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CLAUDIA, CLAUDIA...

- 1 -

Quando esticou o bra�o para colocar o pote de a��car na prateleira do arm�rio os contornos de suas n�degas apareceram sob a barra da camiseta. Vitor estava de olho nas coxas grossas e este detalhe fustigou-lhe ainda mais.

— Claudia... Levante a camiseta, deixe-me ver sua bunda...

Sorrindo, a mulher virou para encar�-lo.

— Temos que levantar amanh� bem cedo...

— Ent�o, por que est� se exibindo dessa forma?

— N�o estou me exibindo! Estou vestida assim para dormir.

Deu-lhe às costas, contendo o riso. O homem caminhou lentamente at� ela, que mostrava-se desinteressada.. Seus bra�os fortes a abra�aram com for�a, n�o lhe permitindo escapar. Aproximou-se do seu ouvido e sussurrou:

— Prepare-se... Vou comer sua bunda.

Claudia arrepiou-se.

— N�o estou preparada.

— Para mim est� �timo do jeito que est�!

— Para mim n�o, voc� sabe.

Ele conformou-se logo porque j� sabia qual seria a atitude dela.

— E s�bado?

— � quando voc� volta?

— Sim...

— S�bado eu deixo... Faltam quatro dias...

— Tudo bem. E para compensar, o que terei agora?

Ela sorriu.

— Que tal uma boca quente?

— J� est� bom... Mas, tem mais alguma coisa?

— Uma vagina ainda mais quente?

— Est� �timo!

Suas bocas se encontraram num beijo ardente, enquanto as m�os se livravam das poucas pe�as de roupa.

Com um sorriso bailando nos l�bios, ela come�ou a beijar-lhe o pesco�o, depois o peito, os mamilos, o umbigo, os pelos, at� que chegou ao membro enorme que j� estava em riste. Parou um segundo para v�-lo antes de abocanhar-lhe gulosamente.

Adorava fazer aquilo. A maciez daquele contato a excitava de maneira profunda. Sua l�ngua o percorria por todos os pontos, lambendo-o da base at� a cabe�a, a� o engolia, para sugar-lhe o l�quido que come�ava a sair.

Quando percebeu que estava prestes a ejacular, Vitor fez com ela se levantasse e colocasse o p� direito na cadeira. Rodeando-lhe por tr�s, enfiou o p�nis na vagina exposta. Ficou dando-lhe estocadas por longos minutos, fazendo com Claudia gemesse em cada uma delas. Suas virilhas chocavam-se com as n�degas macias. Depois, quando estava outra vez para gozar, parou, sentou-se na cadeira e preparou o pau para ela.

Claudia atendeu prontamente. Veio por cima e se ajeitou sobre o falo, come�ando a baixar o corpo e sentir a penetra��o. Sabia que naquela posi��o a invas�o seria profunda. Fechou os olhos para apreciar melhor.

Vitor viu seu lindo semblante se alternar entre pequenas caretas de dor e de prazer. Agarrou os seios que enchiam suas m�os e levou à boca os bicos intumescidos. Chupou-os com for�a, arrancando dela gemidos mais fortes.

Claudia sussurrou-lhe:

— Leve-me para cama...

Vitor carregou-a at� o quarto.

— Deite-se de costas...

Ele o fez passivamente, sorrindo e abrindo os bra�os em cruz, entregando-se totalmente à vontade dela, que tamb�m sorriu, acomodando-se sobre ele.

Nessa posi��o, podia movimentar o quadril fazendo com que o p�nis extremamente endurecido entrasse e sa�sse de sua gruta �mida com facilidade. Queria faz�-lo ejacular e gozar junto.

Come�ou lentamente.

Apoiando as m�os e os joelhos no colch�o, levantava o corpo at� que o falo quase sa�sse de sua vagina, a� baixava para que ele entrasse todo outra vez. For�ava at� sentir seus pelos ro�ando os dele. Ent�o, recome�ava. Aos poucos foi aumentando o ritmo. Nenhuma parte de seus corpos se tocavam, exceto naquele ponto. Estava masturbando-o com sua vagina.

