Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

AVENTURAS ANAIS EM FESTA DE AMIGO

Fui convidado para uma festa na casa de um grande amigo meu em 19 de julho de 2005. Como normalmente ele convida na propor��o de tr�s mulheres para um cara resolvi que n�o ir precisava ir acompanhado.

Logo ao chegar fui recebido por Jane, sua irm� de 22 anos. Beijou-me o rosto delicadamente e elogiou minha forma f�sica. Sou moreno, olhos castanhos esverdeados, 28 anos, 1.71m e 68 kg bem malhados. Na sequ�ncia meu amigo Fernando me chamou e nos reunimos com outros amigos para beber e jogar conversa fora. Bem pr�ximo a n�s, percebo que uma ninfeta que estava numa roda com amigas estava me secando h� algum tempo e resolvi ir at� ela.

Sentamos e come�amos a conversar, por�m j� estava louco para beija-la. Com o andar da festa pude perceber que a minha princesinha bebia razoavelmente bem, e j� estava ficando meio "alegre". Convidei-a para ir at� a sacada e de surpresa agarrei-a forte pela cintura e come�amos a nos beijar loucamente. Quem diria que aquela deusinha de 19 aninhos beijava t�o bem. Nossas l�nguas procuravam explorar o m�ximo de nossas bocas. A danada prendia e chupava minha l�ngua com maestria. Isabela com seus 19 anos tinha corpo e jeito de ninfetinha. 1.64m, 49 kg, bunda pequena e durinha e um par de seios pequenos como p�ras. Quando paramos de nos beijar, ela tranquilamente me diz que esperava mais de mim, devido à fama que tenho. Dei um sorriso sacana e come�amos a nos beijar ardentemente ao mesmo tempo em que fui passando a m�o em suas pernas. Fui lambendo seu pesco�o e levantei seu vestidinho para acariciar sua bundinha. Ela gemia baixinho, e murmurava no meu ouvido que estava sentindo o volume do meu pau. Meu caralho j� estava estourando por dentro da cal�a. Virei-a de costas e comecei a beijar e lamber sua nuca, enquanto ro�ava minha rola naquela bundinha maravilhosa passando a m�o por debaixo de sua calcinha e dedilhando sua bocetinha de ninfeta. Percebi que estava encharcada, e lambuzando meus dedos, levei a sua boca para sentir o gostinho do mel. Abaixei-me e fui tirando sua calcinha lentamente. Levantei-me e fiquei cheirando a calcinha na sua frente para em seguida guarda-la em meu bolso. Levei meus dedos novamente em sua bocetinha, mas Isabela interrompeu-me dizendo que ainda era virgem, mas se eu quisesse ela daria o rabinho para mim com o maior prazer. Na hora propus a ela irmos at� um quarto vazio que com certeza seria bem mais interessante. Ao passarmos pela sala, pudemos notar que a festa estava bem agitada com muitos amassos e o cheiro de sexo no ar. Antes fui ao quarto do meu amigo e peguei emprestado um KY gel para nossa festinha priv�. Come�amos a nos beijar novamente, enquanto rol�vamos feito loucos na cama de casal. Isabela come�ou a abrir as pernas e levantar o vestido, deixando a amostra sua bocetinha lisinha. Comecei a lamber e dar umas mordidas de leve em suas coxas, enquanto ela gemia e tremia de tes�o. Quando chupei sua bocetinha linda e carnuda, exalou em abund�ncia a fragr�ncia dos deuses. Fiquei lambendo e chupando at� que ela soltou um gemido e senti aquele n�ctar na minha boca do qual n�o podia perder uma �nica gota. Ela j� estava com as pernas bambas, quando pedi que virasse de bru�os. Isabela n�o demorou ficando de quatro com as pernas bem abertas e com o rabinho escancarado pra mim. Ela pensou que eu j� ia come-la, mas ainda n�o era hora. Ao abrir suas n�degas, reparei que aquele buraquinho apertado al�m de molhadinho, piscava sem parar. Comecei colocando a l�ngua bem no buraquinho dela deixando-a com muito tes�o. Cuspi em seu rabinho al�m de enfiar a tirar a l�ngua, massageando seu clit�ris at� perceber que a danada gozara novamente. Ela come�ou a implorar pelo meu cacete e resolvi obedecer. Passei o KY metendo um e depois dois dedos que entraram sem dificuldades. Senti que seu rabinho j� estava mais do que habituado a levar rola e que poderia usar e abusar a vontade. Coloquei em uma s� estocada onde ela gritou, chorou e depois pediu para continuar rasgando. Comecei fazendo um movimento de vai e vem moderado alternando outras vezes em fortes estocadas.Ela rebolava e pedia mais.

