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O PRIMEIRO ENCONTRO

Rog� � irm�o da minha s�cia. Quando nos falamos pela primeira vez via MSN, devido a motivos de trabalho, eu n�o sabia quem ele era. Apenas fora seco, direto, embora educado. Somos casados e jamais havia pensado em trair meu marido antes. Sou fot�grafa e ele � bombeiro.

Tr�s dias depois ele foi à empresa, conferir o trabalho que havia feito no dia em que conversamos pelo MSN. Havia nos ajudado em umas montagens de fotos. Quando ele chegou, eu atendia uns clientes e rapidamente fomos apresentados por minha s�cia.

N�o pude resistir em olh�-lo. Talvez os horm�nios tenham se aflorado dentro de mim, um arrepio percorreu a coluna, voltei-me imediatamente aos clientes. Tentando acalmar o vulc�o que se preparava para entrar em erup��o entre minha pernas.

Ele foi embora e depois disso n�o nos falamos nem nos vimos mais, nem pelo MSN. At� que quase um m�s ap�s aquele encontro, ele me chamou no MSN, a conversa foi engra�ada, fal�vamos sobre o pr�mio milion�rio que seria sorteado na Mega Sena. E num segundo, est�vamos falando do dia em que nos vimos no est�dio.

E ele disse: Eu vi voc� me olhando! Percebi o que houve em voc�! Meu corpo gelou, eu tremia do outro lado da tela. Eu apenas olhei. Respondi tentando minimizar o que ele poderia ter percebido.

Essa conversa est� merecendo um vinho! Ele disse. Respondi que sim. Como voc� me olhou? Ao ler esta pergunta eu j� n�o tinha mais ch�o. N�o se fa�a de boba e responda! Eu n�o tinha o que responder. N�o podia dizer à ele, assim, o que havia acontecido.

E se eu estivesse a� agora? Respondi que precisava sair, e que estava muito sem gra�a com aquele assunto. ME RESPONDE! AGORA! E se eu estivesse a�?

Com certeza veria o quanto estou envergonhada. E ele rapidamente: N�o veria nada. J� teria te roubado um beijo e ainda estaria te beijando de olhos fechados. Voc� quer ser minha. Eu vi que quer.

Perguntei-lhe se ele realmente sabia com quem estava falando e diante da resposta afirmativa quase desmaiei. Sei o que quero. Quero voc�! E sei que voc� tamb�m espera esse beijo. Eu senti seu desejo, sa� do est�dio com o pau latejando naquele dia. Quero te ver agora. Estou indo a�.

N�o deu tempo nem de dizer nada, ele j� estava off line, vindo para c�. Eu n�o sabia o que fazer. Meu cora��o parecia saltar pelo peito. J� passava das 19:00h, e apenas eu e mais um funcion�rio est�vamos na empresa. Em minutos ele chegou.

Voc� sabe que sou casada? Sei. E voc� tamb�m sabe que sou. N�o consigo parar de pensar em voc�. Aproximou-se rapidamente e me beijou. Que beijo! Suas m�os me enla�aram a cintura, me deixando im�vel. Sentia seu cora��o batendo acelerado. Seu beijo me consumia. Minhas pernas bambas j� n�o me obedeciam.

Vem comigo. Precisamos conversar.

Entramos em seu carro e mais uma vez nos beijamos. N�o sei o que est� havendo comigo. O desejo que sinto de ter voc� ao meu lado � incontrol�vel. Penso em voc� todos os minutos desde o dia em que te vi.

Ele ligou o carro e fomos para a sa�da da cidade. Ele parou num lugar deserto e antes que dissesse mais alguma coisa. Beijei-lhe. Deixei que todo o tes�o que sentia por ele se aflorasse naquele momento. Ele tamb�m se entregou completamente. Ele tirou a camisa, deixando sua pele em contato com a minha. Uma pele quente, exalando tes�o. Suas m�os passeavam pelo meu corpo, baixando as al�as de meu vestido, acariciava e beijava meus seios, mordia, apertava. Seja minha! Toda minha! Quero voc� demais!

N�o tinha mais volta. Seus dedos molhados pelo meu tes�o massageavam meu clit�ris, se mexiam em minha buceta me fazendo desej�-lo cada vez mais. Ele me deitou sobre o caput do carro e levantando minhas pernas, me chupava feito um louco. Sua l�ngua percorria minha buceta molhada, me penetrava com ela e com os dedos. Que del�cia de buceta! E ele chupava cada vez mais forte me levando a loucura completa at� que gozei em sua boca. Sentindo meu gozo iniciado ele de uma vez enterrou seu cacete duro em minha buceta, me fazendo urrar de prazer.

E bombava. Bombava forte, me fazendo implorar pela sua pica, diminu�a o ritmo e ia bem fundo, sentia suas bolas na minha bunda, batendo no meu rabo o que me enchia ainda mais de tes�o. Ele me pegou no colo e me segurando pela bunda, metia. Metia sem d�, usando o peso do meu corpo para aumentar a press�o das estocadas. Quando eu disse que ia gozar novamente ele enfiou o dedo no meu rabo, me fazendo explodir em gozo.

Voc� � gostosa demais. Esse seu rabo t� me deixando louco. Vira de bru�os. Vai!

Virei-me apoiada no caput do carro e ele come�ou a chupar o meu rabo. Colocou um dedo, dois, tr�s e come�ou a for�ar a cabe�a de seu pau. Aos poucos foi entrando e eu s� queria mais. Quando senti suas bolas encostadas em minha buceta, comecei a rebolar, e ele a socar. Socava fundo, lentamente me fazendo sentir cada cent�metro seu dentro de mim. Bulinava meu grelo enquanto me comia o rabo, quando sentiu minhas contra��es para um novo gozo, me puxou pelos cabelos, e disse: Vou encher seu rabo com a minha porra. Voc� � minha agora! Toda minha!

Senti sua porra quente, em jatos sendo lan�ada dentro de mim. Ele gemia, gemia alto e me puxava cada vez mais para si. Beijamos-nos apaixonadamente, sentindo a dor da despedida que se aproximava. Ficamos abra�ados olhando as estrelas por um tempo, e somente a Lua clareava nossos corpos que j� pareciam serem um s�, quando nos demos conta de que j� era muito tarde, precis�vamos ir embora. Entramos no carro. Ele me deixou no est�dio, me deu um beijo. Nada disso foi por acaso. Tenho certeza disso!

Virou-se e foi embora.

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