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ERA PARA JOGAR SINUCA, E ACABEI BRINCANDO COM SUA

Era para jogar sinuca, e acabei brincando com sua Cacapa e com seu taco...

acho que em uma 6�feira de 032004.



Eram 20 h. Sua mulher havia sa�do para a igreja, e me disse, quando perguntei por ele, que estava de sa�da e pediu para que eu entrasse que ele acabara de tomar banho.

... ele acabara de tomar banho, estava t�o cansado que desabou na cama apenas de short e adormeceu com rosto travado na cama e a chamada bunda para lua, quando entrei em seu quarto para cham�-lo para jogar sinuca... ,

... diante da sena, resolvi apagar a luz do corredor que a pouco me contemplou com esta imagem e aproximei-me bem lentamente, para n�o acord�-lo, e dei uma leve lambida em seu calcanhar, permaneci com a l�ngua para fora e fui pincelando seu tornozelo e sua batata da perna, que ali�s eram grossas e peludas, fez uns tiliques mas permaneceu ali, peguei a toalha que estava ca�da no ch�o e cobri sua cabe�a, voltei a pincelar-lhe a as coxas e outrora me aproximava bem perto das dobrinhas de sua bunda, que n�o eram de meu gosto, pois eram peludas, mas continuei, fiquei subindo e descendo, at� que num dado momento resolvi arriscar, levei seu short um pouco para o lado, e lambi a base de seu saco, fui interrompido por um gesto de que estava acordando, enfiei a m�o por debaixo da toalha e fiz um gesto em sua boca com meus dedos como se fosse para ficar im�vel, e assim permaneceu, voltei onde parei e continuei a lamber o que me oferecia, a base de suas bolas e seu delicioso cuzinho, ali�s com certa dificuldade, pois ele tinha muita bunda, e na posi��o em que estava, eu encontrava dificuldades para alcan��-lo, resolvi arrancar-lhe o short e dobrei uma de suas pernas para que ele ficasse meio de lado, e a� consegui ter uma melhor chance de alcan�ar meus objetivos, e assim passei a pincelar toda a sua bunda, seu reguinho, seu saco, e fazia uma leve press�o com os l�bios em suas bolas, ia e vinha, coloquei a l�ngua o mais pr�ximo de sua bunda e pressionei a porta do prazer, sentia que minha l�ngua conseguia invadir um pouco a seu orif�cio, Frank gemia me chamava de Rose, e dizia onde eu tinha aprendo isso, Rose era o nome de sua esposa, acho que n�o havia percebido que se tratava de mim, abandonei por instantes seu cuzinho e abocanhei seu pinto que j� demonstrava sinais de gozo, pressionei com meus l�bios a cabe�a de sua rola e com ela em minha boca e a lambia sua cabe�a, e comecei a sentir as got�culas de esperma que come�avam a sair e invadir minha garganta e a goela abaixo, Frank dava leve expuls�es de gozo, era algo fascinante, seu pinto latejava, e continuei at� que n�o sa�sse mais, ent�o pascei com uma das m�os pela extens�o de sua bunda com o dedo m�dio invadindo seu rego e iniciei um movimento de vai e vem em sua rola utilizando somente a meus l�bios com uma leve press�o, com os dedos indicador e anular abertos contrai um pouca sua n�degas e dava leves batidas em seu cuzinho com o dedo m�dio, como se quisesse entrar ali, e foi que fiz aos poucos, pois em dados momentos eu untava seu cuzinho de saliva e iniciava novamente a penetra��o de meu dedo, e Frank suspirava, seu pau em enrijecido novamente, j� com meu dedo atolado em seu cu, agora j� entrava e sa�a com facilidade, untei meu dedo indicar e novamente seu cuzinho, nunca deixando de chupar seu pinto como de in�cio, apenas o pressionando com os l�bios, e assim consegui penetrar o segundo dedo, por instantes abandonava estes esfregas e esfregas e lambia a lateral de seu corpo at� pr�ximo dos ombros, passei a fazer isto alternadamente, ora chupando seu pinto ora lambendo seu corpo, tirei parte da toalha de seu rosto, deixando a amostra sua orelha e pesco�o e passei a beijar esta regi�o de novo, Frank agora dizia, Rose como aprendeu isso... como ... � bom.... continue a chupar meu pinto de novo..., quero gozar novamente ... , obedeci , fiz for�a com suas pregas para baixo... causando-lhe um certo desconforto e prazer... mas ele gemia, estava gostando, at� que gozou novamente em minha boca, j� sem pudor nenhum fazia movimentos bruscos para dentro e para fora tanto com meus dedos em seu rabo, quanto que com seu pinto em minha boca..., Frank gemia e dizia que estava muito mole, e que nunca gozara tanto..., e assim, sa� lentamente de seu quarto... encostei a porta e fui embora...,

Frank � um moreno claro, para minha surpresa, � religioso (do tipo que vai a missa regularmente), n�o gosta de confus�o, � totalmente fechado..., e acredite, ele pensou que era Rose, foi salvo pelo gongo sem querer.