Agarrando-se aos len��is, Vitor gozou como um vulc�o em erup��o. Sentindo a lava quente, Claudia teve um orgasmo t�o intenso que come�ou a gritar guturalmente, enquanto sacolejava o corpo sobre o p�nis em chamas.



-2-

Nos dias seguintes Claudia se absteve de gorduras e doces. Al�m de sucos naturais, preferiu ingerir apenas alimentos que continham fibras. Estava preparando-se para o s�bado, quando ia permitir que seu marido comesse sua bunda. Queria que encontrasse seu interior limpo e lubrificado.

Vitor era piloto de carreira e fazia viagens que o mantinha fora por longos dias; n�o mais que uma semana. Ligava para ela quase todas as noites, sempre no momento em que ia se deitar. Dizia que queria dormir junto com ela. �s vezes excitavam-se tanto a ponto de masturbarem-se. Cada qual na sua cama, distantes fisicamente, mas unidos pelo sentimento e pela vontade.

Com isso, Claudia suportava melhor sua aus�ncia. E quando ele fazia aquele tipo de pedido, providenciava para que n�o se arrependesse.

Adorava quando ele comia sua bunda e naqueles dias de prepara��o, excitava-se sobremaneira antecipando o momento.

No trabalho n�o conversava com ningu�m sobre suas prefer�ncias sexuais. Sabia que muitos dos seus colegas ficavam de boca aberta quando passava. Mas s� tinham a no��o exata da pl�stica do seu rosto, porque a julgar por suas roupas, jamais algu�m poderia imaginar o belo par de seios que ostentava. Tampouco podiam imaginar a beleza de suas n�degas e coxas. No m�ximo permitia que vissem seus joelhos. Era melhor assim, pensava.

Quando seus namorados a viam nua pela primeira vez, levavam um tempo para acreditar no que estava ao seu dispor. O mais tarado de todos, gozou nela seis vezes na primeira noite que fizeram amor. N�o deixou um �nico buraco de seu corpo sem colocar o p�nis: ouvidos, narinas, umbigo, boca, vagina, �nus... Al�m dos seios, rosto, cabelos... Inacredit�vel! ele dizia ap�s cada gozada. Esperava que ela se lavasse e come�ava de novo.

Naquela noite, deitada na cama larga, esperava ansiosa pelo costumeiro telefonema noturno. A seu lado, no criado mudo, um enorme p�nis de borracha. Era seu consolo para as noites solit�rias. Foi um presente de Vitor exatamente para esse fim. No dia que o trouxe, fez quest�o de v�-lo atolado na vagina dela. Gozaram como loucos!

De vez em quando, tirava os olhos da televis�o e o alisava. Outras vezes, olhava para o telefone. Estava demorando... Talvez n�o ligasse...

Ela gostava muito de fazer sexo, mas n�o chegava a ser uma ninfoman�aca. Teve muitos amantes quando solteira, no entanto, nunca namorou ou transou com mais de um ao mesmo tempo. Tinha a firme opini�o de que a fidelidade era importante para qualquer rela��o.

Sua primeira paix�o aconteceu aos quatorze anos, mas iniciou-se sexualmente pouco antes de completar dezessete, um pouco tarde para os tempos atuais.

Conheceu seu marido aos vinte e seis e casou-se dois anos depois, quando julgou estar pronta para a vida em comum.

Vaidosa, nunca descuidou do corpo, de modo que n�o aparentava os quase trinta anos que tinha. Sua pele era lisa e macia por todo o corpo. Cuidava especialmente das n�degas porque era o que de mais belo tinha. Seu rosto era bonito, seus seios tamb�m, mas era sua bunda que chamava a aten��o. Ao caminhar pelas ruas ou pelas praias, os olhares masculinos se dirigiam para ela impressionados. Inevitavelmente, todos os seus namorados quiseram possu�-la por tr�s. Os primeiros tiveram que implorar para conseguir. Ela se sentia desconfort�vel e s� permitia, depois de muita insist�ncia, com o uso de preservativo e bastante lubrificante.

