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MINHA PRIMEIRA TRAI��O III CONTINUA��O

MINHA PRIMEIRA TRAI��O III CONTINUA��O



4�. Feira, acordamos atrasados...banho r�pido, me vesti em quando ele se banhava...preparei o filhote para a creche, tomamos um suco r�pido e sa�mos voando. Ele ainda me deixou num taxi e foi... Nesse dia o servi�o me deixou cansada... nem almocei...fiz um lanche no escrit�rio e aproveitei para por o trabalho em dia...fui somente no 3ª. Per�odo para a faculdade... acabei saindo mais tarde...me passei na hora. Peguei um �nibus mais tarde...perdi meu “bra�o” nesse dia. A Noite o cansa�o nos colocou em nocaute ...dormimos direto...pela manh� sim

Eu estava dormindo com meu short doll folgadinho ...de bundinha pra ele ...e o filho da m�e me comeu o cuzinho assim de ladinho...como eu o havia comido na noite anterior...foi gostoso...mas nada exorbitante um orgasminho s� ...pequeninho...s� para come�ar bem o dia.



5�. Feira um belo caf�...o dia prometia...ia ao Foro olhar uns processos...eram 09:30 quando o Marcelo me ligou que iria viajar a Curitiba, resolver uns problemas na produ��o, na filial de La, voltaria na sexta provavelmente, e iria direto a empresa. Nos ver�amos a noite. Se desse, para eu passar mais a noite no futebol, iriam fazer um churrasco depois...para eu pega-lo. Iria at� em casa apanhar umas roupas e deixar o carro na garagem, um motorista acompanharia ele e depois deixaria ele no aeroporto. Na volta, novamente ele apanharia ele no aeroporto e levaria direto a empresa.



Tudo bem, o resto do dia transcorreu normal, faculdade...e a noitinha estava indo para casa ...estava esperando o �nibus, pensando no meu marido, coisas de mulher, se havia pego tudo, se n�o havia esquecido de nada, se havia chegado bem, essas coisas.



Subi no �nibus sem me dar conta...sentei atr�s ...quando acalmei meus pensamentos, bingo !!! L� estava ele ...s� que desta vez sentado...lendo seu jornal, reconheci ele pelo terno, foi o primeiro da 2� feira, um verde bem clarinho, uma cor diferente...na pr�xima parada subiu uma senhora e passou a frente, ele educadamente levantou e cedeu o lugar a ela. Fiquei corada quando vi que realmente era ele e pelo seu ato de cavalheirismo j� somou 19 pontos no meus pensamento.



Novamente a escola estadual no meu caminho...o �nibus come�ou a encher eu me exitava s� no pensamento, minha vagina escorria...j� podia sentir minha calcinha ensopada. Com as pernas tr�mulas me muni da pouca coragem que me restava e cruzei a roleta...pronto novamente ao lado dele. Nem me notou, desinfeliz...como algu�m consegue desenvolver a pr�tica de ler jornal em p� num transporte coletivo ? algu�m saberia me dizer ? Bom meu jogo come�ou, j� na primeira oportunidade me fui para sua frente...como uma ca�a pronta para ser abatida...comecei a me ajeitar aos pouquinhos...me ro�ando de leve...nesse dia estava com uma saia preta, justa, com uma fenda atr�s, nada grosseiro, mas uma fenda que ia mais ou menos 2 palmos a cima dos joelhos, real�ando bem a minha bundinha...e por azar em cima, vestia um sutien meia ta�a com uma camisa branca de seda, na media que meu tes�o aflorou meus bicos me denunciaram e como do�am...precisa urgentemente que algu�m mamasse neles heheheh...mas podiam ser notados e como...de longe.



Ele dessa vez notou a minha inten��o e a medida que seu “bra�o” erguia, encaixava direitinho atrav�s da fenda da minha saia, nas minhas coxas e rego, s� que desta vez s� haviam suas cal�as e minha calcinha entre n�s...e pude sentir o calor que aquela pe�a emanava, a cada pulsa��o aumenta mais a press�o sobre o per�neo ( entre a vagina e no �nus ), o calor provocado fui o estopim para eu sair do controle, n�o sabia mais o que fazer, meus seios do�am, minha vagina latejava, j� n�o podia mais fechar as pernas, aquele m�sculo rijo impedia e j� come�ava a for�ar minha calcinha para dentro de meu rego deixando o calor ainda maior.



