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A NINFETA DA IGREJA EVANG�LICA

Ol� a todos. O que vou narrar aqui � absolutamente ver�dico. Sou leitor ass�duo de contos er�ticos e fico imaginando como as pessoas t�m a imagina��o t�o f�rtil e inventa cada est�ria como se fosse verdade, tipo beleza f�sica, tamanho de pau ou ent�o aqueles que comem um cuzinho virgem com um pau gigante e a mulher ainda goza. Todo mundo sabe que isso � imposs�vel. Mas vamos aos fatos: Meu nome e Paulo Roberto. Tenho 41 anos, moreno, 92 kg e minha altura � 1,70. Sou casado h� 19 anos, tenho tr�s filhos de 18, 19 e 19 anos. Minha hist�ria come�a a quase 19 anos atr�s, quando eu frequentava uma igreja evang�lica, mas era muito safado, como sou at� hoje. Como eu estava com meus trinta e poucos anos, tinha um dom natural para lideran�a e sou afinado para cantar, me colocaram pra ser l�der de um grupo de jovens que cantavam na igreja, os quais eu devia ensaiar 2 vezes por semana. Quando comecei a ensinar as m�sicas e a passar as vozes de cada um, notei que tinha uma menina de 19 anos, chamada Priscila que me olhava muito, sempre nos olhos. Ela era moreninha, linda, hiper gostosinha, mas eu sempre na minha, afinal, al�m de ser muito mais velho que ela, eu era casado e ela era uma "quase crian�a" e eu poderia me encrencar facilmente. Acontece que os pais dela se apegaram a mim de uma forma muito terna e carinhosa, que onde eu estava, eles procuravam estar tamb�m e, logicamente a ninfeta sempre junto. Os ensaios continuavam e eu, seguindo um instinto de "predador" come�ava agora a jogar charme em cima da inocente Priscila que ficava cada dia mais doidinha por mim. Eu j� havia demonstrado que percebera os olhares dela, e a partir da�, ela me dava mole descaradamente, mas s� nos dois sab�amos. Certo dia ela foi na minha casa com os pais e num descuido r�pido de todos, eu beijei sua boquinha e ela correspondeu, mas ficou toda tr�mula, afinal n�s pod�amos ser apanhados pelos pais dela ou pela minha ciumenta esposa. Ela ent�o come�ou a me ligar todos os dias quando sa�a do col�gio. Naquela �poca n�o havia a facilidade da internet como hoje e eu passei a dar cart�es telef�nicos pra que ela pudesse me ligar sempre e fic�vamos horas conversando. At� que um dia, eu j� n�o aguentava mais de tes�o e marquei um encontro com ela. Ao entrar no meu carro, ela j� foi me beijando t�o gostoso que eu n�o queria que o tempo passasse. Me dirigi ent�o ao motel mais pr�ximo e chegando l� fui tirando sua roupa e me deparei com o corpinho mais gostoso que eu j� havia visto. Uns peitinhos pequenos semi-desenvolvidos, uma bucetinha com poucos pelos e cuidadosamente depilada. Como a gente j� havia tomado banho em casa, fomos direto para a cama e eu j� fui lembendo ela da cabe�a aos p�s. Quando cheguei na bucetinha, eu quase gozei s� de ver ela completamente molhada, a bucetinha chegava a babar um l�quido incolor com um cheiro delicioso de menina virgem. Chupei gostoso, sorvi todo o seu suco vaginal e me concentrei no pequeno clit�ris que se destacava no meio dos poucos pelos. Quando comecei a chupar mais vigorosamente o seu clit�ris e volta eu meia eu enfiava minha lingua em sua buceta, Priscila come�ou a ter espasmos e estremecer. Levantava a bunda do colch�o e parecia que queria entrar na minha boca. Quando ela conseguiu relaxar eu me posicionei entre suas pernas, pincelei meu pau em sua bucetinha para deixar a cabe�a bem molhada e fui introduzindo devagarinho. Quando a cabe�a entrou ela fez uma cara de dor e eu tirei o pau e esfreguei deicadamente em seu clit�ris e fiquei alternando entre uma metida e uma esfregada, e a cada metida eu enfiava mais fundo at� que meu pau entrou tudo. Agora j� era tarde demais pra voltar atr�s. Seu caba�o j� era. Comecei a meter delicadamente meu pau at� as bolas enquanto percebia que ele sa�a um pouco sujo de sangue. Ap�s perceber que ela j� sentia muito prazer em me receber dentro dela, acelerei as estocadas e enchi sua bucetinha de porra, gozando muito gostoso sem me preocupar com gravidez, pois sou vasectomizado. Tomamos um banho quente na hidro e fomos embora satisfeitos e ela feliz da vida por ter perdido sua virgindade comigo. Ap�s esse dia, come�amos a sair com certa frequ�ncia at� dia que ela arrumou um namorado e nos afastamos. Num pr�ximo conto, vou narrar o nosso reencontro. Gostaria que voc�s comentassem este conto e se houver alguma garota ou casal entre 20 e 45 anos que queira fazer alguma safadeza bem gostosa, mande-me um e-mail pra gente iniciar uma conversa. Quem sabe rola alguma coisa boa. Um abra�o a todos. Meu e-mail e MSN � [email protected] rn

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