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APRENDI COM AS MULHERES

Eu j� era confidente dos segredos mais profundo das minhas amigas, tentava ajud�-las como podia, mas a experi�ncia em fazer amor e deixar uma mulher querer ficar comigo outra vez, eu adquiri com as pr�prias mulheres, com aquelas que s�o experientes quando o assunto � sexo, � importante dizer que hoje as mulheres cobram dos homens uma boa transa, coisa que elas n�o faziam h� tempos atr�s, pois eram reprimidas. Na maioria das vezes aceitavam os homens que tinham e os achavam maravilhosos na cama, isso por falta de informa��o, por conformismo ou porque eram obrigadas a aceitar, pois a mulher que traia e as desquitadas sofriam fortes criticas pela sociedade, quando elas traiam, tinha que ser no maior sigilo pois poderia at� acabar em morte.

Eu sempre fui precoce em mat�ria de sexo, n�o fa�o apologia a pedofilia muito menos infrinjo as leis, mas na minha opini�o, no mundo de hoje, os maiores de dezesseis anos, j� tem opini�o formada a respeito de sexo, tem desejos reprimidos pela lei, muitas meninas movas, discutindo teoria sexual, s�o at� mais experientes que as mais velhas, esclarecidas do jeito que est�o essas meninas quando transam com meninos da mesma idade ou homens que n�o tem experi�ncia, n�o se satisfazem, os homens mais velhos at� que desejam estar com meninas acima de dezesseis anos, mas as rejeitam porque n�o querem se arriscar com as leis, as meninas insatisfeitas muitas vezes procuram prazer em outras meninas, da� podem nunca mais querer um relacionamento heterossexual, digo isso porque ouvi de muitas amigas aqui na net e muitas com quem conversei pessoalmente.

Relutei muito antes de escrever esse relato, porque posso ser mal interpretado, mas como minha proposta aqui � de ajudar as pessoas, estou publicando, porque acho que para os homens a paci�ncia e a experi�ncia sexual � fundamental para satisfazer as mulheres. Vamos ao relato.

Como eu disse antes, para �poca, eu era precoce em mat�ria de sexo, eu levava vantagem sobre os outros meninos, primeiro porque eu ouvia as minhas amigas e tamb�m porque ao contrario deles, eu n�o saia dizendo a todos o que eu fazia com as meninas, aos treze anos eu j� namorava escondido com uma de minhas amigas, eram muitos beijos longos, eu deitava em cima dela fic�vamos nos esfregando gostoso, ela abria as pernas para eu me encaixar, eu j� conseguia chupar seus seios passar o dedo na xaninha, mas ela nunca me deixou ir alem disso, ela caiu na besteira de comentar com as amigas como era gostoso, ent�o eu acabei o namoro com medo de virem a descobrir, pois se isso acontecesse ia dar bronca para todo lado. Tive outras namoradas, essas sabiam guardar nossos segredos.

Quando eu tinha quinze anos, ainda era proibido namorar, no col�gio, mas tinha uma colega que era amiga de uma ex minha e sabia das historias dos meus namoros, ela quis conferir e come�amos a namorar. A pretexto de estudar, ela ia para minha casa quase todos os dias, eu fazia tudo o que fazia com a minha ex e ainda fazia anal com ela, a danadinha n�o passava mais sem dar o cuzinho, mas um dia nos descuidamos no col�gio e fomos flagrados num beijo, isso gerou muitos coment�rios, chamaram nossos pais e o namoro acabou ai.

No col�gio, eu andava mal em historia, minha professora era senhora que j� tinha passado dos quarenta, ela gostava muito de mim porque eu era sempre gentil, educado e n�o conversava nas aulas, um dia ela me chamou e disse que eu precisava de aulas particulares para me ajudar se n�o eu talvez tivesse que repetir o ano, eu disse que n�o conhecia ningu�m, perguntei a ela se ela n�o poderia me dar aulas, pois meu pai n�o se importaria em pagar, ela disse que n�o podia, mas tinha uma sobrinha que tamb�m era professora, que ela tinha se formado a pouco tempo e que n�o lecionava porque o marido dela n�o deixava, mas que ela ia falar com a sobrinha e o marido para ver se ele abriria uma exce��o para mim, eu agradeci e dois dias depois ela me disse que estava tudo certo para eu estudar com a Am�lia (fict�cio) dois dias na semana, acertamos o pre�o e l� fui eu na ter�a-feira.

