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IRM� � TUDO 1! POR ACASO

Ol�! O que venho relatar a voc�s � um fato real! N�o peso que acreditem, mais que apensas aproveitem

Meu nome � Vin�cius, hoje tenho 22 anos, sou descendente de italiano com negro, sou um cara grande, 1,87cm, olhos verdes, o cabelo sempre baixo, pois � crespo, pele clara, n�o tenho um f�sico ‘atraente’, peso cerca de 82kg, o que n�o chega ser muito gra�as ao meu tamanho, mais sempre compensei isso com muito charme e romantismo.

O que vou passar a relatar s�o eventos que me ocorreram ao longo dos anos com minha irm�, que � um doce de mulher, seu nome � Fernanda, 19 anos, tem 1,60cm, olhos cor de folha seca, jogado para verde, a pele dela chega a ser mais morena q a minha, por que ela gosta bem de um sol, os cabelos negros, naturalmente encaracolados, mais vive com ele alisado. Seu corpo � escultural, gra�as a fam�lia de meu pai, negros, ela possui uma bunda maravilhosa, toda vida foi muito empinadinha e durinha, redonda, n�o muito grande, mais numa propor��o legal para o corpo dela, seus seio tamb�m s�o fartos, ela diz que s�o ‘consider�veis’, mais com a medida dos anos fui vendo eles se transformando de apenas carocinhos em objeto de desejo de muitos amigos meus...

Pois bem, come�ando do principio, nossa fam�lia sempre foi muito bem estruturada, fomos criados muito bem, meus pais tem uma condi��o financeira muito boa, mais sempre trabalharam muito, alem de varias babas, quem tomava conta da minha irm� era eu, no inicio sempre a via como uma coisinha que tinha q cuidar e q me dava muita dor de cabe�a, mais sempre fiz, alimentava, dava banho, vestia roupa, ajudava com as tarefas... Enfim, tudo! Ate que quando estava com 19 e ela com 11, meio que por instinto entrei no banheiro com ela ap�s ela chegar da aula, ela fui muito natural, tirou sua roupa, e entrou no chuveiro, minha presen�a n�o avia incomodado ela, mais a mim sim, me senti excitado vendo a �gua escorrendo pelo corpo dela, ela se ensaboando, meu p�nis ficou ereto, e duro, me aproveitando da situa��o comecei a alisar o corpo dela com a desculpa dela se lavar direito, seus peitinhos estavam come�ando a endurecer, fui ate sua cintura e desci ate a virilha, passei a m�o na xaninha dela lisinha, pequena e rosadinha... Ent�o ela brabejou comigo:

- N�o precisa mais fazer isso, j� sou uma mocinha!

Eu disse:

- Eu sou seu irm�o, sempre fiz isso e nunca me importei!

- Mentiroso, voc� sempre reclamou dizendo que sou um estorvo na sua vida, pode sair daqui que eu j� sei me cuidar!(foi mais ou menos isso, mais com esse sentido)

Ent�o eu sai, j� n�o avia mai nada o que fazer por ali, fui para o meu quarto e me acabei em uma punheta! Mais n�o era o suficiente, eu queria mais, muito mais... Mais infelizmente gra�as a nossas diferen�as, muitas delas causadas por mim, n�s n�o �ramos oq se podia se chamar do casal de irm�os mais am�veis do mundo! Mais a partir daquele dia eu tomei como prop�sito ser um irm�o melhor, e assim ganhar mais a confian�a dela... Os anos foram passando e fui me tornando mais am�vel com ela, comprava presentes, levava ela pra sair com as amigas, alugava filmes para vermos juntos, mais sempre que tinha uma oportunidade roubava uma calcinha dela e me acabava em masturba��o, lambuzando toda a calcinha e deixando assim... Entrava no quarto dela a noite e a alisava enquanto dormia, ela sempre teve um sono bem pesado, a chupava, acariciava, nos seios, q j� n�o eram t�o pequenos e na bunda, principalmente naquela linda bunda! Quando ela fez 14, come�aram minhas dores de cabe�a, os namorados! Ela j� avia se tornado um tes�o, os telefones em casa n�o paravam de tocar... Sempre chegava com umas coleguinhas e saiam correndo para o quarto pra ficarem fofocando, eu sempre escutava quando dava, ela diziam q tal garoto tinha a m�o quente, q gostava de chupar e ser chupado, uma amiga, Bruna, dizia q pra ela n�o era problema, pois tinha a l�ngua muito agiu! O pior � q sempre tratavam aquilo com muita naturalidade, n�o se assustavam nem nada, mais eu sim... Comecei a pensar ‘Ser� q minha irm�zinha ta chupando algu�m..’ E comecei a investigar, quando descubro q n�o, ainda bem, uns caras dizia que apesar de ser muito gostosinha e deixar ser alisada ela se negava a fazer isso, sempre dava pra traz, deixando os caras loucos da vida! Eu me senti mais aliviado!

