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FLAGRAS QUANDO NAMORAVA A MARIANA

O relato que passo a contar para voc�s teve in�cio quando comecei a namorar com a minha ex esposa Mariana (morena, cabelos e olhos pretos, seios m�dios) e passei a frequentar a sua casa, depois de uns 06 meses de namoro. Nos 06 primeiros meses de namoro nos encontr�vamos em outros locais, como restaurantes, bares, shopping, cinema, motel, hotel, etc.

Mas o que quero relatar se deu a partir do momento que passei a frequentar a sua casa, aonde eu ia quase que diariamente, à noite. Durante esse per�odo de namoro eu j� havia confidenciado a ela do meu tes�o por mulheres com a buceta raspadinha, lisinha (e ela, j� passou a deixar a sua como eu gosto) e tamb�m da minha tara por anal (por um cuzinho apertado).

Quando eu chegava a sua casa ela j� vinha me receber ou usando vestidinhos ou saias, raramente de short, e quase sempre sem calcinha; quando estava de calcinha durante os nossos sarros ou eu tirava ou ela mesma tirava. Geralmente fic�vamos no jardim ou na entrada de as casa, numa �rea existente, onde ficavam umas cadeiras.

Fic�vamos no maior amasso no jardim, ela esfregando a buceta em meu cacete duro, eu levantava o vestido dela, alisava a sua buceta, massageava o grelinho dela, enfiava os dedos, a deixava toda lambuzada, enquanto ela alisava meu cacete por cima da bermuda, eu colocava o cacete para fora e ficava ro�ando com ele em toda a extens�o de sua buceta e quando ela j� estava bem excitada, eu penetrava gostosa a sua buceta, que engolia o meu cacete, ela apertava o meu cacete com a sua buceta (uma del�cia). Eu tamb�m gostava de meter com ela de costas para mim, ela ficava na ponta dos p�s ou eu me abaixava um pouco (por ela ser mais baixa que eu) e eu metia gostoso em sua buceta (adoro meter na mulher por tr�s) e tamb�m passei a fuder o seu cuzinho, em p�, ela ficava de costas, as vezes se apoiava em uma planta e eu metia gostoso em seu cuzinho apertado, era uma del�cia isso tudo. Fudemos muito nesse jardim. Confesso que n�o sei dizer se algu�m chegou a perceber algo ou ver, mas acredito que sim.

E o mais excitante de tudo isso era a possibilidade de sermos pegos no flagra, pois de vez em quando aparecia algu�m, que chegava ou saia de casa, que vinha perguntar algo a ela, e t�nhamos que ficar quietinhos (imagine voc� metendo em sua namorada e aparecer a sua irm� ou m�e e voc� ter que diminuir o ritmo, ficar conversando como se nada tivesse acontecendo, um tes�o isso, muito excitante mesmo.

Teve uma vez que estavamos sentados nas cadeiras da �rea, no maior amasso (ela vestia um vestido folgado e j� estava sem calcinha e eu de bermuda e sem cueca), eu alisando ela, tocando em seus seios, alisando sua bucetinha, o grelinho, ela acariciando o meu cacete, estavamos na maior excita��o, quando ela pede para sentar em meu colo, eu j� sabendo o que ela queria, coloquei o meu cacete para fora e disse, chega minha gostosa, senta aqui, ela ficou de lado, como se estivesse sentando no bra�o da cadeira, afastou o vestido e sentou em cima de meu cacete que foi engolido pela sua buceta molhadinha de tanto tes�o, e ficamos assim, eu alisando a sua buceta, ela cavalgando, apertando meu cacete, rebolando, era muito tes�o, quando est�vamos quase gozando, eis quem chega na porta para falar algo ou para espiar o que rolava, a sua m�e, e tivemos que ficar paradinhos na hora e disfar�ar o que rolava, ela parou de rebolar, mas n�o parou de apertar o meu cacete com a sua buceta (eu incentivava ela na arte do pompoar e ela fazia muito bem isso). E ficou conversando com a m�e como se estivesse s� sentada em meu colo, inocentemente, mas na realidade estava engolindo o meu cacete que j� estava a ponto de inundar a sua buceta com o meu gozo, ainda mais com ela apertando ele daquele jeito.

A sua m�e ficou conversando com ela durante uns cinco minutos, que duraram uma eternidade, at� que entrou e ela voltou a cavalgar em meu cacete e eu alisando a seu grelinho e com ela ela rebolando em meu cacete e apertando-o, chegamos a um orgasmo delicioso, onde inundei toda a sua buceta com minha porra.

As vezes transavamos tamb�m no sof� de sua casa, enquanto algum estava l� fora ou nos quartos, tudo bem rapidamente. Eu tamb�m gostava de fazer car�cias ousadas nela quando alguma de suas irm�s estava por perto, eu tinha um tes�o por uma de minhas cunhadas. Essa sensa��o de ser pego no flagra era um ingrediente a mais para aumentar o nosso tes�o.

Moro em NatalRN e espero que tenham gostado do relato e mantenham contato atrav�s do e-mailMSN: [email protected] ou do twitter: twitter.comsrfetiche

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