N�o � um Conto - Foi Real!rnAutor: Inc�gnitornMinha Inf�nciarn rnTem coisas na vida que a gente nunca esquece. Apesar destes fatos reais, que aqui vou descrever, terem ocorrido h� muito tempo, me lembro deles com todos os detalhes. Penso que se eu pudesse voltar no tempo, gostaria de repetir, de novo, tudo que aconteceu comigo e, em dobro.rnrn Quando tinha 19 para 19 anos, estudava no per�odo matutino, em uma escola particular de alto n�vel.rnrnNa minha sala havia um aluno grand�o, meio gordinho, que tinha 19 para 19 anos e, estava repetindo o mesmo ano pela segunda vez.rnrnTodos chamavam este cara de gordo e, ele n�o se importava nem um pouco, pelo contr�rio, ele era legal com todo mundo. rnNesta escola, que era somente para meninos, existiam para os alunos, dois banheiros: Um no p�tio onde era o recreio e, outro bem maior e mais afastado, depois das quadras poliesportivas, que tamb�m era usado como vesti�rio.rn Apesar de ser bem mais longe, na hora do recreio que era de 45 minutos, eu preferia dar uma corrida e usar o banheiro do vesti�rio que geralmente n�o tinha ningu�m e, era muito limpo. rn Entretanto algumas vezes, bem na hora do intervalo eu ia e encontrava este banheiro fechado com um aviso na porta: FECHADO PARA MANUTEN��O E LIMPEZA. rnUma vez fui at� este banheiro, quase no fim do intervalo e apesar de estar com a placa: FECHADO PARA MANUTEN��O E LIMPEZA, vi de longe o Andr� um menino de outra classe, mais novo do que eu, saindo daquele banheiro e, um pouco depois saiu o gordo.rnImaginei que eles deviam ter entrado antes de fecharem o banheiro, voltei correndo e usei o banheiro do p�tio.rnDepois de algum tempo fui usar este banheiro. Estava fazendo xixi, quando entrou o gordo e falou, olhando para o meu pau: Ei, at� que voc� tem um pinto grande para a sua idade. Voc� j� goza batendo punheta?rnFiquei meio sem jeito e, disse para ele que j� ouvira falar, mas n�o sabia bem o que era. O gordo sorriu e disse: Escuta, se voc� prometer que n�o fala nada para ningu�m, eu lhe mostro como se faz e, olha � muito gostoso, legal mesmo. J� ensinei para v�rios meninos e todos eles gostaram.rnPerguntei como ele ia fazer. Ele explicou que a gente entrava num reservado e ele batia uma punheta para eu ver como era. Completou: N�o tem problema. Voc� s� fica vendo. Aproveita! E vamos logo que n�o tem ningu�m aqui.rnTopei e entramos em uma cabine e ele trancou a porta e disse: Vou abaixar um pouco as cal�as e a cueca para voc� ver melhor como se faz. E acrescentou: � t�o bom que eu s� de pensar j� estou com o pau duro.rnQuando ele baixou as cal�as vi o pau dele e tomei um susto. Estava duro, apontando para cima e era enorme. A cabe�a era rosada com a forma de um morango grande e ele tinha bastante pelos no saco. Achei lindo!rn Eu falei para ele: Puxa, n�o sabia que um pau podia ser t�o grande como o seu! Ele riu e disse: Se voc� gozar bastante e, fizer algumas outras coisas que depois eu posso explicar, seu pau, quando voc� for da minha idade vai ficar deste tamanho ou at� maior.rnAchei meio dif�cil, mas ele n�o perdeu tempo, cuspiu na m�o, colocou os dedos em envolta do pau e come�ou a mexer para cima e para baixo e depois de alguns minutos fez uma cara meio de dor e disse: Vou gozar! E apontou o pau para mim. rnOlhei e vi um l�quido branco e grosso saindo do buraquinho da cabe�a do pau. E saiu bastante. Ele pegou um papel higi�nico, se limpou e disse: Viu como se faz? Balancei a cabe�a que sim. rnEle foi levantando as cal�as e dizendo: Agora quando chegar à sua casa voc� faz igual e amanh� conta como foi. � bom fazer isto debaixo do chuveiro, quando voc� estiver tomando banho. E vamos embora que a aula j� vai come�ar.rnQuando est�vamos saindo do banheiro vi que haviam colocado a placa: FECHADO PARA MANUTEN��O E LIMPEZA e comentei com ele que t�nhamos sa�do na hora certa.rnEle deu uma risadinha e disse: � mesmo! E completou: N�o se esquece, n�o fala, nem comenta nada com ningu�m, o que eu te ensinei.rnVirei para ele e disse: Claro, n�.rnChegando em casa, como sempre fazia antes de dormir, fui tomar banho como e, bati a minha primeira punheta, como o gordo tinha me ensinado e gozei. Fiquei meio tonto, mas achei �timo. Nunca tinha sentido coisa semelhante. O que achei esquisito foi que ao inv�s de sair aquele l�quido branco e grosso do meu pau saiu somente uma aguinha branca, quase transparente e eu fiquei meio encucado.rnNo dia seguinte chamei o gordo meio de lado e contei o que tinha acontecido. Ele riu alto e disse: N�o esquenta! � assim mesmo. S� depois de algum tempo � que sai uma porra igual a minha. Vai batendo uma punheta todos os dias que voc� chega l�. rnE cada um foi para o seu lado. Depois de alguns dias a gente se encontrou no recreio, ele me chamou de lado e perguntou se eu estava fazendo aquilo que ele me ensinara.rnEu ri