j� no chuveiro, depois, na cama, foi uma noite inesquec�vel. Depois disso, j� fizemos mais algumas, paramos com as fotos, nunca mais achamos aquelas fotos, os sites que mandavamos j� sairam do ar, mas as lembran�as ficaram. Qualquer dia conto mais algumas das aventuras que fizemos depois desta do cinema.

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