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MEU IRM�O GOSTOSO ME COMEU EM SEU QUARTO.

Sempre achei o meu irm�o bonito. Quando eu tinha dezesseis anos ele voltou da It�lia onde estava morando a quatro anos com nossos av�s. Por�m, achou que fosse melhor voltar para sua terra natal. Chegando aqui, quatro anos depois ele estava bem mais bonito. Era quase dois anos mais velho que eu e agora cultivava o corpo de um deus. Duvidei que fosse ele mesmo, mas quando vi os seus olhos azuis, que era a marca registrada da nossa familia (mam�e e papai tinham o mesmo tom de azul pelo fato de serem primos), tive certeza de que era ele. Eu corri para abra��-lo e ele me ergueu no ar me dando um beijo no rosto, dizendo:

- Pirralha! Voc� cresceu hein! Nem parece mais aquela pentelha que me enchia o saco o dia todo!

- Algumas pessoas mudam, sabia!

Depois de todos os abr�os de fam�lia fomos para casa. No per�odo da noite eu vi o um irm�o sair do banheiro s� de toalha. E eu parei ele entrou no seu quarto e nem desconfiou de que eu o olhava. Ele estava um deus como eu tinha pensado assim que o vi no aeroporto. Ele sempre fora forte, mas agora, estava bem mais forte e tinha criado um tanquinho perfeito. Assim que percebi o que estava pensando tentei afastar esses pensametos da minha cabe�a, afinal ele era o meu irm�o! N�o devia estar pensando essas coisas. Mas assim que entrei no meu quarto tranquei a porta e me masturbei pesando nele.

No dia seguinte assim que acordei e desci as escadas eu o vi sem camisa conversando com nossa m�e. Estavam botando o papo em dia e assim que ele me viu veio em minha dore��o me abra�ar com um sorriso no rosto. Isso era maldade! Conversamos durante um bom tempo enquanto eu tomava o meu caf�. Subi para tomar o meu banho e quando sa� quase deixei a toalha cair por ter esbarrado nele, que me olhou com um olar que eu podia jurar que era desejo. Segui para o meu quarto me desculpando com ele pelo esbarr�o e ele colocando a culpa nele mesmo se desculpava tambem.

Ele era o meu irm�o, mas eu parei de me importar com essa parte. Quando chegou a hora de ir dormir eu vesti um baby doll bem sexy e uma calciha fio-dental. Fui ao quarto de meus pais e deu boa noite para eles. Me direcionei rapidamente para o meu e me olhei uma ultima vez. Modestamente sempre fui considerada uma garota bonita, cabelos negros meio ondulados, olhos azuis e pele branca um pouco corada. Tinha (e ainda tenho) seios um pouco mais que m�dios, mas n�o cegam a ser grandes, s�o do tamanho certo. Mas o que todos os homens dizem chamar mais aten��o � a minha bunda, que mesmo aquela �poca era empinada e do tamanho que deixa qualquer homem louco.

Ent�o me direcionei para o quarto de meu irm�o. Bati na porta e ele disse para entrar, o que eu fiz sem �xito algum. Ele estava deitado na cama vendo televis�o e assim que ele me viu abriu um sorriso e vi o seu olhar se direcionar para os meus seios demostrando um pouco de surpresa.

- S� vim desejar boa noite para o meu maninho! – Disse indo ao seu encontro e ele se sentou na cama e eu me abaixei para abra��-lo.

- � t�o bom estar em casa de novo.

Aproveitei que ele estava puxando assunto e me sentei em seu colo como quem n�o quer nada, mas assim que cruzei as pernas e passei o meu bra�o em volta de seu pesco�o creio que ele percebeu minhas inten��es.

- Como � l� na It�lia?

- � um lugar lindo, queria que voc�s tivessem ido l�.

- E as mulheres de l� como s�o?

- N�o s�o t�o bonitas quanto as daqui, com certeza. – Ent�o olhou rapidamente para os meus seios, voltando o seu olhar para o meu e sorrindo fraco.

- Voc� teve alguma namorada por l�?

- S� uma. A Luciana. Namoramos por apenas dois anos e n�o deu mais certo.

- E voc� sentiu muita falta de n�s aqui? – Eu disse me empinando um pouco mais e dimiuindo aos poucos a dist�ncia entre n�s.

- Muita. E s� agora eu vejo o tempo que eu fiquei fora. Voc� cresceu bastante, est� bonita... parece uma mulher.

- Eu sou uma mulher.

- Prova.

Aquela foi a minha deixa. O beijei e ele n�o relutou. Nossas l�ngua lutavam dentro de nossas bocas. Ele segurou em meus seios e eu me sentei em seu colo de frente para ele. Ele tirou a minha camisa e come�ou a lamber os meus seios que j� estavam durinhos de tes�o, assim como o seu pau que eu podia sentir ro�ando em minha bucetinha por causa da nossa posi��o. Eu j� estava � beira da loucura. Eu o emurrei na cama, o fazendo deitar e deitei por cima dele, ent�o eu fui descendo por todo o seu corpo. Chegando at� o seu cal��o onde pude ver o volume que l� havia se formado. O tirei e seu pau praticamente pulou para fora. Estava duro de tanto tes�o.

- Vou te fazer um carinho agora meu irm�ozinho. Veja como a sua irm�zinha virou um puta!

O coloquei na boca. Fiz um boquete delicioso nele e ele puxava os meus cabelos e gemia.