e contei todo contente que, todos os dias eu batia punheta, às vezes at� duas em seguida e que j� estava saindo mais liquido, mas ainda n�o era branco e grosso.rnEle disse: Que bom que voc� gostou do que eu lhe ensinei. Tem paci�ncia que daqui a pouco voc� consegue. Comigo aconteceu a mesma coisa e demorou meses para ficar do jeito que � agora. Parou um pouco e disse em voz baixa: Olha, se voc� quiser eu posso te ensinar umas coisas que s�o bem mais gostosas do voc� bater punheta. Voc� quer?rnFiquei curioso e perguntei o que era. Ele disse: Aqui n�o d� para falar, se voc� quiser amanh� gente se encontra logo no in�cio do intervalo naquele banheiro onde eu bati punheta para voc� ver. Voc� quer?rnFalei: Claro que eu quero! Amanh�, sem falta eu te encontro naquele lugar. Quando cheguei na minha casa, bati uma punheta e passei a noite inteira pensando o que podia ser.rnNo dia seguinte, quando soou o sinal para o recreio eu fui correndo para o banheiro. Esperei e quando pensei que ele estava atrasado ele entrou, e disse: Vamos para dentro. Entramos em um reservado e ele abaixou as cal�as e tirou aquele pauz�o duro para fora e disse: Vem aqui e pega no meu pau. rnEu disse que n�o era veado para pegar no pau dele. Ele disse: Se quem pega no pau � veado, todo m�dico � veado. N�o tem nada a ver! O que eu quero � que voc� bata uma punheta para mim e depois eu bato uma punheta para voc�.rnEu disse que n�o, pois ele podia n�o cumprir o que tinha proposto e, depois contar para todo mundo que eu era veado e tinha batido uma punheta para ele. Ele disse: Se � por isto, n�o tem problema eu bato primeiro uma punheta bem gostosa at� voc� gozar. S� depois � que voc� bate uma punheta para mim. T� bom assim?rnEnquanto eu pensava ele falou: Olha isto � normal e eu fa�o isto com v�rios meninos aqui da escola.rnNeste momento deu um estalo e eu me lembrei dele e do Andr� saindo do banheiro. E perguntei: Outro dia eu vi voc� e o Andr� saindo juntos do banheiro. Voc�s fazem isto?rnEle disse: Claro, a gente faz sempre isto e outras coisas. � muito gostoso e at� hoje ningu�m percebeu nada, s� voc� que agora ficou sabendo.rnEu perguntei: Que outras coisas que voc�s fazem. Ele desconversou e disse que depois contava. Eu disse: T� bem, vamos fazer, mais primeiro voc� bate punheta para mim. Ele respondeu: T� legal, n�o tem problema.rn Sentou no vazo e eu fiquei de p� de frente para ele e Ele disse: Baixa bem a cal�a e a cueca. Obedeci e ele falou rindo: Malandrinho n�. J� t� com o pau duro! Olha voc� tem um pau muito bonito e n�o tem fimose nenhuma. Perguntei o que era fimose e ele me explicou o que era e disse que geralmente quem tinha n�o podia gozar nem batendo punheta, nem sendo chupado, s� podia gozar dando o cu. N�o entendi bem e, fiquei quieto.rnEle pegou meu pau, deu uma apertada, cuspiu na m�o, come�ou a mexer e disse: Abre as pernas que eu vou mexer tamb�m no seu saco que vai fazer voc� gozar mais gostoso.rnAquilo estava bom demais, enquanto ele batia uma punheta para mim com a m�o direita com a esquerda ele mexia no meu saco apertando e soltando. Estava t�o bom que gozei rapidinho na m�o dele.rnFiquei meio zonzo e ele continuou mexendo at� meu pau ficar mole e, eu disse � ele: Puxa dei uma puta gozada Foi a melhor que eu j� dei. Agora � a minha vez de fazer voc� gozar.rnEle pegou um peda�o de papel higi�nico e limpou o meu pau e a m�o dele. Ele disse: Se veste direitinho e senta no meu lugar.rnMe vesti e sentei no vazo. Ele ficou de p�, de frente para mim e arriou as cal�as e aquele pauz�o duro ficou bem na frente do meu rosto.rnEle segurou o pau com a m�o p�s perto da minha boca e disse: Voc� tem a m�o pequena, em vez de cuspir na m�o, d� uma lambida na cabe�a do meu pau, que fica melhor.rnFiquei meio surpreso, mas fiz o que ele pedia e ele come�ou a dizer: Isso mesmo. Lambe que nem voc� tivesse chupando um pirulito. Isto. Lambe mais. Agora com a outra m�o segura e mexe no meu saco como eu fiz com voc�.rnFui fazendo como ele estava dizendo at� que ele pegou o pau e disse: Abre um pouquinho a boca. E na mesma hora enfiou a cabe�a do pau quase inteira e falou: Cuidado para n�o machucar o meu pau com os seus dentes. Vai. Isso mesmo. E ficou tirando e colocando.rnDe repente falou: Agora faz diferente, p�e a boquinha na ponta do meu pau e suga bem como se estivesse tomando um suco de canudinho. Fiz o que ele dizia e enquanto ele falava: Isto! Chupa com mais for�a. A�. Isto mesmo. Faz assim.rnA� ele falou: T� bom! Agora vamos fazer como antes, vou tirar e por o pau na sua boca.rnEu tive que abrir bem a boca que o pau dele era muito grosso e senti que ele queria enfiar mais, mas eu n�o deixei e tirei o pau da boca, mas ele disse: J� est� bom. Mexe meu pau com a m�o. rnEnquanto eu mexia ele disse: Vou te ensinar como se goza melhor do que punheta. Voc� faz