Pois aos 16, j� �ramos muito amigos, ela me contava planos, perguntava sobre certos garotos, o que era legal de se fazer, e eu sempre apoiei a certas coisas, por que n�o queria dar na cara... Certa noite ela tinha sa�do com um conhecido meu, disse que tava gostando dele, foram ao cinema, mais n�o deu 1h que ela saiu de casa ela retornou, entrou em casa chorando, n�o quis conversa com ningu�m, eu tentei conversar com ela, quando ela me disse q o cara tinha tentado estrup�-la! Sai de casa igual um drag�o, fui ate a casa dele e desmaiei ele na porrada, nada continha minha raiva, ligaram pros meus pais q foram me buscar, meu pai disse que s� n�o bateu mais nele por que ele estava desacordado! Em casa Nanda estava mais nervosa com o que eu tinha feito do que com o que aconteceu a ela! Mais passou! No fim de semana meus pais foram pra casa da minha av�, eu disse q ia ficar por que n�o tava afim, coisa normal de minha parte, minha irm� disse q iria ficar tamb�m, n�o deu motivo, coisa que era novidade naquela casa! Mais meus pais n�o ligaram, foram na sexta, no s�bado pela manh� Nanda me chega com um par de roupas disse q era presente por ter defendido ela! Ela estava uma delicia, com um vestido preto de al�a, sem suti�, os cabelos lisos, a saia pegava na metade das coxas, sand�lias de salto! Eu agradeci e n�o resisti! Fiz uma cara de tristeza! Ela perguntou:

- O que foi? N�o gostou, se quiser agente vai l� e troca, da tempo!

Eu disse:

- N�o � isso, na verdade nem precisava, fiz aquilo por que gosto de voc�!

- L�gico, agente � irm�o... D����

- Mais antes n�o gostava, e agora gosto d+ e quero estar com vc!

Ela ficou encabulada e disse:

- Queria que fosse como antes?

- Apenas a parte de cuidar de voc�, voc� era um estorvo, mais era o meu estorvo! Disse isso rindo... Ela riu tamb�m, tirando a sand�lia disse:

- Tou indo tomar banho, talvez eu precise de ajuda ainda!

N�o acreditei naquelas palavras! N�o demorou muito e eu estava na porta do banheiro, ela estava lavando o rosto, o cabelo preso! Quando ela se virou eu estava tirando meu cau��o, ai ela gritou!!!!

- O que voc� ta fazendo aqui! E cobriu um pouco dos seis e a xaninha...

- Voc� disse que precisava de ajuda!

- Eu disse TALVEZ! Bem alto ela falou, na hora eu broxei, mais tentei relevar a situa��o!

- Me de isso como presente, um banho n�o faz mal a ningu�m!

- Um a mais um a menos n�o mata ne... Disse isso abrindo o box!

- Mais fica de cueca! N�o quero ver esse tro�o!

Entrei, e de cueca como ela pediu! Comecei a esfregar as costas dela, e comei a beijar seu pesco�o, ela dizia baixinho: ‘Naooo’! Mais eu nem dava bola, a virei e dei um beijo, o mais gostoso que j� tive, a m�o dela corria minhas costas... A minha alisava a bunda dela, comecei a chupar os seios, os biquinhos estavam durinhos, tirava todo meu desejo, e assim chupava com muita for�a, com muita press�o! Minha m�o corria em todo aquele rabo gostoso, ate que fui com ela ate a xaninha, que estava lisinha como sempre, e quente, muito quente, acariciava o clit�ris dela, e a cintura dela tremia com meus movimentos, meu pau j� estava super duro, quando comecei a penetrar o dedo na xaninha dela ela segura minha m�o e diz:

- N�o... Ainda sou virgem... N�o da primeira vez... Assim n�o....

