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AJUDANDO MINHA SECRETARIA

Quero agradecer mais uma vez os contatos das minhas amigas leitoras no meu NSN. Quero dizer.

Recebi um e-mail de um rapaz fazendo coment�rios aos contos, gostaria de dizer que eu escrevo fatos que aconteceram comigo at� para que aqueles menos experientes aprendam mais, talvez coment�rios maldosos sobre os contos aconte�am por que a pessoa deve ter perdido a namorada ou mulher para algum homem mais experiente, pe�o desculpas se lembrei algu�m desse fato. Muitas vezes estou escrevendo e me lembro de outra coisa que aconteceu comigo em �poca diferente, mas ai eu coloco como se fosse um gancho para outro relato para dar continuidade.

Sempre fui muito respeitador, teve uma �poca em que eu era contador de uma empresa e sempre tratei todo mundo com igualdade, ajudava as pessoas na medida do poss�vel. Na empresa tinha uma secretaria muito bonita e com o corpo que parecia ter sido feito à m�o, fei��es finas, 19 anos, 1,70 m, morena de cabelo volumoso cacheado, olhos castanhos bem claros, seios m�dios duros, nariz afilado e empinado, boca bem feita, um bumbum lindo, coxas bem grossas e uma xaninha bem saliente. Ela sabe que � bonita e chama a aten��o por onde passa, esbanja charme, mas discretamente, certa vez sem querer eu a vi conversando com uma colega de trabalho dizendo que tinha acabado o namoro porque o cara era muito infantil e que tinha perdido a virgindade com ele, mas n�o sentia quase nada e que ele nunca teve paci�ncia para lev�-la ao orgasmo.

Sempre mantive uma certa distancia dela pois sabia que era territ�rio muito perigoso para mim, ela entendia o poder que tinha sobre os homens, mas me respeitava. Certo dia ela entrou chorando na minha sala dizendo que apesar de precisar muito do emprego pois era com ele que ela pagava a faculdade teria que sair, eu perguntei o motivo, ela disse que a m�e tinha sofrido um acidente, que n�o tinha ningu�m que ficasse com ela, como ela j� havia tirado f�rias e tinha que passa pelo menos quinze dias cuidando da m�e o jeito era pedir demiss�o, me levantei da mesa abracei-a pedi para ela parar de chorar e disse:

- Valeria (fict�cio) pode ficar tranquila eu abono seu ponto durante esses dias, voc� n�o precisara sair e recebera seu sal�rio integral, ela me olhou nos olhos e disse:

- Posso te dar um beijo?

Eu falei:

- Pode.

Ent�o ela me deu dois beijinhos, logo em seguida um selinho e me abra�ou forte, meu p�nis encaixou nas suas coxas e eu senti a sua xaninha colar nele, apesar de n�o ter nenhuma inten��o o meu pau subiu na hora, ela me agradeceu muito e foi saindo dizendo que tinha uma divida de gratid�o comigo e que um dia pagaria, eu disse que n�o tinha divida alguma.

Ela foi embora, dias depois o meu celular toca, era ela, disse que voltaria no dia seguinte.

No dia seguinte ela chegou, entrou, me abra�ou forte se encostou no meu p�nis que logo ficou duro, e novamente me deu dois beijinhos e um selinho.

Da� para frente nossa rela��o, se tornou mais estreita, ela procurava me agradar sempre, estava sempre preocupada com meu bem estar, me dava selinhos quando est�vamos a s�s, me abra�ava, era quase um namoro, mais nunca teve um grande beijo, aquilo me causava um imenso tes�o, mais eu n�o achava que pudesse acontecer nada mais que aquilo.

�s vezes eu ficava ate mais tarde na empresa e um dia o expediente tinha acabado, ela entrou na minha sala, se colocou de lado da minha cadeira e come�ou a fazer massagem nos meus ombros ao mesmo tempo em que esfregava aquela xaninha saliente em mim, o pau j� n�o se aguentava mais dentro das cal�as ela via, sabia o fasc�nio que causava, eu me mexia na cadeira sentia o meu ombro naquela vagina, ela se esfregava mais e mais ate que me toquei do perigo e disse:

- Valeria � melhor a gente parar meu anjo, voc� deve saber o que voc� causa nos homens.

Valeria parou foi ate a porta, travou, voltou, sentou em meu colo e disse:

- Eu sei, mas o que o voc� n�o sabe � o fasc�nio que sempre causou em mim e nas outras meninas que trabalham aqui. Eu quero mais, quero sentir um homem de verdade, sei que muitas meninas aqui j� deram mole para o senhor, sei que apesar delas serem t�o gostosas quanto eu, o senhor nuca deu bola para elas, eu queria uma chance.

