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COM MARTA EM BEL�M

Assim que Mar�lia come�ou a estudar em Bel�m fomos deixar parte da mob�lia e um carro para ela se locomover. Afonso me ligou perguntando se eu poderia ir com Marta lavar o material e o carro porque ele n�o poderia e para ela n�o ir s�, pois a viagem � longa ele temeria por ela n�o ter costume de dirigir em estrada, tudo bem, desde que ela tinha ido para Bel�m at� aquele dia s� t�nhamos nos falado por telefone, disse que iria desde que fosse na sexta-feira para n�o atrapalhar meu trabalho, ele concordou, marcou a nossas passagens pelo Ferry-Boat (balsa que atravessa o mar). Falei com o pessoal do meu trabalho disse que iria fazer uma viagem que s� voltaria no final da outra semana, caso fosse necess�rio que entrasse em contato que resolveria os problemas, na sexta, viajamos com o material e o carro claro. Ao chegarmos em Bel�m, ligamos para ela, marcamos um local para nos esperar fomos para o apartamento que ela tinha alugado, por sinal, muito bom e bem localizado, j� era por volta das dezoito horas todo mundo muito cansado, pois a viagem � muito longa, ao chegarmos descarregamos o carro, fomos nos banharmos para podermos nos alimentarmos, enquanto Marta tomava seu banho eu e Mar�lia mat�vamos nossas saudades com muito beijos, abra�os, amassos e tudo mais. Ao sair do banheiro, Marta disse que tiv�ssemos calma que ter�amos muito tempo para compensar a distancia, todos rimos eu fui me banhar em quanto Marta foi se trocar, quando terminei o banho percebi que n�o tinha toalha no banheiro chamei Mar�lia pedi uma, ela foi levar disse que queria me enxugar a� voc�s j� imaginam o que pode ter acontecido dentro do banheiro, foi maravilhoso esse nosso reencontro aconteceu de tudo um pouco, �ta mulher fogosa a minha querida Mar�lia. Sa�mos para jantar num restaurante pr�ximo por volta das vinte e uma horas chegamos como est�vamos cansados e Mar�lia tinha que sair bem cedo para a faculdade fomos dormir como Bel�m � muito quente e s� tinha ar condicionado em um quarto, ou seja, na su�te resolvemos dormi todos juntos, Marta disse que iria ver a novela que mais tarde iria se deitar conosco, como a novela geralmente demora uma hora eu e Mar�lia aproveitamos para descontarmos o nosso atraso com um lindo boquete, uma bela lambida de pau e buceta, comida de cu um deliciosa sessenta e nove, como n�o gosto de dormir com claridade apagamos as luzes nos deitamos ela dormiu eu fique fazendo que tamb�m tinha dormido mas esperando a minha bela sogra que tamb�m sabia que Mar�lia dormiria mais cedo do que eu, me fingir de morto para pegar a presa. Nessa altura Mar�lia j� estava num sono profundo que a respira��o dela estava muito forte toda largada na cama de casal s� de calcinha um len�ol no seu rosto, como eu estava deitado do lado do colch�o que Marta iria dormi virei, fiquei de lado fiz um teste minha m�o dava para tocar-la quando tivesse deitada, vi que ela tinha apagado a luz do corredor fiz que estava dormindo, Marta entrou foi at� o banheiro escovou os dentes trocou a roupa deixou a luz do banheiro acesa veio arrumar o colch�o que estava a sua espera voltou para apagar a luz deitou-se com poucos minutos sentir sua respira��o bem perto do meu rosto fiquei com o pau duro mais n�o disse nada ela me deu um leve beijo disse para si mesma amanh� tu me paga, quando ouvi isso n�o resistir meu pau ficou mais duro ainda, passou uns dois minutos tirei meu pijama joguei em cima dela, ela deu um gritozinho como se estivesse se assustado levou a m�o em cima de mim foi certinho no meu pau que estava simplesmente irresist�vel ela levantou me beijou na boca pediu para que eu fosse para o colch�o que ela n�o estava aguentando mais de tanto tes�o e prazer, para minha surpresa ela estava s� de camisola toda molhadinha ela ficou com a bundinha para cima eu comecei a passar a m�o em seu corpo at� chegar em sua linda e maravilho buceta que estava como se fosse um p�o, quentinha e inchada uma verdadeira maravilha, com muito cuidado dei uma passada de l�ngua naquela buceta meti o dedinho em seu espetacular cuzinho que piscava como se fosse um farol ela deu outro gemido disse que estava gozando que metesse minha l�ngua em sua buceta para ter um gozo completo minha sogra virou para minha pica colocou em sua boca me fez ter um verdadeiro gozo, pois como fizemos apre�ado ainda n�o tinha gozado de verdade com Mar�lia, dessa vez fiquei jogado ao lado dela, ela botou as pernas por cima de mim, ficamos por bom tempo, me vesti fui dormir na cama com minha namorada. Logo cedo o despertador tocou n�s nos levantamos fomos nos prepararmos para levar Mar�lia na faculdade, tomamos caf�, Marta n�o quis ir disse que iria arrumar as coisas que trouxemos que j� iria tratando do nosso almo�o.

