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TRAINDO MEU MARIDO II

Passadas algumas semanas fui surpreendida pela imagem do mesmo “amigo” me abordando na rua. Aproximou-se inesperadamente e, ap�s cumprimentar-me, passou a descrever ofegante o quanto desejou, nos �ltimos dias, me rever. Tentando se aproximar de mim, suplicou para que sa�ssemos juntos mais uma vez. De imediato rechacei a id�ia, mas depois pensei na possibilidade de tirar a prova dos nove e comprovar se realmente ele teria o mesmo “f�lego” que demonstrou na primeira vez. No outro dia, mandei um email perguntando como far�amos para nos encontrar. Em seguida tomei um banho demorado e segui para o local marcado.

Ap�s passar por alguns outros locais segui para a biblioteca do trabalho – novamente ela – onde ele deveria me aguardar. Adentrei pela porta e procurei pelas salas, somente o encontrando numa das salas de estudo, mais isolada. Ele levantou-se e veio ao meu encontro j� com olhar e sorriso nitidamente maliciosos. Ele fez men��o de que iria me abra�ar, mas logo apareceu uma pessoa na sala e ent�o nos cumprimentamos rapidamente e seguimos para a sa�da da biblioteca, imaginando darmos uma volta juntos. Descemos para a rua, por caminhos separados. Entrei no meu carro e o apanhei um pouco mais a frente, j� num local mais afastado do tumulto do local de trabalho.

Assim que entrou no carro ele me arrebatou e me beijou demoradamente. Seguimos em dire��o a um estacionamento pr�ximo e ele assumiu a condu��o do ve�culo e continuamos a caminho de um determinado local onde as pessoas namoram dentro do carro, enquanto vislumbram as luzes da cidade no horizonte, à beira de um lago. Assim que paramos o carro num local mais afastado do estacionamento, à margem do lago, ele se jogou por cima do banco do carona - onde eu estava sentada - me beijando profundamente e ao mesmo tempo passando a m�o por dentro da minha blusa.

Comecei a sentir o meu sangue esquentando e meu corpo estremecendo. O peso do seu corpo sobre o meu – meio que desajeitadamente, devido ao pouco espa�o f�sico – j� me fazia perceber o volume dentro de suas cal�as. Os beijos eram cada vez mais quentes e eu j� estava ficando excitada, enquanto ele passeava com a m�o por debaixo da blusa que eu usava, acariciando minha cintura e minha barriga, apertando-as, enquanto dan�ava com a l�ngua dentro de minha boca, ora imitando o ritmo de uma penetra��o, ora mordiscando meus l�bios e lambendo-os.

Ent�o ele resolveu desabotoar os primeiros bot�es da minha blusa – decotada e justa – e em seguida foi mais f�cil desatar o simples feixo frontal que atava meu suti�, tornando meus seios completamente acess�veis e estrategicamente disfar�ados pelos babados da blusa quando algum transeunte amea�ava se aproximar, passeando nas cal�adas relativamente pr�ximas ao estacionamento. Ele chupou demoradamente cada um dos mamilos e eu j� estava muito excitada, sentindo minha calcinha molhada e decidida a sair dali e ir a um local mais apropriado. Paramos com tudo e decidimos ir para um motel. No caminho ele mantinha a m�o ora sobre minhas pernas - que neste dia estavam inacess�veis dentro de uma cal�a jeans bem apertada – ora acariciando minha nuca, por baixo dos cabelos longos.

Chegamos ao local – bem agrad�vel ao contr�rio da maioria do g�nero – e subimos para o quarto j� ouvindo o som de gemidos dos filmes porn�s que costumar ficar à disposi��o dos clientes. Um ambiente super estimulante, bem decorado, com luzes estrat�gicas e avermelhadas, espelhos, degraus e bancadas, com v�rias op��es de locais para deitar-se e apoiar-se, foi o que imediatamente pensei quando entrei no quarto.

Logo que entrei no quarto ele me agarrou e me apertou contra si, me levantando do ch�o e me colocando num n�vel acima, ou melhor, em um dos pequenos degraus que levavam at� a cama. Enfiou as m�os por debaixo da blusa e come�ou a tir�-la j� com as m�os acariciando os meus seios e minha barriga.

Depois me jogou sobre a cama e deitou-se em cima de mim e j� apertando seu corpo excitado contra o meu, foi abrindo minha cal�a e colocando a m�o por dentro do z�per, como quem n�o aguentava esperar a retirada total da roupa e estava desesperado para sentir minhas entranhas. Senti seus dedos chegando at� meu clit�ris e o acariciando, enquanto me beijava. Percebi o quanto seu �rg�o estava rijo e comecei a apert�-lo, tamb�m, ainda sobre a cal�a.

