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FUDENDO NO INTERIOR

Meus pais moram numa cidade do interior do maranh�o, na regi�o do vale do mearim. Neste natal, fomos todos passar l�. Meu irm�o, que mora em S�o Luis, sua mulher e seus filhos tamb�m estavam l�. Apesar de ser uma cidade bem pequena, uns oitenta mil habitantes, gozam de certa mordomia, inclusive internet. A cidade, entretanto, n�o disp�e de atra��es para jovens e minha sobrinha Ana Luiza vivia pendurada no meu note. Procurava passar o dia entretida no orkut e outras coisinhas. Um dia entrei no escrit�rio e ela se assustou, minimizando umas telas. Fiz que n�o notei. � noite peguei o computador e lembrei da minha sobrinha. Fui ao hist�rico e vi que a safada estava vendo uns sites de adultos, com fotos, filmes etc. inclusive, este site ela tinha visitado. Ah, safada. Vendo sacanagem, pensei. N�o que ela fosse infantil, afinal j� tinha seus dezenove anos, mas dava uma de “santinha”. O garoto era mais novo e estava com dezessete.

No dia seguinte inventei uma hist�ria que ia numa outra cidade resolver uns problemas. Fui pra rua com meu irm�o e terminei desmanchando a viagem. Por�m, j� tinha deixado ele num barzinho com uns amigos jogando sinuca e tomando todas. Voltei pra casa e dei com a porta trancada. Sabia que minha mulher ia sair pra casa de familiares e certamente ou outros teriam ido junto. Mas... e minha sobrinha...

Entrei de mansinho e percebi que ela tava no escrit�rio, com meu note na mesa. A porta estava meio aberta. Forcei um pouco o suficiente para v� que ela assistia a um v�deo porn�. Voltei pra sala e fiz barulho, como quem tinha acabado de chegar. N�o dei tempo pra ela desligar a tela e apenas minimizou. Entrei e ela: - Oi, tio, j� voltou? Cad� meu pai? Perguntou desconfiada. – Ta l� no bar. Pelo jeito vai demorar bastante. Ta com uns amigos nosso jogando sinuca e tomando todas. Cheguei por tr�s e passei a m�o em seu pesco�o beijei sua cabe�a. – Que voc� ta vendo ai? A tela estava no orkut, mas a de putaria estava minimizada. Ela tentou fechar com a tecla direita, mas se atrapalhou e acabou por abrir o filme. Ela quis consertar, mas eu n�o deixei e disse pra ela que tamb�m gostava de uma boa sacanagem. Ela sorriu meio desconfiada. O filme rodava uma mulher chupando o cacete de um cara tatuado, enquanto por tr�s um outro enfiava uma pica descomunal na xoxota. Era uma morena de cabelos lisos ent�o com minha sobrinha: - Ela se parece com voc�, Aninha. Ela riu e disse: - Mas eu sou mais bonita, n�o acha? – Claro, minha deusa. Voc� � linda. Ela deitou sua cabe�a em meu peito que estava colado no seu corpo. Dei-lhe um beijo na testa. E levantei minha m�o tocando seu pesco�o e trazendo sua boca para a minha. Foi um beijo alucinante. Ela que ainda estava voltada para o computador, sentindo meu pau em seu ombro, virou-se para o lado e tocou meu pinto com a boca. Abriu meu z�per e come�ou beijar. Passava a l�ngua na cabe�a e ficava com ela nos l�bios, enquanto lambia. Eu que j� tinha passado a noite pensando numa forma de foder aquela ninfeta, agora tinha meu cacete metido na sua boca e n�o tinha feito esfor�o para que isso acontecesse.

Ela babava na cabe�a e na medida que a saliva ia molhando meu pau, sua boca engolia mais. Logo tinha ele todo fincado na boca da minha sobrinha. Comecei a foder aquela boquinha literalmente. Ela foi levantando e se enroscando em meu corpo. Foi desabotoando minha camisa, enquanto minha cal�a descia pelos joelhos indo ao ch�o. Ela subiu e come�ou a lamber meus peitos peludos. Passava a l�ngua em movimentos circulares nos biquinhos me provocando arrepios. Veio me beijar a boca e meti minha l�ngua l� no fundo.

- Voc� � muito gostoso, tioz�o. Voc� quer foder a buceta da tua sobrinha, n�o quer.

- Sim, minha putinha. Seu tioz�o quer muito foder a buceta da sobrinha queridinha.

- Ent�o pede, vai. Pede minha xoxota que eu te dou, meu coroa divino. Quero

Sentir seu cacete dentro da minha buceta, seu cachorr�o. Quero que me coma com for�a

- Ent�o me d� sua buceta, sua puta safada. D� sua xoxota pra esse coroa que adora uma ninfeta igual a voc�. Meu pau at� d�i de tes�o por voc�, putinha gostosa. Sou seu cinquentao gostoso, n�o sou? – � sim. Voc� � mais gostoso do que esses mauricinhos ai da rua. Foi sua sobrinha. Quero lembrar sempre dessa pica. Quando eu for a Goi�nia vamos foder o dia todo, n�o vamos, meu coroa barrudinho. Eu adoro voc�, tio.

Fui para o sof� ao lado, enquanto a putinha da minha sobrinha tirava sua roupa, mostrando aquela xoxota peludinha nua pra mim. Eu estava sentado na beira e ela veio e se virou de costa e foi sentando no meu pau. Ela mesma guiou meu pinto para sua buceta e foi descendo devagar. O bicho ia deslizando e sua buceta chegava a espumar, tamanha a excita��o que minha sobrinha estava.

Senti sua bunda em meu corpo, amassando meus pelos, e ela come�ouu a rebolar. Subia e descia e dan�ava em rodopios estrepada na minha pica. Apesar de ser bem apertada, sua buceta recebia minha rola muito macia, devido a lubrifica��o.

- Tio... goza comiiiogooooo.... vou gozar, seu cachorro. Vou gozzzarr na sua picaaaaa, ahhhhhh...... filho da puta. Goza na sua sobrinha. N�o aguentei e esporrei na xoxota da minha sobrinha piranha.

- Meu irm�o chegou em casa naquele dia e dormiu logo em seguida.

O pessoal s� chegou no fim da tarde e eu e minha sobrinha, Aninha, fodemos a

Tarde toda.

E assim foram os tr�s dias que fiquei l�. Muita xoxota, muita pica e muita porra. Qualquer oportunidade era aproveitada, nem que fosse para apenas uma chupada e uma gozada rapidinha.

Ano novo estarei em S�o Luis e adivinhem quem vai entrar na minha rola? Claro. Minha sobrinha, que adora este cinquent�o aqui. Podem escrever pra mim. Tenho cinquenta anos, mas adoro uma xoxota novinha. Sou muito carinhoso. As gatinhas de Goi�nia que quiserem um coroa gostso basta me mandar o msn e a gente marca uma fodinha bem legal. N�o vou pegar no pe. Quero apenas que goze muito na minha pica. Cinquent�o.goi�[email protected]

Mando foto da rola grande e grossa para voce se divertir. Pode ser casada ou solteira, n�o tem problemas nao. Respondo a todas.

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