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MEU NOME � BABINHA







Meu nome � Babinha, e como voc�s j� leram em contos meus anteriores, sou casada, e meu marido e dono me mant�m escravizada a ele sexualmente.

Adoro esta escraviza��o, sou obediente e fa�o tudo que ele manda eu fazer, e at� mais um pouquinho, pois tamb�m ele me liberta para que eu sinta prazer da forma e jeito que eu quiser.

Mais vamos a mais um conto, que � real... nada de fantasias.

T�nhamos h� algum tempo atr�s, uma pagina num site de relacionamentos e neste site t�nhamos diversos contatos que at� aquele momento n�o havia dado o retorno que pensamos que poderia dar, at� que um dia entrou um recado informando que a pessoa havia gostado muito de meu perfil, e que ela se tivesse a oportunidade gostaria de me fazer gozar como uma cadelinha no cio, que mamaria minha buceta at� a mesma ficar inchada de tes�o... enfim todas estas coisas deliciosas que me fazem melar e ficar acessa e doida para ser transformada em objeto de prazer sexual.

Mantivemos durante umas tr�s semanas contatos atrav�s de recados, at� que pedi que enviasse para mim seu telefone, pois eu toda vez que j� teclava com ela tinha que me masturbar e gozava pensando em tudo aquilo que ela teclava.

Finalmente um dia abro a minha pagina no site, e vejo num depoimento, que ela havia mandado seu telefone, dizendo que estava doidinha para enfiar sua l�ngua dentro de mim, e que beberia todo meu gozo e dividiria em beijos gulosos o meu gozo.

Liguei para meu marido, e perguntei a ele se ele me autorizava a ligar imediatamente para ela e saber mais detalhes, pois eu tinha ficado acessa e cheia de tes�o. Depois de receber carta branca dele, peguei o telefone e imediatamente liguei para ela.

Quando escutei aquela voz, rouca, tesuda, melei na hora, fiquei certa de que muito gozaria com ela.

Oi, aqui � Babinha do site, estou te ligando, queria escutar tua voz, saber o que voc� quer comigo, poder dizer para voc� tudo aquilo que teclamos.

Eu sabia que voc� me ligaria disse-me ela, eu tenho sonhado tanto com voc� que quero voc� hoje, agora.

Me passa teu endere�o ent�o, vou correndo para ai, estou meladinha e doida para sentir tua boca percorrendo meu corpo, me fazendo gozar gostoso.

Olha, disse-me ela, eu quero muito voc�, mais como te escrevi, sou dominadora, gosto de mandar, ser obedecida, detesto quando as coisas se encaminham bem e depois a outra pessoa foge, ou n�o me aceita da forma como sou.

Eu imediatamente falei-lhe que se ela me tratasse como uma cadelinha, eu seria obediente e servil a seus desejos, pois eu tamb�m adorava ser tratada por pessoas como ela, ou seja, manda quem pode e obedece quem tem ju�zo, e eu disse-lhe que ela mandava porque podia e eu com certeza obedeceria, pois eu era uma mulher que tem muito ju�zo.

Ela ent�o mandou que eu anotasse seu endere�o, e que quando chegasse em sua porta eu estivesse nuazinha, imediatamente anotei o endere�o e tive uma surpresa, o seu endere�o era o mesmo meu, ou seja, mor�vamos no mesmo pr�dio e n�o t�nhamos conhecimento uma da outra.

Falei com ela que em dez minutos, estaria enfrente a sua porta, totalmente nua e j� iria mostrar a ela como seria sua cadelinha, eu j� estaria de coleirinha no pesco�o, mais que a �nica exig�ncia que eu fazia, era que ela me amasse muito, que me deixasse totalmente prostada de tanto gozar.

Ela rindo disse-me que aquilo tudo que eu estava pedindo, era o seu maior desejo, ela queria me ver quebrada de tanto gozar.

Mandei que ela contasse os minutos no rel�gio, dez minutos, n�o mais do que isso.

Ainda deu tempo para que ligasse para meu marido e dono e disse o que havia rolado, e onde era esta minha nova amiga.

