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A DESCOBERTA DE FABINHO (PARTE 1)

Fui passar f�rias na casa dos meus vozinhos e apesar de n�o ter meninos ou meninas da minha idade eu ficava o dia todo explorando o local.

Ao lado da casa tem uma marcenaria e o dono � muito simp�tico, o meu av� todos os dias levava lanche para ele e desde que eu cheguei na casa, eu passei a levar no lugar dele.

Fizemos amizade e eu comecei a ir fora da hora de levar o lanche.

Tudo come�ou quando o Rog�rio (DONO DA MARCENARIA) quis me explicar como era o trabalho dele.

O Rog�rio me guiou para uma mesa enorme e disse que era ali que serrava a madeira e ele foi me explicando e diversas vezes, passou a m�o na minha bunda.

Na primeira passada de m�o eu me assustei, mais as outras eu nem liguei. Depois das explica��es sobre a serra el�trica, ele me levou para um quartinho cheio de ferramentas em uma estante.

Rog�rio= Pega para mim aquela serrinha ali?

EU= Qual?

ROG�RIO= Aquela na caixa azul. (E APONTOU PARA A CAIXA)

Quando fui pegar a caixa, ela era muito pesada e o Rog�rio foi me ajudar s� que ele segurou na minha cintura e encostou o seu pinto na minha bunda e ficou se esfregando em mim.

Isso aconteceu em segundos, mais eu senti o seu pau duro na minha bunda e a sua respira��o forte no meu ouvido. N�o disse nada e nem manifestei qualquer tipo de rea��o, s� me virei e entreguei a caixa nas m�os dele.

Disfarcei e olhei para o seu short e vi que ele estava sem cueca e o seu pinto tava t�o duro que apontava para frente e ele nem disfar�ava.

Voltei para casa dos meus v�zinhos e liguei a TV, mais nada me distraia e quando pensei no que tinha acontecido, fiquei de pau duro.

VOV�= (gritando da cozinha) Fabinho!!!!!!!

EU= O que foi v�zinho!

VOV�= Leva um peda�o de broa para o Rog�rio e pergunte se ele prefere caf� ou suco.

Entrei na marcenaria e o Rog�rio me tratou como se nada tivesse acontecido. Ele pegou a broa de milho e disse que preferia o caf�.

Fui buscar o caf� e voltei com uma garrafa t�rmica, peguei o copo e entreguei na m�o dele e fui abrindo a tampa e despejando no copo.

EU= Cuidado, t� muito quente! Meu av� fez o caf� agorinha.

ROG�RIO= Pode deixar que eu vou tomar bem devagar.

Levei a garrafa para o balc�o e me debrucei nele, para esperar o Rog�rio terminar. Ele levantou do banquinho que estava sentado deixou o copo ainda cheio de caf� no balc�o e se esfregou em mim novamente.

O meu cora��o pulava e parecia que ia sair pela boca. O Rog�rio foi abaixando o meu short e com o seu dedo massageando a entrada do meu cuzinho.

O meu av� entrou e no susto levantei o short, peguei a garrafa de caf� e sai correndo.

� noite fui dormir e no dia seguinte quando acordei estava todo gozado. Tomei um banho, me troquei, tomei caf� e fui para a marcenaria.

Chegando La, encontrei o meu av� com o Rog�rio, dei bom dia e voltei para casa (DECEPCIONADO). Comecei a ficar ansioso e para a minha tristeza o meu av� passou o dia todo ajudando o Rog�rio.

� noitinha, bem depois do jantar fiquei pela varanda pensando na vida, foi quando o Rog�rio abriu a porta e ficou olhando para mim por alguns segundos e voltou para dentro, deixando a porta entre aberta.

Fui à cozinha e preparei um sanduiche e p�o com mortadela e um copo de refrigerante.

EU= Vou levar esse sanduiche pro Rog�rio e j� volto.

Os meus v�zinhos estavam na sala cochilando com a TV ligada e n�o me responderam. Entrei na marcenaria com o p�o e um copo com refrigerante.

EU= Rog�rio!!!!!!!Trouxe um lanche para voc�. Minha av� n�o sabia se j� tinha jantado e mandou eu trazer.

O Rog�rio apareceu completamente pelado e com o seu pinto duro e como se fosse à coisa mais natural do mundo e a minha vontade era de agarrar aquele pinto mais n�o tive coragem, e esperei que ele tomasse a iniciativa.

Ele pegou o copo e o p�o e levou para a cozinha e eu fiquei ali parado como se fosse uma est�tua, o Rog�rio voltou e sem dizer uma s� palavra ficou na minha frente e eu hipnotizado com o pinto dele que parecia bem maior.

Finalmente consegui me mexer respirei fundo e segurei o pinto dele que estava duro como uma pedra, o Rog�rio segurou a minha m�o e a conduziu num movimento de vai e vem. Ele tirou a sua m�o da minha e eu passei a fazer sozinho e sem a sua ajuda.

Nunca imaginei em fazer aquilo na minha vida, nunca imaginei em sentir tanto prazer de estar com um homem. E minutos antes dele gozar, o Rog�rio me virou e me levou para a bancada, abaixou o meu short e botou o seu pinto entre as minhas pernas e fazia movimentos, como se me estivesse fudendo e eu senti o liquido quente sair do seu pau e escorrer pelas minhas pernas e eu gozei tamb�m.

