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OS N�IAS ME COMERAM

Oi, meu nome � Eliane, ou Liane, pra tchurma. Tenho 19 anos, loira e gostosinha e o que eu vou contar me aconteceu no ano passado.

Bom, eu tava passando um pano na �rea interna de casa, quando o meu vizinho do lado direito, que � meio n�ia, o Tatu, deu um assovio forte e me acenou da janela da casa dele. Eu acenei de volta. A� ele ligou pro meu celular e disse:

-Liane, vc t� sozinha a�?

-T�. Por que?

-D� um chego aqui entaum.

Depois desse recado, ele desligou. At� a�, blz, porque eu conhe�o o Tatu a muito tempo, acho ele at� gato, mas nunca rolou nada entre a gente. Entaum eu fui de boa, sem segunda inten��o. Fui com minha baby look e minha bermuda jeans normal, de sand�lia ainda.

Ele tava na porta da minha casa, me esperando. A� eu falei:

-E a�, Tatu?

-Blz? Tava a fim de falar mesmo com vc. Vc t� m� gostosa a�. M� princesinha.

Qdo ele falou isso eu dei uma risadinha e respondi:

-Vc naum t� noiado naum, t�?

-T� me tirando? To m� sozinho a�. Vc t� de bobeira a� tamb�m. Vem em casa a�. Vamo d� uma ficada.

Tipo me deu uma d�vida se eu ia ou naum ia nessa. Mas a� o tes�o falou mais alto e eu fui. S� que quando eu entrei na casa do Tatu tava cheio dos manos dele e todo mundo fazendo a cabe�a. Parei ali e disse:

-Porra Tatu, t� me botando em roubada.

O Tatu fez um gesto de que naum tinha problema e depois disse:

-� tudo mano, ningu�m vai emba�ar na nossa. Vem pro meu quarto.

Fiquei de novo na d�vida, mas fui na confian�a. Quando entrei no quarto do Tatu, ele j� foi me pegando e me beijando. Quando ele me beijou deu pra sentir que ele tava mesmo noiado, mas eu me desliguei disso e passei a curtir. Beijei ele de volta e segurei no pau do Tatu, que era grande e estava bem duro. Qdo eu segurei na pica dele, o Tatu falou:

-A�, putinha, cai de boca.

Eu libertei o pau do Tatu do cal��o dele e enchi a minha boca. A� o Tatu come�ou a segurar a minha cabe�a e a dar umas estocadas fudidas que me fizeram engasgar. Depois de um tempinho nessa, o Tatu gozou na minha boca, mas eu deixei a porra escorrer pra fora, pelo canto da boca, cuspindo. O Tatu pegou mal com isso.

-P�, Mina, vc naum engole naum? Que fresca!

-Naum consigo, Tatu.

A� ele come�ou a ficar meio ignorante e disse:

-Vai, limpa a minha rola. Chupa a�.

Eu obedeci e passei a lingua na pica dele, que ainda tava mole e com porra. Ele aproveitou e passou a pica na minha cara, pra secar. Quando a pica dele endureceu de novo ele disse:

-� Liane, vou acender uma ali e j� volto. Vai tirando a roupa que eu vou voltar pra arrega�ar a sua buceta.

Meu, nessa hora eu pensei em pular a janela. O Tatu tava me tratando como se eu fosse uma puta, eu pensei. Ele saiu do quarto e foi fazer a cabe�a com os manos dele. Mas, em vez de saltar fora, eu tirei a roupa, e deitei nua na cama dele. Demorou um tempinho e a� o Tatu abriu a porta, fumando o cigarrinho do capeta. Nessas, ele disse:

-Quer dar um tapinha?

Eu recusei. A� ele disse:

-� Liane, os mano t�o no veneno a� fora. � tudo parceiro, compreendeu?

-Ah, vai se fuder! Eu naum sou puta naum - Comecei a pegar minha roupa e a� o Tatu me segurou pelo bra�o.

-Mina, naum faz isso, sen�o vc vai apanhar. Faz gostosinho que os caras te tratam que nem uma princesa, valeu?

Qdo ele disse isso me deu um medo e um desespero e comecei a chorar. A� eu pedi:

-P�, Tatu, alivia a minha. Eu naum sou puta.

-A�, mina, j� falei qual �. Vc � quem sabe. Ou curte ou vai ser esculachada.

Depois que ele disse isso eu sentei na cama e falei, ainda chorando:

-Eu naum quero me machucar. Os caras v�o me zoar.

-Ninguem vai te machucar. Se alguem te machucar eu mato.

O Tatu entaum me deu um beijo e come�ou a me acariciar o corpo. Depois, ele foi chupando os meus peitos e foi descendo at� a minha xaninha, que, apesar do pavor, estava bem molhadinha. Ele enfiou tr�s dedos na minha buceta e depois lambeu. Ele deu uma risada meio s�dica, segurou a minha cintura e foi enfiando a picona dele na minha buceta. Ele entrou com for�a e come�ou a estocar r�pido e eu j� tava sentindo o orgasmo chegando. Gozei e abracei ele. O Tatu percebeu que eu gozei e disse:

-A�, putinha, t� gostando, n�?

