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IRM�O COM IRM�O: APOSTEI E TRANSEI

O que relato aqui, foi minha primeira experi�ncia homossexual, e �nico incesto que pratiquei. Confesso que sempre fico excitado quando lembro, mas por quest�es culturais, n�o creio que seja certo a pr�tica sexual entre parentes, tenho consci�ncia de que o que aconteceu, aconteceu, foi uma �tima e excitante experi�ncia, mas n�o haver� repeti��o.



Tenho 40 anos, pele clara, sempre fui ligeiramente gordinho, de coxas grossas e bunda grande. Sempre fui muito viril, meu pau mede cerca de 19 cm, � fino, mas sempre bem duro e altivo, me considero bonito e principalmente, muito tarado. Sempre fantasio situa��es “imposs�veis”, mas algumas vezes acabo realizando essas fantasias, como neste caso, que realmente relatarei o ver�dico.



Apesar de ser heterossexual, por op��o e convic��o, e h� mais de 19 anos n�o ter qualquer esp�cie de relacionamento sexual com homens, considero essa experi�ncia como uma �tima e excitante, vivida por mim.



Sempre tive uma conviv�ncia familiar harmoniosa. Tenho tr�s irm�s e dois irm�os. Um desses irm�os, sempre foi o mais pr�ximo a mim, por ter quase a mesma idade, apenas um ano e meio a menos.



H� pouco menos de vinte e cinco anos atr�s, como qualquer adolescente, brinc�vamos muito, brig�vamos tamb�m, t�nhamos nossas curiosidades e uma forte mania de apostar tudo. Era uma forma de desafiar e competir um com o outro, coisas de meninos em fase de forma��o e curiosos por desafios, pela novidade e descobertas.



Apost�vamos tudo, desde uma camisa regata, um short maneiro, a um objeto de mais apego pessoal. Por vezes nem pag�vamos algumas apostas, que ficavam no esquecimento, mas as apostas rolavam sempre e com muita frequ�ncia.



Numa discuss�o �rdua sobre futebol e pela “convic��o” de cada um pela vit�ria de seu time, acabamos apostando a bunda. O trato seria: “Quem perder d� a bunda pro outro at� que o vencedor goze”. Como j� t�nhamos apostado quase tudo que pod�amos, e por muitas vezes, nem pagamos a aposta, eu estava tranquilo, certo de que aquilo acabaria em risadas e nada aconteceria, afinal, ele era meu irm�o e eu n�o pediria para que ele me desse o rabo, deixaria como �libi para outra futura aposta que eu viesse perder.



No dia do jogo, meu time jogou muito mal, e aos 30 minutos do segundo tempo, j� perdia por 3 à 0. Tive que aguentar meu irm�o mais novo em plena comemora��o antes mesmo que o jogo acabasse. Ele dizia a cada jogada de “ol�” de seu time, que iria comer um c�!



At� ali levei tudo na “esportiva” e nem me abalei, pois achei que tudo aquilo iria acabar em pizza e nada aconteceria ap�s o apito final.



O problema foi que o jogo acabou... Meu time perdeu, e como est�vamos sozinhos em casa, assim que o juiz apitou, meu irm�o abaixou o short, j� de pau duro e disse gargalhando:



- Vai pagar a aposta agora ou depois?



Neste momento j� fiquei preocupado, pois percebi que ele realmente queria receber o pagamento da aposta e me comer. Apesar de ele ser meu irm�o, de mesmo pai e m�e, e muito parecido comigo, percebi que existia uma parte de seu corpo totalmente diferente da minha. Por v�rias vezes, durante banhos, vi seu pau mole e nunca imaginei que duro fosse t�o grande. Diferente do meu, o pau do meu irm�o � grosso, longo, uns 26 cm, que chega a ser torto para baixo de t�o pesado e grande, com uma cabe�a rosada e enorme que realmente me fez questionar como ele conseguia ou conseguiria fuder algu�m sem machucar...



J� percebendo que minha situa��o n�o era das melhores, cheio de medo e com raiva de tudo aquilo, resolvi pagar a aposta.



Fomos para o quarto, tirei toda roupa, me posicionei de quatro na cama. Pedi para que ele fosse r�pido e acabasse logo com aquilo. Meu pau estava mole e encolhido, decorrente do medo e raiva que estava sentindo. A vontade que eu tinha era de poder voltar no tempo e n�o apostar nada.



Meu irm�o abriu um sorriso e se masturbando disse:



- Assim que eu gosto mano! Voc� � um cara de palavra e pode deixar que n�o vai doer, vai ser r�pido e ningu�m vai ficar sabendo disso.



Imediatamente colocou a cabe�a na porta de meu cu virgem e for�ou... A dor foi insuport�vel e corri meu corpo para frente e disse:



- Cara, n�o vai dar n�o, doeu pacas e n�o to afim de pagar essa n�o!

- Calma mano! J� meti a cabe�a mesmo! “P�ra” que vou l� no banheiro da mam�e pegar um �leo pra deslizar melhor... Fica de quatro esperando que volto logo!