Quando bati os olhos nela quase fiquei paralisado, ao contrario do que eu pensava, ela n�o era feia nem mal feita, era uma galega de 25 anos, olhos verdes, l�bios rosados, cabelos compridos, seios pequenos, coxas grossas, bumbum avantajado, deu para ver por causa do volume que fazia na saia que ela vestia, ela me atendeu com um sorriso lindo e disse:

- Titia me disse que voc� tem problemas com a historia, vamos ver se damos um jeito nas suas notas.

Ela sempre me recebia com sorrisos, brinc�vamos ap�s a aula, depois de dois meses minhas notas melhoraram, eu sempre admirava suas formas, às vezes ela se descuidava e dava um lance da calcinha, meu p�nis subia na hora, aquelas coxas lindas com a calcinha no topo, acho que � por isso que ate hoje eu acho lindo quando uma mulher da um lance de calcinha.

No quarto m�s de aulas, eu notei que ela estava mais trancada, preocupada, eu criei coragem e perguntei:

- Am�lia, voc� esta com algum problema?

Am�lia disse:

- Isso � coisa de adulto, voc� ainda � uma crian�a para compreender, eu sei que voc� � fogo com as meninas, minha tia me disse o que aconteceu, mas n�o se preocupe tudo vai ficar bem.

O tempo foi passando, Am�lia cada vez mais triste, um dia cheguei na casa de Am�lia e ela me atendeu chorando, disse que n�o estava em condi��es de me dar aulas, eu disse que tudo bem, mas queria conversar um pouco com ela, Am�lia me pediu para entrar, sentamos no sof�, ai ela falou:

- Naquele dia eu n�o te falei nada porque achei que n�o fosse poss�vel, mas aconteceu e eu preciso desabafar com algu�m, pelo que j� ouvi de voc�, acho que eu posso confiar, o que vou dizer � segredo e voc� n�o pode dizer para ningu�m.

Eu concordei e Am�lia continuou:

- Meu marido tem outra, eu estava desconfiada porque ele j� n�o me procurava mais com a mesma frequ�ncia de antes, mas tive certeza porque minha prima o viu beijando outra mulher, n�o posso me separar dele porque seria um esc�ndalo para a nossa fam�lia, eu falei com ele, ele nem me deu ouvidos, n�o sei mais o que fazer.

Nessa hora ela agarrou-se comigo e come�ou a chorar, quando ela se acalmou eu olhando nos olhos dela falei:

- Am�lia, ele n�o podia ter feito isso com voc�, voc� � uma linda mulher, maravilhosa, o sonho de todos os homens, inclusive o meu.

Disse isso, puxei Am�lia e a beijei, colamos num demorado beijo, que delicia de beijo, aquela mulher sabia beijar, nos soltamos ela me olhou e me beijou novamente, quando nos soltamos ela disse:

- Minha tia bem que tinha falado que voc� � muito convenceste com as mulheres, voc� beija muito bem. N�o sei se devo ir al�m disso, voc� deve esta esperando muito de mim, mas n�o sei se vou conseguir trair meu marido.

Eu disse:

- Vamos ver at� onde a gente chega, eu sou todo seu, s� seu, fa�o tudo que voc� quiser s� para ver voc� feliz novamente.

Projetei-me para cima dela, deitei a no sof�, com uma perna para cima a outra ficou arriada para o ch�o, ela estava abertinha, encaixei meu p�nis na xaninha dela por cima da saia, pude sentir o suspiro dela quando sentiu o p�nis duro se esfregar na xaninha, eu esfregava e a beijava com muito tes�o, ela disse no meu ouvido:

- Fique calmo amorzinho, vou te ensinar mais do que historia e vou aprender tamb�m, vou fazer com voc� tudo o que eu tenho vontade de fazer, mas nunca tive coragem de fazer com meu marido, vou dar para voc� o que eu sempre neguei para ele, vamos tomar um banho.

