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A LOIRA DO ANDAR DE BAIXO.

Essa hist�ria que vou contar aconteceu a uns 3 anos atr�s, quando eu trabalhava em um pr�dio comercial na Zona Sul. Eu moro em S�o Paulo, tenho 27 anos, olhos e cabelos castanhos, 1.70m, 65kg, pele branca. Na �poca tinha 23. Como eu dizia, eu conheci algumas pessoas nesse pr�dio. Entre elas estava uma loira deliciosa, 1.70, olhos verdes, cabelos claros (naturais) at� a cintura, seios firmes, empinadinhos, cabiam direitinho na m�o e uma bunda maravilhosa, 105 de quadril. Um rabo para ningu�m por defeito. Enfim, uma del�cia.



Ela trabalhava no escrit�rio de um cliente meu no andar de baixo e, vez ou outra, ficava at� mais tarde, algumas dessas vezes sozinha. Bom, n�o demorou muito para eu fazer amizade com ela, pois eu tamb�m ficava at� mais tarde trabalhando quase todos os dias. Conversa vai, conversa vem, eu comecei a ligar para ela depois do expediente, fic�vamos conversando sobre besteiras at� que um dia eu resolvi mandar para ela por e-mail um manual de sexo oral que achei na internet. A princ�pio ela reclamou, disse que eu era tarado, e coisa e tal. Mas depois de uma semana de papo ela j� estava se abrindo toda pelo telefone, at� que uma noite ela me pediu para descer, afinal ela estava sozinha e queria companhia. Eram umas 19:00 hs e depois de 19 minutos eu desci (demorei para fazer um suspense... risos).



E l� estava ela, trabalhando no computador. A princ�pio nem me deu muita bola, ficou com os olhos grudados na tela, sem falar muita coisa. Resolvi ent�o fazer uma massagem em seus ombros, pois gosto muito disso. Comecei a massagear seus ombros e seu peso�o, de uma forma bem gostosa, ela sentada na cadeira e eu em p� atr�s dela. Logo ela parou de trabalhar para dar uma relaxada e foi se encostando em mim, dando uns gemidinhos de al�vio. Ela dizia que estava muito bom, muito relaxante. Nessas alturas eu j� estava com o pau mais do que duro e, como estava sem cueca e de cal�a social, ele praticamente pulava para fora. Ela se encostou em mim e sentiu ele nas suas costas, ficou vermelha na hora, principalmente porque um desgra�ado de um motoboy bateu na porta para entregar um material de uma gr�fica r�pida que ela estava esperando. A� cortou-se o clima e acabei voltando para o escrit�rio. Mas naquela noite eu dormi pensando nela e me masturbei durante umas 4 horas, gozei com um louco imaginando como seria comer aquela mulher maravilhosa.



No dia seguinte eu j� tinha perdido as esperan�as, pois ela n�o falou comigo nem uma palavra, nem me cumprimentou. Mas logo depois do expediente ela me ligou e pediu para eu descer em 5 minutos. Eu esperei um pouco e fui para a escada de inc�ndio, como eu sempre fazia, pois um andar s� n�o valia a pena descer de elevador. Quando abro a porta da escada l� estava ela, encostada na parede me esperando. Come�amos a conversar e ela me disse que passou a noite pensando em mim e que tinha se masturbado tamb�m. Ent�o n�o aguentei, a agarrei e beijei com muita vontade. E ela correspondeu. Come�ou a me apertar e me morder os ombros, enquanto eu beijava seu pesco�o. Nessas alturas minhas m�os j� apertavam aquela bunda maravilhosa. E a cada aperto ela gemia mais gostoso.



Comecei a descer a boca e encontrei seus peitinhos por cima da blusa. Mas que depressa eu levantei a blusa com suti� e tudo e comecei a chupar seus peitinhos deliciosos. Enquanto chupava um eu apertava o biquinho do outro com a m�o, deixando ela mais louca. Nisso fui descendo mais ainda a boca, beijei e mordi sua barriga. Desci um pouco mais e dei umas mordidinhas na xaninha dela por cima da cal�a. Ela estava com uma cal�a preta de cotton, bem coladinha, marcava direitinho a calcinha. Comecei a beijar e dar mordidinhas de leve.