De fato ele foi e voltou em segundos e come�ou a lubrificar o cacete sempre duro com �leo de am�ndoas... Passou mais �leo na m�o e lambuzou minha bunda ainda posicionada para o “sofrimento”. Come�ou a me dedar, com cont�nuas estocadas at� me fazer relaxar. Encostou a enorme cabe�ona na portinha do meu cu novamente e come�ou a for�ar. Desta vez a cabe�a entrou, e com menos dor ficou mais f�cil para que ele enterrasse o resto.



Deparei-me com aquela situa��o: De quatro, com o cacete do meu irm�o todo dentro de mim e uma louca vontade que tudo aquilo acabasse logo. Foi quando meu irm�o come�ou a fazer o vai e vem e fuder minha bunda. Lembro bem que sentia suas m�os segurando minha cintura e seus pentelhos batendo nas minhas n�degas, j� aquela altura, deflorada. Conforme ele me fudia, percebi que meu pau ficou duro e comecei a me masturbar. Meu irm�o gemia de tes�o e aquilo tudo se transformou de pesadelo, para uma del�cia total.



Em aproximadamente 19 minutos, meu irm�o j� estava gozando dentro do meu cu. Ap�s a grande gozada, tirou o cacet�o de dentro, deu um tapa na minha bunda e saiu, me deixando l� de bunda pro alto, em brasa, e cheia de porra escorrendo, misturada a um pouco de sangue. Coloquei meu dedo no cu e vi que estava largo e arrombado, ardia muito, mas eu sentia um calor no corpo fora do normal.



Levantei-me, com a bunda toda melada e fui tomar banho. Quando sai do banho, percebi que meu irm�o j� n�o estava em casa. Quando ele retornou, apenas me deu um tapa nas costas, me cumprimentou e nem tocou no assunto, como se nada tivesse acontecido. E neste sil�ncio ficou por quatro dias, at� que um dia, ao chegar da escola, se aproximou de mim e pediu pra me comer novamente. Disse que tinha curtido muito e que esses dias s� pensava na minha bunda e gostaria de repetir. Ent�o respondi:



- Cara, eu at� topo dar novamente, mas vai ter que rolar chupetinha m�tua e voc� vai ter que deixar eu te comer tamb�m... Em igualdade de condi��es, topa?



Ele topou e fomos para a cama de nossos pais. Nus, come�amos a nos esfregar, encostando nossos paus em todo o corpo do outro. Ele desceu e come�ou a me chupar, deixando a bundinha branca, lisa e magrinha na dire��o de meu rosto e m�o. N�o perdi tempo e comecei a alisar o rabo do meu irm�o. Meu pau pulava na boca dele, meus dedos penetravam aquele cu rosadinho e sem p�los. Levantei-me, o posicionei de quatro e comecei a penetr�-lo. Ele suportou melhor a minha caceta, que eu a dele, e quando me dei conta, j� estava bombando o cu de meu mano. Ele estava de pau duro, e enquanto o fudia, tocava uma punheta naquele caralh�o enorme. Que imagem deliciosa! Meu irm�o de quatro, com aquela bundinha cheia de brotoejas, engolindo minha caceta toda, gemendo no meu pau. Gozei que nem um doido naquela bundinha linda e ainda com o pau duro, tirei e me posicionei para chupar o cacet�o do meu irm�o. Que del�cia chupar o meu irm�o! Eu parecia experiente chupando o cacete dele, ele fudia minha boca, foi uma loucura!



Meu mano se posicionou de quatro por sobre meu rosto e come�ou a fuder ainda melhor a minha boca, enquanto eu admirava aquele cuzinho rec�m deflorado e esporrado por mim. Ele comia minha boca com meu dedo enterrado no cuzinho dele. Uma das experi�ncias mais incr�veis que j� vivi!



Percebi que ele iria gozar, seu pau come�ou a latejar, e eu estava disposto a engolir tudo, queria saber como era o gosto e a sensa��o. Ele come�ou a me dar leite para beber... Dizia:



- Mano! Voc� de viadinho � uma del�cia! Engole tudo! To viciando em voc�!



Como nossos pais estavam viajando, metemos aquele dia inteiro, paus e rabos ardidos, mas quase n�o paramos de fuder. Transamos muito naquele m�s!



Mas de uma hora para outra, meu irm�o ficou diferente comigo, rolou um clima estranho e nunca mais fudemos.



Hoje ele casou, eu tamb�m casei, temos filhos, somos heteros por op��o e nem tocamos mais no assunto. Temos uma conviv�ncia normal, como se nada tivesse acontecido. Mas com certeza, foi uma experi�ncia incr�vel que eu deveria compartilhar com voc�s.



Adoro conversar sobre sexo, tenho a mente aberta e n�o tenho pudores e regras. Acredito que o ser humano � capaz de tudo em rela��o a sexo, mas devemos ter responsabilidade e saber respeitar os limites, o que pode ser certo ou errado.



Quer trocar experi�ncias? Entre em contato, vou adorar conversar com voc�!



Espero que todos gostem... Comentem!

Abra�os para eles... Beijos para elas!

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