o seguinte, quando eu tiver para gozar eu vou enfiar o pau na sua boquinha e a� quando sair porra voc� chupa e engole tudo. T� legal? rnParei de mexer, tirei a minha outra m�o que estava segurando o saco dele e reclamei: N�o t� legal n�o! N�o foi isso que combinamos. E olha, eu at� deixei voc� botar e mexer seu o pau na minha boca, mas eu n�o vou fazer isto n�o. Tenho nojo de engolir a sua porra.rnEle falou: Escuta, gozar na boca � bem melhor que na m�o. Quem engole tudo quando o cara acaba dentro da boca, fica com o pau maior e a porra mais grossa. Eu fa�o isso com v�rios meninos aqui da escola, inclusive com o Andr�, por isto que o meu pau � grande. O pau dele tamb�m cresceu muito desde que ele come�ou a engolir a minha porra. Ele adora e a gente faz sempre. rnCompletou: Depois que voc� se acostumar vai ver como � bom, vai querer fazer sempre. Como eu n�o me decidia ele prop�s o seguinte: Vamos fazer assim: Se me chupar agora, depois eu chupo voc� n�o uma, mas duas vezes. Eu prometo. E como eu j� fiz isto muitas vezes a minha chupada vai ser bem melhor do que a sua. Topas?rnPensei um pouco e disse que topava. Ele falou: T� legal, mas voc� tem que fazer direitinho. Se n�o, n�o vale, T� legal? Concordei e ele disse; olha vou te explicar: Quando tiver saindo a porra voc� p�e o meu pau bem dentro da boca e chupa com for�a e vai engolindo tudo. Mas tem que ser rapidinho. Se voc� n�o engolir rapidinho voc� engasga. Voc� s� para de chupar quando n�o estiver saindo mais porra do pau. Entendeu?rnFalei que sim e ele disse: Olha vamos treinar um pouquinho para que na hora que estiver gozando dentro da sua boquinha n�o ter erro. T� bom? rnSuspirei e disse: T�, n�. A� ele enfiou o pau na minha boca e come�ou a mexer e foi dizendo: Isso � assim mesmo, � como fosse uma punheta s� que em vez de voc� usar a m�o voc� usa a boca. Depois de um tempinho ele falou faz de conta que eu estou gozando. Enfia a boca e chupa com for�a. rnFiz como ele mandou e ele falou: Pode parar. Voc� j� pegou o jeito. � assim mesmo que voc� vai fazer. Vem, que agora � pra valer. Mexe no meu pau e tamb�m no meu saco, como voc� estava fazendo.rnFiquei batendo como a m�o direita uma punheta naquele pauz�o que estava duro que nem pedra e com a esquerda fiquei apertando e soltando as bolas do saco dele.rn Depois de um tempo ele segurou minha cabe�a e disse: P�e na boca que eu vou gozar. Eu abri a boca e ele me segurou meio na marra e com for�a come�ou a por e a tirar o pau da minha boca. Percebi que ele estava enfiado a cabe�a inteira e mais um pouco. Depois de algum tempo senti um l�quido grosso e quente, com um gosto esquisito enchendo a minha boca e ao mesmo tempo ele berrou: Too gozaando! Vai! Chupa!rnQuis tirar o pau dele dentro da minha boca, mas ele segurou a minha cabe�a com tanta for�a, quase me machucando e como eu n�o tinha como tirar e estava quase engasgando fui for�ado a engolir, enquanto ele falava: Vai! Engole tudo! Chupa com for�a! Assim isto mesmo.rnEle viu que eu estava meio sufocado e tirou o pau da boca e disse: Respira fundo. A�.rnEle falou: Chupa mais um pouco que ainda tem porra dentro. E enfiou de novo o pau dentro da minha boca, enquanto dizia: Suga com for�a e engole. Vai! Isto, assim mesmo. Engole tudo. Acabei!rn Eu senti que o pau dele foi ficando mole e ele foi enfiando cada vez mais at� que disse: Meu pau t� inteirinho dentro da sua boquinha. Mas agora vamos tirar que eu j� gozei tudo que dava!rnReclamei para ele que n�o tinha gostado. Falei que a minha boca estava doendo de tanto que eu tive que abrir para ele enfiar o pau dentro e ele tinha tamb�m machucado o meu pesco�o.rnEle disse: Olha voc� n�o fez como devia! Demorou muito para engolir. Mas para a primeira vez valeu. Enquanto levantava as cal�as e se arrumava completou: Depois eu vou te chupar duas vezes. Voc� presta aten��o quando eu estiver fazendo voc� gozar na minha boca para voc� aprender e vamos pra aula que o recreio est� quase acabando.rnTerminada a aula fui para a casa e achei que ia passar mal, mas n�o aconteceu nada. Comecei a me lembrar do tinha acontecido e fiquei de pau duro e bati duas punhetas uma em seguida da outra. Fiquei com o pau bem melecado e peguei aquela aguinha que tinha sa�do e com os dedos e coloquei na boca para provar. Senti que o gosto da minha porra era bem melhor que o gosto da porra que tinha sa�do do pau do gordo.rnNo dia seguinte fui procura-lo para que ele me chupasse. Ele disse: Olha, eu sei que judiei um pouquinho de voc�, mas vou compensar. Al�m de chupar seu pau eu lamber o seu saco e voc� vai ver como � bom. S� que tem uma coisa. Voc� tem que lavar bem a entradinha do cu que fica muito perto do saco, para n�o ficar cheirando merda.rnEm seguida perguntou se eu sabia como lavava o rabo. Falei que sim e que eu fazia sempre. Disse que passava