Ela ent�o segurou minha cabe�a com for�a e pedia: “Vai... me beija, me chupa... seu filho da puta... voc� me deixa louca de tes�o...”.



Nisso ela me puxou para cima e me deu um beijo bem demorado. Tratou de enfiar a m�o dentro a da minha cal�a. Eu j� estava em ponto de bala e, para melhorar ela abriu meu z�per, tirou meu pau para fora e se ajoelhou na minha frente. Ela tinha uma boca carnuda e bem vermelha. Naquela hora ela estava muito faminta, pois enfiou o pau inteiro na boca e come�ou a massagear minhas bolas com uma das m�os. Com a outra m�o come�ou a bater uma punheta bem r�pida, enquanto sugava e lambia a cabe�a com muita for�a. Parecia que eu ia explodir. Ela chupava muito bem, lambia ele inteiro, chupava as bolas, batia com ele na boca e na cara.

Eu disse: “Isso, chupa direitinho, sua vadia...”



Nisso ela parou, levantou e me olhou nos olhos, com cara de brava: “quem voc� t� chamando de vadia ?”.

“Voc�”, eu disse... “tem mas alguma vadia aqui ? Se n�o fosse n�o tava chupando um cacete bem aqui, na escada”. Peguei ela com for�a e virei de costas para mim e de frente para a parede. Dei um abra�o por tr�s e enfiei uma m�o dentro da cal�a dela, at� achar a xaninha molhada com meus dedos.

Comecei a massagear o cl�toris enquanto mordia seu pesco�o e sua orelha, falando bem baixinho: “Se n�o fosse uma vagabunda n�o estava gemendo com meus dedos enfiados em voc�”. A� enfiei dois dedos na bucetinha molhada e ela soltou um gemido quente e abafado... Enfei o ded�o da outra m�o na boca dela e mandei ela chupar... Ent�o ela se soltou e come�ou a chupar meu dedo como chupou meu cacete.



“Eu vou te comer aqui mesmo, sua puta.” Abaixei a cal�a e a calcinha de uma vez, deixando a mostra aquela bunda de deusa, lisinha e enorme. Ela mais que r�pido deu uma empinada, ficou nas pontas dos p�s e encaixou meu pau na entrada da xota. Com um �nico movimento ela se jogou para tr�s e engoliu meu cacete inteiro. Eu dei um grito de prazer, ent�o ela virou o rosto para mim com uma cara de perversa e disse: “Voc� n�o me chamou de vadia? Agora eu vou te mostrar como � ser vadia. Voc� vai ter que me fazer gozar a noite inteira.”



E come�ou um vai e vem na maior loucura, ela com as m�os na parede e as pernas abertas com aquele rabo imenso virado para mim, se jogando para frente e para tr�s, gemendo como uma cadelinha no cio. Eu que n�o sou bobo segurei firme na sua cintura e comecei a meter forte e r�pido. A� ela ficou louca de vez.



“Me fode, filho da puta, fode a sua vadia”

Come�amos a fazer muito barulho, cada vez que a bunda dela batia em mim era um gemido mais forte. Segurei ela forte pelos cabelos e enfiei a outra m�o por baixo da barriga dela, chegando na xota pr� l� de molhada. E enquanto metia gostoso, fiz uma massagem no clitoris. Puxei sua cabe�a para tr�s e comecei a morder e chupar seu pesco�o, sua orelha e sua boca. Ela j� n�o falava nada direito.

“Mete... gostoso... fode... a .. sua... vadia... me.. come... tes�o...”



Ela se contorcia toda, com a bunda empinada e as pernas bem abertas. Eu fodia mais e mais, enquanto batia uma siririca. Ela come�ou a falar mais baixinho, at� que ficava de boca aberta mas n�o sa�a a voz. E n�o tem nada no mundo que me deixe com mais tes�o do que eu ver uma mulher gozando, ainda mais se for por minha causa. Ela come�ou a tremer toda e tentou tirar minha m�o da sua xana. Eu apertei sua cabe�a contra a parede, enterrei o cacete na buceta e falei no seu ouvido “Voc� s� vai parar quando eu disser para parar ! Hoje eu vou acabar com voc�, cadela !”.

