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ARROMBADO PELO IRM�O DE MEU CASEIRO...

Ol� a todos...para quem n�o me conhece, sou o Fabio, tenho 54 anos, com certeza possuo um lindo bumbum, pois os 4 que a experimentaram at� agora, n�o me d�o mais sossego. Meu primeiro homem e quem me iniciou, foi o Breno, com quem mantive relacionamento exclusivo por quase 7 anos (conto: depois de 33 anos aconteceu), mas no ano passado apos comprar um sitio em Minas, conheci meu caseiro (Jo�o) e depois um seu sobrinho. At� a metade de mar�o2011 esses tinham sido os unicos 3 homens de minha vida. Quase no final de mar�o voltei para minha cidade, onde por motivos particulares acabei ficando quase duas semanas sem retornar ao sitio, e logico sem a bela pica de meu maranhense. No ultimo dia 04 de abril11, quando retornei a Minas, fui recepcionado pelo Jo�o e por um seu irm�o mais velho (69 anos). Fiquei meio chateado, pois esperava encontrar o Jo�o sozinho, e logicamente tirarmos os atraso, porem ele explicou-me que esse seu irm�o era viuvo a cerca de dois anos, e como n�o estava dando-se bem com a nora, veio do Maranh�o passar algum tempo com ele. Indaguei como ficaria nossa situa��o, porem ele disse-me que ficou sabendo de meu caso com seu sobrinho, que n�o ficou bravo, e que contou sobre n�s ao seu irm�o, a quem vou passar chamar de Luiz.

Disse-lhe, foi por isso que o Luiz ficou medindo-me da cabe�a aos p�s quando fomos apresentados, no que ele sorriu, e pediu-me para que utilazasse minhas "roupinhas normais", pois o Luiz estava ancioso e curioso para ver.

Como j� era meio da tarde, entrei, fui arrumar minhas coisas, tomei um bom banho para refrescar da viagem, vesti um short de laicra branco, curtinho e agarradinho, daqueles que entram no rego e deixam as polpas bem à mostra.

Fui para a cozinha por volta das 19 hs afim de fazer um caf� para depois chamar o Jo�o e o Luiz, porem enquanto estava no preparo eles chegaram.

O Jo�o ao ver meu traje, perguntou ao irm�o se n�o era uma beleza. Seu irm�o n�o disse nada, simplesmente chegou-se atraz de mim, dando-me uma gostosa encoxada.

Continuei fazendo o cafe, porem comecei a esfregar a bunda em seu pau, que percebi estava muito duro. Como ele estava de short, levei a m�o esquerda para traz e peguei naquele instrumento de prazer. Qual n�o foi meu espanto, ao perceber o qu�o grosso era aquele pau. Fiquei apertando a cabe�a daquela tora e ele esfregando-se, at� que percebi que ele estava a ponto de gozar. N�o podia perder uma oportunidade daquelas para aproveitar em ver o instrumento que havia me gerado espanto e curiosidade. Virei-me abaixando, e desci seu short, ficando cara a cara com o pau mais grosso que vi at� agora. Em termos de tamanho n�o perde para seu irm�o e sobrinho, mas em termos de grossura, bate em ambos. Meti a boca naquela bela tora, apesar de ser dificil em coloca-la na boca, porem fiquei chupando no entorno da cabe�a, que fez com que ele logo gozasse. Tomei todo seu leitinho, e continuei chupando at� ele amolecer, que foi quando consegui coloca-lo inteiro na boca. O Luiz sentou-se a fim de descansar, porem tive que repetir o mesmo com o Jo�o, o que foi mais facil, pois seu pau mesmo sendo grosso, � mais fino que o do irm�o. Chupei at� faze-lo gozar gostoso em minha boca. Depois de ambos parcialmente satisfeitos, tomamos nosso caf� e sentamos na varanda para jogar-mos conversa fora.

Por volta das 22 hs., depois de ter revezado muitas vezes o colinho dos irm�os, resolvemos ir deitar.