Certa vez, lendo a respeito de sexo anal, soube o que era enema e aprendeu a faz�-lo em si. Passou a sentir-se melhor e a gostar. Desde ent�o, n�o se incomodava mais, estava sempre disposta a “dar a bunda”.

Excitou-se com o pensamento de que se fosse juntar todo esperma despejado dentro dela, daria para encher varias garrafas de vinho. Branco, � claro!

Desligou a televis�o e tirou a calcinha. Afastou os len��is, recostou-se no espaldar e arreganhou as pernas. Come�ou a acariciar o sexo com carinho.

De olhos fechados, passava a m�o esquerda pelos seios, enquanto que a direita alisava a barriga, os pelos pubianos e a vulva.

Quando sentiu que ela come�ava a umedecer, enfiou o dedo m�dio o mais que pode em sua vagina. Depois, juntou a ele o indicador, movimentando o punho, num vai-e-vem suave. At� que j� n�o bastavam. Ent�o, apanhou o falo e delicadamente levou-o a boca. Fez com ele como fazia com o p�nis de Vitor. Lambeu-o e abocanhou-o at� que estivesse untado com sua saliva.

Com o peito arfando, fechou os olhos e colocou o consolo de encontro a sua vulva. Usando as duas m�os, come�ou a esfreg�-lo nela. �s vezes o empurrava at� que a cabe�a entrava, alargando-lhe a vagina. Apreciava aquilo. Ent�o, tirava-o para repetir o gesto. Aos poucos ia empurrando mais para dentro. A cada novo cent�metro invadido gemia baixinho com o prazer renovado.

Pouco depois ele estava indo at� o fim, invadindo por completo a vagina ensopada. Como gostava de fazer com Vitor, tirava o consolo quase todo para depois enfi�-lo de uma vez, gemendo de prazer. J� n�o precisava das duas m�os, ent�o voltou a massagear os seios, cujos bicos intumescidos ansiavam por car�cias.

Quando sentiu o orgasmo se aproximar, aumentou o ritmo da m�o que segurava o p�nis artificial. Queria repetir o jeito do marido. A outra m�o, continuava a bolinar os seios macios, que tomavam formas excitantes com os movimentos.

Finalmente, o cl�max, acompanhado por um ganido que saiu de sua garganta.

Ofegante, deitou-se de lado abra�ando os joelhos. Mantendo o consolo dentro da vagina prolongou o gozo magistral at� que ele flu�sse totalmente pelo corpo.

- 3 -

Vitor ligou na noite seguinte.

— N�o paro de pensar na sua bunda!

— � mesmo?

— �.

— Ela ser� sua no s�bado!

— Voc� est� se preparando?

— Estou.

— Est� ansiosa tamb�m?

— Estou.

— Tenho sonhado com meu pau atolado nela!

— Nossa!

— � verdade.

— � preciso ir com calma.

— Eu sei...

— Voc� est� se masturbando agora?

— Estou... E voc�?

— Tamb�m... Estou enfiando o dedo nela...

— Cad� o nosso amiguinho?

— Est� guardado...

— V� peg�-lo...

— Para que?

— Para us�-lo ao inv�s do dedo!

— Est� bem... Espere um pouco...

Descansou o telefone sobre o criado-mudo e foi busc�-lo. N�o ia dizer que o usara na noite anterior. Talvez ele perdesse a vontade de brincar. Quando voltou aproveitou para tirar de vez a calcinha. Deitou-se de costas...

— Pronto, est� aqui!

— E voc�, est� pronta?

— Estou deitada de costas, com as pernas abertas!

— E molhada?

— Molhad�ssima!

— Que gostoso...

— O que voc� quer que eu fa�a?

— Que voc� o enterre na vagina e o fa�a entrar e sair at� gozar!

— Como voc� faz com seu pau?

— Sim!

— Mas ele n�o vai me encher de porra como voc� faz!

— Isso eu farei no s�bado. Na frente e atr�s!

— Ai, querido, mal posso esperar. Ele j� est� todinho dentro de mim. E agora?

— Fa�a-o entrar e sair at� gozar!

— Fa�o...

— Coloque o telefone perto. Quero ouvir o barulhinho.