“Para...., p�ra....., por favor.....”. E continuei metendo e masturbando.

N�o demorou muito ela soltou outro grito: “p�r���.......” e depois mais outro...”ahhhhhhhhh...”. Fiz ela gozar tr�s vezes seguidas. Ela mas conseguia ficar em p� e eu a abracei e continuei enterrado dentro dela.



Ela me pediu para ir ao meu escrit�rio, ela precisava sentar e descansar um pouco. Eu disse “voc� est� em d�vida comigo...”. Afinal, eu n�o tinha gozado ainda.

“Eu sei.... fica tranquilo, eu sempre pago minhas d�vidas, gostoso.” Ela disse, se vestindo.



Fomos ent�o para o meu escrit�rio. Na subida ela foi na frente e pude apreciar um pouco mais daquela vis�o maravilhosa, j� louco pensando em enrabar aquela princesa.



No meu escrit�rio n�o havia mais ningu�m. Eu sentei em minha cadeira e ela foi tomar uma �gua. Sem ela perceber, liguei a webcam e deixei gravando. Ela tomou a �gua e pegou uma garrafa de vinho que sempre guardo no frigobar. Veio at� mim e disse: “agora � a minha vez de me divertir”.



Se abaixou na minha frente, subiu minha camisa e come�ou a beijar meu peito e meu abdomen. Que l�ngua maravilhosa. Ela ent�o me fez tirar a roupa e come�ou a jogar vinho no meu peito. Jogava um pouco e chupava tudo, com uma boca muito voraz. Fomos nessa brincadeira at� que ela chegou no meu pau e come�ou a fazer a mesma coisa... Jogava vinho e chupava. Aquilo foi me deixando cada vez mais louco. O vinho gelado e a boca quente, que n�o deixava escapar nada.



Nisso ela come�ou outro boquete, mas vadia ainda. Segurava a base do meu pau e subia e descia com a cabe�a muito r�pido. Ela estava literalmente fodendo meu cacete com a boca. Parecia uma bucetinha fechadinha, mas com uma lingua deliciosa no meio. Ela me olhava nos olhos e, quanto mais eu xingava ela de puta, vaca, piranha safada, mais ela judiava de mim. Fez at� uma espanhola deliciosa.



Quando ela perecebeu que eu ia gozar, enfiou meu caralho inteiro na boca e, quando gozei foi direto na sua garganta. Eu segurei sua cabe�a com for�a at� terminar de gozar. Ela ent�o tirou o pau da boca e come�ou a limp�-lo com a l�ngua. Chupava ele de cima a baixo. Eu pensei que ela fosse parar, mas n�o; ela continuou e disse “agora eu vou pagar a minha d�vida”.



E continuou me chupando cada vez mais forte. Nessas alturas eu j� n�o me preocupava mais com o barulho. Gritava e xingava. “Chupa, sua filha da puta, chupa o seu macho, eu ainda vou te foder muito essa noite.”



E ela tirava o pau da boca de vez em quando e batia no rosto, falando “me d� o leitinho, cachorro, goza de novo na minha boca”. Ela me chupou por uns 20 minutos sem parar. N�o sei como ela n�o ficou com c�imbra. O fato � que ela me fez gozar de novo, dessa vez com muito mais intensidade. Logo depois ela mamou mais um pouco e me deixou limpinho.



Sentamos no sof�, descansamos, bebemos vinho, conversamos um pouco. Mas eu ainda estava com muita vontade de comer aquela deusa novamente. O melhor rem�dio para levantar o moral n�o � o viagra, � uma mulher bonita e gostosa. N�o tem como n�o subir o cacete.



Dito e feito. O menino come�ou a dar sinais novamente e ela logo se interessou. Comecei a beij�-la de novo e ela me fez ficar sentado no sof� enquanto tirava a roupa. Foi tirando devagarinho, sem me deixar toc�-la. Tirou a blusa, o suti�n, os sapatos, as meias. Quando foi tirar a cal�a eu n�o aguentei. Ela ficou de costas para mim e abaixou a cal�a com as m�os, deixando aquela bunda enorme a um palmo da minha cara. Ela fez de prop�sito, para me provocar. Eu mais que r�pido me ajoelhei e literalmente enfiei a cara na bucetinha dela, j� molhada de novo. Arranquei a calcinha e comecei a chupar com vontade sua bucetinha linda.



