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TREPEI MINHA MULHER E ENTEADA NO NATAL

Este ano recebi de natal um presente maravilhoso, sou casado com Marta uma morena linda de 1,67 de altura, olhos verdes, cabelos lisos, pernas grosas bem torneadas, uma bunda empinadinha de cintura de pil�o, uma delicia sem igual na vizinhan�a, ela � 19 anos mais velha que eu, tem 33 anos e uma filha de 19 aninhos que � uma maravilha, um corpo se moldando, sabe aquelas adolescentes com peitinhos durinhos, bundinha empinadinha toda gostosinha, ent�o essa � minha enteada, como estou a 2 anos com a Marta n�o tenho aquele vinculo de pai com a Luane, ainda bem.

Eu n�o dou folga a Marta, sempre que tem jeito estou trepando ela, um rabo delicioso como o dela merece rola toda hora, e ela gosta de levar ferro, de tudo quanto � jeito e lado, na semana antes do natal eu estava deitado no sof�, sozinho em casa a Luane tinha indo à casa de uma amiga dela, estava de cal��o apenas e acariciando meu pau pensando na hora em que a Marta iria chegar, estava doido pra dar umazinha e ela n�o demorou.

Quando ela chegou me viu de pau duro a sua espera e n�o se fez de desentendida ela sabia que ia levar ferro e gostava da id�ia, perguntou pela Luane disse que ela estava na casa de uma de suas amigas, sozinhos em casa logo tirei sua roupa e pus ela de joelhos socando meu cacete em sua boca, ela adora chupar, uma boqueteira de m�o cheia, pus ela sobre a mesa e comecei a chupar sua xota que j� estava toda ensopada, enquanto chupava seu grelinho eu colocava o dedo em seu cuzinho. Ela come�ou a pedir minha rola em seu rabo e logo atendi seu pedido, ela estava deitada sobre a mesa com as pernas abertas, na posi��o de frango assado meti meu pau em seu cuzinho, ela gemia feito doida e eu fui fudendo ela revezando seu cuzinho e sua buceta suculenta.

Variamos as posi��es e sempre ela voraz fudendo minha rola, sem que a gente percebesse a Luane tinha voltado e caladinha ficou assistindo agente trepar, a Marta percebeu que ela estava assistindo antes de mim, mas n�o falou nada, depois de um tempo rebolando em meu pau ela se abaixou e falou bem no meu ouvido “a Luane esta atr�s da porta assistindo voc� me fuder, acho que ela quer dar pra voc� tamb�m” fiquei surpreso ao ouvir o coment�rio, mas sem pensar disse a Marta pra convidar ela pra vir brincar com agente afinal de contas ela como m�e tinha que preparar a filha pra vida.

Ela chamou a Luane e disse “pode vir aqui filha, vou ensinar a voc� como agradar um seu padastro” a Luane ficou vermelha ao perceber que a gente sabia que ela estava ali assistindo, meio sem jeito ela veio pra onde agente estava, sua m�e saiu de meu cacete e perguntou se ela queria brincar com n�s dois, ela disse que sim, a Marta perguntou pra ela se ela sabia o que fazer com uma rola e ela disse que n�o, a Marta ent�o disse que iria ensinar ela a tratar uma rola como se deve.

E come�ou a li��o da Marta, ela come�ou ensinando como mamar em um cacete e no inicio a Luane achou um pouco nojento mas como viu sua m�e se acabando chupando meu pau come�ou a chupar como a Marta mandava e logo pegou o jeito, sabe como dizem, filha de boqueteira boqueteira �, senti vontade de encher sua boquinha de porra, mas me segurei porque tinha muito pra ela aprender ainda e ela estava se revelando uma aluna aplicada, comecei a acariciar sua bucetinha ainda com uma pelugem rala, rosinha e sem nunca ter visto um cacete de perto.

Ela come�ou a ficar toda tr�mula com as caricias que estava recebendo na xotinha de minha l�ngua a Marta estava aprovando o tratamento que a filhinha estava recebendo e o t�o esperado momento de descaba�ar a ninfetinha chegou, sua bucetinha esta cevada pra ser fodida, a marta colocou ela deitada sobre a mesa e segurou sua m�o, comecei a encostar meu pau em sua xaninha que se contraia de tes�o e expectativa pra entrar na rola, meu pau estava duro feito a�o a Luane estava deitada sobre a mesa com os joelhos dobrados sobre a barriguinha , sua bucetinha estava desprotegida, seu consolo era a Marta segurando sua m�o e encorajando a aguentar o arrobamento que seria feito por meu cacete como dizia Marta minha rola linda de 22 centimetros.

Comecei a for�ar a entrada, mas ela se contraiu toda de dor, a Marta e eu acalmamos ela dizendo que a dor seria s� no inicio depois ficaria gostoso, ela consentiu que eu for�asse de novo e eu n�o tive d� soquei minha rola ate o meio, a bichinha encheu o olho d’�gua e deu um grito que acho que a rua inteira ouviu, sua m�e pois a m�o em sua boca pra ela n�o gritar novamente e ela come�ou a pedir pra parar, pra eu tirar, mas apenas segurei ela pra ela n�o se mexer muito e machucar mais, ela foi se acalmando e eu comecei a bombar sua bucetinha devagarzinho pra ela ir se acostumando a rola.

Pensei que n�o iria conseguir fuder ela direito, mas ela aos poucos foi se entregando mais com os incentivos de Marta, fui fudendo seu rabinho com vontade e cuidado pra n�o estragar minha enteada na primeira vez, ela aguentou um ter�o da minha rola, depois de fuder seu rabinho gostoso por mais de quarenta minutos n�o resisti e enchi sua xaninha de porra, tanta que ela se assustou ao ver sua bucetinha toda fudida e escorrendo do jeito que estava, a Marta logo tranquilizou dizendo que era normal j� que eu gozava feito um cavalo sempre.

As duas ficaram brincando com meu cacete dividindo ele entre suas bocas, a Luane pediu pra me ver socando ate o saco no rabo da Marta, atendemos seu pedido com muito prazer, depois pediu pra me ver fuder tamb�m o cuzinho da m�e que aceitou na hora o pedido da filha pra me ver socando tudo como se fosse na buceta depois de satisfeita em sua curiosidade olhou pra Marta segurando em meu cacete e prometeu me dar um tratamento igual com seu rabinho se a m�e deixasse, e ela claro disse sim ao pedido da filha e desde ent�o estou trepando m�e e filha, juntas ou separadas, mas pra n�o faltar rola a nenhuma das duas trepo a Luane de dia e a Marta de noite e sempre que d� trepamos os tr�s juntos, uma delicia minha fam�lia.

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