— T�...

Do outro lado ele ouvia o som caracter�stico da vagina �mida sendo penetrada e os gemidos de Claudia t�o conhecidos. Ao ouvir um gemido mais forte percebeu que ela estava gozando... Ejaculou...

- 4 -

Acordou l�nguida no s�bado. Usava uma camisola curta. Eram nove horas. Espregui�ou-se sorrindo. Vitor chegaria no meio da tarde. Ligaria do aeroporto para avisar. Em meia hora estaria em casa. Nestes �ltimos minutos faria o enema. Estaria com o reto limpo e lubrificado, pronto para receber seu marido, que chegaria enlouquecido de tes�o, quase violento. S� depois de saciado � que voltaria às maneiras e movimentos calmos de costume.

Tomou um banho demorado. Depilou-se e aparou os pelos do p�bis, tornando sua vulva ainda mais delicada.

Na hora do almo�o comeu bastante salada e tomou muito l�quido. Depois de arrumar a cozinha, escovou os dentes caprichosamente e foi sentar-se na sala para aguardar o telefonema de Vitor.

Acabou por cochilar e acordou com o barulho estridente do telefone.

— Al�?

— Oi, amor! Tudo bem?

— Tudo bem. Voc� est� no aeroporto?

— Sim, estou de sa�da.

— Daqui a pouco estarei a�!

— T� legal... Um beijo... At� mais!

— Outro... At�...

Claudia apressou-se para fazer o enema. Tinha que estar pronta antes que ele chegasse.

Tinha terminado quando ouviu o ru�do do carro, correu para receb�-lo. Assim que ele adentrou a sala, abriu o roup�o, �nica peca que vestia, deixando que deslizasse para o ch�o e ofereceu-se nua, com os bra�os estendidos ao longo do corpo. Ele largou as malas e se aproximou devagar, olhos fixos nela. Acariciou o rosto macio. Era o m�ximo que podia ostentar de calma. Ent�o, abra�aram e beijaram-se avidamente.

Como esperado por ela, as m�os dele procuraram freneticamente o orif�cio entre suas n�degas. Ao encontr�-lo, enfiou-lhe o dedo maior o quanto pode. N�o se contendo mais, suplicou:

— Fique de quatro!

Obedeceu submissa, postando-se de quatro no tapete, ao lado do sof�. Fechou os olhos esperando a penetra��o. Seu cora��o batia descompassado. Sorriu. Sentia prazer em satisfaz�-lo.

Num segundo, Vitor tamb�m ficou nu. Olhou a linda bunda oferecida. Como era gostosa! Suspirou de satisfa��o.

Ajoelhou-se e posicionou o falo no orif�cio exposto.

N�o enfiou de uma vez. Apesar de estar quase louco de tes�o queria aproveitar-se da submiss�o de Claudia. Ela estava de quatro, pronta para qualquer coisa que ele quisesse fazer. Assim, pressionou o p�nis e viu o �nus alargar-se deixando-o entrar. A cabe�a estava dentro. Claudia gemeu. Ent�o, tirou e repetiu o gesto penetrando uns cent�metros a mais. Fez mais uma vez, e outra, e outra...

A cada nova invas�o, a esposa querida gemia mais alto, sentindo o falo do marido adentrar-lhe ainda mais fundo.

Quando estava totalmente atolado nela, que seu p�bis pressionava as n�degas macias, tirou-o todo e segurando-a com ambas as m�os pelas ancas, enfiou-lhe de uma vez! Claudia fechou os olhos e gritou! Seu rosto ficara congestionado pela dor e pelo susto.

Levemente preocupado ele esperou uns segundos e como ela n�o reagisse mais, come�ou um vai-e-vem fren�tico usando a for�a das m�os para ir at� o seu mais profundo rec�ndito.

Claudia cerrou as m�os e os dentes para suportar melhor. Perdera o controle sobre o esf�ncter. Sentia o �nus dilacerado.

Ele, por sua vez, sentia que p�nis era apertado por todos os lados. Movimentava-se cada vez mais r�pido, at� que urrando, gozou longamente.