o sabonete e depois lavava com bastante �gua.rnEle disse que n�o era nada disso e perguntou se tinha sabonete l�quido no banheiro da minha casa. Eu disse que sim que tinha um sabonete l�quido que inclusive era bactericida.rnEle disse: �timo quando voc� estiver tomando banho voc� coloca bastante sab�o l�quido no dedo e depois enfia e tira dentro do seu cu. Faz isto umas dez vezes. Vai limpar tudo por dentro e depois voc� lava por fora como voc� costuma fazer.rnComplementou: Deste jeito n�o vai ficar nenhuma merda que possa dar cheiro ruim. Outra coisa que eu quase me esqueci de dizer; enfia o dedo inteiro, o mais fundo que der. Se voc� conseguir em vez de um dedo enfiar dois � melhor ainda. Entendeu? Eu disse que tinha entendido.rnCombinamos que �amos fazer da mesma forma que t�nhamos feito anteriormente, a gente se encontrava no banheiro logo no in�cio do recreio do dia seguinte.rnNaquela noite fui ao banheiro e depois comecei a tomar banho. Me lavei como ele tinha explicado enfiei um dedo bem no fundo e aqui me deu tez�o enorme e eu fiquei de pau duro. Tentei enfiar dois dedos juntos, mas n�o dava. Comecei a bater uma punheta e me agachei no box. Naquela posi��o entraram os dois dedos sem dificuldade, mexi na frente e atr�s e gozei.rnAchei que os dedos que eu tinha enfiado iriam sair sujos, mas sa�ram limpos e vi que o l�quido que sa�ra do meu pau quando gozei, n�o estava incolor, mas branco e que tinha sa�do bem mais l�quido do que de costume. rnEncontrei o gordo logo na entrada da escola e falei que precisava que ele me explicasse uma coisa. Ele me levou para um canto e disse: Fala.rnContei que quando eu me lavei colocando e tirando o dedo dentro do cu tinha dado tes�o e eu tive que bater uma punheta de t�o tarado que tinha ficado. Se aquilo era normal?rnEle disse: Eu n�o contei tudo para voc�. Existem cinco jeitos de gozar: O primeiro � batendo uma punheta como eu j� fiz com voc�. O segundo � chupando, como eu vou fazer para voc� hoje, no recreio, a terceiro � bater uma punheta no cu que � parecido com o que voc� fez quando se lavou. A quarta � comendo uma buceta e, a quinta � dando o cu.rnFiquei assustado e perguntei. Mas d� para gozar dando o cu? Ele respondeu: Claro que d�. Perguntei de novo: Mas quem d� o c� n�o vira veado? Ele respondeu: Eu acho que n�o, acho s� alguns � que viram. A maioria fica Bi. D� e come. O pessoal fala que � Vers�til ou Gilete.rnFalei que tinha mais uma pergunta para fazer, mas que eu tinha vergonha. Ele falou que �ramos amigos e entre amigos n�o podia ter segredos. rnFalei que tinha conseguido enfiar dois dedos e que n�o tinha sa�do sujos. Ele deu um sorriso malandro, pensou um pouco e falou: Deve ser porque voc� deve ter feito um coc� duro, n�o foi? Eu falei: Como voc� adivinhou foram umas pelotinhas duras, que nem cabrito. E conclui: Voc� sabe tudo! Ele ent�o falou para eu entrar, que a aula j� ia come�ar que a gente se encontrava no banheiro e que ele matar aula naquele dia. S� ent�o notei que ele estava sem mochila.rnQuando deu o sinal corri para o banheiro e vi que estava com a porta aberta nas com o aviso: FECHADO PARA MANUTEN��O E LIMPEZA. rnEle p�s a cabe�a para fora e disse: Entra r�pido! Fechou a porta mostrou uma chave para mim e disse: Olha; conseguia a chave. Vou trancar a porta, vamos ficar sozinhos e ningu�m vai perturbar.rnFomos para um banheiro que ele indicou e vi que estava tudo arrumado, tinha at� papel toalha e tamb�m uma bisnaga tipo pasta de dentes.rnEle disse: Tira o cal��o e a cueca e pendura no cabide da porta. Quando eu estava de costas pendurando as minhas roupas, ele chegou por traz me segurou e disse: Fica quieto que eu vou ver se voc� se lavou direito e, colocou o dedo na entrada do meu cu.rnVirei para reclamar, mas vi ele cheirando o dedo e dizendo: Poxa! Voc� se limpou direitinho mesmo. Est� cheirosinho. rnSentou no vazo e disse: Vou abaixar um pouco a minhas cal�a que ela est� me apertando. Vem que eu vou te chupar. Ele estava de pau duro e eu tamb�m. Ele pegou meu pau e enfiou inteirinho na boca e come�ou a por e tirar, enquanto mexia no meu saco. Aquilo estava �timo e, ele deu uma parada tirou o pau da boca e disse: Agora vem mais perto e levanta a perna que eu vou chupar o teu saco. rnFiz o que ele tinha dito e ele come�ou a lamber o meu saco e de repente come�ou passar a l�ngua na entradinha do meu cu. Aquilo me arrepiou e eu fiquei com um puta de um tez�o. Acho que ele percebeu e disse: Voc� gostou como eu lambi seu c�? Todo mundo gosta disso. Eu fa�o sempre com os meus amiguinhos. rnFalei que tinha gostado e ele respondeu: Como voc� � meu amigo e foi legal comigo eu vou ser legal com voc�. Vou chupar o seu cuzinho enquanto eu mexo no seu pau e quando voc� tiver para gozar voc� enfia o seu pau na minha boca e acaba dentro que eu engulo tudo.rnO que