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DIARIO DA FLOR - MINHA PRIMEIRA GOZADA

Ol� mais uma vez a todos que acompanham meus relatos e àqueles que visitam meu conto pela primeira vez. Bom, como disse no meu outro conto sobre a perca da virgindidade, havia gostado da foda mal dada e estava afim de saber se era s� aquilo ou se tinha algo melhor que o que o Fl�vio tinha me proporcionado em minha primeira vez. Com isso acabei buscando informa��es em revistas, v�deos e livros sobre tudo o que falava de sexo. Paralelamente a isto fui me enturmando com a galerinha que tocava o terror no col�gio s� para ver se as pirainhas do col�gio n�o contariam nada aos professores para que estes n�o falassem para meus pais o que sua filhinha andava aprontando. Em uma das minhas pesquisas nos filmes e livros via algumas posi��es que me deixavam louca de tes�o como a posi��o "frango assado" e "cachorrinho, ou de 4" que deixava a mulher submissa ao seu macho e a "cavalgada" que deixava o cara quietinho enquanto a mulher fazia o servi�o. Al�m disso vi cenas de oral que me deixavam muito curiosa. Nesta �poca notei que al�m de tudo o que me deixava mais tarada eram as posi��es mais hardcore com os caras mais put�es mesmo, que chegavam e iam fazendo da mulher gato e sapato. Mas com jeitinho. Na turminha da escola al�m das piranhas haviam alguns carinhas que ficavam sempre se misturando. � bom deixar claro que odiava esse tipo de grupinho, mas era for�ada a fazer isto. Pois bem, na semana que se passou da foda de Fl�vio, fui conhecendo um pouco mais das meninas. Eram do tipo periguete, bonitas, mas que ficavam dando em cima dos carinhas que tinham status (quem mora em interior j� deve ter identificado o tipinho). Os caras que elas conheciam eram at� bonitinhos, s� que calados. Quando falavam dava vontade de vomitar. Era um achismo que me deixava at� sem gra�a, os caras s� falavam o que eles tinham, ali�s, o que os pais deles tinham. N�o falavam de nada interessante. S� deles e quando falavam de mim ou das meninas era algo de duplo sentido ou com sentido de foda mesmo. Uma palha�ada! Mas fui me enturmando. Entre as meninas, a L�cia, que chamavam de Lulu, era a mais experiente e rodada. Conhecia quase todos os caras e era a mais bonita tamb�m. No entanto, se achava demais e n�o era muito de conversa. Gostava de pessoas de atitude. Apesar de tudo eu admirei ela por ela ser muito forte nesse aspecto. Pois bem. Passado alguns dias consegui conversar um pouco com ela e para minha surpresa ela gostou de mim o que me deixava com um status entre as piranhas maior. Nada de se vangloriar. Mas a partir de ent�o as meninas ficaram muito pr�ximas de mim e pude perceber que n�o era para se dar bem em trabalhos de grupo ou coisa do tipo. Com o tempo descobri que Lulu era louca num carinha que, outra surpresa, era do tipo nerd. Ela havia dito isso s� pra mim e queria que n�o contasse a ningu�m. Depois de um tempo disse a ela que poderia ajudar ela a ficar com ele desde que ela me arrumasse um cara safado pra mim. Ela riu horrores e pediu desculpas pelos risos, mas ela havia ficado surpresa por pedir o mais safad�o. Ela logo falou sobre ele, que era do tipo que sabia fazer as coisas, mas que n�o sentia sentimentos por ningu�m. Ou seja, era s� sexo mesmo e tchau! Diferente dos carinhas que se achavam, ele era na dele, moreno com um corpo normal, e n�o se sentia o tal. Pedi a ela pra ver ele e no fim da aula ir�amos no col�gio dele. Sair�amos mais cedo do nosso col�gio e ele era de um col�gio particular de alto n�vel perto do nosso. No caminho ela me contou do que ele tinha feito com ela. Que ela achou o m�ximo e que às vezes eles repetiam a dose. Poucas meninas sa�ram com ele apesar de tudo e todas elas n�o ficam na cola dele. Ele odiava isso, era ele quem procurava por elas e normalmente pra transar. Era do tipo insaci�vel e que se gostasse da