Quando sa�, ele pensou que “Rose” voltaria para uma nova se��o, mas como se passara alguns minutos e ela nada de aparecer, resolveu levantar, e pelado pela casa percebeu que ela n�o estava, e ficou esperando seu retorno, + ou – 22:30 h, Ela chega toda arrumada com um semblante de contentamento, o cumprimenta chamando de: oi querido, ele antes de tudo, pergunta se ela foi à igreja, ela diz: sim, e que se ele n�o ouviu quando ela se despediu, ele perguntou se mais algu�m esteve em casa antes dela sair, e ela disse que o “ale” (eu), veio cham�-lo para jogar sinuca.

O Frank me disse o seguinte: me aconteceu algo estranho...

Eu: o que?

Frank n�o respondeu e foi dizendo,: ...minha mulher foi para a igreja e retornou mais ou menos as 22:30 h, e disse que voc� foi na minha casa me chamar para jogar sinuca, voc� foi mesmo?

Eu; fui, mas voc� estava dormindo, ent�o eu fui embora.

Frank: s� isso, voc� n�o fez nada ... ?

Eu: como assim...?

Frank com receio de me contar e eu querendo que ele dissesse, pois gostei de seu cuzinho: sei l� me sacudir, me chamar, sei l� o que voc� poderia fazer u�?

Eu: n�o, de repente voc� acorda de mau humor, ou sei l�, voc� parecia j� estar preparado para mais uma noite de sono, estava s� de short, ali�s voc� tem uma bundinha hein?

Frank: sai fora cara, ta me estranhando

Cismado Frank interrompe o assunto e fala, vamos joga umas partidinhas..., Eu mais que depressa pego um taco e vamos para mesa,

Estou tentando bolar uma forma de falar para ele ou de repetir a dose, mas desta vez quando estiver com meu dedo em seu rabo vou permitir que veja que sou em que o esta iniciando neste mundo maravilhoso.



[email protected]











Eram 20 h. Sua mulher havia sa�do para a igreja, e me disse, quando perguntei por ele, que estava de sa�da e pediu para que eu entrasse que ele acabara de tomar banho.

... ele acabara de tomar banho, estava t�o cansado que desabou na cama apenas de short e adormeceu com rosto travado na cama e a chamada bunda para lua, quando entrei em seu quarto para cham�-lo para jogar sinuca... ,