Claudia sentiu os esguichos dentro de sua barriga. Um sorriso de satisfa��o surgiu em seus l�bios, conseguira suportar os arroubos do marido e como pr�mio recebera no seu interior mais um pouco de esperma.

- 5 -

Depois de um banho quente foram dormir. Ele estava cansado.

No entanto, bastaram alguns minutos de sono para despertar, outra vez, o desejo. Quando se virou para ajeitar-se melhor, viu que ela, nua, deitara-se de bru�os expondo sua bunda maravilhosa.

— Voc� � incr�vel!

Ela abriu os olhos.

— O que foi?

— Tenho certeza de que n�o existe no mundo bunda mais linda que a sua!

Claudia apoiou-se nos cotovelos, mantendo-se ainda de bru�os.

— Quer com�-la de novo?

— Voc� aguentaria?

— Bem... − refletiu, − ...acho que sim. Meu cuzinho est� um pouco dolorido. � s� come�ar para saber... — esticou o bra�o e pegou um frasco de lubrificante na gaveta do criado-mudo — Passe um pouco... Passe em voc� tamb�m...

O frasco tinha um bico aplicador. Vitor separou as n�degas dela e, delicadamente, enfiou-o no �nus para em seguida injetar uma boa quantidade. Claudia arrepiou-se quando sentiu o l�quido gelado em seu reto.

— Quer que fique de quatro outra vez?

— Quero.

Colocou-se de quatro sobre a cama. Ele posicionou-se entre suas pernas e enfiou o p�nis duro, extremamente duro, lentamente.

J� podia controlar o gozo agora. Assim, segurando Claudia pela cintura, fez o movimento de vai-e-vem por uns minutos. De olhos fechados, ambos apreciavam o prazer provocado pelo contato.

Pouco depois ele sussurrou:

— Venha...

Puxando-a pelos ombros, ajoelhou-se com as pernas juntas e fez com ela sentasse em seu membro com as pernas abertas. Gemendo baixinho, Claudia ajeitou-se para que o falo entrasse o m�ximo poss�vel.

— Me masturbe com a sua bunda...

Ela obedeceu sorrindo, pois tivera a mesma vontade. Apoiando-se nas m�os, come�ou a movimentar o quadril para cima e para baixo fazendo com que o p�nis dele entrasse at� o fim, ent�o rebolava um pouco para em seguida se afastar ate que ele quase sa�sse do seu buraco, ai repetia o gesto. Isso feito de forma cadenciada provocava em Vitor um prazer sem medidas.

N�o demorou muito para que sua lava a invadisse. Gozou intensamente!

No entanto, mesmo sentido que ele havia ejaculado, Claudia n�o parou os movimentos. Iria parar quando o p�nis do marido murchasse. Por�m ele n�o amoleceu muito permitindo que ela continuasse.

Ambos sentiram outra vez a mesma vontade: queriam que ele gozasse de novo!

— Fa�a voc� agora... — ela disse.

P�s-se outra vez de quatro para que ele fizesse o movimento de vai-e-vem. Vitor pensou que n�o fosse aguentar, mas notou que seu pau mantinha-se firme. Ent�o, n�o se fez de rogado: com o fogo ardendo de novo, arrancou de Claudia fortes gemidos com suas estocadas.

Quando chegou ao orgasmo, o suor pingava-lhe do rosto. Exausto, caiu de lado respirando forte. � medida que sua respira��o ia ficando menos intensa o sono ia tomando-lhe a alma. Logo dormiu.

Por sua vez, Claudia tamb�m se deitara de lado, de costas para ele, pensando que tinham exagerado. Sentia o �nus dolorido pelo uso excessivo. Ficou parada, quietinha, at� dormir tamb�m...

- 6 -

Quando tornou a abrir os olhos o quarto estava escuro. Viu que era quase meia-noite. Tinha dormido mais de seis horas. Levantou-se com cuidado para n�o acordar Vitor. Foi direto ao banheiro e tomou um banho demorado.