De repente levantou-se e puxou com presa toda minha roupa e tamb�m a dele e se jogou novamente em cima de mim, esfregando seu p�nis duro pelo meio das minhas coxas, apenas para que eu sentisse o volume e a rigidez, mas sem se aproximar da minha vagina ainda. Quando tirou minha calcinha j� percebeu que eu estava molhada e enquanto esfregava seu p�nis nas minhas coxas eu percebia que eu tamb�m j� o molhava com minha excita��o. Comecei a acariciar e esfregar seu p�nis, enquanto ele me masturbava.

Beijou todo o meu corpo, come�ando pelos seios, barriga, coxas, virou-me ent�o de costas e seguiu lambendo a nuca, desceu pelas costas, mordiscando meu bumbum, minhas coxas e ent�o me deixou tremendo quando abriu devagar minhas pernas e – eu ainda de costas – chupou minhas coxas e vou adentrando devagar... chupando, chupando...at� chegar a minha vagina... Senti os p�los todos do meu corpo se arrepiando completamente....quando ent�o eu me empinei, levantando um pouquinho os quadris da cama para que sua l�ngua pudesse ter acesso a todo meu sexo....

Continuei deitada de costas, mas me rendi e deixei meu corpo jogar-se completamente sobre a cama, quando ent�o ele tamb�m se jogou sobre mim e passou a esfregar seu p�nis no meu bumbum, nos vales das minhas pernas e, em seguida, come�ou a amea�ar a penetra��o, esfregando e for�ando seu p�nis na minha vagina, mas sempre deixando de penetrar quando j� parecia estar bem pr�ximo. Esse movimento de investida e recuada do seu �rg�o me deixava louca. Quanto eu mais desejava que ele entrasse e pensava que enfim ele me penetraria, ele recuava e voltava a se esfregar e ro�ar por fora.

Virou-me de frente e, nesse instante eu estava meio que entregue ao ritmo que ele ditava. Novamente me chupou, detendo-se no clit�ris com a l�ngua em movimentos lentos, mas firmes, ora deslizando sua l�ngua em movimentos de sobe e desce, ora em movimentos circulares bem firmes, especialmente sobre aquele pontinho m�gico...

Ent�o pedi que colocasse a camisinha, ele colocou e rapidamente voltou para cima de mim. Novamente me virou e eu fiquei deitada de costas, enquanto ele lambia minhas costas e nuca. Eu era toda arrepio e at� tremor. E novamente passando pelos movimentos de “amea�a” e “suspense”, enfim, ele me penetrou com firmeza, quando eu j� n�o aguentava mais esperar e j� estava visivelmente muito excitada. Novamente senti bastante press�o e um pouco de dor, quando seu p�nis grosso e rijo me penetrou, mesmo estando molhada. Penetrava-me com for�a e de repente diminu�a o ritmo .... permanecia um tempo penetrando devagar... e novamente recome�ava com for�a e eu me aproximava, gemendo baixinho....do orgasmo....

Depois pediu para que sentasse em cima dele. E ent�o eu cavalguei, me mexi e rodopiei de v�rias formas enquanto sentada em cima de seu p�nis, para que assim ele penetrasse cada vez mais profundamente e pressionasse cada vez mais os pontos que me faziam sentir que ia gozar....e ent�o gozei demoradamente....

Ele levantou o corpo e sentou-se, e assim continuamos atracados, eu me movimentando e olhando para os espelhos do teto e dos arredores enquanto ele abria e fechava os olhos, contraindo o rosto de prazer. Ent�o ele perguntou o que eu queria exatamente que ele fizesse para eu ficar completamente louca de tes�o...do que eu gostava....e eu comecei a assumir o comando nesse instante....

Levantei bruscamente para pegar nova camisinha, pois a primeira havia sa�do. Ele recolocou e ent�o eu o chamei para vir at� mim... por tr�s, meio que de p�...Ele me encostou na bancada de pedra que havia ao lado da cama, e enquanto eu empinava o bumbum para criar uma posi��o melhor, ele me penetrou, gemendo, me chamando de gostosa e perguntando se eu queria e aguentava gozar outras vezes. Disse que sim....e ent�o voltamos para a cama e recome�amos passando novamente por quase todas as posi��es j� usadas....

Fui ditando as posi��es e movimentos, conforme queria voltar a experiment�-las. Em determinado instante fiquei de quatro e ele me penetrou profundamente enquanto passava os dedos em movimentos circulares e suaves pelo meu clit�ris, habilidosamente fazendo os dois movimentos simult�neos: a massagem e a penetra��o. Fui escorregando as pernas at� que meu corpo caiu novamente sobre a cama, voltando à posi��o que mais usamos, de costas, e ele continuou me penetrando, com a m�o por debaixo de mim, demorada e constantemente massageando meu clit�ris....e ent�o perguntou baixinho no meu ouvido se podia gozar dentro de mim....eu respondi que n�o...e ent�o ele tirou seu �rg�o de dentro de mim, para gozar fora...gemendo...

Ca�mos deitados ali e depois fomos para o banho....j� est�vamos exaustos, mas ele parecia querer ter tempo para continuar... ainda mais...depois do banho! Mas n�o havia mais tempo....era hora de ir!!

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