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N�O T�O INOCENTE � 2� PARTE

Em quanto ela ia lavar a boca ele foi at� seu quarto, queria comer o cuzinho apertado da filha e foi buscar um anest�sico t�pico para que ela n�o sentisse dor e quisesse parar a brincadeira. Quando ele chegou na sala novamente ela j� estava la sentada no sof�.

“Vem papai!” Naianne falou impacientemente esfregando uma perna na outra.

“Estou indo” ele foi e se sentou ao lado dela “Levanta filhinha e fica de costas para o papai” Naianne obedeceu e ficou de costas na frente do pai com as perninhas juntas, “Consegue abra�ar os joelho delicia?”

“Consigo sim, olha!” ela abra�ou os joelhos, o pai ficou olhando aquele fiozinho no meio do cuzinho apertado dela e o ponto onde a calcinha tinha se enfiado no finzinho da boceta deixando um do lados daqueles l�bios delicioso a mostra. “a gente faz isso na aula de ballet, papai!”

“Isso delicia, fica ai e vai tirando a calcinha de vagar” ela obedeceu e come�ou a tirar a calcinha encharcada, que ia revelando o real volume das suculentas carnes da boceta dela, que o pai apreciou com agu� na boca. Ele viu aquele cuzinho apertadinho e passou o dedo por cima, destampou o tubo de pomada lubrificante, enfiou no cuzinho dela e apertou, quando o gel se espalhou pelo interior do rabinho dela, Naianne deu um longo gemido, “isso � gelado papai!”, ele enfiou o dedo naquele cuzinho apertado para espalhar o lubrificante anest�sico, o que fez com que Naianne gemesse alto, mas sem falar nada.

“Senta no sof� e abre as pernas delicia do papai!”

Ela foi para o sof� se sentar, abriu as pernas e deixou aquela desej�vel peda�o de carne, rosada, suculenta e molhada a mostra,o pai se abaixou e come�ou a chupa-la, oque arrancou gemidos mais constates de Naianne “Que gostoso papai, hum, me lambe mais, ai, que lingu� gostosa, h�!”

“Voc� tem uma boceta carnuda e gostosa igual a da sua m�e!”

“Ent�o chupa pra aliviar a saudade dela papai!”

Ele parou de chupa-la e come�ou a mexer no cl�toris dela. Naianne n�o parava de gemer, e ele se deliciava ao ver gotas do mel de Naianne escorrendo pela boceta dela, ele lambia cada gota profundamente, sentindo a l�ngua penetrar para dentro dos l�bios suculentos da boceta da filha o que ela apreciava e demonstrava gemendo alto. Sabendo que ela estava adorando ele come�ou a enfiar e tirar o dedo da boceta dela, mexer no cl�toris e chupa-la, o que deixou Naianne louca, sem parar de gemer um s� instante.

“Isso papai, hum, n�o para ta gostoso, hum, continua” ele falava esporadicamente

O pai de Naianne enfiou tudo o que podia na boca, chupava os l�bios carnudos e rosados da boceta de Naianne, queria a carne macia em sua boca, alternava de um, para o outro, paras os dois, enfiava a l�ngua dentro da boceta quente e molhada, sentindo a textura interna do maravilhoso org�o da filha, seu polegar massageava o cl�toris deixando ela louca e seus dedos indicador e m�dio entravam e saiam dela, tudo isso fazendo Naianne escorrer e gemer mais e mais.

Depois de uns belos 30 minutos saboreando a boceta gostosa da filha ele queria enfiar a vara nela “deita filhinha!”. Sem falar nada Naianne dentou de lado no sof�, o pai pegou uma das pernas da filha e colocou no seu ombro “agora voc� vai sentir a minha vara entrando gostoso em voc�”

“Mas papai! Ela � muito grande, n�o vai caber tudinho em mim!”

“Vai sim, voc� vai adorar!”

“Ent�o enfia papai!”

O Pai de Naianne, come�ou a esfregar a pica na boceta da filha, sentindo os l�bios fartos e carnudos envolverem sua rola e sendo encharcado pelo liquido que escorria da filha. Naianne foi se exitando mais, sentindo a pica dura se esfregando em sua boceta, e provocando ela, sem entrar fundo para sentir sua grandeza. “enfia logo papai, eu quero sentir sua rola dura e grossa, quero sentir minha boceta te engolir!”

Ele enfiou fundo dentro dela que deu um grito de prazer, no vai e vem ela gemia e gritava mais alto em quanto a rola do pai era envolvida pela pele macia, quente e gostosa, dos carnudos l�bios de boceta de Naianne, e a cabe�a e o corpo da sua vara sendo apertado pelos m�sculos quentes que praticamente jorravam mel.