Quando estava lavando suas partes intimas constatou que ainda n�o tinha tido um orgasmo total naquele dia. Seu marido gozara tr�s vezes enquanto ela estivera apenas pr�xima de faz�-lo. Mas n�o estava chateada, pelo contr�rio, estava satisfeita com tudo que aconteceu. Sabia que ele n�o deixaria passar em branco: ainda naquela noite faria com ela tivesse um super orgasmo.

Enquanto pensava, enfiava o dedo m�dio na vagina na tentativa de limp�-la. N�o percebeu de imediato que demorava neste gesto porque uma sensa��o gostosa percorria-lhe o corpo.

Ao lavar o orif�cio anal, enfiou o mesmo dedo para sentir o quanto estava dolorido. Ficou satisfeita porque n�o do�a muito e poderia dar a bunda mais uma ou duas vezes no dia seguinte. Sim, claro, no dia seguinte. N�o se arriscaria a permitir outra vez naquela noite.

Terminou o banho e secou-se calmamente. Depois, vestindo apenas um roup�o foi para a cozinha preparar algo para comerem. Com certeza, ele acordaria com fome...

O barulho na cozinha o acordou. Levantou-se e foi tomar um banho, indo em seguida ao encontro dela, vestindo, tamb�m, apenas um roup�o.

— Oi.

Ela virou-se para ele sorridente.

— Oi, amor! J� tomou banho?

— Tomei.

Beijaram-se nos l�bios e abra�aram-se.

— Estou terminando de preparar alguma coisa para comermos.

— Que bom.

Jantaram conversando amenidades.

— O que voc� quer comer de sobremesa? — ela perguntou.

Ele sorriu.

— Voc�.

Ela sorriu tamb�m.

— Depois da sobremesa voc� me come. Que tal um sorvete agora?

— Est� �timo.

Terminaram de tomar o sorvete, ela juntou os objetos na pia e limpou a mesa.

— Amanh� lavo tudo...

Foram para a sala de estar, a mesma em que estiveram transando naquela tarde, e ligaram a televis�o. Sentaram-se no sof�. Ele passou o bra�o por sobre os ombros dela e ela apoiou o cotovelo em sua coxa. Dominando o controle remoto da televis�o com a m�o esquerda, ficou passando pelos canais procurando um programa interessante.

A m�o que estava no ombro dela, escorregou para dentro do roup�o e agarrou um seio firmemente. Claudia suspirou. Ele come�ou a apert�-lo delicadamente...

— Desligue a televis�o...

Ela falou e debru�ou-se sobre as coxas do marido procurando seu p�nis. Encontrou-o ainda amolecido. Sem pestanejar abocanhou-o e, gemendo de prazer, come�ou a chup�-lo gulosamente. Sentiu que ele crescia em sua boca, cada vez mais, ate ficar completamente duro e pronto para o embate.

Sem tirar a boca dele, movimentou-se e ajoelhou-se entre as pernas de Vitor. Assim podia mexer a cabe�a melhor, para faz�-lo entrar e sair de sua boca com facilidade.

De vez em quando parava uns segundos para olh�-lo. Era o p�nis mais bonito que tocara em sua vida. N�o era apenas bonito, era grande! N�o enorme, mas grande, roli�o. Podia passar horas com ele na boca.

— Claudia... Quero chupar voc� tamb�m... — ouviu Vitor dizer.

— Que bom... — respondeu, dando uma �ltima chupada no pau adorado.

Ent�o, deitou-se no sof� e colocou a perna direita no ch�o, escancarando-se.

Foi a vez dele abocanhar a vulva �mida e chupar o suco que a molhava.

Ficou assim por longos minutos, at� que aproveitando a posi��o em que ela estava, levantou-lhe a perna que estava assentada no ch�o e colocando o pau entrada da vagina, penetrou-a de uma vez.

Claudia quase gozou naquela hora. Ele come�ou a movimentar-se para faz�-lo entrar e sair. Ficou assim, dando-lhe estocadas ritmadas e profundas, para del�rio dela, ate sentir que ela externava o orgasmo contido nas ultimas horas e gozava ruidosamente.

Continuou movimentando-se mais um pouco, ent�o, tirou da vagina e posicionou o membro na porta do orif�cio anal.