- Voc� j� fez amor?

Eu respondi que s� anal com namoradas, ela olhou para mim com um sorriso lindo, sabia que seria respons�vel pela primeira vez de um homem.

Chegamos no banheiro, eu fui despindo Am�lia, tirei seu vestido, o suti�, os lindos seios se revelaram, chupei um depois o outro, fiquei chupando um bom tempo, Am�lia estava de olhos fechados sentindo o tes�o de ser chupada por uma boca diferente, ajoelhei-me baixei sua calcinha lentamente, l� estava aquela xaninha que eu tanto desejava, galega de pelos aparados, abri suas pernas, passei o dedo entre os l�bios, comecei a masturb�-la como fazia com minhas namoradas, como ela j� era casada, pude colocar dois dedos dentro da xaninha e comecei a mexer, Am�lia segurou-se minha cabe�a, me dizia como fazer para dar maior prazer para ela, Am�lia mandava e eu obedecia, acho que devido ao jejum, ela se derretia na minha m�o, gozava e gemia, gozava novamente e gemia, eu ainda estava vestido, minha cueca estava toda melada, deixei Am�lia se derreter toda nos meus dedos, Am�lia depois que gozou, me puxou para cima me agarrou me deu um beijo, cheio de tes�o e disse no meu ouvido:

- Meu menino voc� me fez bem, vou transformar voc� num homem que todas as mulheres v�o adorar, vou ser uma puta professora para voc�, voc� vai passar sempre em historia, ao mesmo tempo vou ser sua professora puta, em mat�ria de sexo e mulher, nenhum homem vai saber mais que voc�.

Dito isso ela come�ou a me despir, quando tirou a cueca, passou um tempo olhando meu p�nis, depois Am�lia o segurou, abocanhou ate onde deu, tirou a boca e disse:

- N�o esperava tanto de um menino de quinze anos, seu p�nis � mais grosso e maior do que o do meu marido, � lindo meu amorzinho, voc� esta de parab�ns, ai que tessssss�aaaoooo.

Ela me levou para o chuveiro, entramos nos molhamos, eu comecei a ensabo�-la, virei Am�lia de costas para mim, ela se apoiou na parede, eu ensaboava aquela bunda maravilhosa, meus dedos estavam ensaboados, eu aproveitei, abri o bumbum, e fui enfiando o dedo m�dio, ele entrou todo, Am�lia se contorcia, gemia, eu retirei o dedo devagar, depois fui enfiando dois, quando entraram ate o fim, Am�lia encostou a cabe�a na parede e disse:

- Ai meu menino, eu nunca senti essa sensa��o, meu homenzinho gostoso.

Eu estava usando com Am�lia tudo que eu sabia, nem imaginava que ainda tinha tanto para aprender, retirei os dedos, mordi, beijei aquela linda bunda, fui subindo beijando as costas, meu p�nis estava muito duro, eu sentia ele pulsando, peguei um frasco de creme para cabelo que estava no Box, passei no meu p�nis e no anus de Am�lia, segurei ela pelas ancas, levei meu p�nis ate o cuzinho dela, forcei, a cabe�a entrou, Am�lia gemeu e disse:

- Ai meu menino, era isso que ele sempre quis e eu sempre neguei, eu n�o sei se estou preparada para dar, seu p�nis � muito grosso, mas n�o me d� ouvidos, faz o que voc� quiser meu amorzinho.

Eu fui empurrando e Am�lia sussurrou:

- AAAAiiiiiiiii, amorzinho esta me abrindo toda, esta doendo mais n�o para, meu cuzinho vai ser s� seu, meu menino gigante.

Eu fui em frente, ela ficou na ponta dos p�s, eu a puxei para baixo, o p�nis entrou ate o talo, eu sentia aquelas tetas do bumbum no meu ventre, que gostoso, comecei um vai e vem devagar, passei a m�o para frente, achei o clit�ris dela, ela come�ou a se estremecer toda, eu passei a meter sem pena, Am�lia dizia:

- Mete meu menino, mete forte, pode tirar minhas preguinhas, � muito gostoso tomar no cu, mete que eu estou gozzaaaadooooo.