Valeria continuou falando:

- N�o me julgue mal, s� tive um namorado, preciso de um homem bom, sens�vel, confi�vel, e o senhor alem de ter essas qualidades � bem humorado e apesar de n�o ser muito bonito tem magnetismo com as mulheres.

Eu preocupado com uma poss�vel gravidez e para dar tempo dela pensar melhor, disse:

- Valeria meu anjo, fico feliz que voc� tenha me escolhido, vamos fazer o seguinte, amanh� vou ligar para uma amiga ginecologista, voc� vai l� e ela vai lhe explicar sobre anticoncepcional, preservativos e outras coisas.

Valeria falou:

- Eu j� tenho minha ginecologista, j� faz algum tempo e tomo anticoncepcional.

Eu sai da sala para ver se tinha mais algu�m, verifiquei tudo, pois a empresa funcionava numa casa grande e a minha sala ficava numa su�te no primeiro andar. Como eu j� estava acostumado a ficar ate mais tarde na empresa, mandei o funcion�rio respons�vel pela entrada embora, fechei a porta de entrada e foi para minha sala. Eu tinha medo de um envolvimento com aquela menina, n�o sabia onde poderia chegar, ela � muito bonita, gostosa, inteligente, carinhosa e pelo visto estava apaixonada. Quando entrei na minha sala vi a roupa de Valeria jogada numa cadeira perto da minha mesa e a bolsa dela por cima. Valeria saiu do banheiro enrolada numa toalha, eu sempre tenho no banheiro do escrit�rio quatro toalhas de banho, quatro de rosto e todos os apetrechos para banho, pois em emerg�ncias eu uso, ela me deu um selinho e eu fui para o banheiro tomar o meu banho, voltei para minha sala, nos abra�amos e ai aconteceu o primeiro beijo de verdade, eu sentia naquele beijo, paix�o, tes�o, estava tudo traduzido naquele beijo, tiramos os objetos da minha mesa, deitei Valeria de barriga para cima, chupei seus lindos seios ao mesmo tempo em que alisava sua xaninha, fui beijando descendo pela barriga, puxei uma cadeira sem bra�os sentei e me coloquei entre as pernas de Valeria. Coloquei as pernas dela em meus ombros e comecei a chupar aquela xaninha gostosa, eu enfiava a l�ngua l� dentro e mexia, abria os l�bios passava a l�ngua em seu clit�ris, colocava ele entre meus l�bios, chupava bem gostoso, levantava as pernas de Valeria e passava a l�ngua no cuzinho, ela tinha todas as preguinhas bem definidas, era bem fechado. Valeria tomava pequenos choques de prazer, meu p�nis estava muito duro era muito tes�o, eu agora chupava mais r�pido, ela se mexia cada mais vez mais, Valeria gemia cada vez mais alto, ela segurou minha cabe�a apertou na sua xaninha e come�ou a mexer os quadris, Valeria quase sem voz dizia:

- Chupa, chupa que eu vou gozar.

- Eu nunca tinha gozado com um homem, � a primeira vez.

- Chupa que eu to gossssaaaaannnndddooooo.