transa, com certeza rolaria mais vezes. Ao chegarmos no col�gio estava cheia de tes�o pelo cara que nunca tinha visto. Ficamos um pouco na porta da escola dele e logo o sinal bateu para que eles fossem embora. Na sa�da pude perceber que muitos rapazes cumprimentavam Lulu. Fiquei at� com medo da fama dela cair em mim, mas dava pra ver que ela era popular com os caras e as meninas de todos os tipos. Quando ele chegou, o nome dele era Marcos, notei que meus olhos devem ter brilhado. Al�m de tudo ele era muito lindo. Olhos claros e estilo simples. Cumprimentou a Lulu e ela me apresentou pra ele. Notei que ele havia gostado de ter me visto. Lulu dizia que eu gostaria muito de sair com ele qualquer dia desses. Nesse momento me senti uma prostituta sendo negociada pela cafet�. Ele logo passou o n�mero dele pra mim e disse para ligar para ele naquela noite. Lulu agradeceu a ele e ele me abra�ou com um jeito um pouco mais vulgar passando sua m�o levemente por minha bundinha dizendo que nos ver�amos mais tarde para nos divertir. Ele logo se foi e n�s duas fomos para o outro lado. Lulu dizia que estava feito e que era pra ligar pra ele mesmo n�o querendo. Ela dizia que ele ficou na minha e que a liga��o j� seria pra marcar uma transa. Ela nem precisava falar n�. Fiquei tarada e com cismas que logo passaram. Afinal, n�o seria t�o ruim assim. Pelo menos ruim como Fl�vio n�o poderia ser. Lulu dizia que amanh� queria saber dos detalhes e de como ela faria para se aproximar de seu nerd. A noite, pr�ximo das 7, liguei para Marcos. Depois de alguns toques ele atendeu. Me identifiquei e ele disse que gostaria muito de me conhecer na casa dele dali a duas horas. Com muito respeito ele falou que seria melhor nos falarmos por l� e dizia que assim seria melhor para relaxar e curtir o momento. Como queria transar com ele, n�o fiz cu doce, concordei que estaria ali às 9. O complicado foi arrumar uma hist�ria pra minha m�e j� que n�o saia a noite nem mesmo pra trabalhos. Disse que sairia aquela hora porque tinha que ajudar uma amiga num trabalho. O bom � que ela disse que se demorasse poderia at� dormir por l�. Fui pra casa de Marcos tremendo. Ao chegar na porta bati no port�o e em poucos segundos ele abria a porta me convidando para entrar. Elogiou minha roupa, o cabelo e que estava muito linda. Aquilo me deixou muito tranquila e o respeito dele por mim era muito bom. Depois de alguns minutos, j� dentro da casa dele ele dizia que tinha me achado muito linda e que gostaria de saber como era meu beijo. Ele mal falou isso e eu j� fui pra cima dele meio desajeitada beijando ele. Foi um beijo intenso e muito gostoso. Ele logo pegou por baixo de minha bunda e colou no colo dele de frente pra ele. Continu�vamos a nos beijar e logo senti o pau dele me cutucando por baixo. Ele tirou sua camiseta e tirou a al�a de meu vestido. Ao cair pela cintura ele viu que estava sem suti� e ficou louco. Pegou delicadamente meus seios e come�ou a beij�-los e a chup�-los de leve. Aquilo me arrancava suspiros cada vez mais intensos e longos. Em instantes percebi sua m�o procurando por minha bocetinha. Ele era muito habilidoso e com uma m�o colocou a calcinha de lado para tocar uma siririca de leve de frente pra ele enquanto me beijava e chupava meus seios. Ao me ver suspirando forte e gemer ele percebeu que n�o era t�o experiente, tanto que chegou a dizer que era pra ficar calma e que o momento seria muito gostoso. Ele pediu para me levantar um pouco dele e ele logo tirou seu caralho pra fora. Como era lindo o pau dele. Era grandinho, devia ter uns 19 cm, mas era reto e grossinho. Muito lindinho mesmo.FIquei com �gua na boca louca pra sentir o caldo de sua pica. Ele percebeu e me mandou ficar de 4 no sof� enquanto o chupasse. Peguei em seu pau e o abocanhei. Logo fiquei movimentando minha cabe�a freneticamente em seu pau. Ele continuou a passar sua m�o em minha