Ele continuou mexendo at� gozar dentro de mim. Depois que ele gozou tudo, tirou a rola, me beijou e me olhou nos olhos e disse:

-Faz o que eu disse. Vai na minha, faz gostoso, que eu vou chamar os meus brother e a� blz...

Me levantei e vi quando o Tatu abriu a porta do quarto e fez um sinal pros manos dele entrarem. Ele disse:

-A Mina � firmeza, naum � pra zoar.

Entraram cinco n�ias. Um deles j� foi me beijando e dizendo:

-Pode me beijar tamb�m.

Eu obedeci e beijei. Os carinhas come�aram a se despir e eu disse:

-Naum me machuca, por favor. Eu naum sou puta.

-Mina, naum esquenta naum. Aqui naum tem tarado naum.

Qdo eu ouvi aquilo, achei meio engra�ado, eu at� sorri.

-A putinha t� entrando no clima. - disse um dos caras.

-Essa putinha � maior gostosinha. Nunca fodi uma mina assim. - disse outro.

Vi que tinha que curtir mesmo ou os caras iam me zoar e entaum abracei o mais bonitinho deles e disse, sorrindo:

-Vem voc�. Mete na minha xana.

O cara enlouqueceu e veio com tudo. Meteu a pica dele na minha xana e come�ou a bombar. Eu j� fui sentindo o orgasmo de novo. A�, antes do carinha gozar, os outros come�aram a me rodear tamb�m. O mais bonitinho tirou o pinto da minha buceta, deitou no ch�o e disse:

-Enche a tua buceta com a minha rola.

Eu fiz o que ele mandou e j� fui me dobrando pra deixar o meu cuzinho livre. Naum demorou muito pra que outro mano se encaixasse no meu buraquinho. Os outros foram se acomodando, um na minha boca e os outros nas minhas m�os. O n�ia bonitinho que estava debaixo se movimentava com dificuldade, me puxando e empurrando. J� o carinha que estava no meu cuzinho, rapidinho gozou. Mal ele saiu e outro mano ocupou o lugar dele. Estava muito foda aquilo tudo, porque eu estava gozando com essa sensa��o de tantos machos ali. Eu respirava com dificuldade e acabei gozando no pau do mais bonitinho e ele disse:

-T� gozando! To vendo na sua cara! Vc t� gozando no meu pau, putinha!

Ele come�ou a se movimentar mais e gozou dentro da minha bucetinha. Depois que ele gozou, ele me abra�ou forte e disse:

-Seu nome � Liane,n�? Foi a melhor trepada da minha vida.

Ele ficou me beijando, mas os outros n�ias come�aram a reclamar:

-Sai da�, deixa outro comer a buceta dela. - disse o carinha mais zoado deles.

O bonitinho foi saindo e o zoado j� foi me pegando e entrando por debaixo do meu corpo. Nesse instante eu me senti mesmo uma puta e fiquei at� envergonhada disso. Mas fingi que naum era nada e fui encaixando o p�nis do zoado na minha buceta e movimentando o quadril. Minha buceta estava ardendo e o meu c� idem, mas a adrenalina e o tes�o me faziam ficar de boa, apesar de eu saber que os caras tavam me usando ali. Bom, o outro cara que tava comendo o meu cuzinho gozou e o zoadinho tamb�m. S� faltava um, que era um neg�o bem-dotado mesmo. Ele at� disse:

-A�, mina, relaxa bem sen�o vai doer pra caralho.

Eu me levantei do ch�o e me deitei na cama e falei:

-Pode vir. Mas vai devagar.

O neg�o encaixou a cabe�ona do pau dele na minha xana e parecia que ele ia me rasgar. Eu perdi o f�lego e disse;

-T� doendo. Vai mais devagar.

O cara parecia que j� naum ouvia mais nada porque ele deu uma estocada que eu vi estrelas. O pau dele era t�o grande que s� entrou metade e parecia que tava batendo no meu �tero. Por sorte ele gozou logo e eu ca� de cansa�o. S� que os n�ias queriam repetir e a� o Tatu, que estava vendo tudo, disse:

-A mina j� fez a parte dela. Parou aqui. Quem tiver com vontade ainda, vai bater uma punheta.

O Tatu recolheu as minhas roupas e disse:

-Se veste e vai pra sua casa. Se vc ficar marcando aqui, vai ter que dar pra todo mundo de novo.

Eu me vesti mais do que depressa. Botei s� a bermuda jeans e a minha baby look e fui saindo, com porra escorrendo pelas minhas pernas. Cheguei em casa e tomei um banho demorado, encolhida debaixo da ducha. Apesar de ter curtido tamb�m me senti usada e, pra falar a verdade, me senti uma puta mesmo. Depois disso, fiquei um tempo sem falar com o Tatu. Mas, outro dia ele me telefonou e disse: "Mina, to afimz�o de te comer." A� eu perguntei: "E o seus manos?" Ele riu e disse: "Se voc� quiser, eles t�o aqui..." A� eu desliguei. Percebi que a minha buceta naum merecia esse castigo de novo.

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