ele falou me deu ainda mais tez�o e eu na hora falei que sim. Ele ent�o disse: Muda de posi��o para eu te lamber melhor e, me virou de costas dizendo: P�e as duas m�os para tr�s e abre bem a bunda, sen�o eu n�o consigo te lamber. Isto, abaixa um pouco mais e abre bem as pernas.rnFiquei naquela posi��o e ele disse: Voc� tem uma bunda muito bonita, apesar de ser pequena � bem redondinha, parece bunda de mulher e voc� n�o tem pelos. Depois enfiou a cara no meio da minha bunda e come�ou a lamber o a entrada do meu cu, enquanto mexia meu pau. rnAquilo estava �timo e ele come�ou a enfiar e tira a l�ngua na entradinha do meu cu. Era melhor ainda. Percebi que tinha um l�quido quente saindo do meu pau e que deve ter melecado a m�o dele. Ele percebeu e disse: Voc� esta quase gozando vira de frente para eu te chupar. Enquanto eu me virava vi que ele abria bisnaga tipo pasta de dentes e passava um creme transparente no dedo. Ele disse: � vaselina. Enquanto eu te chupo vou colocar o meu dedo dentro do seu cu, como voc� falou que fez no banheiro. � como fazer uma punheta pelo cu. A vaselina lubrifica e fica mais f�cil tirar e por o dedo.rnFalei que n�o precisava, mas ele nem ligou, p�s a meu pau dentro da boca e logo depois foi enfiando um dedo dento do meu rabo. Ele foi mexendo e me chupando ao mesmo tempo. Aquilo estava t�o bom que eu gemia de prazer.rnDe repente ele deu uma parada, tirou o pau da boca e disse: Espera um pouco que vou passar mais vaselina no dedo. Fez aquilo rapidamente e voltou a me chupar e foi colocando o dedo e percebi que ele estava enfiando o dedo bem no fundo do meu cu.rnFiquei t�o tarado que gozei quase em seguida na boca dele. Ele me chupou e foi engolindo tudo. Estava �timo, e eu fui ficando mole e meio zonzo. rnEle tirou o meu pau da boca, se levantou do vazo, me segurou e disse: Vai, vira e se encosta na porta. Eu virei de costas para ele e falei baixinho: Mas eu j� gozei. Ele respondeu: Vou te fazer gozar mais ainda. Senti que ele colocando a ponta do seu pau na entradinha do meu cu come�ou a empurrar e falei alto: Para! N�o quero que voc� ponha o pau em mim. N�o sou veado. Nunca dei o cu!rnEle falou perto do meu ouvido: Eu sei que voc� n�o � veado e nunca deu o cu, mas fica quieto e deixa eu por meu pau dentro que voc� vai gostar. Como ele era bem maior que eu e estava me segurando com for�a vi que n�o tinha outro jeito e disse: T� bom vai, pode por.rnEle disse: O mais dif�cil � entrar a cabe�a, depois que entra o resto vai f�cil e para isto voc� tem que ajudar. Faz for�a como se estivesse soltando um peido. Vai. Fiz o que ele mandou e ele empurrou, mas estava dif�cil para entrar e ele disse: Vai, fa�a mais for�a, assim e de repente senti o pau dele entrando em mim.rnAquilo doeu e eu senti o pau dele me arrombando, como se estivesse me abrindo inteiro por dentro. Falei para ele tirar que estava doendo. Ele me segurou com for�a e disse: Se eu tirar agora vai doer mais ainda. Fica parado e d� um tempo que a dor passa. rnFiquei um tempo parado com aquele pauz�o quente e duro dentro de mim e disse: E a�, melhorou um pouco? Eu disse tinha melhorado, mas s� um pouquinho, mas quando ele tinha enfiado tinha do�do bastante. Ele falou: Vou mexer um pouco que vai melhorar, e come�ou a enfiar e tira um pouco e foi aumentando o ritmo. rnApesar da dor, aquilo foi me dando tez�o e senti o meu pau ficar duro. Acho que ele percebeu e falou: E agora, d� para voc� aguentar eu mexendo assim? Falei que aguentava. Ele mandou ver e eu comecei a gemer e ele disse: Agora t� bom? Respondi: Agora t�. Fica mexendo assim que � gostoso. � que o seu pau � muito grosso.rnEle riu e falou: N�o � que meu pau � grosso, voc� que tem um cuzinho muito apertado, mas fica tranquilo que voc� aguenta. Depois de algum tempo mexendo ele falou: Acho que voc� relaxou um pouco e seu cuzinho j� est� mais aberto. Vou enfiar mais. P�e as suas duas m�os para tr�s e abre bem a bunda como voc� fez quando eu te chupei o cu.rnFiz o que ele mandou e senti que aquele pauz�o deslizou dentro de mim. Senti como se o pau dele estivesse no meu est�mago e perguntei: Voc� n�o vai enfiar mais, vai? Ele falou no meu ouvido: Meu bem n�o d� para enfiar mais. J� entrou tudo. Meu pau est� inteirinho dentro de voc�. rnFiquei surpreso e ele completou: Agora vou tirar e por. Me diz se voc� gosta. E mandou ver e eu gemia de prazer ele come�ou a falar no meu ouvido: E a�, t� gostando de dar o rabo? Fala. Eu gemia e dizia que sim. E a�, t� bom eu te fodendo assim? Que cuzinho gostoso que voc� tem. T� gostando do meu pau?rnEu estava at� zonzo de tanto tez�o. A� ele disse no meu ouvido: Agora faz uma coisa que vai te dar mais tes�o; faz for�a com o c� e aperta meu pau. Achei que n�o ia conseguir, mas para minha surpresa consegui fazer e ele suspirou e disse: Isto mesmo, aperta bem, agora