“Oh papai!!! Voc� tem uma vara muito gostosa. Hum. Ta gostoso papai? Gosta da minha boceta apertadinha envolvendo sua rola, ah?”

“Voc� � uma delicia meu doce! T�o gostosa quanto sua m�e, apertada, quente, carnuda e molhada!” naquele vai e vem gostoso ele passou a apertar os grandes peitos de Naianne que sinalizou que estava gostando com mais gemidos “Aperta forte papai, aperta o biquinho! Hum, isso, enfia mais forte hum.” ele apertava os peitos da Naianne e dava longos belisc�es nos mamilos pontudos dela. “Eu enfio mais forte se voc� pedir pra mim te foder!”

“Ent�o me fode papai, me fode forte, enfia tudo dentro de mim! Vai, assim ah!” ela gemia loucamente, estava quase gritando, o pai puxou a perna que estava em cima do ombro dele e come�ou a lamber o pequeno pesinho dela que enlouquecia de prazer ao sentir a vara dele entrando fundo em sua boceta, indo e vindo fortemente dura e grossa gritava de prazer.

“Me fode papai, me fode gostoso!” ele foi diminuindo a velocidade, ate ficar entrando e saindo bem devagarinho entrando at� o fundo fervendo e saindo at� a farta carne de fora. “Oh papai! Que delicia!”

“Que chupar a rola do papai?”

“Quero sim papai!” Ele saiu de dentro dela e sentou no sof�, Naianne ficou de joelho no sof� e abaixou a cabe�a para chegar na vara do pai e come�ou a lamber. Lambia de um lado para o outro de da baixo at� a cabe�o inchada, quando terminou de limpar todo o propio gozo, enfiou a cabe�a na boca e come�ou a subir e descer. Tirava da boca e enfiava de novo, parava com o vai e vem e ficava passando a l�ngua em volta da cabe�a da pica do pai la dentro. “Coloca tudo na boca, at� o fim filhinha” ele falou.

“Mas n�o cabe papai”

“Cabe sim, pode enfiar tudo na boca, e deixa a boca bem molhadinha.” ele se inclinou para o lado e come�ou a mexer no rabo gostoso da filha. Naianne deu umas ultimas chupadas, deixou a boca cheia de saliva e foi indo e vindo, enfiou tudo na boca, sentindo a cabe�a da pica do pai ficar cutucando o finzinho do c�u da boca, enfiou tudo e sentiu ela na sua garganta. Tirou da boca, deu umas chupadelas, levantou um pouco a cabe�a deixou um pouco de cuspe escorrer para a rola do pai e enfiou de novo tudo na boca. O Pai adorava e em quanto acariciava e apertava a bunda da filha viu que sua boceta estava pingando e n�o quis desperdi�ar aquele liquido gostoso.

“Vem c� filhinha, fica de p� aqui no sof� de costas, para o papai chupar sua boceta apetitosa” Ela levantou e ficou com a bunda branquinha na cara dele e abaixou, como se foce abra�ar os joelho, para continuar enfiando tudo o que podia da rola do pai na boca, que olhou a boceta gostosa da filha parecendo um mega hamburger gigante, a pele lisinha da virilha e por dentro muita carne, colocou a boca na boceta da filha, chupava e lambia e sorvia todo o mel que escorria.

Quando cansou de chupar o pai e ser chupada por ele ela se levantou, virou de frente, se abaixou e de joelhos no sof� enfiou a rola do pai em sua boceta novamente, ele adorou a iniciativa. Ela come�ou a mexer de vagar, levantando indo para traz, abaixando e indo para frente, os dois se mexiam juntos e ela n�o parava de gemer, ela abra�ou ele e mexia.

“Poe a l�ngua pra fora delicia!” ela obedeceu e ele come�ou a chupar sua l�ngua e sua boca, agarrou nos peitos gostosos da filha e come�ou a apertar do jeito que ela gostava. Naianne se empolgou e come�ou a beijar o pai em quanto mexia e sentia a rola dura dele entrando e saindo dela mais r�pido e com mais for�a. Logo o pai come�ou a chupar forte as enormes tetas da filha que adorou.

“Papai? Fode gostoso meu buraquinho que voc� colocou a pomadinha? Hum!”

“Fodo sim, seu cudinho com certeza � muito gostoso”

“Ele � bem apertadinho, alarga ele pra mim papai!”

“Vira de costas delicia! Naianne se empoleirou na pontinha do sof� e foi abaixando o rabo gostoso dela, o pai pegou o pau e mirou no cuzinho dela, constatou que era realmente muito apertado. Ela foi soltando o peso e um gemido longo e intermin�vel em quanto a rola do pai ia entrando at� o fim, no cuzinho apertado dela.

