Acordando, sinto algo gelado em meu rego, e um forte fungado em meu cangote, um peso sobre meu corpo, � Paulo Pincelando meu c� com sua enorme cabe�a de cogumelo, tentando me foder.
Paulo localiza seu alvo, e posicionado faz press�omeu c� se abre at� o estremo E n�o sede passagem, e n�o escapa de seu solavanco atinge meu saco, isso se repetiu varias vezes, at� que Paulo sugere quemudemos deposi��o, pondo-me de frango assado, e iniciou uma tentativa, mas ainda sem sucesso em penetrar-me, ent�o lembrei da camisinha cheia de porra do Mineirinho, peguei, e lubrifiquei meu c� com aquela gosma, eo pau de Paulo, e Paulo posicionou for�ou, for�ou mas com vontade mesmo, E AQUILO arrega�ou meu c� de tal forma QUE N�O pude Evitar o grito de dor, era como se tivesse Sido meu caba�o tirado novamente.
Rapidamente Paulo me beijou e comseu pau todo dentro de mim, ficamos est�ticos, eu de olhos fechados esperando que a dor passasse. E passou, ao abrir meus olhos, Paulo ainda com sua boca colada a minha e seus lindos olhos arregalados, se afastou ee disse:
- Meu bem? Posso continuar? Voc� est� bem?.
Claro amor, vai devagar, mas goze muito em mim, nisso ele afastou um pouco e voltou a empurra seu pau pra dentro de mim, s� ai percebi, que estava pouco mais que a cabe�a pra dentro, pois cada centimetro que entrava eu sentia minhas entranhas alargarem se, e quando chegou pertodo fim, voltou a doer, pois atingira uma entrada de meu intestino.
Paulo todo dentro de mim, parou de se mover e ficou me beijando e alisando meu corpo com suas m�o, e que m�os macias.
Eu ja havia gozado umas duas vezes, e meu pau doia de tes�o. Ent�o Paulo Demonstrou toda sua habilidade como macho fodedor, iniciou vagarosamente a se movimentar dentro de mim, mas no fundo, bem la no fundo doia, ent�o lhe pedi para que fosse t�o fundo.
E o fez assim, bem devagar ele ia, em alguns momentos sentia mal mexendo seu pau, por outro lado em alguns momentos e sentia o meu tes�o ia a mil, meu pau babava sem parar, eu ja estava indo a loucura, at� que Paulo , come�a a aumentar o ritmo da envestida, sinto seu pau principalmente aumentar de tamanho e na grossura, pois o atrito interno era cada vez maior.
Pedi uma porra sua Paulo, pois estava t�o alucinado por aquilo, mas ele disse que tirar seu pau de dentro de mim, naquela circunstancia n�o seria uma boa ideia, ent�o ele voltou um metro, e metros e metros, grunhia de tanto tes�o, at� que n�o aquentando mais ...
-Amor vou gozar Ahhh ...., Para ir .... !!!!!!!!!!!! zaaandooooooooooooooooooooooooo
Minha nossa ele enterrou no fundo e eu sentia tudo ardento, pois tinha muito e seu aumento, mas gozeijunto com ele.
Ficamos engatados nos beijando e seu pau nada de amolecer para tirar ele, ent�o foi puxando aos poucos e quando chegou perto da cabe�a come�ou a doer tara sair, e eu porminha pr�pria vontade forcei uma camisinha ea sua saida dele Rasgou deixando aquela enorme quantidade de porra Dentro de mim, como recompensa da foda maravilhosa que acabara de ter.
Depois Paulo medeuuma toalha me limpei e fomos tomaroutro banho, e como o chuveiro era bem amplo ele em entrei junto e depois de nos banharmos, aproveitando a agua quente que caia sobre n�s meajoelhei entre suas pernas e comeceiuma bela chupeta, que terminou com uma gozada prazeirosa, pois sua porra era uma delicia.
Nos despedimosali mesmo, mas ficou de que quando sentir saudades, era pra procura-lo no posto, pois toda ter�a e quinta ele estava alipra dormir, ou se preferir para eu me foder.