A ninfeta era muito inexperiente e tinha dificuldade em se soltar. Depois de umas boas palmadas ela soltou o rebolado e meu pau deslizou at� o talo arrega�ando seu cuzinho. O som provocado pela batida do meu saco em sua bunda nos excitava mais e mais. Sem poder controlar meu tes�o, comecei a gozar alucinadamente dentro daquele cuzinho enquanto ela urrava de prazer falando que era maravilhoso sentir meu creme quente dentro dela. Ficamos uns 5 minutos abra�ados trocando car�cias. Eu estava come�ando a me trocar para retornar a festa, quando ela disse que iria me recompensar. Isabela come�ou a acariciar minha rola que automaticamente deu sinal de vida. Ela rapidamente ficou de joelhos e come�ou a chupar de forma lenta e envolvente. Sua l�ngua percorria desde a cabe�a at� o saco com maestria. Ela sugava minha rola de uma forma incr�vel, beijando e lambendo a cabe�a. Cuspia, punhetava e voltava a chupar me envolvendo completamente. Em pouco mais de 5 minutos anunciei que iria gozar. Ela abriu sua boquinha linda, maravilhosa e come�ou a punhetar rapidamente. Na hora que senti minha rola latejando, apenas fechei os olhos, e fui ao para�so gozando fartamente. Minha ninfetinha engoliu tudinho deixando at� escorrer um pouco pelo ladinho da boca. Quando fomos ver j� eram quase meia noite. Nos trocamos rapidamente e nos despedimos com outro beijo quente e ardente, mas dessa vez com o gosto do meu leite. Isabela precisava ir para casa, pois teria cursinho de vestibular no dia seguinte.

