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MEU TIOZ�O E SEU AMIGO

Quem j� leu meu conto anterior sabe que sou tarado no meu Tio. Como n�o me descrevi antes, fa�o agora. Tenho 1,85 mts, pele clara, corpo forte devido à malha��o, uso cavanhaque e cabelo raspado estilo militar, quem me v� acha atraente mach�o e n�o imagina que minha maior tara � ser o escravo sexual de meu tio, um cara gente boa, de tipo forte, peludo, tronco largo e muito safado, alem de possuir um pau grosso e com a maior cabe�a que j� vi. Isso inclusive, me fez demorar a dar meu cuzinho para ele.

Depois de nossas primeiras transas ficamos muito a vontade um com o outro e de vez em quando nos telefonafavamos para falar sacanagens e marcar suas pr�ximas visitas. Num desses telefonemas aceitei finalmente dar a ele o que tanto me pedia. Ele me perguntou se eu topava que ele trouxesse um amigo de confian�a, quando perguntei quem era, adorei, pois sempre tive tes�o no tal amigo, um tipo grand�o e que s� falava de suas conquistas sexuais. Eu disse que sim, ele j� devia saber que aceitaria tudo que ele me mandasse fazer. Ele adorou, mas deixou claro que meu cuzinho seria s� dele. Aceitei e falei que armasse tudo e como sempre gostaria de ser mandado por ele, ser seu escravo, sua putinha.

3 dias depois ele me liga, dizendo estar pousando num motel de estrada pr�ximo, pois iria viajar cedo e n�o queria entrar na cidade. Estava me convidando para v�-lo. Eu j� sabendo que isso faria parte da trama, fui ao seu encontro imediatamente. Chegando ao motel, fui à su�te que ele me indicara e descobrir se tratar da melhor do motel. Entrando, nos cumprimentamos e o Jo�o, esse era o nome do amigo, que vestia uma cueca boxer, exibindo seu corpo malhado, de coxas grossa e mostrando um pacote bem volumoso entre as pernas, nos serviu uma generosa dose de whisky. Meia hora depois o Jo�o vai para �rea externa, falando que ia tomar uma ducha e aproveitar à tarde ensolarada. Com meu tio no quarto, que prontamente pos a TV no canal de filmes porn�s gays, me disse que o Jo�o ainda n�o sabia de nada, mas tinha certeza que ele adoraria, pois em viagens anteriores ele sabia que o Jo�o gostava de umas sacanagens com um garoto gostosinho como eu. Falando isso me convidou para um banho no banheiro interno da su�te. No Box, mandou tirar minha roupa, em seguida deu-me um longo beijo, apertando todo meu corpo contra o seu, apertando minha bunda e fazendo nossos cacetes lutarem como espadas, depois entrou no Box puxando-me e me ensaboou inteiro. Depois com voz mais firme, que sabia me enchia de tes�o, ordenou que fizesse o mesmo com ele. Assim fiz, come�ando pelos p�s, passando por suas coxas, depois as costas e seu peito, voltando devagar para seu pau, que a esta altura j� explodia de t�o duro. Passei a l�ngua na parte interna de sua virilha, em seguida suas bolas, pondo vagarosamente uma a uma dentro da boca. E ent�o com ele j� gemendo muito, parti para a base daquela coluna de carne, que tinha me tornado sua putinha, depois para a cabe�a de seu pau, abrindo ao Maximo a boca para que preenchesse toda a garganta. Ele segurou-me pela cabe�a e dizia: engole esta rola, sei que vc sentia muita saudade, vc � minha puta chupeteira. Eu ent�o enfiava todo aquele colosso na boca. De repente senti seu pau come�ar a pulsar, foi quando ele mandou-me parar, dizendo que eu teria a noite toda e muita rola para chupar. Voltamos ao quarto e ele chamou o amigo. Quando entrou o Jo�o sorrio de forma sacana e disse que sabia que ele estava preparando uma divers�ozinha. Logo baixou a cueca, de onde saltou um cacete imenso, n�o t�o grosso como o do meu tio, mas maior e muito veiudo. Disse que ia adorar ter a boquinha deste moleque fazendo uma gulosa nele.

Meu tio ent�o disse que eu era a putinha dele e s� faria o que ele deixasse. Mas que eu poderia sim chupar o cacete do amigo, e que faria direito, ele teria o melhor boquete de sua vida. Disse vai, chupa o cacete do Jo�o, quero ver encher sua boca de porra. Jo�o sentou-se na beira cama me oferecendo sua rola, abaixei para obedecer e ele me bateu varias vezes com seu cacete duro em minha cara enquanto me segurava pela nuca. Mandou abrir a boca e que eu engolisse bem devagar, pois iria fuder minha garganta. Fiquei quase meia hora com sua tora na minha boca, quando de repente ele me faz engolir de uma vez, gozando abundantemente , quando terminou disse que meu tio sabia o que estava dizendo, era um tratamento vip que eu tinha lhe dado, depois me beijou longamente e saiu para um banho. Enquanto isso e durante a gulosa meu tio se esfregava em min e se masturbava, com a sa�da do amigo disse que agora era ele, imediatamente enfiou seu pau em minha boca, enfiando ate o fundo, segundo depois eu era brindado com mais litros de porra. Mandou-me descansar um pouco e me banhar, pois queria me arrombar enquanto seu amigo fudia minha boca de novo.

Dormi um pouco, ao acordar eles estavam fazendo um lanche. Meu tio mandou que fosse para debaixo da mesa e mamasse o pau dos dois enquanto eles terminavam. Assim o fiz, quando me virei para chupar o pau do Jo�o, que gemia auto e me segurava pela cabe�a fazendo o vai e vem que ele desejava, meu tio come�a a meter o dedo em meu cuzinho, a esta altura piscava insistente, meteu um dedo, depois dois, sempre melando com bastante gel, me levaram para a cama e me puseram de quatro, chupando o Jo�o que deitara e com a bunda arrebitada comecei a sentir as primeiras tentativas do meu tio. Depois de muito tentar e n�o conseguir, pedir para sentar em cima dele, assim eu teria mais controle, ent�o Jo�o ficou de PE enquanto eu sentava naquela enorme cabe�a. Doeu muito, mais conseguir e comecei a rebolar e pedir mais, o Jo�o j� segurava minha cabe�a com for�a demonstrando estar pr�ximo ao gozo, meu tio come�ou a estocar mais forte. Depois de alguns minutos comecei a sentir aqueles dois machos gozando fartamente em minha boca, eu pela primeira vez gozei sem me tocar.

Descansamos os tr�s abra�ados. Depois teve mais, conto na continua��o.

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