Na volta como o porteiro n�o me conhecia teve que interfonar para liberar minha entrada, assim foi feito, quando toco na campainha Marta me recebeu, a maior surpresa para mim, ela estava vestida com roupa da filha desde calcinha e tudo, perguntei o que � isso? Ela disse agora estamos a s�s voc� vai me comer como se fosse minha filha seu macho gostoso, seu fazedor de corno, seu pauzudo, meu amor secreto, meu motivo de prazer, meu gato lindo, meu dono, clama Marta n�o precisa vestir roupas de Mar�lia para que fa�a sexo contigo, quando estou com voc� s� penso em voc� acho que isso n�o fica bem, assim, vou ficar sem gra�a, ela disse n�o gostou? N�o � isso, mais uma coisa n�o tem nada a ver com a outro, voc� � uma pessoa ela � outra, tudo resolvido ela me abra�ou, fomos abra�ados para a su�te que ainda estava com o ar condicionado ligado um clima propicio para um aconchego entre um macho e uma f�mea, nessa altura todos n�s j� est�vamos nus um aproveitando o outro, Marta tinha uma buceta maravilhosa � uma das partes que mais gosto de tocar no corpo de Marta, pois ela � bem cheinha com l�bios bem carnudos com uma cor bem clarinha e muito grande, ela me pediu para que desse uma lambida com maestria, com muita calma e bastante prazer, na realidade essa era a primeira vez que agente ficava bem à vontade, sem perigo de ser vistos por algu�m, como em S�o Luiz, ai n�o deu outra, fiz tudo como ela quis, lambi, acariciei, beijei, mordi, penetrei e gozei. Marta sempre me surpreende ela � muito calma, muito prudente, corajosa, mas em termo de sexo � insaci�vel voc� tem que est� em forma para d� conta de todo apetite dessa criatura maravilhosa, disse que comeria o formoso cuzinho dela pedi para sentar em cima de minha rola que ela fizesse um vai e vem muito agitado fique sentado na ponta da cama ela se escanchou colocando as pernas por tr�s das minhas costas ela subia e decia com um vigor de tirar o f�lego at� que disse que ira gozar, ela pediu para eu deitar, fizemos um sessenta e nove maravilhoso tanto eu como ela gozamos juntos isso foi simplesmente maravilho, � muito gratificante voc� gozar e saber que sua parceira a vez tamb�m, � lindo.

Ficamos deitados por um bom tempo, ela foi fazer o nosso almo�o eu fique arrumando minhas roupas no guarda-roupa, quando foi mais tarde o celular tocou era Mar�lia avisando que iria almo�ar na faculdade para evitar que voltasse pela tarde para ficar mais tempo comigo agradeci, fui avisar Marta quando chego na cozinha a vejo simplesmente nuazinha distra�da lavando lou�as fiquei observando-a, quando ela percebeu que estava atr�s dela ela disse estou curtindo a liberdade que sinto neste momento, ai tudo come�ou de novo a coloquei em cima da mesa com as pernas aberta como se estivesse na maca de ginecologista, fui comer um verdadeiro frango assado com gosto e cheiro de sexo selvagem, disse que iria temper�-la coloque minha pica na sua buceta bem aberta os dedos em seu cuzinho, ela passou as pernas nos meus ombros fizemos mais sexo com muito prazer, comi a buceta dei uma gozada depois comi o cu dei duas gozadas trocamos a posi��o ela me chupou at� que esporrei em sua boca uma loucura sem limite, por volta das treze horas fizemos mais sexo desta vez no banheiro nos preparando para esperar Mar�lia, que chegar� às dezesseis horas. O meu relacionamento com Mar�lia em rela��o à Marta � aberto e franco, mais com o Afonso agente sente certa restri��o, n�o porque ele falasse, mas por ela ter vergonha dele quando se trata de sexo. Continuamos dormindo juntos em raz�o do ar condicionado, s� que falei com Marta para entrar mais tarde na desculpa de Mar�lia n�o se chatear para que pudesse ficar mais tempo sozinho ela concordou, disse voc� fica com ela a noite eu fico contigo durante o dia, tudo resolvido pude matar minhas saudades colocar nossos atrasos em dias, como Mar�lia das tr�s � a que me mexe mais j� estava louco para toc�-la, cheir�-la em fim fazer o meu dever de casa, com brincadeira disse para minha sogra estamos indo dormir curta sua novela s� venha mais tarde ela riu, tudo bem minha filha merece esse sacrif�cio, fomos para a su�te, tranquei a porta fomos transarmos tranquilo, Mar�lia j� me conhece tem um dom de me d� verdadeiro prazer, ela disse, tenho uma surpresa para voc�, o que �? Calma ela comprou um livro de contos er�ticos fomos ler juntos a cada historia agente nos toc�vamos como sempre termina em um grande envolvimento tais como: comer o cuzinho, chupada de pica, lambida de buceta, sessenta e nove e a infal�vel transa na buceta dessa vez ela comandou tudo, s� ela dava as ordem para minha surpresa foi as mil maravilhas ela � perfeita sabe me transforma num homem de verdade, hoje essa garota � a minha alegria. Marta nessa viagem levou vantagem, pois passo mais tempo com ela do que com a filha, s� para comprovar isso enquanto estamos sozinhos em casa ela fica o tempo todo me provocando, sem calcinha, s� de camisola, senta na minha frente sem nada de roupa, coisas de louca, n�o sei at� quando vou aguentar tudo isso, sou de carne e osso n�o terei for�a suficiente para tanto. Depois contarei como foi passar esse tempo todo sozinho com Marta e o s�bado com Mar�lia. Espero que goste e tenham tamb�m belas historias para nos contar. Comentem, d� notas.

Obrigado! Pedro Fragoso.

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