Ele mandou que fosse s� com um vestidinho soltinho, e que quando ela abrisse a porta eu deixasse o vestido cair pelo meu corpo... mandei beijos para ele e fui ser saciada naquilo que eu mais gosto de fazer, ser usada no sexo, gozar e fazer gozar.

Peguei o elevador, toquei a campanhia, deixei meu vestido escorrer pelo corpo, e a porta se abriu, ela segurou-me pelos cabelos, puxou-me pelos cabelos e senti seus l�bios e sua l�ngua invadindo minha boca e me sugando um beijo embriagador.

Quando a euforia passou, ela olhou-me dentro dos olhos, ainda segurando meus cabelos, e disse que estava surpresa, pois j� havia me visto no pr�dio, mais nunca desconfiou que eu seria a cadelinha que eu demonstrava ser.

Falei-lhe que tinha que manter as apar�ncias, pois as taras eram minhas e de meu marido e dono, e que eu estava ali para faz�-la gozar e que ela me fizesse gozar muito.

Largou meus cabelos, segurou na ponta da corrente da coleira, e com sua voz rouca e cheia de tes�o, ordenou-me que a seguisse para a sala, pois ela queria me ver desfilar como sua cadelinha.

Quando chegamos na sala, a mesma me colocou ajoelhada no sof� e olhando em meus olhos foi vagarosamente tirando sua roupa, mostrando-se toda para mim, fixei meus olhares em seus seios, lindos, pequeninos e durinhos, bicos grandes e bem escuros, sua barriguinha lisinha e sua xotinha totalmente lisinha, como a minha, mais os l�bios vaginais dela eram exageradamente inchadinhos, minha boca logo encheu-se de tes�o, eu amava mamar xotas daquela forma, elas encaixavam certinhas em nossa boquinha, e o prazer que eu sempre consegui arrancar de xotas daquela forma, eram de enlouquecer, e eu estava ali para enlouquecer e ser enlouquecida.

Deitou-se no ch�o e pediu-me que mamasse sua xota at� que ela gozasse em minha boca, imediatamente obedeci, e mamei at� sentir

seu gozo gostoso em minha boca, ela ent�o me virou por cima dela, e num 69, ficamos nos amando, nossas bocas invadiam nossas bucetinhas, goz�vamos aos gemidos e alguns gritinhos, ela me aplicava algumas palmadas que me faziam sentir mais prazer ainda, pois eu adorava ganhar palmadas em minha bundinha e at� mesmo algumas tapinhas em meu rosto, isso me fazia sentir como uma cadelinha indefesa, a disposi��o de quem estivesse me fazendo gemer de prazer.

Durante tr�s horas e meia gozamos de todas as formas e jeitos, e quando pensei que estiv�ssemos acabando, ela me pede de uma forma bem rude, que abrisse minha boca e que colocasse pr�xima a sua bucetona, ela queria limpar minha boca do gosto de seu gozo, ela queria mijar dentro de mim, ela sem querer e sem saber tinha provocado em mim uma das coisas que eu mais gostava ap�s o sexo, beber um xixi vindo diretamente de uma xota ou de uma caceta, adorava ser banhada em um gostoso banho de chuva dourada.

E hoje passado algum tempo, continuo a servi-la como cadelinha servil e obediente, s� que agora meu marido tamb�m participa, e eu tenho a oportunidade de v�-la abrindo seu cuzinho para meu marido enfiar sua caceta nele, e adoro v�-la chorar de prazer com a caceta de meu marido espetada em seu cuzinho, e ai eu vejo que a cadelinha n�o sou somente eu, ela tamb�m transformou-se numa bela cadela, e � t�o obediente a meu marido como eu sou.

Estamos sempre nos duas a disposi��o daqueles que adoram cadelas fudendo uma caceta gostosa ou uma xota tesuda.

Mais isso � outra historia, e estamos sempre dispostas a leva-los ao prazer do gozo gostoso.

Beijos em todos e nosso e-mail � [email protected]

PS > s� atendemos pessoas do Rio de Janeiro.







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