Eu e minha esposa somos de Goi�s, mas atualmente moramos em SP. Ela tem duas irm�s, uma j� casada e a mais nova, Ros�ngela, com 22 anos, que � solteira. Devido à educa��o que tiveram, sempre foram muito comportadas e recatadas, tanto que minha esposa perdeu a virgindade comigo e minha cunhada casada, com o marido dela.
Todos os finais de ano vamos para Goi�s, mas como minha esposa n�o conseguiu f�rias neste final de ano, passamos aqui em SP, e Ros�ngela que estava de f�rias resolver vir passar as festas conosco, chegou dia 2412 e retornou dia 0101.
Nesta semana estava de f�rias coletiva, mas segunda e quarta-feira fiquei o dia todo fora, resolvendo problemas, e na ter�a-feira sa� com minha cunhada para fazermos comprar e passear um pouco.
Na quinta e sexta ficamos em casa. Na quinta n�o conseguia tirar os olhos das pernas dela e tentava de todo jeito ver os seios dela, e ela percebeu, mas n�o tomou nenhuma atitude. Ros�ngela � a mais bonita das tr�s, e minha esposa a mais gostosa. Todas t�m seios pequenos e bunda deliciosa, talvez por isso que eu seja tarado por seios, pois de bunda estou muito bem servido....
Por ser muita “certinha” n�o consegui ver muita coisa, pois Ros�ngela estava sempre de suti�, camisa com decote muito pequeno e bermuda at� meio da coxa, e que coxas...
Na sexta, por volta das 19 da manh�, convidei ela para jogar cartas, e por iniciativa dela apostamos quem fazia o almo�o, perdi, ent�o pedi revanche e apostamos quem lavava a lou�a, ent�o ganhei. Depois, ficamos pensando o que apostar, quando ela perguntou o que normalmente eu apostava com minha esposa. Falei que provavelmente ela n�o aceitaria, ent�o pediu que eu dissesse e ela decidiria se aceitaria. Disse que inicialmente cada um que perdia tinha que tirar uma pe�a de roupa. Ros�ngela ficou vermelha, mas para minha surpresa aceitou jogar assim. Fiquei muito excitado e perplexo, pois ela sempre pareceu uma santinha.
Perdi uma, tirei a camiseta, ent�o ganhei tr�s, deixando ela s� de calcinha. Perdi a concentra��o, pois n�o tirava o olho dela, que deliciosa. Ent�o perdi duas e fiquei pelado. Agora ela n�o tirava o olho do meu pau, que estava estourando de tanto tes�o. Ganhei mais uma e ela tamb�m ficou pelada. Na ultima rodada ela ganhou e deixei ela escolher o castigo, e que castigo maravilhoso, pediu para chupar a bucetinha dela at� ela gozar.
Comecei imediatamente, chupando aquela buceta deliciosa e massageando hora o cuzinho lindo, hora seus peitinhos. Ela j� estava quase gozando quando mudou de posi��o e come�ou chupar meu pau, da� fiquei louco. Pouco depois ela gozou feito louca, o que me deixou ainda mais excitado. Quando j� estava quase gozando avisei ela, que pediu para que eu n�o gozasse na sua boca, pois n�o gostava de porra. Ent�o gozei no pesco�o e nos peitinhos dela.
Tomamos banho e tentei comer a bucetinha dela, mas falou que ter�amos a tarde toda para brincar, e estava com fome.
Ap�s o almo�o, que parecia demorar uma eternidade de t�o ansioso que estava, logo comecei a chupar novamente aquela buceta linda e deliciosa. Mas o que queria era enfiar meu pau naquela delicia. Ela sentou no meu pau, ficando de frete para mim, enquanto acariciava e beijava seus seios e sua boca. Ros�ngela gemia e rebolava feito vadia, isso me deixava perplexo e alucinado de tes�o. Jamais imaginei que fosse uma putinha.
Estava me segurando para n�o gozar quando ela gemeu mais forte e praticamente se jogou em cima de mim, dizendo que nunca tinha gozado daquele jeito, ent�o gozei muito, inundando sua bucetinha, ela saiu pingando porra at� o banheiro.
Ela tomou um banho r�pido e voltou, estava maluco para comer o cuzinho dela, mas ela pediu para eu tomar banho que queria fazer uma chupeta deliciosa.