S� que quando pensava em fugir, dar o sinal, ele susurrou no meu ouvido com muita discri��o: N�o desce agora, h� uma pra�a na pr�xima parada e ningu�m desce La, geralmente o �nibus passa direto, da o sina na pr�xima parada e espera.

Vou colocar a pasta do lado, e voc� coloca sua bolsa do outro, vamos ter que sincronizar os nossos passos, vou colado em voc� at� meu membro amolecer um pouco. Se n�o vou passar vergonha.



Baixei a cabe�a com vergonha do que havia feito e num impulso que n�o sei de onde saiu acabei concordando com ele. Deixei passar minha parada e dei o sinal, me virando de vagar, de modo ele n�o sair de dentro de minhas coxas. Ele tamb�m foi virando lentamente e sincronizando nossos passos, pudemos discretamente nos movimentar dentro do �nibus sem chamar muito a aten��o. Eu tremia por dentro e por fora, meu cora��o batia como se fosse sair pela garganta, vinha a minha mente o que iria fazer La fora ? Se estava disposta a ir adiante ? Um desejo e uma curiosidade diziam para ir em frente, a emo��o superou a raz�o...comecei a vazar de tal forma que meu suco escorria nas minhas coxas e joelhos, como se fosse uma cocheira, podia sentir escorrer como se fosse urina, e um cheiro doce subia nas minhas narinas e acredito que nas dele tamb�m, pois “aquilo” ficou imposs�vel no meu rego, acredito que mais um pouco rasgaria minha calcinha e entraria com tudo dentro de mim...



E como fazer para descer ? parece que ele neste momento leu meus pensamentos, novamente me sussurrou no ouvido, quando abrir a porta do �nibus, deixa cair tua bolsa no ch�o, que vou me abaixar para apanh�-la e te entrego na rua, colocando ela na minha frente. Trato feito, cumprido o acordo. Quando abriu-se a porta, deixei a minha bolsa cair ao ch�o como se houvesse trancado, ao mesmo tempo que descia o primeiro degrau do �nibus. Ele prontamente se abaixou, pegou-a e desceu com ela rente ao corpo me entregando de costas para a porta do �nibus que j� se fechava atr�s dele. Pronto. E agora ? deixei me guiar pala emo��o, curiosidade, paix�o, tes�o e tudo que fosse mais �o que existisse no mundo.



Ele de forma tranquila, comandando a situa��o, disse de forma tranquila calmamente, que havia ali uma pracinha, e pod�amos ir at� l�, me pegando de leve pelo bra�o, como um carrasco a conduzir sua v�tima ao cadafalso.



Chegamos a um canto da pra�a, havia um banco de pedra, junto a uma �rvore enorme, frondosa, que servia de esconderijo protegendo as laterais e a traseira, deixando somente quem viria pela frente, mesmo assim haviam arbustos que limitavam a vis�o. Ele fez sinal para eu sentar, ficando em p� a minha frente. Era realmente lindo, alto, tez morena, mesmo no lusco-fusco do ambiente podia notar sua beleza m�scula, seu controle emocional, sem arrog�ncia, sem ironias, como se entendesse o que eu queria e precisava. Instintivamente olhei para a frente e vi o monumento que j� tomava forma dentro das Cal�as...sem olhar em seus olhos me limitei a segurar o z�per de suas cal�as e baixei, com muita dificuldade, pois estava muito duro e comprimia o tecido para frente, o que dificultava a manobra. Mas consegui com sua ajuda movimentando o corpo num jogo de cintura ele passou. Baixei a cueca pela frente e libertei parte daquele mastro.



Quando saiu a cabe�a eu tremi de medo, era do tamanho do punho do meu marido quando fechado, e a grossura ent�o ? Parecia um Salame Italiano da perdig�o, n�o conseguia fech�-lo com uma s� m�o. N�o sei como...perdi o controle da situa��o...eu que sempre fui comedida...sempre medi as consequ�ncias antes de qualquer coisa...coloquei a boca ali ..ledo engano...por mais que abrisse nem pensar...comecei desesperadamente a lamber, a chupar as laterais a esfregar em meu rosto, acho que at� apertei um pouco, pois ele meio que deu um pulo para tr�s como se sentisse uma fisgada, pedi desculpas e recomecei, lambi, cheirei , chorei ...fiz tudo que podia ...e ele crescia e endurecia cada vez mais.