Ela gemia muito, ent�o joguei-a no sof� e comecei um banho de l�ngua. Ela se contorcia e puxava minha cabe�a para o seu corpo, enquanto minha lingua fodia o seu grelinho e eu enfiava dois dedinhos na sua bucetinha. Ela me pediu para deitar no sof� e veio por cima de mim, colocando a xaninha bem na minha cara. Mas uma vez ela engoliu meu cacete j� duro como a�o.



Fizemos um 69 delicioso. Minha lingua e meus dedos fodendo sua bucetinha e ela mamando como s� ela sabe fazer. Enfiei ent�o um dedo da outra m�o na xota para lubrificar, e depois fui encaixando devagarinho no cuzinho dela. Deus, como era apertado.

Ela parou de me chupar e disse: “A� n�o, � fechadinho.... Dei o rabo algumas vezes, mas foi a muito tempo. “

Nem esperei ela terminar de falar e enfiei o grelinho na boca, chupando muito, e ao mesmo tempo enfiei com tudo o dedo no rabinho delicioso. Ela soltou um gemidinho roco e ficou segurando meu pau cada vez mais forte. De repente ela deu um salto, se virou, me beijou a boca e se encaixou no meu cacete, enfiando ele mais uma vez na buceta.

Come�ou a cavalgar como doida, me arranhando e mordendo o peito. “Me fode, gostoso, eu quero sentir voc� todinho dentro de mim. Voc� me deixou muito louca... Ahhh....”

Ela ficou pulando sobre mim mais e mais, at� que eu segurei firme na sua cintura e resolvi tomar o controle. Puxei ela pr� junto de mim e comecei a socar como louco. Ela gemia mais e mais. Virei ela, colocando-a deitada de barriga para cima e fizemos um delicioso frango assado. Eu adorava ver os seus peitos balan�ando enquanto eu a fodia. Comecei a masturb�-la de novo com o dedo.



Coloquei ela de quatro e continuei metendo. Enfiei de novo outro dedo em seu cuzinho rosado e apertado. Ela pedia para n�o fazer, mas cada vez que eu fazia ela gemia mais. Como eu demoro para gozar, l� foi ela de novo. Gozou outra vez, sendo comida de quatro com um dedo no rabo e outro no grelo. Ela gozou gostoso, caiu desfalecida e sem for�as, deitada de lado. Eu tamb�m deitei e a abracei por tr�s, falando no seu ouvido: “sua d�vida s� vai estar paga quando eu sentir meu cacete inteiro no seu rabinho”.

“N�o.. por favor, n�o....” Ela falou de um jeito que mais parecia um “sim, sim, � o que eu quero ...”.



abri um pouco suas pernas e meti a lingua no cuzinho. Ela come�ou a gemer de novo, agora com menos intensidade, afinal estava sem for�as. Depois de deixar ele bem lubrificado, fui por cima dela, enfiei o pau em sua boca e disse: “� melhor voc� deixar ele bem molhado, sen�o vai doer mais”.



Ela, como � uma chupeteira de primeira, cuspiu e babou nele, deixando ele bem molhado. Ela come�ou a choramingar e dizer : “n�o faz isso. Ningu�m consegue comer meu rabinho sem um lubrificante, � muito apertado.”

Eu disse “n�o se preocupa, eu vou fazer devagar e com muito carinho. Se voc� sentir dor eu paro na hora, t� bom? “

“T� bom”.

“Relaxa, ent�o...”. E me ti o dedo novamente. Ela come�ou a tremer e gemer. Tirei o dedo e comecei a enfiar a cabe�a do pau. “ai, ai... t� doendo”...

“Calma, amor, relaxa.... “. Ela gemia e se contorcia, de olhos fechados e boca entreaberta, dava umas reboladinhas de leve, engolindo meu pau aos poucos. E eu fiu penetrando, muito cuidadoso, mas morrendo de vontade de socar inteiro de uma vez.