Voltei para a festa e fiquei bebendo com alguns amigos durante um bom tempo. Alguns j� estavam em outros quartos comendo alguma gata, e outros ainda estavam à ca�a. Como j� havia curtido uma transa super gostosa e ainda por cima com uma ninfetinha me sentia relaxado e tranquilo. Logo iria para casa descansar, mas a anima��o da festa me obrigou a ficar. Depois de muitas cervejas precisei ir ao banheiro e como o principal estava ocupado (um amigo meu estava trepando com outra ninfeta) resolvi usar o da su�te dos pais do dono da festa. Quando cheguei a su�te onde era proibida a entrada para n�o fazer bagun�a ou meu amigo jamais poderia dar outra festa, percebi que a porta estava entreaberta. N�o resistindo fui expiar com cautela e vi Jane que havia me recebido com tanto carinho, sentada no vaso com a calcinha de renda branca arriada e a cal�a jeans at� a altura dos joelhos. Jane de 22 anos � uma morena linda de parar o tr�nsito de qualquer cidade. Mede 1.69m, 59 kg, coxas fortes, malhadas e torneadas. Bumbum grande e tesudo e seios igualmente fartos. Durante todos os anos que a conhe�o, apesar de muita troca de olhares nunca havia rolado nada em respeito ao meu amigo. Mas com v�rias cervejas na cabe�a resolvi ficar aguardando ela se levantar, e no momento em que ela vai se enxugar e levanta a fim de puxar a roupa pra cima, ela me v�, e discretamente olha na minha dire��o subindo apenas a calcinha, perguntando em seguida: “Voc� gosta da minha calcinha de renda?” j� com meu pau latejando dentro da cal�a respondi: “gostei da embalagem e principalmente do conte�do”. Ao falar assim me aproximei dela e nos atracamos num longo, demorado e quente beijo onde nossas l�nguas se entrela�aram mostrando que ambos estavam pegando fogo, enquanto minhas m�os iam percorrendo a extens�o de suas costas e descendo procurando aquele bund�o maravilhoso. Ambos estavam sedentos e ap�s alguns minutos naquele beijo gostoso, a puxei para a cama de seus pais. Comecei tocando todo o seu corpo, passando as m�os em cada cent�metro daquele tes�o de mulher, beijando seu rosto, pesco�o, e tirando seu top o que me mostrou seu colo e seios que mereceram tamb�m a aten��o de meus l�bios, assim como seus bra�os e barriguinha, deixando-a toda arrepiada. A cada mordidinha, ela ali toda entregue, louca de tes�o, dizia que estava se sentindo leve e completamente relaxada. Passei a m�o por sobre sua bocetinha ainda coberta pela calcinha branca de renda e a senti molhada de tes�o, e este meu movimento arrancou-lhe um suspiro delicioso. Continuamos a nos tocar e beijar avidamente, o que provocava e aumentava cada vez mais o tes�o de ambos. Sem pressa para acabar o que hav�amos iniciado, paulatinamente fui abrindo suas pernas e sentindo o cheiro delicioso de sua boceta sem deixar de lhe tocar os seios que estavam com os bicos rijos. Fui tocando sua bocetinha por cima da calcinha hora com o queixo, hora com o nariz, sentindo o seu grelhinho durinho e com muito tes�o ela completamente tr�mula e arrepiada. Eu estava com meu pau dur�ssimo e com a cabe�a dele brilhando de tes�o e assim mesmo continuava a me deliciar com aquele corpo. Tirei sua calcinha que estava sobremaneira �mida e abaixei-me em dire��o aquela boceta de l�bios salientes e p�los bem aparados, para sem demora come�ar a me deliciar. A cada chupada sentia seu corpo se contorcer e assim ia me deliciando com aquela maravilha passando a l�ngua por toda a sua extens�o tirando sussurros e gritinhos deliciosos. Enfiei a l�ngua naquela bocetinha mordendo de leve seu grelhinho, tocando seus seios, e a barriguinha, fazendo-a sentir um prazer tremendo, inundando todo aquele corpo com tes�o. Assim pude presenciar e sentir o primeiro gozo delicioso dela com minha cabe�a pressionada por suas coxas vibrantes. Ap�s o seu gozo, fui at� seus l�bios e beijando sua boca pude ver o quanto ela estava se deliciando com aquele momento. Jane tocou com suas m�os meu caralho que estava a mil por hora de t�o duro que estava. Ela baixou minha cal�a e cueca ao mesmo tempo, passando a lamber a cabe�a e deslizar sua l�ngua deliciosa por toda sua extens�o me deixando maluco. J� n�o aguentando mais, jorrei sobre seu rosto um farto jato de leite bem quentinho. Ap�s alguns minutos ambos fomos para um banho relaxante, e durante o banho trocamos car�cias e beijos calientes. No banho chupei-lhe os seios deliciosamente e toquei sua bocetinha com o dedo sentindo-a umedecida novamente. Sa�mos do banho em dire��o a cama e nos deitamos sem parar de nos beijar e acariciar. Beijei-lhe deliciosamente e toquei em seu grelhinho duro de tes�o. Coloquei por baixo de sua cintura um travesseiro e mirei aquela boceta quente, molhada e suplicante, iniciando um vai-vem bem devagar sentindo cada cent�metro daquela gruta deliciosa, que ia engolindo todo o meu pau. Aos poucos ela foi sentindo um tes�o natural e ambos caminhamos para um movimento mais fren�tico e dan�ante at� sermos ambos inundados por mais um gozo. Ainda em bala continuei a toca-la e ambos n�o quer�amos parar tal o tes�o em que est�vamos. Coloquei-a de quatro pr�ximo da borda da cama e fiquei em p� observando aquele bumbum maravilhoso e seu cuzinho com todas as preguinhas intactas. N�o resistindo passei a toca-lo com um dedo e com outro enfiava em sua boceta. Meti em sua bocetinha dando estocadas que iam at� o fundo, fazendo-a gemer e soltar gritinhos de tes�o. Mirei a cabecinha no cuzinho e fiz leve press�o. Ela disse que ainda n�o tinha feito pelo cuzinho e que imaginava ser dolorido, mas tinha curiosidade de experimentar pois sua irm� adorava. Iniciei a penetra��o devagar e fui pressionando at� ela relaxar e entrar a cabe�a do meu pau. Jane gemia de tes�o misturado com um pouco de dor, mas em nenhum momento pediu que eu parasse e assim enterrei tudo naquele cuzinho apertado e virgem, iniciando um vai-vem delicioso. Quando senti que ela estava mais acostumada com o volume em seu cuzinho, passei a massagear seu clit�ris fazendo-a delirar provocando nela um gozo delicioso. Fui bombando com mais for�a at� explodir num gozo delicioso e intermin�vel. Ap�s uma meia hora de descanso voltamos ao banho para relaxar e ap�s, dormimos deliciosamente acordando somente por volta das 6:00 h da manh�. Acordei e lhe dei um beijo delicioso, dizendo que estava passando por um momento delicioso e m�gico, e que gostaria se poss�vel que este momento se repetisse mais vezes, e ela correspondeu a minha expectativa com um beijo delicioso despertando meu tes�o onde acabamos transando mais uma vez ainda. Com certeza esta hist�ria ter� ainda muitas continua��es...

