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MEU SOBRINHO

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A hist�ria come�ou quando eu personal dos sonhos recebi meu sobrinho em casa, filho do meu cunhado irmao do meu marido.



O sobrinho chegou à cidade e se dirigiu para sua casa, ela n�o o via h� alguns anos e s� se lembrava delo como um pequenino garoto. A campanhia tocou e ela foi at� a porta e se esqueceu que estava ainda de babydoll transparente. Ela abriu a porta. Ele fez cara de espantado, afinal tinha uma mulher maravilhosa e gostosa na sua frente e, al�m disso, era sua tia.

Ele olhou seus peitos quase pulando fora do babydoll e desceu os olhos e parou na sua barriguinha perfeita e ficou pasmo. Ela o abra�a e diz: o sobrinho h� quanto tempo! Voc� cresceu. Como est�o todos, quais as not�cias de nossa cidade? Ela o sufoca com perguntas e

Ele s� queria saber de como vai comer a titia. Ela o convida para sentar no sof�; se sentam e ela come�a o interrogat�rio: Me conta! Como voc� esta? Fale-me de tudo. O que voc� pretende fazer na cidade? J� tem namorada? Ela faz mil perguntas ele n�o tem respostas. S� olha para corpo dela. Ele est� vidrado em suas pernas. Como ele n�o responde voc� olha para ele e fala: vem-me da um abra�o.

Eles se abra�am e sua camisola sobe deixando aparecer à ponta da calcinha branca. Ele crava os olhos, nada desvia seu olhar. Ela saca que ele esta secando e pensa em repreend�-lo, mas n�o o faz. Ela o convida para conhecer seu quarto e arrumar suas coisas. Ele entra no quarto e ela diz como � bom ter um homem em casa, pois o seu marido esta viajando. Ela o deixa sozinho. Ele deita na cama e seus pensamentos n�o saem do corp�o da tia. Instintivamente ele abre a cal�a e tira o pau para fora e come�a a tocar uma punheta, pois o pau estava muito duro. Basta fechar os olhos que vem às pernas da tia, vem o colo da tia e os peitos que furam a blusa da tia.

Ela lembra que precisa trocar o len�ol do quarto do sobrinho. Pega o len�ol e caminha para o quarto. Ela n�o ouve nenhum som. Ser� que ele esta dormindo. Ela abre a porta lentamente e

Pela fresta ela olha em dire��o a cama. Depara-se com ele deitado de roupas ainda. Ela pensa: tadinho estava muito cansado. Abre mais um pouco a porta e o v� com seu membro ereto. Sua m�o sobe e desce no membro. Ela para e pensa em brigar, mas aquela cabe�a lustrosa chama sua aten��o. Ela recua e puxa a porta e fica olhando pela fresta menor. Ele esta tocando uma punheta lentamente, seu membro vai crescendo conforme fica mais duro. Aquela juventude toda a instiga e come�a a sentir um calafrio. Ela pensa: isso � errado. Ela deixa a porta

Mas uma sensa��o gostosa a faz voltar. Um pensamento passa por sua cabe�a: ser� que ele � virgem. Ela o olha este mais acelerado. Sua m�o vai mais depressa, ai ela fica mais interessada,

Seu pau agora esta muito duro. Ele acelera e ela vai se interessando. De repente ele esporra e come�a a apertar a cabe�a e entre os dentes ele fala: titiiiiiiiiiiaaaaaaaaa



Aquilo foi como um trov�o foi quase inaud�vel, mas a sua buceta ouviu e melou na hora.

Ela sentiu que sua calcinha estava molhada e foi para o banheiro. Ela tira a calcinha e tira o baby doll e resolve tomar um banho. Entra no box e pega o sabonete, se molha e come�a a passar por seu corpo. O tes�o vai aumentando. Ela passa o dedo pela buceta para sentir o molhado e se assusta. Esta ensopada. H� muito tempo n�o fica assim. Enfia um dedo na buceta e o indicador escorrega, abre a buceta e passa o dedo sobre o grelo. Ele esta duro e ela pensa: s� o banho n�o vai resolver e continua bolinando seu grelinho. Ai que sensa��o boa. Vai bolinando e enfiando o dedinho, depois dois, vai se animando e quando est� j� totalmente entregue ao prazer. J� esta apertando o bico dos seios e com a outra m�o tateia seu cuzinho. Est� muito excitada e est� prestes a gozar. Quando escuta um barulho. Ela se vira e percebe a porta do banheiro aberta!