xana enquanto que com a outra m�o segurou gostosamente em meu cabelo controlando meus movimentos em seu pau. Aquilo demorou alguns minutos e sua m�o passando em minha xaninha semi-virgem me deixava louca. Tirei seu pau da sua boca pra tentar falar pra ele me foder e ele nem sequer permitiu que fizesse isso. Pegou minha nuca e colocou minha boca contra sua pica. Nossa, aquilo j� era tortura. E das gostosas. Tentei novamente e ele pensou que era fazendo cerinha com ele. L�gico que ele amou aquilo e come�ou a fazer aquilo com mais intensidade. At� que ele chegou em meu ouvido e come�ou a dar leves mordidinhas. Nossa... Na hora faltou f�lego e ele come�ou a for�ar minha boca cada vez mais no seu pau. Dizia que queria ver at� onde seu pau conseguiria entrar em minha boca at� que num dado momento o pau dele parecia me engasgar. Ele tirou minha cabe�a de seu pau e eu dei uma engasgada de leve. Era um pouco desagrad�vel a sensa��o, mas era gostoso por estar sendo t�o submissa às vontades dele. Ele pegou uma camisinha num c�modo do lado e colocou em seu pau dizendo: N�o precisa tentar dizer que t� afim de ver meu pau entrando em voc�, sua xaninha t� falando por voc�.Ele terminou de dizer isso e eu pulei em cima do seu colo como na posi��o anterior e coloquei ele na entrada da minha xana. Ele foi enfiando e puxando meu corpo contra o dele de leve. Quando senti seu pau todo dentro de mim suspirei forte e ele sorriu dizendo: O que foi? Nem come�amos ainda. Agora trate de pular em cima do meu pau feito uma vadiazinha. Vamos... Uau... Muito melhor que o programado. N�o sabia que uma humilha��o leve seria bem vinda com alguns palavr�es. Entrei no jogo dele e comecei a pular de leve. Ele estava fingindo que nem sentia nada. Aquilo me deixou irada e a cada vez que via ele tentando ver a tv me movimentava cada vez mais at� que consegui me equilibrar para dar pulos em sua vara. Da� ele disse que estava gostoso mas que iria me ensinar a foder. Nessa hora senti algo muito gostoso, uma sensa��o que vinha de dentro, muito gostosa mesmo e comecei a gemer e a segurar ele naquela posi��o. Era minha primeira gozada, e foi intensa e demorada. Quando percebeu isso, Marcos deu alguns tapinhas na minha bunda e puxou meu cabelo. Fechei meus olhos e gritei feito uma louca na vara dele. Que macho gostoso! Ele se deliciou com a imagem e disse que agora faltava ele. Ele queria saber o que faria para fazer com que ele gozasse. Meu corpo tremia e suava, mas queria mais. Disse a ele que queria experimentar mais posi��es j� que aquela era minha segunda foda. Ent�o essa tem que ser melhor que a primeira n�? disse o safado que me tirou de cima dele e me mandou ficar de 4 no sof� com as m�os por cima do encosto das costas e os joelhos na parte de baixo. Feito isso ele meteu seu pau de uma vez na minha xaninha molhada, suada e gozada. Meteu de leve e foi acelerando. Dizia que minha bundinha era muito gostosinha e que eu de 4 era uma vis�o muito gostosa. Se desconcentra-se ele at� gozaria assim. Ent�o daquele jeito, pra provocar dei uma olhada pra ele e fiz uma carinha de pidona enquanto empurrava meu quadril pra cima dele. Ele deu um tapinha na minha bunda e disse pra n�o fazer aquilo, que ele queria me usar mais pra poder gozar gostoso. Disse a ele que queria sentir seu leitinho escorrendo em meu rosto e dentro da minha boca colocando um dedo dele em minha boca chupando. Marcos enlouqueceu e disse: Voc� quer leitinho �? Deixa preparar ele com carinho dentro da sua xaninha. Me pegou pelo quadril com mais for�a e come�ou a meter feito uma m�quina. A cada estocada sentia seu pau cada vez mais duro e grosso. Estava adorando aquilo e pedia pra ele me comer feito homem. Ele acelerava mais e mais e dava tapas em minha bunda. Sentir seu saco batendo em minha xana era algo que me deu muito tes�o e logo estava pronta pra gozar de novo. Ele passava a m�o nos meus