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TUDO COME�OU NO MSN

Ol�! Meu nome � Talita, tenho 31 anos, 1,73m, 72 kg, um corpo que me deixa satisfeita (bunda gostosa e seios m�dios, mas suficientemente saborosos) e uma boca maravilhosa, capaz de enlouquecer at� Zeus.

A hist�ria que vou contar agora aconteceu h� uns 6 meses. Em meu trabalho utilizo muito o MSN, pois tenho contato com pessoas de outros estados, em um desses contatos add um cliente que infelizmente n�o precisou dos produtos que fornecemos, por�m tivemos uma afinidade m�tua e come�amos a conversar esporadicamente quando t�nhamos tempo, o que ele n�o sabia � que eu o achava um gato, mas at� ai tudo bem, pq. sou casada e nunca tinha tra�do meu marido (nem tinha inten��o), at� que um dia, sem motivo especial, nosso papo ficou um pouco mais animado e come�amos a elogiar as qualidades um do outro. Passado alguns dias, nossa conversa avan�ou para o sexo e tudo foi muito bom, no come�o fiquei sem gra�a, me sentia culpada e um pouco constrangida por tratar-se de uma pessoa que n�o me conhecia direito e que poderia me julgar, pensava tamb�m em meu marido, pois o amo e n�o queria mago�-lo. Ent�o, o tempo foi passando, as conversas continuando, o tes�o aumentando, at� que n�o deu mais para segurar.

Em uma de nossas conversas, decidimos dar um jeito de nos encontrar... Mas como? Teria que ser de um jeito que n�o levantasse suspeitas, at� que a solu��o veio pra mim de m�o beijada. Um belo dia, recebi a liga��o de um dono de pousada em Teres�polis, ele viu uma propaganda dos produtos que minha empresa trabalha em uma anuncio e nos procurou. Eu atendi e tentei passar todas as informa��es poss�veis por fone, mas existe muita concorr�ncia para o produto e decidimos que teria de receber uma amostra. Como trata-se de um cliente muito importante e uma quantidade muito grande de material, minha comiss�o poderia ser muito boa, ent�o tive uma id�ia, eu mesma iria levar as amostras para o cliente e l� daria um jeito de ficar mais uns dois dias, seria perfeito, assim poderia realizar minha fantasia sem ser descoberta. Foi o que fiz, combinei tudo com Gaspar (nome do homem que me tirou a raz�o) e demos andamento ao plano.

Gaspar � um homem alto (1,80m), 67 kg, dono de um sorriso encantador e de um corpo invej�vel, lindo como ele s�. Procuramos algum lugar discreto e aconchegante em Teres�polis para o nosso fim de semana, at� que encontramos na net um lugar perfeito, um chal� no alto da serra, mais utilizado para receber casais em lua de mel. Tratamos logo de acertar a reserva com o propriet�rio e, duas semanas depois chegou o dia t�o esperado. Sa�mos de nossas cidades e combinamos de nos encontrarmos l�, eu passaria antes para acertar tudo com meu cliente, depois iria para o chal�, assim o fiz, estava t�o ansiosa pelo encontro que quase n�o consegui conversar direito e fechar neg�cio, mas ao final de tudo, fechei o neg�cio e fui finalmente para meu encontro t�o esperado.

Chegando ao alto da serra pude avistar o belo chal�, uma vista maravilhosa, mas n�o me preocupei com isso, queria logo encontrar aquele homem. Bati na porta e ele a abriu, fiquei encantada quando o vi, era exatamente o que eu imaginava, lindo, gostoso, charmoso e simp�tico e, estava ali, na minha frente. Minha vontade foi de agarr�-lo e beij�-lo sem dizer nada, mas me contive e apenas nos abra�amos e demos um beijo ainda t�midos. Enfim entramos e eu fui tomar um bom banho de banheira para me refazer do cansa�o, pois havia dirigido muito e passei direto para a pousada do meu cliente, n�o pude descansar. Enquanto isso, Gaspar preparava a lareira e um vinho para n�s na sala. (estava um frio horroroso)

Coloquei uma lingerie branca n�o muito pequena, mas bela o suficiente para valorizar meu corpo insinuante, por cima coloquei um quimono vermelho. Ao chegar à sala, tudo estava perfeito, Gaspar estava com um roup�o marinho, nos sentamos e conversamos um pouco saboreando um bom vinho, espantando assim a timidez moment�nea do primeiro encontro. At� que Gaspar se ofereceu para me fazer uma massagem para tirar o cansa�o do corpo, tirei meu quimono e me deitei de bru�os sobre as almofadas. Ele ent�o, pegou um �leo delicioso e come�ou a massagear minhas costas e ombros, fui ent�o me entregando àquele momento de leveza e sensualidade, meu corpo foi amolecendo e desapareceu toda a tens�o, ele foi descendo at� minhas pernas e por fim voltou at� minhas coxas, que del�cia, aquelas m�os maravilhosas passando por entre minhas coxas com suavidade, nesses momentos podia sentir seus dedos tocando minha bucetinha que à essa altura j� estava toda molhadinha de tes�o e eu gemia gostoso, come�ou alternar a massagem entre minhas coxas e bumbum, tocando delicadamente meu cuzinho que j� estava piscando de desejo, deitou sobre mim e com movimentos precisos beijava minha nuca e meu pesco�o, enquanto suas m�os deslizavam entre minha bundinha j� toda empinadinha e meu grelinho que j� estava todo encharcado e durinho de tanta excita��o, n�o pude mais resistir, me virei e o beijei enlouquecidamente enquanto tirava seu roup�o, pude ent�o sentir seu pau completamente duro sob sua sunga preta, tirei sua sunga e cai de boca naquele pau t�o gostoso que eu tanto desejava, est�vamos enlouquecidos, como animais no cio, t�nhamos que extravasar todo aquele tes�o h� tanto reprimido. N�o aguentei mais, o suor escorria em nossos corpos, a excita��o era grande, minha bucetinha pedia por aquela pica gostosa, minha pele rogava pelo gozo, ent�o sentei em seu pau e cavalguei como nunca, queria sentir cada mm de seu pau dentro de mim, come�amos a urrar de tes�o e entre apertos, mordidas e um fren�tico vai e vem, gozamos, um gozo t�o intenso que por um momento achei que iria perder os sentidos, ca� a seu lado e ali ficamos por um bom tempo at� nos recuperarmos daquele �xtase delicioso.