E assim foi, at� que ela come�ou a gemer mais forte. “ai, gostoso... ningu�m ... nunca me... comeu ... assim.... filho da puta... del�cia.... Ai... “



Para amenizar a dor, enfiei dois dedos na xaninha e fiquei apertando o grelinho com outro. Ela come�ou a gemer e gritar, cada vez mais alto. “Me fode... fode o meu c�... enfia essa pica no meu rabo... os dedos na minha buceta... gostoso... “

Eu sabia que ela estava sentindo dor, mas o prazer era maior. Ela come�ou a gritar tanto que tampei sua boca com a outra m�o. Eu tirava e enfiava de novo no rabinho dela bem devagar, s� para deixar ela com mais tes�o.



Peguei uma almofada, virei ela de bunda para cima, tirei o cacete, dei outra cuspida no cuzinho dela e enfiei de novo, dessa vez com vontade. Ela deu um grito de dor, que logo se transformou em urros de prazer. Montei em cima dela e comecei a bombar como um cavalo comendo sua �gua. Ela rebolava e jogava o quadril na minha dire��o, fazendo as estocadas ficarem cada vez mais fortes.



Ela gritava: “Seu cachorro filho da puta.... eu n�o acredito... voc� vai me fazer gozar comendo o meu c�... “



“Eu vou foder seu rabo, piranha. Vou gozar no seu c� e depois voc� vai me chupar at� meu cacete ficar limpinho. � isso que voc� merece por ser t�o gostosa e vagabunda, sua puta !”



Comecei a ficar sem controle, dava tapas cada vez mais forte naquela bunda maravilhosa. E a cada tapa, mais forte ela queria. “Me bate, bate na sua puta, cachorro, me come gostoso, me faz gozar...”



“Voc� gosta de tapa ? Ent�o toma, vagabunda.” E dei uns tapas de leve na cara dela. “me bate mais forte, mais forte... me bate... me fode... me xinga.... faz o que quiser...”.



“Eu vou gozar, vadia”.

“Goza, goza.... eu tamb�m.... vou ..... ah....”

Enfiei a pica at� as bolas e segurei ela forte, soltando muitos jatos quentes de porra dentro do seu cuzinho arrega�ado, enquanto ela tinha mais um orgasmo. Cada vez que eu mordia seu pesco�o ela sentia um “choque” e apertava ainda mais meu pau em seu cuzinho, me deixando louco.



Levantei e ela me beijou, depois, como eu havia dito, come�ou a chupar meu cacete novamente. Ela me confessou que n�o tinha nojo, pois havia feito uma lavagem no cuzinho, ent�o eu meti e ele saiu limpinho. Me disse tamb�m que fez isso porque sabia que ia dar para mim naquele dia e que a tempos procurava um cara que conseguisse comer o cuzinho dela daquele jeito, como nunca ningu�m havia feito. Mamou mais um pouco at� limp�-lo por inteiro, depois caiu no sof� e dormiu. Eu filmei ela mais um pouco com a c�mera e depois deitei do lado dela e tamb�m adormeci.



Passamos a noite no escrit�rio. Acordamos l� pelas 5 da manh�, eu j� de pau duro e ela toda dolorida, mas feliz e cheia de amor para dar. Fizemos mais um 69, sentei no sof�, ela sentou em cima, de costas para mim e fodemos mais um pouco, depois coloquei ela de quatro e fodi sua bucetinha. Um pouco antes de gozar, enfiei de novo meu cacete no rabinho e masturbei ela mais um pouco. Gozamos juntos novamente e depois ela me limpou, como uma boa menina. Nos vestimos, eu a levei na casa dela e depois fui para minha casa.



No dia seguinte s� fomos trabalhar depois do almo�o. Enviei um e-mail para ela com um pedacinho do v�deo, que aparecia ela sendo enrabada de quatro. Imediatamente ela me ligou brava e quis me encontrar na escada. Mal cheguei ela j� caiu de boca novamente, deixou meu pau bem molhado e se virou para que eu comesse seu cuzinho. Disse que viu o filme e ficou molhada na mesma hora, com vontade de ser enrabada de novo, pois deu e gostou. Mas da� para frente � outra hist�ria. Quem quiser entrar em contato, meu e-mail � [email protected]

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