Nessa hora eu metia t�o forte que ela chegava a ficar na ponta dos p�s, eu olhava meu p�nis sumindo dentro daquela bunda gostosa, meu p�nis come�ou a latejar e os jatos come�aram a jorrar dentro do cuzinho dela, Am�lia gozava t�o forte que se estremecia toda, passava a m�o no azulejo, meti, meti, meti ate que fui diminuindo o ritmo at� parar, meu p�nis saiu do cuzinho dela ainda duro, abri o chuveiro, a �gua quentinha caia sobre nossos corpos, nos beijamos, terminamos o banho, Am�lia me mandou ir na frente para o quarto dela e ficou no banheiro, quando ela chegou disse:

- Voc� j� goza feito um homem adulto, saiu muito esperma de dentro de mim, sem falar que voc� deixou meu cuzinho bem largo, acho que sem preguinhas.

Eu estava sentado na cama, Am�lia me deitou, caiu de boca no meu p�nis, que sensa��o gostosa, aquela boca quente no meu p�nis, eu nunca imaginava que aquilo pudesse existir, ela lambia, chupava, masturbava, eu estava em transe, aproveitando aquele momento m�gico, ela parou e deitou de pernas abertas, entendi o que ela queria, beijei-lhe os seios, fui descendo pela barriga, cheguei a xaninha, olhei, admirei e cai de l�ngua, era tudo novo para mim, mas muito gostoso, eu passava a l�ngua em toda extens�o, Am�lia se deliciava, ela segurou minha cabe�a, for�ava a xaninha contra minha boca e dizia:

- Meu amorzinho, usa teu extinto de macho, chupa gostoso, chupa devagar, depois usa essa l�ngua r�pida, descobre cada cantinho da minha xaninha, depois mete essa l�ngua gostosa l� dentro e explora tudo, aprenda a usar o corpo de uma mulher, aprenda dar todo o prazer que ela merece, sinta o tes�o fluir pelos nossos poros, v� com calma, saiba como me tocar, as vezes lento, as vezes r�pido, sinta o tes�o de uma mulher meu amorzinho, me faz gozar muito.

Am�lia estava me ensinando a fazer sexo oral, eu aprendia r�pido, continuei chupando Am�lia, j� sentia os pontos fracos dela pelos movimentos que fazia, pelo mel que saia dela, pelas suas express�es faciais e outras coisas que eu j� percebia. Am�lia come�ou a gozar sem parar na minha boca, eu procurava o melhor jeito para dar prazer a ela, Am�lia se estremeceu toda, tr�s vezes bem forte, depois alguns tremores mais fracos, depois mais fortes, os tremores foram enfraquecendo, cessando, cessando at� parar. Am�lia ficou um tempo de olhos fechados, eu alisava os seus cabelos, ela abriu os olhos, me puxou, nos beijamos longamente, Am�lia sentia o gosto da sua xaninha em minha boca, ela segurou meu p�nis, apertou, come�ou uma masturba��o lenta , abriu as coxas, me puxou para cima dela, entre suas coxas, meu p�nis se encaixou na entrada da sua vagina, Am�lia fechou os olhos e disse:

- Mete devagar, mas sem parar, aaaiiiiiiiii, issooo, esta entrando, que dor gostosa, que rola quente, aaaaaiiiiiiii, mata teu desejo de penetrar uma vagina, voc� n�o � mais um menino, � um homem agora, homem gostoso, nossas bocas se colaram, eu meti at� o talo sem parar, ela mordia levemente a minha l�ngua, meus l�bios, era a primeira vez que eu sentia meu p�nis dentro de uma xaninha, eu era um homem faminto por uma mulher, no vigor da minha idade, metia com for�a e sem parar, Am�lia me abra�ava com for�a, por um momento meu p�nis saiu e eu meti de vez, ela deu um gemido abafado, cruzou as pernas nas minhas costas e come�ou a gozar, Am�lia gozava desesperadamente, com as pernas ela me puxava para dentro dela, eu metia forte, ate que senti meu primeiro jato de esperma jorrar para dentro da xaninha Am�lia, quando ela sentiu, enlouqueceu de vez, tirou a boca da minha e falou quase sem voz:

- Que lindo meu amor, que lindo, goooozzzzaaaaa.

