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O DIA EM OFERECI, NOVAMENTE, MINHA ESPOSA PARA MEU

Caros leitores



O DIA EM OFERECI, NOVAMENTE, MINHA ESPOSA PARA MEU MELHOR AMIGO



Outro dia cheguei em casa na hora do almo�o e encontrei minha esposa (Andr�ia) se masturbando lembrando nossa transa com Adriano, ent�o perguntei a ela se n�o seria melhor cham�-lo para uma nova aventura. Ela adorou a proposta e perguntou se eu podia tirar a tarde de folga para irmos at� a cidade dele, pois Adriano apesar de morar em outra cidade n�o fica muito longe. Liguei para ele e perguntei se tamb�m podia tirar a tarde de folga. Empolgado ele comentou que n�o via a hora de comer o cuzinho de minha esposa novamente. Andr�ia tem 1,65m. de altura, seios m�dios e empinados, um bumbum redondinho numa pele morena. Ela tomou um longo banho e n�o me deixou toc�-la, disse que poderia fazer o que quisesse com ela somente na presen�a de Adriano, antes n�o. Entramos no carro e fomos at� a casa de Adriano que j� estava na porta esperando ansiosamente. Como era vis�vel a excita��o dos tr�s, fomos direto ao motel. Nisso Andr�ia entrou no banheiro e disse para esperarmos, pois ela tinha uma surpresa para n�s. Ela ficou l� por uns dez minutos, pouco antes de sair pediu para que coloc�ssemos uma m�sica para dan�ar. Ela saiu e ficamos boquiabertos com a cena, ela vestia um lingerie cinta-liga vermelho dando ainda mais �nfase em seus peitos e no bumbum, nessa hora o cacete de Adriano, que mede mais ou menos uns 19 cm. j� estava totalmente r�gido e com parte fora da cueca, a minha pica (16 cm.) parecia de ia estourar de tanto tes�o. Andr�ia se aproximou e come�ou a dan�ar entre n�s. Enquanto ela beijava Adriano ficava esfregando o bumbum em meu cacete, depois virava e repetia a dose, enquanto me beijava esfregava o bumbum em Adriano. Enquanto ela estava me beijando Adriano come�ou a desabotoar lentamente a parte de cima de seu lingerie e quando estava na metade Andr�ia se virou deixando uma de suas al�as cair mostrando um de seus seios completamente empinados de tanto tes�o. Adriano n�o aguentou e caiu de boca naquele peito tirando um longo suspiro de Andr�ia. Quando terminei de tirar a parte de cima de seu lingerie e soltei a cinta-liga, eu e Adriano abaixamos e come�amos a chupar Andr�ia, ele em sua boceta toda encharcada de tes�o e eu seu cuzinho gostoso. Ela suspirava e pedia mais e mais e mais, Levamo-la para cama e come�amos a chup�-la inteira. Andr�ia j� n�o aguentava mais de tes�o e pediu para que a penetr�ssemos, o que ignoramos completamente e continuamos em nossa deliciosa chupada. Andr�ia j� estava implorando, ent�o Adriano se posicionou em sua frente e come�ou a passar seu cacete em sua boceta sem penetrar, Andr�ia se contorcia, gritava e implorava para que ele a comesse, pois n�o estava aguentando mais. Adriano socou seu cacete de uma s� vez o que a fez gritar, gemer e gozar, nesta hora ela j� estava completamente descontrolada. E quanto mais descontrolada ela ficava mais forte o Adriano socava e apesar de meu cacete estar pr�xima a sua boca, ela nem chegava a relar, pois ela estava gostando tanto do cacete de Adriano em sua boceta que nem deu bola para mim. Andr�ia estava tendo orgasmos m�ltiplos at� que pediu para Adriano parar um pouco, pois desta forma ela iria desmaiar de tes�o antes que fiz�ssemos tudo o que gostaria. E s� depois que Adriano tirou seu cacete de sua boceta que iniciou uma longa e demorada chupada em meu cacete.