- Ahhhhh! Isso, vai minha irm�zinha, chupa o meu pau chupa! Ahh! Assim! Como voc� faz isso bem hein! Voc� � uma putinha, uma vadiazinha experiente - e dava tapas e apertos em minha bunda.

Eu chupava o seu pau e o lambia. Chupava as suas bolas e as lambia e seguia lambendo at� chegar � cabe�a de seu pau e engoli-lo novamente. Eu cuspia nele, batia uma punheta At� que ele gozou. Eu engoli toda a sua gozada e o beijei, fazendo ele senti o seu pr�prio gosto. Me levantei e tirei o sorts do baby doll e ele tirou a minha calcinha. Me virei de costas para ele e o provoquei um pouco fazendo alguns movimentos e empinando bem a minha bunda para ele. Ele a segurou e a apertou me puxando para a cama de volta me beijando, ent�o passou a m�o pela minha bucetinha, brincando com o meu grelo eu que j� estava molhada de tes�o, agora estava mais molhada ainda. Foi quando ele me olhou com cara de safado e desceu at� minha xoxota. Ele lambia todas as �reas e quando eu j� estava quase explodindo de vontade de que ele lembesse o meu grelo, foi o que ele fez, o safado o havia deixado por �ltimo, pois sabia que assim seria mais gostoso. Ele chupava, lambia e cuspia em minha buceta e eu gemia agarrando os len�ois e puxando algumas mechas de seus cabelos.

- Ahhh! Isso! Vai, vai seu puto! Lambe a bucetinha da sua irm�zinha, lambe! Me faz gozar! Me faz gozar!

Ele introduziu um dedo em minha vagina sem parar de lamber e chupar o meu grelo. Eu gemi mais ainda e ent�o ele introduziu dois dedos em mim.

- Ahhhhhhh! Isso! A�! Mais r�pido, mais r�pido!

Eu tinha espamos leves e ent�o, tive um orgasmo.

- Enfia esse teu pau na bucetinha da tua irm� enfia!

Eu disse sem sair da posi��o somente dando leves palmadas em minha xaninha. Ele se colocou sobre mim e penetrou seu pau sobre mim. Eu gemia e apertava a sua bunda for�ando cada vez mais para dentro de mim. Minhas unhas viraram garras nas suas costas e eu o arranhava sem parar. At� que eu tive um orgasmo e ele gozou dentro de mim. Pude sentir toda a sua gozada me invadindo e todo aquele l�quido escorrendo para fora de minha vagina.

- Eu ainda quero te chupar mais meu irm�ozinho. Deita aqui deita.

Ele se deitou e eu coloquei minha bucetinha em sua cara.

- Enquanto eu te chupo, vai lambendo o seu gozo vai, me deixa limpinha!

E engoli mais uma vez o seu pau, que j� estava duro de novo depois de uma r�pida punheta. Ele acertou o lugar novamente e eu mais uma vez gemia e por um momento quase me esqueci do seu pau na minha frente e s� fazia uma punheta dele bem devagar, mas que ia bem fundo e voltava. Eu tive um orgasmo e coloquei seu pau na minha boca novamente senti o seu l�quido em meu c�u-da-boca.

Penetrei o seu penis em minha vagina e me empinei bem para ele e comecei a ir para frente e para tr�s e logo a pular em cima de seu pau. Eu cavalgava em cima dele e bem empinada dizia:

- Olha s�, voc� gosta do meu cuzinho? Hein? Voc� quer com�-lo?

O que provcou uma rea��o nele. Ele me segurou e nos virou ne cama sem interromper a penetra��o, ele fez eu ficar de quatro e quando est�vamos nessa posi��o ele socava com mais for�a o seu pau dentro da minha vagina e eu gemia. Ent�o ele tirou o pau de minha vagina e lambeu o meu cuzinho.

- Eu sabia que voc� esava louco pelo meu cuzinho. Vai enfia esse cacet�o em mim! Enfia ele no meu cuzinho.

- Voc� acha que aguenta?

- Voc� pode se supreender maninho!

Depois de lubrificar bem o meu cuzinho ele enfiou a cabe�a do seu pau e a retirou assim fazendo at� que enfiou o seu p�nis todo no meu cuzinho. Eu gemia e mexia no meu grelo que estava latejando de tes�o. Ele enfiava o pau dele cada vez mais forte. E com dois minutos nessa posi��o, eu tive um orgasmo e senti o gozo dele mais uma vez penetrando em mim. Foi quando eu me estirei na cama e disse para ele me limpar, afinal eu era a mais nova. Ele lambeu o meu cuzinho mais uma vez e ainda aproveitou para lamber a minha bucetinha. Quando ele acabou e me beijou mais uma vez eu disse:

- Viu como sua irm�zinha j� � uma mulher?

- Sabe... ainda n�o deu pra saber se voc� � uma mulher mesmo.

- Ent�o se prepare maninho, pois a noite vai ser longa! – Disse me jogando por cima dele novamente.

Os dias seguintes se passaram com uma rotina meio diferente. Ele me comia de manh�. Depois � tarde e toda noite antes de dormir. E at� mesmo hoje ele ainda me come, por�m, n�o com tanta frequencia. Afinal moramos cada um em seu apartamento e respeitamos quando o outro est� em um relacionamento e n�o cometemos essa maluquice deliciosa que � comer o seu(a) irm�o(a).





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