Nossa, ser� que ele me viu. Se seca rapidamente e vai ate o quarto espia-lo. Ele esta deitado de bru�os. Ela fica na d�vida e pensa: ser� que ele estava me vendo? Seu tes�o esta enorme, mas ela resolver mudar de t�tica e vai para o seu quarto. Coloca uma sainha branca muito curta

um top que deixam seus peitos quase de fora, se perfuma. Ela colocou uma micro calcinha enterrada na bunda e vai bater na porta do quarto. Ela o chama na porta. O sobrinho vem fingindo sono e abrindo a boca. Quando ele v� a tia fica boquiaberto. Ela o convida para ir dan�ar. Ela pede um t�xi e fala para ele colocar uma roupa r�pido. Ele se veste sem saber o que pode acontecer. Mas seu instinto masculino come�a a sentir cheiro de sexo.

O t�xi chega, ele quer ir à frente, mas a tia o chama para vir no banco de tr�s. O taxista olha para sua saia e ajeita o retrovisor, ela finge que n�o percebe e deixa as pernas entreabertas. Com certeza o taxista esta vendo suas calcinhas. Em algum outro dia ela estaria molhada por isso. Mas hoje ela s� quer tirar um certo caba�o, que at� agora ela n�o sabe se existe.

Ela come�a a puxar assunto de namoradas. Ele responde que nunca namorou s�rio. Um arrepio corre em sua espinha. Ele pode ser virgem. O interesse aumenta e pergunta no seu ouvido, para o taxisita n�o ouvir, mas voc� j� fez amor com algu�m? Ele olha bem nos seus olhos e diz tia, ainda n�o. Ela n�o pode conter o sorriso nos seus l�bios. De repente ele olha para ela, agora realmente ela tinha esquecido do taxista e j� esta com as pernas arreganhadas. O t�xi esta a uns 20 km por hora e o cara s� olha pelo retrovisor. O sobrinho fica puto com o cara e simplesmente fecha suas pernas. A tia adora! Ele j� sabe que aquela mulher � dele e precisa cuidar dela. Afinal tudo � uma quest�o de tempo.

O ci�me invade seu peito e fala para o taxista: d� para ir mais depressa. O taxista fala um sim senhor. A tia esta adorando o poder do seu machinho.



Chegando à boate ela fala para ele: vamos relaxar e aproveitar, afinal seu tio s� volta depois de amanh�. A boate toca uma musica sensual. Ela sente a musica e o leva para a pista. Ele esta est�tico, n�o se mexe. Ela come�a a instig�-lo e dan�a encostando-se a seu corpo. A musica vai ficando mais sensual e cada vez mais vai ro�ando em seu corpo. Ele continua parado. Ela chega ao seu ouvido e d� o ultimato. Voc� vai deixar a tittttiiiia dan�ando sozinha! Aquele som entre os dentes o deixou paran�ico. Ele pensa se ela o viu tocando. Neste momento um raio o fulminou: ela estava se masturbando para mim no chuveiro. Ele ficou louco! Parecia que foi ligado na tomada e se entregou a dan�a com a tia. Ele perdeu todos os pudores e come�ou a sentir o pau crescer dentro da cal�a. Ele encostou seu pau na bunda da tia, ela n�o aguentou e rebolou no pau dele e ele ficou louco. Ela foi dan�ando e virando. Ele h� envolveu com os bra�os e ela come�ou a encaixar ser colo no colo dele. Come�ou uma musica mais quente.



Eles j� n�o tinham pudores. Encostavam os corpos por inteiro. Foram se aproximando mais. O beijo era praticamente inevit�vel. Quando come�ou uma musica mais lenta colaram os corpos.

Neste momento passou um pouco de lucidez na cabe�a da titia. Algu�m poderia v�-la! Ela segurou a vontade de beij�-lo e falou no seu ouvido Eu te quero! O sobrinho quis beij�-la. Mas ela tirou o rosto e saiu andando. Ele n�o entendeu nada! Ficou parado no meio da pista e ela foi à dire��o a sa�da. Ele saiu em disparada e j� a alcan�ou na rua. A segurou pelo bra�o e puxou de volta e disse: Acho que isto esta errado, voc� � meu sobrinho. Nesta hora ele pensou r�pido e respondeu: N�o sou nada, sou sobrinho do seu marido.