Andr�ia n�o tinha pressa, chupava lentamente a cabe�a de meu cacete e de vez em quando passava a l�ngua por todo o membro. Isso estava me deixando louco e estava quase gozando quando Adriano se aproximou e ofereceu seu cacete para chupar. Andr�ia parecia que estava chupando dois deliciosos sorvetes, aproveitava cada momento, tirando urros de prazer de n�s. Eu j� n�o estava aguentando mais e me posicionei em frente sua boceta j� aberta por Adriano e enfiei minha rola de uma s� vez, Andr�ia estava cada vez mais enlouquecida, ela gemia, gritava, contorcia e pedia mais. Ela n�o parava de gozar, nunca a vi gozar tanto como desta vez. Achei que ela ia desmaiar. Adriano gozou em sua boca, ela virou e fez quest�o que eu a visse se deliciar engolindo aquela porra quentinha. Ela parecia uma verdadeira puta e isso me deixava ainda mais excitado, tanto que gozei em seu corpo antes mesmo de penetr�-la novamente.

Ficamos conversando um pouco e Andr�ia foi tomar um banho para se refrescar um pouco, Adriano n�o se fez de rogado e foi atr�s, pegou o sabonete e come�ou a esfregar o corpo de Andr�ia que n�o resistiu e lhe deu um outro beijo longo e ardente. Como o Box do banheiro era de vidro, eu podia ver tudo de dentro da hidro e esse fato excitava ainda mais minha esposa, com isso ela procurava beij�-lo cada vez mais apaixonadamente procurando me provocar, ent�o ela ficou de quatro para o Adriano, ficando de frente para mim, olhou bem em meus olhos e pediu para que enfiasse aquela rola em seu cuzinho. Ele socou devagarzinho fazendo-a dar um gemido longo e prazeroso, mas sem tirar os olhos de mim que a esta hora j� estava masturbando. E assim ela continuou rebolando vagarosamente na rola de Adriano com seu olhar penetrante. A cada estocada Andr�ia ia aumentando o ritmo at� que explodiu em um gozo alucinante. Adriano n�o aguentou por muito tempo, olhou tamb�m para mim e gozou em seu cuzinho que nesta altura do campeonato estava todo arrombado. Ele ficou nesta posi��o por mais alguns minutos. Andr�ia saiu do banheiro e me perguntou se havia gostado do havia visto e disse que adorei. Ela me pediu para comer seu cuzinho ainda melado da porra de Adriano, ficou de quatro para mim e soquei algumas vezes quando ela virou e disse que queria chupar minha rola melada com porra de Adriano, ela chupou algumas vezes e disse que queria mais, ent�o repeti a dose, melei meu cacete na porra de Adriano e levei para ela chupar, na terceira vez ela disse que queria sentir o gosto da minha porra junto com a de Adriano. Meti em seu cuzinho at� chegar no ponto e quando estava preste a gozar pedi para que ela me chupasse, gozei tanto em sua boca que ela n�o conseguiu engolir tudo e deixou escorrer um pouco.

Nos lavamos e fomos os tr�s para a hidro, Adriano perguntou a Andr�ia se estava satisfeita e ela disse que s� ficaria satisfeita depois que sentisse aquelas duas picas gostosas dentro dela juntas. Dissemos que tudo bem, mas precis�vamos nos recompor antes, pois n�o somos de ferro.

Na fisionomia de Andr�ia estava vis�vel sua satisfa��o, mas mesmo assim continuamos, Adriano pediu a Andr�ia para que o chupasse, pois estava com vontade de sentir seu cacete endurecer em sua boca, Andr�ia se pos de quatro e o chupou e enquanto isso me posicionei atr�s de Andr�ia e comecei a chup�-la. Andr�ia parou de disse que ia para a cama, fomos logo atr�s, depois ela pediu para eu deitar pois ela queria cavalgar em meu cacete. Enquanto ela estava cavalgando Adriano ofereceu seu cacete para Andr�ia que o chupava com vol�pia. Ent�o Adriano foi para tr�s dela e enfiou seu cacete no cu de Andr�ia iniciando uma deliciosa dupla penetra��o. Andr�ia gritava de dor e prazer, e pedia para que a comesse com mais for�a e quanto mais forte a gente metia mais ela queria. Est�vamos os tr�s descontrolados, metendo, rebolando, gritando e gemendo at� que gozamos todos juntos.

Ainda nesta posi��o Andr�ia me beijou e disse que me amava muito pois pela segunda vez havia tornado sua fantasia realidade e que da pr�xima vez ela quer realizar a minha que � fazer uma troca de casal com tudo que temos direito, sem homossexualismo. Mas isso j� � um outro capitulo de nossa hist�ria.

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