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FUI ESCRAVO DE UM CASAL.

Como j� relatei em contos anteriores, eu adoro uma aventura, mas sempre guardadas as propor��es de seguran�a.



Pois bem esta minha aventura aconteceu meio que por acaso.Conheci, no interior da Bahia, uma mulher que vou chamar de Eliana, casada, sem filhos e aparentemente muito t�mida. Eu ministrava aulas de ingl�s e Eliana era minha aluna. Com o passar do tempo notei sua dificuldade em aprender ingl�s e me prontifiquei a ajuda-la no que fosse preciso. Resumindo a hist�ria, fui parar na casa dela dando aulas de refor�o.



L� conheci seu marido Álvaro, um cara sorridente e muito simp�tico. N�o ficou nem um pouco enciumado com um homem frequentando sua casa. E acabamos nos tornando amigos. At� o ponto de ser convidado por Álvaro para o anivers�rio de Eliana. A festa, tinha poucos convidados, uma festa de fam�lia. J� no final eu me preparei para ir embora, mas fui impedido por Álvaro com a promessa de uma carona assim que os convidados fossem embora. Concordei e aguardei.



Pois bem, ap�s o ultimo convidado se retirar, Álvaro me chamou para uma ultima cerveja, a saideira. E depois de uns goles, ele chamou a esposa que para meu espanto apareceu na sala com uma camisola t�o transparente que eu podia ver os pentelhos da sua boceta por dentro da calcinha.

Eu fiquei paralisado com cara de bobo, sem saber para onde olhar. Mas Álvaro notando meu desespero disse:



- Ei, n�o gosta de mulher n�o? Pode olhar. O que � bonito � para se mostrar.



E completou:

- Voc� pensa que eu nunca notei seu olho de fome pra bunda de minha esposa?



Pensei: Agora � a hora que eu levo um soco na cara.

Mas Eliana continuou parada, praticamente nua na minha frente, e foi ent�o que notei sua carinha de safada, com um sorrisinho de canto de boca. A minha aluna, t�mida, ali de p� na minha gente, bem safada, toda oferecida.



E o Álvaro falou:

- Olha, eu sei que voc� � doido pra comer ela. E ela est� a um temp�o me pedindo pra deixa-la te dar a boceta. Como sempre fa�o o que minha esposa quer, eu vou deixar voc� comer ela. Mas com uma condi��o.



- Qual condi��o?



- Tudo o que voc� fizer nela, eu vou fazer em voc�! Se chupar ela, vai me chupar tamb�m. Se comer ela eu vou comer voc� tamb�m.



E agora? Que eu fa�o? Minha aluna safadinha toda gostosa na minha frente pronta para uma transa maravilhosa.

O que voc� faria?



Eu, nem pensei duas vezes, topei. E fui levado por Eliana para o quarto do casal.



Chegando l� fui logo tirando a roupa dela, e sem perda te tempo, Álvaro tirou toda minha roupa. Ca� de boca nos seus lindos peitinhos e chupei, lambi, mordi, apertei. Que peitos deliciosos.



A safadinha gemendo disse:

- Amor, ele chupou meus peitinhos! Vem chupar os dele tamb�m.



E o sacana do Álvaro, mordeu, chupou, lambeu meus peitos deixando os biquinhos doloridos de tanto morder, o safado. Nisso Eliana segurou meu pau com as duas m�os e come�ou a me punhetar, e me olhando nos olhos desviou o olhar para o pau do marido, sem alternativa segurei o pau de Álvaro e o punhetei. E que pau grande ele tinha. Uns 20 cent�metros, uma cabe�ona toda vermelha.



Pra meu prazer e desespero, Eliana meteu meu pau na boca.

E o Álvaro me segurou pela cabe�a empurrando-a contra sua pica. Sem sa�da abri a boca, recebi a picona e mamei gostoso naquela rola enquanto a bezerrinha da Eliana mamava em meu pau.



Que loucura chupar um pau enquanto est� sendo chupado daquele jeito. Álvaro entrava at� a minha garganta e sa�a, me fodendo a boca. Esqueci do tempo. Fiquei mamando Álvaro e Eliana mamando em mim por v�rios minutos.

At� que Eliana pediu para ser chupada e Álvaro disse:



- Lembre-se, fa�a nela que eu fa�o em voc�.

-T� sabendo! Tudo bem, eu estou gostando.



Eliana deitou de pernas abertas e me revelou uma bocetinha toda lisinha, toda meladinha de tes�o. Me inclinei ao p� da cama e dei uma lambida bem devagar... que boceta cheirosa....



Eliana disse:

- Bem, ele lambeu minha menininha! Lambe ele tamb�m.