“Isso papai, fode meu rabinho, fode gostoso, enfia tudo nele.” O cuzinho de Naianne ia apertando a rola do pai, que come�ou a entrar e sair, sentindo que era mais quente do que a boceta carnuda dela.

“Ta doendo delicia?

“N�o... hum, ta muito gostoso papai, muito! Hum!” Naianne sentia a rola grossa entrar em seu cuzinho quente e alargar ele, ela come�ou a ir para cima e para baixo, adorando a sensa��o da vara enorme preencher seu buraquinho apertado. Ela soltou o peso e for�ou para aquela vara enorme entrar tudo o que poderia dentro dela e come�ou a rebolar no pau do pai, gemendo loucamente em quanto sentia a vara dentro de si e os peitos balan�arem, o que ela adorou.

“Me solta papai, deixa eu pular na sua pica, hum, quero sentir minhas tetas balan�arem” ela ficou bem em cima da rola do pai e come�ou a ir pra cima e para baixo, levantando e abaixando, fazendo as tetas dele iram para cima e para baixo, ela pulava cada vez mais r�pido e for�ava cada vez mais para baixo, estava quase gritando, em quanto ele sentia a cuzinho da filha envolver e for�ar sua rola para dentro e o mel da boceta da filha escorrendo e pingando em suas bolas o telefone tocou.

Ela parou de pular em quanto o telefone tocava mais uma vez, ela parou de engolir a picado pai com o rabo e saiu de cima dele que atendou o telefone ali ao lado. Naianne se ajoelhou no ch�o e come�ou a lamber a rola do pai que falava ao telefone, colocou tudo na boca e chupa forte, deixando a boca bem molhada, chupou as bolas dele e enfiou o membro dele todo na boca de novo, o pai a cutucou.

“� a mam�e ela quer falar com voc�!”

“Oi mam�e!” Ela disse animada ”Sim, o papai ta cuidando direitinho de mim... consegui sim... foi f�cil...” disse extremamente animada “mas mam�e. Ta bom, eu vou...” fechou a cara e fez biquinho, “ta bom, at� a noite, mam�e, to com saudades!” desligou o telefone. “A mam�e volta hoje papai” ela disse com um sorrio nos l�bios “mas ela quer que eu v� na casa da J�ssica pegar os cadernos que eu deixei l�...”

“Ela disse que volta hoje? Ent�o � bom voc� ir pegar os cadernos.” ele parecia meio contrariado mas n�o disse nada mais.

“Mas eu quero terminar papai, quero tomar seu leitinho de novo!

“Ent�o engole minha pica de novo que jaja eu te dou leitinho pra beber!”

Ela ficou de p� no ch�o e abaixou enfiando a pica dele na boceta e come�ou a mexer fazendo volta, ele se inclinou e encostou no sof� deixando a filha mexer do jeito que queria, ela parou r�pido e enfiou no cuzinho de novo.

“Vai papai, me fode bem gostoso pra gente terminar e me avisa quando tiver leitinho!” ent�o ela come�ou a rebolar r�pido e forte com a rola dele dentro de si, subindo e descendo e rebolando gostoso, como uma dan�arina de funk, sentindo a pica do pai a invadir internamente. Ele deixou ela rebolar at� n�o aguentar mais.

“J� to quase gozando delicia, vem tomar minha porra filhinha.”

“Mal deu tempo de ela se virar e ela sentiu o primeiro jorro de porra na cara, n�o querendo desperdi�ar ela abocanhou a pica do pai e sentiu mais v�rios jorros cheios de porra por sua boca. Com tudo aquilo na boca ela come�ou a chupar o pai, sentindo o gosto do leitinho quente dele em sua boca acompanhado pelo voluma da sua rola. Ela tirou a pica dele da boca e engoliu tudo, ficou lambendo e limpando direitinho a pica do pai e pegou tudo o que pode de seu rosto e engoliu.

“Papai eu queria mais!”

“Mais porra?”

“Mais de tudo! Quero sentir essa pica grande e grossa entrar dentro de mim!” ela fez uma carinha de d�.

“Mas n�o da, vai logo buscar o que a mam�e mandou, que ela j� ta chegando. Depois a gente da um jeito de trepar mais, o papai vai dar um jeitinho de te foder gostoso. Quer ser a putinha do papai?”

“Quero sim papai, vou ser sua putinha gostosa quando quiser, assim como a mam�e!” ela sorriu e fui para o quarto se trocar.

O pai de Naianne subiu para o quarto, fechou a porta, deitou na cama e dormiu.



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