solta, aperta, isto a� voc� pegou o jeito.rn Naquela hora eu disse: Para e tira que eu preciso ir agora ao banheiro. Ele falou; Isto � normal. Fica frio que d� mesmo esta sensa��o, dai a pouco esta vontade de cagar passa. E continuou mexendo e pondo, e eu senti que ele estava tirando e colocando bastante, quase tudo e dali a pouco a vontade de ir ao banheiro passou por completo e fui ficando tarado e de repente me veio um calor, uma sensa��o diferente e eu falei: A� acho que eu vou gozar. Estou gozando. Mexe assim. N�o para! Senti que sem eu querer meu cu deu uma apertada nele e eu sem mexer no meu pau, eu dei uma puta de uma gozada.rn Ele come�ou a mexer mais depressa e falou: Vai veadinho, goza gostoso que eu tamb�m vou gozar. Continuou mexendo r�pido e eu comecei a sentir arder dentro.rnFalei para ele: Para que n�o estou aguentando, t� ardendo e ele falou: Aguenta mais um pouco que estou quase gozando. Quase em seguida senti o pau dele engrossar, dar uma tremida e pude claramente perceber que pela porra quente que estava saindo rnEle falou quase berrando: Agora aperta o cu, Isto! Agora solta, Isto! Vai fazendo assim. Senti que o pau dele amoleceu um pouco, mas ele come�ou a mexer e, eu senti o pau dele ficar duro de novo dentro do meu cu. E ele falou: Agora fica quietinho que eu dar mais uma gozada no seu cu.rnNeste momento senti que o ardor tinha passado, acho que devido a porra que tinha sa�do. Ele aumentou o ritmo e eu gemia de tez�o e ele come�ou a tirar o pau inteiro e enfiar tudo, socando forte at� o fim. rnComecei a sentir dar uma dorzinha na entrada, quando ele tirava e punha e tamb�m no fundo do meu cu quando ele socava e entrava tudo e, parecia que o pau dele estava batendo no fundo do meu est�mago.rnMesmo sentindo estas dorzinhas, eu estava gostando e muito. Gemi de tez�o, mas depois de algum tempo come�ou a arder de novo, e quando eu ia reclamar, senti que ele tinha gozado de novo, dentro do meu cu. Ofegante ele disse: Pronto, gozei de novo. Senti o pau dele murchando e ele disse: N�o mexe que eu vou tirar, e o pau dele saiu rapidinho, de uma vez s�.rnEle mostrou para mim o pau ainda meio duro e foi dizendo: Olha como saiu limpinho. Olhei e vi que era verdade. Ent�o pegou dois peda�os de papel toalha deu um para mim e disse: Se limpa que eu gozei bastante e deve ter muita porra saindo do seu cu.rnFui limpando a porra e a vaselina que estavam saindo e, percebi que o meu cu estava muito aberto, quase que entravam os meus dedos dentro.rnFalei que estava com o cu muito aberto ele disse: N�o tem problema! O cu � que nem el�stico, daqui a pouco vai estar apertadinho de novo. Neste momento olhei o papel com que tinha me limpado e disse: Voc� me machucou. Olha! Saiu sangue!rnEle olhou bem e disse: Tudo bem! Fica calmo! � s� um pouquinho. N�o se preocupe! � normal na primeira vez sair um pouco de sangue. O que n�o pode � sair muito, o que n�o � o caso. Isto aconteceu com quase todos os meninos que deram o cu para mim pela primeira vez. A gente costuma falar que tirou o cabacinho do cu.rnPerguntei quantos meninos ele tinha comido pela primeira vez, como ele tinha feito comigo. Falou que deveria ter tirado o cabacinho do cu de mais ou menos uma d�zia de moleques e que depois quando deram o cu de novo n�o, saia mais nenhum sangue. rnEnrolou um peda�o de papel higi�nico e disse: Coloca bem no meio da bunda para n�o cair. Explicou que n�o devia sair mais sangue, o que podia sair era alguma porra que ficara dentro. Explicou se isto acontecesse sem o papel podia molhar a cueca. Disse que ia dar o telefone da casa dele e qualquer coisa era para ligar para ele e, que era para eu ir me vestindo.rnVi ele olhando no rel�gio e perguntei que horas eram. Ele falou e eu fiquei assustado, tinha ficado quase duas horas com ele. Ele disse: O tempo passou depressa n�? Tamb�m foi mais de quarenta minutos s� fodendo o seu cuzinho, sem tirar de dentro. rnContinuou dizendo para eu n�o ter pressa que ele precisava conversar um pouco comigo, que eu n�o me preocupasse com o hor�rio, por que eu podia entrar tranquilo na pr�xima aula. Se algu�m perguntasse alguma coisa eu podia dizer que tinha comido um neg�cio na cantina da escola e que passara mal.rnFalou ainda que como ele tinha faltado a todas as aulas, todos os efeitos ele nem tinha estado no col�gio naquele dia. Ningu�m ia ficar sabendo de nada a n�o ser se eu falasse com algu�m. rn Eu j� tinha me vestido quando ele passou a m�o na minha bunda disse: Olha, eu j� comi muitos meninos, mas voc� foi o melhor de todos. Voc� foi demais. Fui o melhor cuzinho que eu j� comi na minha vida!rnFalei que ele tinha me feito dar o cu na marra, mas que eu n�o estava com raiva dele. Afinal de contas ele tinha me chupado como tinha prometido e apesar de ter do�do eu tinha at� gozado de dar o cu para