Tirei a camisola que havia vestido, ficando somente de fio dental, deitei-me de costas e enquanto aguardava o Jo�o voltar do banheiro, seu irm�o ficou alisando meu bumbum com aquelas m�os asperas e gostosas. Quando o Jo�o voltou percebeu que eu estava ansioso para participar de minha primeira vez com dois machos. Como o pau do Luiz era muito grosso, pedi ao Jo�o para que fosse o primeiro a comer-me, pois assim ficaria mais facil em engolir aquela tora.

Posicionei-me de quatro na beirada da cama, ficando o Jo�o em p� atraz de mim fazendo as preliminares, ou seja alizando meu rego, introduzindo um, depois dois dedos e finalmente apos passar bastante KY em seu penis, foi como sempre colocando-o de uma forma delicada. Enquanto eu era totalmente preenchido por aquele belo pau, o Luiz que havia ficado em minha frente na cama, dava-me aquela tora para ser alisada e chupada. Nunca imaginei que seria t�o bom ser comido e chupar um pau ao mesmo tempo.

Depois de algum tempo daquele entra e sai ritimado do Jo�o, percebi que ele iria gozar, e com meu guloso cuzinho fiquei preciosando com for�a e em seu ritimo, at� que ele inundou-me com seu leite quente. Desta vez ele n�o ficou deitado sobre mim, pois queria que seu irm�o tambem tivesse o privilegio deste prazer.

O Luiz desceu da cama e posicionou-se atraz de mim, passou tambem a meu pedido bastante KY, e aproveitando que seu irm�o acabara de sair, come�ou a querer introduzir aquela tora em meu rabinho. Para facilitar, empinei o maximo que pude meu bumbum, mas seu pau realmente � muito grosso.

Por duas vezes pedi para ele parar, no que fui atendido, mas na terceira vez eu mesmo empurrei com for�a, logicamente ajudado por ele, sendo que senti aquele monstro delicioso me invadindo. Num primeiro momento doeu muito, mas depois ficou muito bom. A exemplo de seu irm�o, o Luiz tambem ficou num vai e vem tranquilo, e n�o demorou nada para que ele gozasse. Precionei o maximo que pude aquele belo instrumento de prazer com meu dolorido rabinho, dando-lhe o maximo de prazer, o que era merecido.

O Luiz desfaleceu sobre mim, e ficamos um tempinho grudados, mas diferente de seu irm�o, eu queria era logo tirar aquela tora de meu cuzinho, que estava em chamas.

Fui ao banheiro j� de pernas abertas, com esperma dos dois escorrendo muito em minhas coxas, e apos lavar dei uma olhada no espelho para ver o estrago. Realmente o estrago foi grande, n�o sangrou, mas fiquei com o rabinho bastante largo e inchado. Fiquei dois dias andando de pernas abertas e sentando s� de ladinho ou nos colinhos, passando pomada, e satisfazendo meus garanh�es maranhense s� na chupetinha. No dia 08 de abril, quatro dias depois do acontecido, resolvemos ir pescar, e como sempre prontifiquei-me a "levar as varas". No mesmo local onde dei pela primeira vez ao meu adorado caseiro, paramos, e fizemos uma gostosa festa. Como meu cuzinho j� estava sem dores, pedi ao Jo�o para meter primeiro, o que ele fez com todo carinho. Depois de te-lo feito gozar gostoso, pedi ao Luiz que viesse tambem. Desta vez, apesar da grossura de seu penis, levantei bem o bumbum, e pude sentir aquela maravilhosa tora me invadindo aos poucos, quase sem dor alguma, somente prazer. Desta vez alem de sentir muito prazer, consegui dar ao Luiz um prazer que acredito ele nunca teve, pois apos ter gozado em altos sons, ficou muito tempo grudado a mim, com aquele grosso pau dentro de meu cuzinho, que mesmo com ele mole, ficava piscando e querendo mais.

Isso aconteceu na parte da manh�, sendo que na tarde e madrugada tivemos repeti��o da dose.

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