seios e no meu cabelo at� que pediu pra ficar na posi��o frango assado no sof� com ele por cima. Ele era muito bom no que fazia. Realmente insaci�vel. Quando mudei de posi��o vi a hora no rel�gio da parede e j� eram 19 e meia. J� eram pouco mais de uma hora de foda. Quando ele meteu na minha xana daquele jeito ele olhou nos meus olhos e disse que queria me ver gozar daquele jeito olhando nos olhos dele. O maldito sabia das coisas mesmo. Ele tinha sentido que estava prestes a gozar de novo. De repente ele foi metendo de leve e bem gostosinho. Aquilo me enlouqueceu e eu cravei minhas unhas nas suas costas enquanto gemia forte e sentia minha contra��es com mais intensidade que na primeira vez. Ele tamb�m sentiu e disse que n�o aguentava mais que depois de mim seria a vez dele me dar leitinho de macho. Gozei gostosamente e satisfeita em seu pau. Em troca estava faminta por sua porra. Depois que gozei ele tirou sua vara da minha xana, jogou a camisinha de lado e puxou minha cabe�a pra seu pau. Mal coloquei meu pau e ele gozou rios de porra na minha boca sem deixar que tirasse seu pau de dentro da minha garganta. Depois de gozar eu reuni a porra e cuspi num copo que estava perto da gente, limpei seu pau com a boca, que logo estava duro novamente, e engoli a sobra. Em seguida vi ele pegando pelo meu queixo e me levantando pra me dar um beijo muito gostoso. Ele era fant�stico. Me deu um abra�o gostoso e disse que tinha gostado muito de ter me conhecido melhor. Disse que era uma garota muito gostosa e que merecia um cara melhor que ele. Fiquei meio sem gra�a com isso, mas j� havia me preparado pra uma chutada. No entanto, pra surpresa geral, ele me disse que se n�o f�sse inc�modo, que queria sair mais vezes comigo, desta vez pra conversarmos. Fiquei alegre e disse que quando ele quizesse, poderia me procurar a qualquer instante. Da� ele disse que n�o, que era eu quem procuraria ele. Voc� me deu a melhor noite dos �ltimos anos gata. S� n�o conta isso pra ningu�m. Mas s� sairei com voc� se voc� quiser. Pode me ligar a qualquer hora que deixarei de fazer o que estiver fazendo pra ficar contigo. S� n�o quero namorar contigo. Tu pode ficar com quem quiser al�m de mim do jeito que eu tamb�m poderei ficar com quem quiser. T� bom?. Concordei com ele e dei um beijo mais gostoso e intenso ainda. Ele me chamou pra tomar banho com ele e disse que faria quest�o de me levar em casa. Tomamos banho juntos na maior pega��o. Depois ele me vestiu a minha roupa e tornou a me elogiar. Pr�ximo da meia noite est�vamos na porta de minha casa. Como se n�o bastasse ele fez quest�o de aparecer para minha m�e para dizer que tinha sido levada por ele e para n�o se preocupar. Havia dito a ele minhas desculpas para ir ao seu encontro e ele se apresentou como um amigo de minha amiga que estava junto no trabalho. Minha m�e n�o suspeitou e quando ele se foi elogiou ele bastante. Marcos tinha sido muito gentil comigo. No outro dia ao dizer o que aconteceu pra Lulu, ela disse que a �nica coisa de diferente que ele fez com ela foi que ele disse que s� ele ligaria pra ela. Pra Lulu ele tinha se apaixonado por mim. Em tr�s dias consegui marcar um encontro com ela e o nerd que a achava muito linda mas n�o tinha coragem de chegar nela. Ela disse que ele era muito legal e s� no terceiro encontro rolou o que ela queria. Segundo ela, o nerd mandou bem. Ela chegou a ficar um pouco na cola dele ainda. Mas ele que n�o quis levar a s�rio. Depois da primeira vez com Marcos foi inevit�vel procur�-lo para outras oportunidades que terei o prazer de contar nos outros contos...



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Um abra�o a todos que leram meu conto. Leia os outros tamb�m (todos ter�o no in�cio do t�tulo a palavra "diario"). Beij�o a todos e at� mais. Terei mais dezenas de contos para voc�s em breve!!!

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