ele, mas que eu n�o queria mais fazer aquilo. Ele disse: Tudo bem, mas para uma primeira vez e ainda de p� at� que n�o foi mal, voc� n�o acha? Concordei.rnEle perguntou se ainda estava doendo eu falei que ainda estava um pouquinho no bem fundo e na entradinha, mas que dava para aguentar e o que eu estava mais me incomodando era um ardor dentro.rnEle disse: � normal e vai passar daqui a pouco. � por causa do atrito. Quando arde dentro, o pessoal costuma falar que queimou a rosca. Completou dizendo: Poxa, da primeira vez voc� conseguiu aguentar meu pau inteiro dentro e, olha que ele � bem grande. Perguntei se ele j� tinha medido o tamanho. Ele disse que sim e que quando estava bem duro chegava � vinte cent�metros de comprimento e de largura variava entre quatro a quatro e meio cent�metros. rnFiquei pensando como era poss�vel que eu tinha aguentado tudo aquilo dentro de mim.rn Continuou falando: Tirando a o ardor e estas dorzinhas que v�o passar logo, voc� gostou de dar o cu para mim. N�? Disse, meio com vergonha, que sim e, ai, nesse mesmo momento sem eu quere soltei um peido que fez um barulho alto. Ele riu e disse: Olha at� o teu cuzinho est� dizendo que gostou e, rimos juntos e o gordo disse: Olha Vou te contar uma coisa, n�o fui s� eu que machuquei voc�. Voc� tamb�m me machucou. Fiquei surpreso e perguntei: Como?rnEle disse: Seu cuzinho � t�o apertado que esfolou o meu pau. E olha que tamb�m est� ardendo! E novamente rimos juntos.rnFomos para a porta do banheiro e eu perguntei: Voc� n�o vai comentar nada com ningu�m, n�? Ele n�o respondeu na hora, ficou pensando e eu estava ficando preocupado quando ele disse: Se voc� continuar meu amigo, n�o conto nada para ningu�m. T� bom? Balancei a cabe�a e fiz que sim.rnQuando est�vamos saindo e fechando a porta ele disse: Olha se voc� for peidar de novo, peida aqui que n�o tem ningu�m! E eu sai rindo.rnMais na frente encostado no muro tinha um senhor de cor, bem velho que era o faxineiro do banheiro e do vesti�rio. Ele disse: Vai indo que eu vou ficar para entregar a chave para ele e n�o quero dar bandeira ficando com voc�. Eu disse: Tudo bem! E fui indo embora.rnN�o sei o que deu em mim, fiquei curioso de saber o que ele iria falar com o faxineiro e sem que eles percebessem corri e, dei a volta e fiquei escutando escondido atr�s de um muro.rn O gordo chegou e disse: Olha uma caixinha para voc�. E hoje � em dobro. Voc� colocou a placa de fechado no banheiro na hora certa!rnO faxineiro falou: Voc� hoje est� muito contente e a�! Comeu?rnO gordo respondeu: Foi o melhor veadinho que eu comi na minha vida. E olha que j� comi muitos. Ele era virgem e tinha um cuzinho muito apertado. Bem apertadinho mesmo, mas eu consegui enfiar tudo, at� o saco e, dei duas gozadas sem tirar de dentro. Mesmo passando bastante vaselina, meu pau saiu todo esfolado. Fiquei quase uma hora sem tirar o meu pau de dentro do cu do moleque. S� fodendo aquele rabo.rnO velho falou: � eu vi que voc�s demoraram bastante. Voc� n�o machucou o menino, n�? Ele � t�o magrinhornO gordo falou: Ele pode ser magrinho, mas tem uma bundinha linda. Apesar de ser pequena � muito bem feita. � bem redondinha e empinada. Parece bunda de mulher e ele n�o tem pelos. Eu j� tinha visto ele tomando banho no vesti�rio e s� de olhar fiquei tarado pensando como seria gostoso foder aquele rabinho. N�o deu outra. Consegui!rnDeu uma pausa e continuou: Apesar de ter do�do, ele gozou s� tomando no cu e, depois que terminamos ele me disse que tinha gostado de dar o cu para mim.rnO velho disse: Puxa! Que beleza! Voc� tem que cuidar bem desse garoto, ele � melhor que qualquer puta! � eu acho que ele deve ter gostado mesmo de dar o cu para voc�. Eu notei quando voc�s sa�ram do banheiro ele estava at� rindo, bem diferente de outros meninos que voc� comeu pela primeira vez que sa�ram deste banheiro quase chorando!rnO gordo falou: Mas eu n�o contei tudo, anteontem ele chupou meu pau at� eu gozar dentro daquela boquinha e engoliu tudinho.rnO velho falou espantado: Puxa! Menino de ouro! Nem veado de zona � t�o bom assim. E continuou: E amanh�, quem voc� vai trazer aqui na hora do recreio?rnO gordo respondeu: Acho que ningu�m. O c� apertado daquele veadinho esfolou meu cacete pra valer. Eu tenho que dar um tempo. Qualquer coisa eu te aviso.rnO velho retrucou: T� legal! Que bom, hein! Meus parab�ns! Tchau.rnFiquei horrorizado com aquilo que eu tinha ouvido e voltei tremendo para a minha classe. Quando eu entrei um menino branquinho, loirinho de olhos azuis, um CDF que usava �culos e sentava sempre na primeira carteira e que nunca tinha falado comigo, me olhou bem nos olhos e sorriu para mim.rnFiquei pensando se ele tinha visto alguma coisa. Chegando em casa deu uma vontade urgente de ir no banheiro e eu fiquei um temp�o sentado no vazo, soltando peidos, n�o fiz