Quando Valeria estava no finalzinho do gozo eu levantei, coloquei uma perna de cada lado da minha cintura e botei a cabe�a do meu p�nis na entrada da xaninha, ele estava duro que chegava ate a doer. Valeria quando sentiu o p�nis entrando levou um choque de prazer, a xaninha era muito apertada, mas estava bem lubrificada com o gozo de Valeria, eu fui penetrando devagar e quando o p�nis estava na metade, Valeria come�ou a gozar novamente, ai eu enfiei o resto, com o tes�o que ela sentia, deu gemido que mais parecia um grito e continuou gozando, eu esfregava seu clit�ris com os dedos, ela se desesperava procurava alguma coisa para se agarrar, n�o encontrava, Valeria quase n�o aguentava mais de tanto gozar, mas eu queria o gozo maior o cl�max dela. Valeria desesperada, quase sem voz me pedia para n�o meter mais que n�o aguentava mais, mas no mesmo instante pedia para meter fundo. Eu fui levantando Valeria sem tirar o p�nis de dentro e sentamos na cadeira atr�s de mim, onde eu estava anteriormente, o p�nis foi ate o fundo, foi a gota d’�gua, ela me beijou a boca com uma vontade louca, gemeu abafado, eu segurava ela pela bundinha e enfiei um dedo no seu cuzinho, ela juntou as ultimas for�as e tentou cavalgar, eu a ajudei, ela deu outro gemido mordeu minha boca que chegou a doer, gozou e desabou no meu colo. Valeria estava mole, meio tonta, como eu n�o tinha gozado ainda o p�nis continuava duro e pulsando dentro dela, Valeria sentia, e come�ou a me beijar, ela levantou, foi ate a bolsa, eu olhava aquela bunda linda, o p�nis continuava duro ela voltou com um creme hidratante para as m�os, olhou para mim, colocou bastante na m�o dela me entregou o tubo e come�ou a passar em meu p�nis, pediu para eu ir devagar. Coloquei valeria debru�ada na minha mesa com as pernas ligeiramente afastadas, sentei na cadeira entre as pernas dela e comecei a chupar a xaninha e o cuzinho, Valeria mexia os quadris, a xaninha j� estava toda molhada, eu parei e passei bastante creme no orif�cio e mais um pouco no meu p�nis e encostei a cabe�a no cuzinho, Valeria segurou nas bordas da mesa j� esperando a entrada, forcei e nada, forcei mais um pouco e a cabe�a entrou, Valeria gemeu alto, fui for�ando, Valeria gemendo, tirei um pouco e coloquei ate a metade, parei, mas logo ap�s comecei a me movimentar, meu tes�o estava incontrol�vel, falei para Valeria que estava com muito tes�o e que n�o estava conseguindo me controlar, disse que estava com vontade de meter o resto de uma vez s�. Valeria disse que aguentava, ent�o eu tirei quase todo o p�nis, coloquei mais creme, peguei Valeria pelos quadris e fui botando tudo devagar, mas sem parar, Valeria gemeu alto, eu s� parei l� no fundo, quando meus pelos encostaram-se à bunda dela, naquela hora fechei os olhos e me veio à cabe�a o quanto àquela bunda � gostosa, maravilhosa, na hora me deu um desejo animal, comecei a meter forte e cada vez mais r�pido, Valeria quase gritando dizia:

- Ai que gostoso, come, mete.

- Mete r�pido, faz o que voc� quiser, sou toda sua.

- Vai mete fundo, meu cuzinho � todo seu.

Valeria estava enlouquecida, balan�ava a bunda, rebolava, batia na mesa, aquilo me enlouquecia tamb�m e eu me descontrolava, metia cada vez mais sem pena, dava tapinhas na bunda dela, ela gritava avisando que ia gozar eu disse que tamb�m ia, ela bateu na mesa e disse:

- Ai eu to gozando.

- Mete tudo.

- Eu to sentindo meu cuzinho inundar.

- Mete fundo.

- Como � gostoso daarrrr oooooo c!!!!!!

Nessa hora puxei Valeria, ca�mos sentados na cadeira, eu com o p�nis todo enterrado no cuzinho dela, eu segurava nos seus seios ela deu as ultimas reboladas, fomos parando, parando, ate meu p�nis amolecer e sair do cuzinho de Valeria. Fomos ao banheiro tomamos banho, eu j� ia me vestir quando Valeria saiu do banheiro me puxando pelo p�nis, me encostou a mesa, sentou-se na cadeira na minha frente e come�ou a chupar meu p�nis , ela come�ou meio desajeitada r�pido, eu a corrigi, pedi calma, disse para ela saborear, ela entrou na cadencia, mordia, chupava, sugava a cabe�a, eu segurei na cabe�a de Valeria e j� fazia um vai e vem, quando eu puxava ela prendia e sugava, prendia a cabe�a com a l�ngua no c�u da boca, eu j� estava me descontrolando, Valeria aumentou o ritmo da chupada, eu pedi a ela para colocar uma m�o na xaninha e ela come�ou a se masturbar, Valeria aumentou mais ainda o ritmo da chupada e da masturba��o, chupava e gemia abafado, eu tamb�m gemia, estava chegando o momento, Valeria me agarrou com um bra�o pela cintura e apertou com for�a, com a outra m�o se masturbava freneticamente e dava urros abafados, ela estava gozando, nessa hora eu comecei a gozar na boquinha de Valeria, eram jatos e mais jatos, ela estava com meu p�nis perto da garganta, eu sentia Valeria engolindo tudo, era um prazer imenso para n�s dois. Valeria foi me soltando, meu p�nis saiu da sua boquinha, ela relaxou na cadeira e eu deitei de costas na minha mesa, Valeria levantou e disse:

- Foi maravilhoso, quero todos os dias que puder.

- Amor eu volto j�, estou com seu gosto na minha boca, esta muito gostoso, mas n�o posso j� no meu primeiro emprego, chegar em casa cheirando a hora extra.

Valeria saiu rindo, estava satisfeita, realizada, nos vestimos e fomos embora, no outro dia Valeria estava a minha espera, radiante, dei bom dia a todos entrei na minha sala ela veio logo em seguida com um cafezinho, travou a porta e me deu um longo beijo, disse que era para come�ar bem o dia e saiu.

Ela me fez uma surpresa sensacional, fiquei muito feliz

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