... diante da sena, resolvi apagar a luz do corredor que a pouco me contemplou com esta imagem e aproximei-me bem lentamente, para n�o acord�-lo, e dei uma leve lambida em seu calcanhar, permaneci com a l�ngua para fora e fui pincelando seu tornozelo e sua batata da perna, que ali�s eram grossas e peludas, fez uns tiliques mas permaneceu ali, peguei a toalha que estava ca�da no ch�o e cobri sua cabe�a, voltei a pincelar-lhe a as coxas e outrora me aproximava bem perto das dobrinhas de sua bunda, que n�o eram de meu gosto, pois eram peludas, mas continuei, fiquei subindo e descendo, at� que num dado momento resolvi arriscar, levei seu short um pouco para o lado, e lambi a base de seu saco, fui interrompido por um gesto de que estava acordando, enfiei a m�o por debaixo da toalha e fiz um gesto em sua boca com meus dedos como se fosse para ficar im�vel, e assim permaneceu, voltei onde parei e continuei a lamber o que me oferecia, a base de suas bolas e seu delicioso cuzinho, ali�s com certa dificuldade, pois ele tinha muita bunda, e na posi��o em que estava, eu encontrava dificuldades para alcan��-lo, resolvi arrancar-lhe o short e dobrei uma de suas pernas para que ele ficasse meio de lado, e a� consegui ter uma melhor chance de alcan�ar meus objetivos, e assim passei a pincelar toda a sua bunda, seu reguinho, seu saco, e fazia uma leve press�o com os l�bios em suas bolas, ia e vinha, coloquei a l�ngua o mais pr�ximo de sua bunda e pressionei a porta do prazer, sentia que minha l�ngua conseguia invadir um pouco a seu orif�cio, Frank gemia me chamava de Rose, e dizia onde eu tinha aprendo isso, Rose era o nome de sua esposa, acho que n�o havia percebido que se tratava de mim, abandonei por instantes seu cuzinho e abocanhei seu pinto que j� demonstrava sinais de gozo, pressionei com meus l�bios a cabe�a de sua rola e com ela em minha boca e a lambia sua cabe�a, e comecei a sentir as got�culas de esperma que come�avam a sair e invadir minha garganta e a goela abaixo, Frank dava leve expuls�es de gozo, era algo fascinante, seu pinto latejava, e continuei at� que n�o sa�sse mais, ent�o pascei com uma das m�os pela extens�o de sua bunda com o dedo m�dio invadindo seu rego e iniciei um movimento de vai e vem em sua rola utilizando somente a meus l�bios com uma leve press�o, com os dedos indicador e anular abertos contrai um pouca sua n�degas e dava leves batidas em seu cuzinho com o dedo m�dio, como se quisesse entrar ali, e foi que fiz aos poucos, pois em dados momentos eu untava seu cuzinho de saliva e iniciava novamente a penetra��o de meu dedo, e Frank suspirava, seu pau em enrijecido novamente, j� com meu dedo atolado em seu cu, agora j� entrava e sa�a com facilidade, untei meu dedo indicar e novamente seu cuzinho, nunca deixando de chupar seu pinto como de in�cio, apenas o pressionando com os l�bios, e assim consegui penetrar o segundo dedo, por instantes abandonava estes esfregas e esfregas e lambia a lateral de seu corpo at� pr�ximo dos ombros, passei a fazer isto alternadamente, ora chupando seu pinto ora lambendo seu corpo, tirei parte da toalha de seu rosto, deixando a amostra sua orelha e pesco�o e passei a beijar esta regi�o de novo, Frank agora dizia, Rose como aprendeu isso... como ... � bom.... continue a chupar meu pinto de novo..., quero gozar novamente ... , obedeci , fiz for�a com suas pregas para baixo... causando-lhe um certo desconforto e prazer... mas ele gemia, estava gostando, at� que gozou novamente em minha boca, j� sem pudor nenhum fazia movimentos bruscos para dentro e para fora tanto com meus dedos em seu rabo, quanto que com seu pinto em minha boca..., Frank gemia e dizia que estava muito mole, e que nunca gozara tanto..., e assim, sa� lentamente de seu quarto... encostei a porta e fui embora...,

Frank � um moreno claro, para minha surpresa, � religioso (do tipo que vai a missa regularmente), n�o gosta de confus�o, � totalmente fechado..., e acredite, ele pensou que era Rose, foi salvo pelo gongo sem querer.

Quando sa�, ele pensou que “Rose” voltaria para uma nova se��o, mas como se passara alguns minutos e ela nada de aparecer, resolveu levantar, e pelado pela casa percebeu que ela n�o estava, e ficou esperando seu retorno, + ou – 22:30 h, Ela chega toda arrumada com um semblante de contentamento, o cumprimenta chamando de: oi querido, ele antes de tudo, pergunta se ela foi à igreja, ela diz: sim, e que se ele n�o ouviu quando ela se despediu, ele perguntou se mais algu�m esteve em casa antes dela sair, e ela disse que o “ale” (eu), veio cham�-lo para jogar sinuca.

O Frank me disse o seguinte: me aconteceu algo estranho...

Eu: o que?

Frank n�o respondeu e foi dizendo,: ...minha mulher foi para a igreja e retornou mais ou menos as 22:30 h, e disse que voc� foi na minha casa me chamar para jogar sinuca, voc� foi mesmo?

Eu; fui, mas voc� estava dormindo, ent�o eu fui embora.

Frank: s� isso, voc� n�o fez nada ... ?

Eu: como assim...?

Frank com receio de me contar e eu querendo que ele dissesse, pois gostei de seu cuzinho: sei l� me sacudir, me chamar, sei l� o que voc� poderia fazer u�?

Eu: n�o, de repente voc� acorda de mau humor, ou sei l�, voc� parecia j� estar preparado para mais uma noite de sono, estava s� de short, ali�s voc� tem uma bundinha hein?

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