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FODA SILVESTRE

AS PESSOAS E O AMBIENTE

Sou um cara maduro, peito com pelos, corpo enxuto de 33anos. Fui convidado a ir a um anivers�rio do irm�o de uns amigos. Ia ser o motorista. A festa seria numa ch�cara afastada da cidade. Chegamos localizamos o aniversariante e um primo da esposa dele veio todo solicito dizer como chegar ao local, afirmando que j� pod�amos ir pra l�, onde teria muita cerveja e tal. Quem na verdade mostrou-se grande anfitri�o foi o primo, que aqui vou chamar de Bruno( 22anos) e a mim de Ricardo. Bruno era um rapazito de olhos verdes, alguns pelos no peito, aqueles barbinhas de menino novo que quer sustentar sua masculinidade, era um garoto bonito, mas n�o musculado. Ele vez ou outra aparecia oferecendo cervejas, perguntando algo. Na verdade ele ficou respons�vel pelo local do evento, um local muito apraz�vel: bom igarap�, muitas �rvores, uma galpao com churrasqueira, sinuca e um tipo de escrit�rio com mesa, freezer e outros utens�lios.

O CLIMA

Depois de muitas cervejas tirei camisa e fui tomar banho, percebi entao que o Bruno ficava me encarando disfar�adamente. Ao percebe, eu tambem disfarcei e pensei: esse cara quer levar rolada!! imaginei uma foda mas antes que meu pau ficasse totalmente duro e marcado an roupa molhada sai, mesmo assim fui percebido. Alguem perguntou por qu eu tava com a perna nervosa rsrsrs. Por volta das 19 j� escurecia, ficaram apenas dois carros. Colocamos as sobras das cervejas e de outras comidas e fomos para a casa do aniversariante. Quando l� est�vamos foi descobero que havia ficado na ch�cara um botijao com g�s de cozinha. Foi quando Bruno pediu que alguem o acompanhasse. Eu disse que podia. apesar de alguns amigos pedire pra outra pessoa ir eu fui rapidamente antes fosse substitu�do. Ao voltar, a noite j� tinha ca�do e a poca luminosidade lunar do ambiente deixo-me nervoso novamente.

O PRAZER

Ao passar pelo port�o o porteiro avisou qeu estva s� e que pod�amos ir at� o local, que era um pouco distante de seu casebre. Ao chegarmos l� pedi a Bruno que abrisse o escrit�rio, ele perguntou para que e eu disse que era pra ver se tinha cerveja, ele disse que n�o mas insisti e ele abriu e foi por minha insistencia verificar no freezer horizontal. Disse que n�o tinha eu insiti que ele procurasse e quando ele se curvou para procurar eu encaxei-me nas suas traseiras e o cobri, perguntado ao seu ouvido: n�o tem mesmo? ELE disse n�o mas tenho outra coisa. Tascou-me um beijo na boca. Foi gostoso, mas resolvi dizer que aquilo era loucura e sai do escrit�rio, Bruno pegou em minha mao e tentava me segurar e fui saindo quase arrastando-o. Parei ao chegar na sinuca e ele disse: To louco de vontade vc n�o quer Ricardo? Disse quero, mas n�o devemos. Ele beijou-me novamente e desceu para beijar meu cacete que queria rasgar a bermuda a qualquer custo. Uma boca quente, macia, experiente. Uivei de tes�o e prazer. e Num aceso de f�ria, antes qeu gozasse sua boca toda, o joguei em cima da sinuca, tirei suas roupas de baixo e beijando-o comecei a massagear com os dedos a entrada de seu cu, qeu piscava de vontade de ser fodido. QUando ele come��e a implorar, coloquei uma camisinha de menta e comecei a ro�ar o cacete na porta de seu buraco at� que ele come�o a delirar: chama-se de seu macho, de tes�o, de homem louco, tarado, doido, cachorro, cavalo... Depois de uns tapinhas leves na cara co Bruno, resolvi meter a cabe�a dos meus 18cm de cacete. Ele gemia dizendo aiiiiii. Parei. Depois enfiei a cabe�a de novo com cuspe a mais. Ele volta a gemer longamente e enterrei todo o instrumento naquele cu. ele estava de frango e eu assando o su cu com minha vara, fogo e muita bombada. Assim o fiz por alguns minutos e resolvi tirar o pau. Ele disse com pesar: Pq parou, n�o quer mais. Eu Disse: n�o aqui, vamo pra o escrit�rio. L� encontei ele na parede e pedi que ele levvantasse uma de suas pernas e meti vara de novo bombava e ele chorava.... Quando ia gozar eu parei. Pdi que ele deitasse com a barriga na mesa e abrisse as pernas como se fosse um ipsilon de cabe�a pra baixo. O bucaraco j� estava conformado com minha pica e dei-lhe mais varadas. Que buraco quente, cara... gostoso, macio... ele come�ou a dizer pra eu parar e eu bombava mais, disse a ele que ia gozar e ele dizia que tambem ia... Naquela loucura, senti-me um cachorro, pois meu pau comeu a crescrer e o safado a morder meu cacete com seu anel de couro. Virei o rosto dele pra mim dei-lhe um beijo, uma estocada violenta e um urro... gozei que parecia qeu uma veia tinha estourado.



Paramos, respiramos um pouco, fui me lavar. Colocamos o botijao no carro e voltamos. Ele quis meu nr de celular, fiz-me de esquecido, mais sabia que ele iria conseguir. J� telefonou-me e querendo mais Rola. Conto depois..

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