Subi na guarda do banco, me escorando junto ao tronco da arvore, ficando com uma perna no ch�o e outra no banco, minha saia subiu um pouco, ele desceu e me abocanhou de uma vez s�...de calcinha e tudo, sua l�ngua era majestosa, com uma maestria incomum entrou pela lateral da minha calcinha e foi direto La dentro, ai me entreguei aos m�ltiplos orgasmos jamais tidos antes...cairam por terra todas as minhas barreiras e tabus. N�o desmaiei por pouco, perdi o controle sobre meus m�sculos, tremia muito me esvaia em gozo. N�o sei se um �nico longoooooooo ou muitos curtos...mas foi incr�vel. Ele levantou, sem tirar minha calcinha, somente afastando ela para o lado, colocou aquela laranja ali na porta, e com uma jeito que n�o sei de onde, fez um v�cuo e entrou...junto com a sa�da de um orgasmo inimagin�vel...como a preparar o mastro à entrada triunfal. Em dois golpes fatais ele havia entrado. Pelo menos eu sentia meu �tero, sentia como se estivesse parindo algo. Senti um estalo dentro de mim, acho que era meu corpo se moldando para acomodar aquela pe�a que me alargava a cada golpe.



A medida que ele ia estocando eu ia gozando...era autom�tico...a cada golpe um espasmo meu ( acho que nem saia mais nada ), eram somente espasmos. E de repente ele gemeu e gozou.....sem eu poder impedir, sem poder falar ...sem protestar...me inundou uma, duas, tr�s, quatro , cinco jatos...saia esperma pelos lados, por cima, por baixo, nossa ...e o pior...o tro�o n�o amolecia, continuava grosso, duro e estocando. Comecei a me arrepender do ato louco meu...come�ava a doer e ele l� em riste me rasgando, me preenchendo toda.



IMPLOREI para que parasse, precisava de um descanso. Ele como um gentleman atendeu, foi retirando ...retirando...retirando...retirando at� que saiu a cabe�a nossa que sensa��o de vazio ficou.



Nem tive coragem de olhar o estrago. Baixei a cabe�a, peguei o tro�o, tentei dobrar e colocar para dentro das cal�as mas n�o consegui. Ele teve que abrir as cal�as, baixar a cueca por “ELE” para cima, puxar as cuecas e depois a cal�a. Colocou a Camisa para dentro, e mesmo na penumbra, podia ver a cabe�a para foca das cal�as contrastando com a camisa branca, presa pelo cinto, quase como a estrangul�-lo a modo de se acalmar a for�a.



Era lindo de ser ver, o desenho de um cogumelo escuro, sob a t�nue pe�a branca, que dava uma aspecto de transpar�ncia.



Minha calcinha voltou para o que podia se dizer vagina...sumindo no meio dos meus grandes e pequenos l�bios.



Escorria o seu s�men misturado aos meus v�rios e infinitos orgasmos, j� estavam nos meus sapatos, minhas meias...tudo pro espa�o.



Pedi que me colocasse num taxi. Havia perdido a no��o do tempo e do espa�o. Como se o tempo estivesse parado, conspirando a nosso favor.



Dei o endere�o ao motorista e em menos de 5 minutos esta entrando em meu quarto. Tremia toda...acho que at� chorei de emo��o. Retirei minhas roupas com muita dificuldade...retirei minha camisa de seda, meu soutien, meus mamilos do�am muito, deviam estar com 1,5cm pareciam um dedo indicador at� a primeira falange. Estavam grossos, sens�veis, duros, retirei a saia, dobrei e coloquei sobre o aparador, minha calcinha...estava imprest�vel. Amassei bem e coloquei dentro de um dos meus sapatos, no outro coloquei as meias 78 que estava, juntamente com a liga.



Adormeci nua, com as pernas para o ch�o, e o corpo sobre a cama ao cumprido. Sem travesseiro sem nada. S� diminu� as luzes e dormi.



Continua....

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