Vamos embora, ela disse. Eles entraram no t�xi ela disse o endere�o de casa. Ele ficou quieto. Ela recostou no banco e ficou pensando. Ele resolveu falar com ela, para chamar sua aten��o, segurou em sua coxa. Quando ele a tocou ela sentiu o tes�o reacender, os olhos se cruzaram,

As bocas se entreabriram. Os rostos foram chegando mais perto. Mas novamente o bom senso falou mais alto. Ela disse para o taxista: pare aqui, por favor. Ela pagou o t�xi e ele n�o entendeu nada. Fez sinal para outro t�xi e pediu para ir para o motel. Ele entendeu o recado

Sentou a seu lado e foi mudo at� l�. Bastou ele baixar a porta da garagem e ela pulou em seu pesco�o. O tes�o era enorme, mas o beijo n�o saia os dois estavam muito quentes. Eles queriam tirar as roupas do um do outro, ela foi com tanta sede que arrancou a camisa dele sem tirar um bot�o. Ele baixou o seu top e caiu de boca nos seus peitos. Pelos movimentos

Sua saia j� estava na cintura e sua calcinha estava ensopada. Ele chupava e mordia seus peitos sem jeito, ela o pegou pelo rosto e olhos nos olhos dele e usou toda sua experi�ncia para beij�-lo. Ela que o beijou e n�o ele. A tia pegou-o pelo bra�o como uma madame puxa seu cachorrinho e o levou para o quarto.



L� ela terminou de tirar a roupa dele, pe�a por pe�a, dobrou cada uma delas, como uma boa titia.

Ele estava nu olhando para a tia. Ela o empurrou para a cama e o fez sentar se e come�ou a beijar suas pernas foi para a parte de dentro da coxa e foi chegando perto da virilha. Colocou sua l�ngua para fora e come�ou a lambe-lo levemente. Ele quase teve uma sincope de prazer. Ela come�ou a cheir�-lo, tinha cheiro de beb�, a cada fungada seu pau ficava mais duro. Ele tinha poucos pelos nos saco, quase todos loiros, e ela come�ou a lamber e logo esta com uma bola em sua boca, sentiu todo do poder. Ela foi subindo pela parede do pau e lambendo. Com as m�os ia passando entre suas pernas passava o dedo atr�s do saco dele. Ele suspirava, ela levantou o saco e lambeu seu campinho de futebol e foi chegando perto do cuzinho dele,

Ele se arrepiou. Ela pensou: muita coisa para um dia s� e riu de voc� mesma e resolveu cair de boca. Segurou a cabe�a e lambeu para provar. Ela adorou o sabor, rodava a l�ngua na cabe�a.

E foi abrindo a boca logo o pau dele estava todo na sua boca. Ela sentiu que ele logo gozaria

E lembrou como ele foi r�pido na punheta. Ent�o ela foi subindo no seu corpo beijando e lambendo parou em seus mamilos e come�ou a mord�-los. Ele urrou primeiro de dor, depois de prazer. Chegando a sua boca a tia o beijou novamente, agora ele compartilhava o beijo.

E pela primeira vez chupou um l�ngua e adorou a sensa��o. Ele resolveu percorrer seu corpo com as m�os e logo estava com a m�o na sua bucetinha, ele n�o conseguia tirar a calcinha. Ela parou levantou se sem tirar os olhos dele e tirou a calcinha com os olhos fixos nele e se encaminhou em sua dire��o. Passou a m�o em sua buceta s� para conferir se estava molhada o suficiente. Ele estava deitado e ela subiu sobre ele, encaixou sua buceta no pau dele e vagarosamente foi descendo e arrancando o seu caba�o.



O rosto dele estava im�vel parecia estase. Apos a tia chegar ao fundo de sua buceta ela come�ou cavalgar. Ele ficou louco ela come�ou com movimentos ritmados e deitou sobre o peito dele

e esfregou seus seios nele. Ela chegou ao seu ouvido e falou: goza na titia. Goza vai. Enche a titia da sua porrinha quero sentir o seu leitnho quentinho na titia. Ele n�o sabia o que fazer e ela se encarregou de acelerar os movimentos. Num impulso ele virou a tia e sem tirar o pau de dentro ficou por cima. Ele estava louco e come�ou a meter com muita velocidade. Foi acelerando, acelerando. Ele gritava e o seu gozo foi chegando. Ela estava muito excitada e acelerou tamb�m

seu grelo estava enorme ro�ava no p�bis dele. Seu orgasmo foi se aproximando tamb�m eles estavam muitos excitados e de repente o gozo dele veio r�pido e profundo. Ela deu mais duas mexidas e gozou tamb�m. Ela gritou alto: aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhaaaaahh e gozou. na proxima conto como dei para meu cunhado, quem quiser me add ok [email protected]

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