A medida que os jatos iam entrando, Am�lia tinha tremores violentos, os meus jatos de esperma jorravam numa velocidade cadenciada, parecia que as minhas for�as estavam indo para dentro daquela mulher, quando saiu o ultimo jato, Am�lia descruzou as pernas das minhas costas, eu me arriei em cima dela, ela estava de olhos fechados, falei com ela, Am�lia n�o respondeu e eu fiquei com medo, mas ai Am�lia apertou minhas costas, ficamos um tempo conversando, deitados de lado um de frente para o outro trocando caricias, Am�lia come�ou a apertar meu p�nis, eu passava o dedo no seu clit�ris, nos beij�vamos, meu p�nis ficou duro, Am�lia o apertou com for�a e disse:

- Vou te dar um presente meu amorzinho, um presente que nunca dei ao meu marido, o meu cuzinho e esse presente que vou te dar, se eu tivesse dado para meu marido, teria me arrependido, mas voc� merece tudo.

Eu fiquei sem entender, n�o sabia o que mais ela podia fazer comigo, continuei deitado na cama, Am�lia ajoelhou-se do meu lado em cima da cama, me beijou, logo depois come�ou a chupar, passar a l�ngua em meus peitos, ao mesmo tempo em que me masturbava, era uma sensa��o gostosa, me causava ondas no corpo, Am�lia desceu a cabe�a, puxava meus pelos com os l�bios, enquanto me masturbava, colocou meus test�culos na boca, continuava me masturbando, depois que largou, me disse:

- Amorzinho, agora sou sua professora puta, s� sua, quero provar e engolir seu esperma, uma amiga me disse que os homens adoram quando as mulheres engolem todo seu esperma, me disse tamb�m que o gosto � diferente mas � bom e eu s� vou parar quando voc� me der seu leitinho.

Fiquei com medo, gozar duas vezes eu j� estava acostumado, mas nunca tinha dado tr�s, Am�lia abocanhou meu p�nis bem devagar, me masturbava com a boca e com a m�o, seus cabelos longos cobriam tudo, aquela galega estava me torturando gostoso, era s� prazer, ela aumentou os movimentos, eu segurei a cabe�a dela com as duas m�os, chegou um momento que o tes�o era tanto que eu segurava a cabe�a de Am�lia e martelava ela contra meu p�nis, sentia ele entrar at� tocar a sua garganta, ela soltou minhas m�os , botou a boca na cabe�a do meu p�nis, chupava como se fosse uma chupeta e ao mesmo tempo com a m�o, Am�lia me masturbava cada vez mais r�pido, Am�lia girou r�pido e botou a xaninha na minha boca, a mordi com os l�bios, Am�lia sugava e aumentou ainda mais a masturba��o, senti uma onda de sangue percorrer meu corpo e jorrei o primeiro jato de esperma na boca de Am�lia, ela continuou me masturbando, sugando e engolindo o meu esperma, eu fechei os olhos e deixei fluir tudo que tinha, apaguei por uns instantes, quando abri os olhos, Am�lia j� estava vestida e tomada banho, ela me alisava o rosto e sorrindo me disse:

- N�o pensei que pudesse me soltar tanto assim, foi seu jeito que me deu for�as para isso, acho que se n�o fosse voc� nunca teria tido esse prazer, quero voc� todos os dias meu amorzinho, mas agora voc� tem que ir, j� esta ficando tarde e algu�m pode desconfiar.

Eu sai dali cansado, de pernas bambas, mas realizado, era o homem mais feliz do mundo, quase n�o consegui dormir naquela noite, s� pensava no que tinha acontecido e nas pr�ximas aulas.

Continua ...

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