Claudia percebeu a inten��o dele. Preocupada, arregalou os olhos e ia avis�-lo de que estava com �nus sens�vel, mas n�o deu tempo, ele j� estava atolado dentro dela. Apenas gritou um ai prolongado!

No entanto, apesar do susto que levou, a dor n�o era grande, pelo contr�rio, quase n�o do�a. Assim, relaxou e, sorrindo, apreciou as metidas do marido em sua bunda.

Seu sorriso ampliou-se quando ele inundou-a mais uma vez com seu esperma abundante.

- 7 -

J� passava do meio-dia quando acordaram no dia seguinte. Cada qual tinha algumas coisinhas pessoais para fazer e quando perceberam j� era noite outra vez.

Resolveram sair de casa para jantar. Voltaram por volta das onze horas, afinal ela tinha que trabalhar no dia seguinte.

Colocaram logo a roupa de dormir, escovaram os dentes e foram se deitar. Ficaram abra�ados na penumbra proporcionada pelo abajur.

— Que fim de semana gostoso. Estou com a bunda um tanto dolorida, mas valeu a pena!

Ele riu.

— Est� doendo muito?

— Um pouco...

— Ent�o n�o d� para com�-la mais uma vez?

Ela fingiu espanto.

— De novo?

— Sim, se voc� aguentar!

Claudia esquivou-se, preocupada com o estado em que se encontrava seu �nus. Estava realmente dolorido. Podia at� deixar, no entanto, fez uma proposta que ele aceitou logo.

— Vamos fazer assim: hoje voc� goza na minha boca... Faz tempo que n�o faz isso. Prometo que dou uma chupada bem gostosa nele.

Vitor gemeu.

— E o que mais?

— Amanh� de manh� voc� come a minha bunda. Que tal?

— Adorei.

— Assim d� mais tempo para o meu cuzinho se recuperar.

— Certo, para mim est� �timo. Pode come�ar!

— Ent�o, relaxe...

Em ato cont�nuo posicionou-se entre as pernas dele e engoliu o p�nis endurecido. Suspirou de prazer! Como gostava de fazer aquilo! Que pau gostoso! pensou. Dava beijinhos nele e o engolia na sequ�ncia. For�ava-o em sua garganta at� engasgar. Tentava, literalmente, engoli-lo!

Depois de longos minutos nessa batalha, estando ligeiramente cansada, decidiu faz�-lo ejacular. Segurando-o pela base, o que parecia fazer com que ele aumentasse de tamanho, come�ou a movimentar a cabe�a para faz�-lo entrar e sair de sua boca.

Estava assim, quando sentiu que ele come�ava a jorrar. N�o parou, nem engoliu nada, at� que ele terminasse de gozar. Com a boca cheia de esperma, separou-se dele para engolir aos poucos, saboreando com prazer, como se degustasse um vinho.

- 8 -

Acordou na manh� seguinte com as car�cias de Vitor. Ele n�o tinha desistido de comer a bunda dela. Sorrindo, esticou a m�o e pegou o tubo de lubrificante na gaveta do criado-mudo. Sem hesitar, tirou a calcinha, enfiou o aplicador no �nus e injetou uma boa quantidade l� dentro. Em seguida, passou um pouco na entrada.

— Pronto, aproveite... Ela � toda sua...

Permaneceu de lado, ajeitando melhor o rosto no travesseiro. Ele aproximou o falo endurecido, colocou-o na porta e empurrou suavemente. N�o encontrando resist�ncia, foi entrando at� n�o poder mais. Estava inteiro dentro dela. O p�bis de Vitor encostava-se nas n�degas de Claudia, que agarrava-se ao travesseiro para suportar melhor a dor. N�o obstante, seu rosto mostrava-se tranquilo. Estava adorando ter o pau atolado nela. Come�ou a rebolar para senti-lo melhor. Ao mesmo tempo, ele come�ou o movimento de vai-e-vem. Pouco depois Vitor gozava.

Claudia sorriu ao sentir os esguichos e os estertores do corpo que desabava na cama. Fechou os olhos, satisfeita. Que fim de semana!

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