Fomos tomar um banho, j� recompostos, saboreamos uma bel�ssima macarronada e vinho, conversamos, assistimos a um bom filme na cama e, ent�o, decidi retribuir aquela excelente massagem.

Desci at� seu pau ainda em repouso e comecei a massage�-lo com minha l�ngua, enquanto isso acariciava suas bolas com as pontas dos dedos, senti ent�o aquele volume crescendo em minha boca, uau, que del�cia aquela sensa��o.

Gaspar era um homem delicioso, foi com gosto que chupei aquela pica j� t�o dura de tes�o, alternando os movimentos, ora lambendo suas bolas enquanto punhetava seu pau, ora chupando aquele mastro acariciando a base e as bolas ao mesmo tempo. Chupava com gosto e desejo, ele estava adorando, gemia e acariciava meus cabelos, emitidos sons mais intensos quando sentia mais prazer, ent�o subi e o beijei, passei minhas m�os por todo o seu corpo para poder senti-lo, ele me deito e come�ou a fazer o mesmo, explorou todo o meu corpo, enquanto a boca encaixava-se em meios seios dur�ssimos de tes�o, suas m�os percorriam meu corpo conhecendo cada pedacinho, ent�o sua boca come�ou a escorregar, passando por minha barriguinha, chegou a minha virilha e l� ficou por um tempo, beijando e dando mordidinhas, eu sentia sua respira��o em minha bucetinha que implorava por aquela l�ngua quente e macia. Ent�o eu n�o aguentando mais pedi: - Vai del�cia, enfia essa l�ngua na bucetinha da sua putinha, enfia. Ele atendeu de pronto, eu senti um calor e um tes�o t�o intenso que parecia que milhares de agulhas tinham sa�do de minha pele naquele instante, que tes�o, que del�cia, que l�ngua maravilhosa, eu me contorcia e gemia sem parar, me sentia uma vadia, louca de desejo de ser possu�da de todas as maneiras por aquele macho quente e cheio de g�s.

De repente, iniciamos um delicioso 69, pod�amos sentir nosso gosto e aquele cheiro de sexo, de desejo, que perfumava o ar, eu gozei muito naquela l�ngua �gil, me sentia insaci�vel, queria aproveitar cada pontinha de prazer que aquele homem podia me proporcionar. Pedi que enchesse minha buceta com aquela pica gostosa que parecia um ferro de t�o dura, ele imediatamente se virou de frente pra mim, eu coloquei minhas pernas sobre seus ombros e Gaspar ent�o se encaixou gostoso em meu buraquinho, segurando minhas pernas e come�ou a bombar forte aquele cacete em mim, me chamando de putinha gostosa e perguntando se eu estava gostando de receber aquela pica grande, eu dizia estar adorando e pedia pra me fuder gostoso, gemia como louca, ele beijava minhas pernas com tes�o, eu gozei mais uma vez naquele pau tesudo, ent�o ele me virou e pediu pra comer meu cuzinho, disse que faria tudo com cuidado para n�o me machucar, eu n�o curto muito, mas estava t�o enlouquecida que aceitei, disse a ele que aquela noite poderia fazer o que quisesse, ele mandaria e eu obedeceria, ele entendeu o recado e mandou que eu me virasse, rapidamente foi atendido em sua ordem.

Pedi apenas que passasse um pouquinho de �leo para ficar mais f�cil, assim ele o fez, me colocou de quatro, passou um �leo massageando gostoso meu buraquinho que estava adorando todo aquele carinho, em seguida encostou seu pau no meu cuzinho e foi enfiando gostoso, comecei a sentir dor, mas ele foi acariciando meu grelinho e beijando minha nuca, colocando com cuidado e eu estava cheia de tes�o, at� que finalmente entrou metade e ele parou para que eu me acostumasse, depois de um tempo colocou o restante e come�ou a bombar com certo cuidado, mas a medida que via minha cara de satisfa��o e meus gemidos de tes�o, foi bombando com mais for�a , segurava meus cabelos e dizia que eu era sua puta tesuda, aquilo me enlouquecia e eu dizia: - Vai tes�o, fode gostoso essa vadia tarada, vai. Eu rebolava e gritava de prazer. Ele dizia: Vou gozar gostoso nesse cuzinho apertadinho, mexe putinha, mexe pro seu mestre. Eu obedecia. De repente ele me agarrou pela cintura e me puxou de encontro ao seu pau, deu um urro de prazer e gozou deliciosamente.

Nos beijamos, ficamos ali, entregues àquele momento de prazer e �xtase e acabamos adormecendo.

No outro dia, demos uma volta pela cidade, tivemos um dia maravilhoso e aproveitamos muito aquele fim de semana inesquec�vel com direito a muita sacanagem, mas que infelizmente teve um fim, por�m, j� combinamos nossa pr�xima aventura para realizar minha maior fantasia... sexo a tr�s, com a gata que ele escolher, pq sou louca pra sentir o gosto de outra f�mea al�m de mim, mas essa � outra hist�ria.

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