Quando voltei, come�amos um 69 animal, e comecei massagear seu cuzinho, lubrificando com minha saliva, at� que enfiei o dedinho, ela reclamou e disse que o cuzinho era virgem, e queria deixar para o futuro marido dela. N�o liguei e continuei lubrificando e coloquei o indicador, ela amea�ou parar, ent�o falei que ia ser gostoso, e que o futuro marido dela nem ia perceber que ela j� tinha dado o cuzinho, fui falando e continuei lubrificando e com o dedo no cuzinho, como ela n�o reagiu, enfiei mais um, de vagar, mas que entrou f�cil, j� que estava bem lubrificado, ela reclamou de dor, mas n�o pediu para eu parar.
Foi, ent�o, que ela parou o 69, que estava uma del�cia, imaginei que iria cumprir a promessa e para, mas para minha surpresa, subiu em cima de mim, encaixou meu pau no seu cuzinho e foi sentando lentamente, reclamou um pouco de dor, mas continuou, n�o estava aguentando de tanto tes�o, e tive que me segurar para n�o gozar na hora. Comecei a bater uma siririca para ela enquanto ela rebolava no meu pau. Depois de um tempo n�o consegui me segurar mais e gozei naquele cuzinho maravilhoso. Foi fant�stico. Continuei com a m�o at� que ela gozou tamb�m, ent�o me abra�ou e ficamos na cama um tempo, at� dormimos um pouco.
Confiss�es de minha cunhada
Depois, quando j� est�vamos na sala assistindo tv, perguntei sobre sua vida sexual. Ent�o Ros�ngela me contou que transou pela primeira vez com 19 anos, no �ltimo dia de aula do 2ª. Grau, um namoradinho fazia tempo que queria comer ela, mas ela resistia, at� que resolveu dar para ele no �ltimo dia de aula. Sabia que ele s� queria comer ela, e provavelmente n�o iam se ver mais, mas ela tamb�m estava a fim de transar. Segundo ela foi muito ruim, eles foram para um motel, al�m de doer, seu namoradinho gozou muito r�pido na primeira vez, e ela n�o tinha nem se aquecido. Na segunda ele demorou mais, mas estava muito desconfort�vel para ela, ent�o tamb�m n�o conseguiu gozar. E babaca nem ligou.
As outras vezes explicaram uma ascens�o r�pida na empresa que trabalha atualmente. Todo mundo comentava que o dono da empresa, que � separado, era comedor, mas como sempre tratou ela com respeito, nem ligou. Um dia havia ficado at� mais tarde fechando algumas notas fiscais, e quando estava indo embora o dono da empresa, que estava no escrit�rio tamb�m, ofereceu carona, como passaria perto da casa dela, aceitou. Ele fez outro caminho e passou pela casa dele primeiro, disse que tinha um compromisso perto da casa dela e iria tomar um banho r�pido e trocar de roupa, assim deixaria ela em casa e iria para o compromisso. Ela entendeu o que ele queria, mas n�o fez nada, chegando l�, enquanto ele tomava banho ficou pensando se dava para ele ou n�o. No final decidiu que poderia reunir o �til ao agrad�vel, pois poderia ter benef�cios na empresa tamb�m. N�o deu outra, ele fingiu esquecer que ela estava na sala e saiu s� de cueca do banheiro, e comeu ela.
No mesmo m�s comeu ela mais uma vez. Como consequ�ncia, assim que completou os tr�s meses de experi�ncia foi promovida e conseguiu um grande aumento de sal�rio.
Nos quatro meses seguinte ela deu para ele mais algumas vezes, e segundo ela, ele comia duas outras funcion�rias tamb�m.
Com seis meses ela conseguiu uma nova promo��o e aumento de sal�rio.
Segundo ela, deu para ele umas 9 ou 19 vezes, e faziam 6 meses que n�o dava mais para ele, pois tinham entrado mais duas funcion�rias, e com certeza uma ele estava comendo.
Como j� faziam 6 meses que n�o dava para ningu�m, ela estava subindo pelas paredes, por isso que queria dar pra mim.
O triste de tudo isso, e que divido a dist�ncia e as poucas vezes que nos vemos, al�m de que quando nos vemos tem v�rias outras pessoas juntas, acho que nunca mais vou comer aquela deliciosa cunhada.