Da� eu senti uma l�nguada no meu c� desprotegido, j� que eu estava quase de quatro por ter me curvado pra chupar Eliana. E Álvaro n�o perdeu tempo, parecia que ele estava chupando uma boceta. Me segurou pela bunda e sua l�ngua entrava e sa�a de dentro de meu rabo. Eu estava sento comido por sua l�ngua. E pensei:



Ahh, quer saber? Vou deixar rolar de vez.



E chupei Eliana at� ela gozar na minha cara, enquanto isso, eu rebolava na cara de Álvaro que me chupava o cu com vontade, chegando a deixar escorrer sua saliva por minhas pernas. Uma del�cia.



Como uma ordem, Eliana disse:

- Álvaro, quero ser comida agora!

- Porra. Eu pensei, � agora que me fodo todo.



Eliana abriu as pernas e eu meti at� o talo, minhas bolas batendo em sua boceta. Álvaro veio e se agachou na cara de Eliana que meteu a l�ngua no rego do marido. Nessa posi��o Álvaro ficou com a pica em p� na minha frente. Assim enquanto eu metia em Eliana, chupava a pica de Álvaro que segurando minha cabe�a, metia fundo, parecendo que ia me fazer engoli-la.



Ficamos assim por um bom tempo, Eliana deve ter gozado umas tr�s vezes nessa posi��o. A sacana n�o tirava os olhos da pica do marido sendo praticamente engolida. E ainda mordia os bicos de meus peitos. Minha aluna era uma verdadeira puta na cama. Depois de se cansar da posi��o, Eliana pediu:



- Álvaro, meu amor, agora eu quero a pica dele dentro de meu cuzinho.



Eu falei:

- Agora que a coisa vai engrossar, literalmente. rsrsrs



Álvaro com o pau dur�ssimo disse:

- Pode ter certeza, voc� vai levar pica nesse cu gostoso.



Eliana se colocou de quatro. Meti a minha l�ngua no cuzinho dela, enquanto a l�ngua de Álvaro brincava na porta de meu rabo. Coloquei a cabe�a na porta e devagar fui sendo engolido por aquele cu apertadinho. E imediatamente senti a cabe�a da pica de Álvaro for�ando a entrada de meu cu.

S� tive tempo de dizer: - Devag...

Álvaro entrou de uma vez s�. Eu dei um grito e quase desmaiei com a estocada e a dor. O filho-da-puta meteu sem d�, me arrombou o cu de uma metida. E ficou parado dentro de mim at� meu cu se dilatar mais e se acostumar com a pica de Álvaro dentro dele. Ent�o ele disse:



- Agora vai, mete nela que assim minha pica mexe dentro de voc�. Eu vou gozar aqui dentro de seu cu.



Eu comecei a bombar na bunda de Eliana que j� batia uma siririca de quatro. Cada vez que eu metida em Eliana, a pica de Álvaro sa�a de meu cu, se eu tirava dela a pica dele entrava em mim. Ficamos engatados assim nesse vai-e-vem como se fiz�ssemos parte de uma m�quina.



Gente, isso � uma del�cia, quem nunca fez, deve experimentar. Eu recomendo.



S� eu mexia, os dois ficavam parados, ela na minha frente de quatro, e o marido atr�s engatado na minha bunda, toda atolada com aquela pica descomunal.



Quase morrendo de tanto tes�o, eu comecei a bombar violentamente em Eliana e a pica de Álvaro entrava como um ferro em brasa dentro de mim. N�s tr�s, doidos de tes�o, entramos um ritmo alucinante at� o meu gozo explodir dentro de Eliana e o pau de Álvaro explodir dentro de mim. Eu senti como se gozasse por todos os lados.



Ca�mos os tr�s exaustos na cama, eu passei o dedo na porta de meu cu, coitado. Me assustei com o tamanho do buraco que Álvaro deixou. Ficou quase do tamanho do buraco que deixei na bunda de sua esposa.



Como forma de agradecimento, Álvaro ainda me fez um boquete, ajudado pela esposa. Eu chupei Álvaro, com dois dedos dentro da boceta de Eliana. Gozamos mais uma vez e Álvaro deixou sua esposinha safada engolir todo meu gozo, n�o preciso dizer que tive que retribuir o favor.



Durante todo aquele ano em que fui professor de Eliana eu a visitei v�rias vezes para ajudar no refor�o de ingl�s e seu esposo compareceu sempre com o incentivo necess�rio. Rsrsrsrsrsrsrs



Um tempo depois precisei me mudar para a capital do Estado e faz um bom tempo que n�o vejo meus bons amigos.



Hoje moro em Salvador, e estou a fim de conhecer casais que como Álvaro e Eliana sabem se divertir plenamente, com muito respeito e descri��o.



Um abra�o a todos.

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