Era verdade.... Ela sempre dava pra traz, mais insisti!

- Mais vamos continuar, n�o vamos parar agora, n�o assim...

- Certo, mais s� respeite meu tempo por favor! Me disse aquilo olhando nos meus olhos, e descendo a m�o dela!

- Voc� n�o vai arrepender, eu garanto!

Dizendo isso, ela tirou meu membro pra fora... agaixou e come�ou a me chupar, de uma forma que eu nunca senti na vida, me encostei na parede e aproveitei aquilo, ela correu com a l�ngua por todo ele, massageava meu saco, passou s l�ngua apenas na pontinha, beijou ali e voltou a me engolir, r�pido e muito gostoso, diminu�a a velocidade, olhava nos meus olhos... E voltava a me engolir, apertando forte meu saco, eu movimentava a cintura e quando ela percebeu que eu iria gozar, ela parou... Disse:

- Calma, tem mais... N�o vai estragar tudo agora...

Nossa, eu n�o queria mais nada, apenas gozar, mais ela se garantiu que isso n�o ia acontecer, come�ou a me beijar, me deixando com a m�o na bunda dela... Ent�o depois de um tempo ela disse:

- Mais oral?

- N�o, tenho uma id�ia melhor! Vira de costas...

- Voc� disse que n�o me penetraria... Me prometeu...

- Confia em mim... Vira...! E mexendo com a cintura dela fiz com que virasse, peguei condicionador e coloquei em todo meu p�nis, e comecei a passar ele no meio daquele rabo gostoso... Na entradinha do cuzinho dela, e ela n�o disse nada, foi onde vi que ela n�o reclamaria se fosse ali, mais meus planos eram outros, passei meu membro pela xaninha dela, ela empinou ainda mais a bunda, e deixei ele bem embaixo dela, com as m�os juntei as coxas dela o m�ximo que deu, e comecei a me movimentar, ela entendendo a situa��o sorriu e disse:

- Muito bom...

- Eu nunca vou te decepcionar!

E me movimentando fui fudendo as coxas dela, meu pau relava muito na xaninha dela, ela gemia e brincava com os pr�prios seios... Eu s� queria alisar aquele rabo, mais nada! Minha m�o sobre a xaninha sentia o que estava acontecendo, ent�o empurrei o corpo dela pra frente... ela apoiou as m�os na parede e levantava cada vez mais a bunda, e apertava as coxas, nossa, a �gua do chuveiro escorria pelas costas dela ia pela bunda passava por meu pau e terminava pingando, era lindo... Eu fudi ela assim por um tempo, mais j� n�o estava aguentando mais, avisei q ia gozar, ela colocou a m�o em formato de concha na frente e pegou toda minha porra... Depois q eu terminei tudo ela come�ou a engolir aquilo, q estava bem grosso, acho q por causa da �gua, mais engoliu, eu meio q no autom�tico me sentei no ch�o e fui levando ela comigo, ela come�ou a cheirar a m�o e disse:

- O cheiro das minhas calcinhas! Que delicia! Bruna tinha raz�o, voc� � tarado por mim! E sorriu!

- Que historia � essa de calcinha?

- N�o faz de bobo, j� tem um tempo q percebo este cheiro quando vou lavar, contei pra Bruna e ela disse que era porra, sua ou do papai! Mais que bom q � a sua!

E me beijou

Perguntei:

- N�o ficou brava?

- N�o, curiosa no inicio, mais depois passou, queria muito sentir o cheiro na hora, todo pau q masturbei foi pensando neste cheiro, mais n�o foram muitos viu... E sorriu de novo...

Desta forma passamos o fds... Fizemos muitas coisas, mais n�o a penetrei, isso aconteceu tempo depois, e estou disposto a contar, sei que este ficou grande, mais � q o inicio tem q ser mais detalhado! Espero q agrade a gregos e troianos! O pr�ximo vai ser mais breve!

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