Ainda em silencio, ele pegou um pano que estava ao lado e me limpou, subiu o meu short e eu fui saindo sem olhar para tr�s, sem mesmo dar uma boa noite.

Entrei em casa sorridente e saltitante. Eu nunca imaginei na minha vida ter atra��o por um homem, mesmo tendo 19 anos eu nunca tive duvidas sobre a minha sexualidade e no col�gio ficava com muitas meninas.

Eu s� achava muito estranho porque o Rog�rio me tratava como se nada tivesse acontecido, era muito simp�tico e sempre brincalh�o. Mais quando acontecia a sacanagem dele comigo, ele ficava muito serio e completamente mudo.

Para n�o dizer que nunca ouvir nada, ele gemia quando estava gozando.

Eu queria chupar aquele pau, queria beijar aquela boca e morder o seu peitoral, mais a �nica coisa que ele fazia comigo era eu bater uma punheta nele ou ele botar o seu pau na minha bunda e ficar e fingir que esta me comendo.

No inicio eu adorava, mais agora eu queria muito mais que isso.

Tr�s semanas inteiras e o Rog�rio nada de me comer a n�o ser o que j� vinha fazendo comigo.

Esperei ele tomar banho e em seguida fui atr�s, o banheiro � muito simples s� tem mesmo o b�sico e n�o tem Box, na verdade n�o tem nada nem uma cortina, s� o chuveiro.

O Rog�rio ficou me olhando sem dizer nada como sempre. Tirei a minha roupa e entrei debaixo do chuveiro com ele.

Estiquei a minha m�o e peguei o sabonete.

EU= Pode deixar que eu vou passar o sabonete para voc�.

Comecei ensaboamdo o seu peitoral e fui descendo at� chegar ao seu pinto que na mesma hora ficou duro, passei tanto sabonete nele que quando comecei a punet�-lo a minha m�o ficava escorregando. Resolvi tirar todo o sab�o do seu corpo e principalmente do pinto e abaixei e pela primeira vez chupei um caralho.

Eu n�o tinha pratica nenhuma em chupar mais j� tinha visto alguns v�deos com mulheres chupando os seus homens, ent�o seria f�cil e foi mesmo!!!

Peguei o jeito r�pido e amei fazer aquilo e eu mais parecia uma putinha. Comecei passando a l�ngua na cabe�inha e fui engolindo aos poucos, o seu pinto foi deslizando at� a minha garganta e fui tirando bem devagar. Fiz isso umas 4 ou 5 vezes e comecei lamber e a chupar como se fosse um sorvete.

E foram 5 jatos de porra,o primeiro foi dentro da minha boca e os outros no meu rosto. O Rog�rio desligou o chuveiro e eu me enxuguei e botei a minha roupa, mais ele continuava molhado e pelado e me levou at� a porta.

ROG�RIO= Boa noite Fabinho.

Me virei e segurei no seu pinto.

EU= Eu ainda quero mais.

Sentei o Rog�rio em um banquinho e abri as suas pernas para que eu pudesse me posicionar bem, fiquei apalpando at� ficar completamente duro, o segurei com a m�o direta e botei-o na boca e dava beijinhos e com a m�o esquerda, massageava os seus test�culos.

Molhei o pinto dele todo com a minha saliva e levantei para acender a luz, tirei a minha roupa e voltei a chup�-lo, eu queria que ele visse tudo.

Comecei pela base e lambi at� acima, lentamente. Virei a minha cabe�a para o lado e simulei mord�-lo, suavemente, colocando os meus dentes na sua carne. Umedeci de novo com a l�ngua e usei a minha m�o para espalhar o l�quido que estava saindo o seu pau.

O Rog�rio come�ou a se contorcer, olhei bem nos seus olhos e dei um sorriso sacana. Lambi a ponta do seu pinto e chupei s� a cabe�inha.

Passei a minha l�ngua ao redor da cabe�inha e abocanhei o seu pinto por inteiro.

Os gemidos dele aumentaram e agora o Rog�rio me implorava para faz�-lo gozar.

ROG�RIO= Vai, Fabinho!!!!! Isoooooooooooooooo!!! Fode o meu pinto com a tua boca.

Nunca ningu�m me chupou assim!!! Que delicia!!!!!!!!!!!!! Hummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm, hummmmmmmmmmmmmmmmmmmmm. Hummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!!!!!

Vai, vai, vai, hummmmmmmmmmmmm!!

O Rogerio segurou com as suas m�os a minha cabe�a e freneticamente enfiava e tirava a minha boca do seu pinto.

Ele gemia e me xingava ao mesmo tempo.

ROG�RIO= HUMMMMMMMMMMMM! Vai seu puto, Faz o seu macho gozar.

Voc� � o meu viadinho,minha menininha, minha cadelinha. Hummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm! Que delicia.

Quanto mais ele me xingava eu acelerava mais o meu boquete.

EU= Goza no seu putinho vai! Goza na minha boquinha.

ROG�RIO= V� gozarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!

O Rog�rio tirou o pinto da minha boca e se punhetou e eu com a boca bem aberta, esperando ele gozar.Esperando pela porra do meu macho.

ROG�RIO= Toma!!!!!!!!!!!!! Toma leitinho do teu macho!!!

Era tanta porra que come�ou a sair da minha boca. Ainda fiquei ali lambendo at� ficar bem limpinho.

Sentei no seu colo e aconcheguei o meu corpo no dele, e em silencio acariciava o seu peitoral e ele alisando os meus cabelos.



FIM (CONTINUA��O)



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