A todas as ninfetas e mulheres que me escrevem, quero agradecer pelos e-mails e o carinho. Fico feliz em poder trocar experi�ncias, fantasias, responder a d�vidas sobre sexo e at� curtir um bom sexo virtual. Para as que se interessam em me conhecer pessoalmente mande fotos e me procure pelo messenger. Continuem escrevendo, pois adoro fazer nossas amizades e trocar muitas id�ias sobre sexo. MSN: [email protected] - Email: [email protected]





VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



ela me traiu contos eroticos  Contos pornos-amamentei a bebê com meu pau  conto erótico O Despertar de uma casada  CONTO PEGA PEGA CALCINHA  meu primo pegou no meu pau enquanto a gente jogava bola o que eu faço  Torturada por vibrador conto erotico  contos eróticos chuva molhada  meu amigo me pediu para fazer sexo anal com ele gay conto  contos de cú de irmà da igreja  conto eu meu marido e nosso cão  conto gay titio gay  suruba feminina  contos eróticos de professoras de cegos  conto erótico os melhores contos pai fod a filha mae  contos eróticos meninas de 25 anos transando com cachorro Calcinha Preta com lacinho vermelho  minha tia coroa crente de 57 anos conto  /conto_17819_como-meu-filho-se-tornou-meu-amante.html  contos eroticos de incesto mãe viu a namorada chupando o filho e nao resistiu  contos eroticos o vento  comtos arrobada  Rex dando o cu  caminhando e disfarçadamente batendo uma ounhetinha pro namorado  Conto erotico Zoofilia  contos eroticos tarado por calcinha  comi a baba confesso conto  menininha na creche contos eroticos  conto de seduçao lesbica com fantasia de casada.   A Lagoa conto Erot  contos eroticos tia no casamento  cracrudas dando pros velhos  Contos dormi na casa do amigoo  Conto erótico, comendo a minha avô  incesto whatsapp  contos chera calcinha de trans  contos eróticos no colo  contos de sexo com novinhas trepando com advogados  Www Contos eroticos sobre como foi a primeira vez no sexo com uma mulher mais velha .com  meu corninho deixou fuder com outro ainda me ajudou chupar a picona do meu macho  naturistas em casa contos  CONTO BUCETA FILHA BRINCANDO  contos eroticos gay fui enrrabado apanhei e gosei com um desconhecido  contos encoxada na crente rabuda  minha enteada inocente conto erotico  Contos erotico gay amigo da minha irma  contos incestuoso se esregando em bunda e ladinho  contos erotico esposa propoe pro  Pagando o aluguel com chupada na buceta  fudendo com a benga do vovô contos  capataz gay contos  contos eroticos moleque e esposa  conto erotico calcinha no varal  gozei com a minha.irma no meu colo  sexo com renata crentinha  contos lesbico irma e irma  Contos eroticos escussao com meu marido banco diferente   conto erotico trocamos sem querer  contos eroticos fui comida no cinema  meu irmao e meu dono bdsm conto  conto mulher usa a buceta pra fazer caridade  porno conto erotico novinha  contoseróticos metendo com o bebê no colo  Sou casada mas bebi porro de outra cara contos  Contos eroticos perdi minha filha na aposta  contos eroticos de irmã chupando pinto pequeno do irmão novinho de idade   contos erotico o coroa me fudeu em cima da sua lancha  cuecas gozadas  conto erótico vestir roupa de menina sair na rua  trai lucas com gabriel conto erotico  contos transei com travesti bem dotado tirando o c*****  contos de homens bi no consolo cm fts  comendo cuzinho de elany  Contos eroticos fudida no metro por 4  conto fudi o cu da minha afilhada  contos erotico eu meu marido e velho do fundo de casa  Contos eroticos macho vira putinha