nenhum coc�, mas saiu uma por��o de porra e vaselina. Fiquei contente de n�o ter sa�do sangue.rnA noite, apesar de ainda sentir um pouco de dor no rabo e estar cheio de preocupa��es, bati uma punheta, enquanto eu me lembrava do gordo comendo o meu rabo. rn No dia seguinte, logo que cheguei na escola achei o gordo e falei bravo com ele. Contei que tinha ficado atr�s do muro e tinha ouvido tudo, como � que ele podia ter feito um neg�cio daquele comigo. Ele falou baixinho: Vamos at� ali que j� tem um pessoal olhando e pode sacar alguma coisa.rnChegando no canto ele pegou com for�a no meu bra�o e disse: Olha, eu estou gostando muito de voc�, mas se voc� quiser aprontar comigo, n�o vou ser mais seu amigo e sim seu inimigo, todo mundo vai ficar sabendo que voc� � um veado que chupa e d� o cu. Imaginou quando seus pais ficarem sabendo?rnGelei com o que ele falou para mim. Fiquei quieto e, estava quase chorando quando ele disse. Olha, fica calmo, depois de amanh� � S�bado. Aparece l� em casa. Vou te dar o meu endere�o. Chega l� pelas duas horas da tarde. A gente conversa e resolve tudo. N�o tem erro, minha casa fica � quatro quarteir�es daqui. Meu telefone voc� j� tem, qualquer coisa liga e at� l�, faz de conta que eu nem te conhe�o. E foi embora. rnNaquela Quinta entramos na classe e ele nem olhava para mim e, isto aconteceu tamb�m na Sexta Feira.rnNo S�bado depois de pensar muito, decidi ir � casa do gordo. Falei para os meus pais que ia encontrar com uns amigos e que �amos todos ao cinema.rn Cheguei pontualmente às duas horas da tarde na casa do gordo. Toquei a campainha e ele mesmo atendeu a porta e todo am�vel disse: Que bom que voc� veio! Entra. Entramos na sala de visitas e ele me indicou uma poltrona e disse: Faz favor, senta. Sentei tranquilo e ele logo falou: Me desculpa pela desordem, mas � que meus pais viajaram hoje de manh� e s� voltam Segunda. Estamos sozinhos. S� nos dois.rnGelei e ele se levantou e sentou do meu lado e, passou a m�o pela minha cabe�a, me acariciando e disse: Olha estou pedindo desculpas. Aquilo tudo n�o era para acontecer. Estou arrependido. Veja bem, eu estou gostando muito de voc�. E n�o � de hoje, na verdade desde que eu vi voc� tomando banho, l� no vesti�rio da escola, h� mais de um m�s, voc� n�o sai da minha cabe�a.rnFalei: Mas aquele preto velho que toma conta do banheiro e que voc� contou tudo para ele? Ele falou: Foi mal, mas n�o se preocupe que ele n�o vai falar nada para ningu�m ele � sozinho na vida e mora de favor naquela casinha que tem atr�s do vesti�rio. Ele nunca falou nada do que eu fa�o, pois sabe se falar ele estar na rua e vai virar mendigo.rnEu disse: Mas eu fico com vergonha. N�o esquenta com ele. O gordo retrucou. Ele n�o � problema. O problema � como eu falei � que eu estou gostando muito de voc� e eu quero te comer de novo, mas n�o fica preocupado que eu n�o quero que voc� vire veado. Se voc� trepar comigo hoje, eu prometo que amanh� mesmo eu arranjo um menino bem bonito e gostoso para voc� fazer com ele o que quiser com ele; Gozar na boca dele, comer o rabo dele, mandar ele lamber seu c�, o que voc� quiser. rnEle continuou: E olha, eu nunca menti para voc� e, tudo que eu prometi eu cumpri. N�o � verdade? Falei que sim. Disse ainda: E tamb�m tem o seguinte: Eu sei que aquela trepada em p� que nos demos no banheiro n�o fui muito boa, mas hoje a gente pode trepar com calma na minha cama. Voc� j� est� com o cu aberto e n�o vai sentir dor, s� vai ser bom. O que voc� acha? Como eu fiquei pensando e n�o falava nada ele continuou: Olha se voc� n�o topar trepar hoje comigo, de amigo eu posso, como falei, virar seu inimigo e, quem tem a perder � s� voc�. E ent�o?rnVi que n�o tinha sa�da e perguntei: Quem seria o menino que ele iria arranjar. Pensou um pouco e disse: Olha vou ver se te arrumo, o mais bonito e que chupa melhor e que d� o cu mais gostoso. Falei: Posso saber quem �? Perguntei e ele respondeu: Claro que pode; o melhor de todos � o Geraldinho. Falei que n�o sabia quem era. O gordo explicou: Claro que voc� sabe. � aquele menino da nossa classe, branquinho, loirinho de olhos azuis, que senta sempre na primeira carteira. Disse mais: Voc� vai gostar. Ele tem um corpinho lindo, a bunda n�o � t�o bem feita que nem a sua, mas � bonita. Ele tem s� uns poucos pelinhos dourados e tem uma pele t�o macia que parece que � de seda.rnFiquei espantado e perguntei desde quando ele transava com o Geraldinho e ele explicou que trepava com ele h� mais de ano e meio e comia sempre o cu dele, geralmente no vesti�rio, na hora do recreio, pelo menos uma vez por semana. Falou tamb�m que o Geraldinho tinha uma fimose brava, que n�o dava nem para mexer no pau que do�a que ele s� podia gozar dando o cu.rnPegou o telefone e enquanto teclava foi falando: Vamos ver se a gente consegue. Sen�o vamos procurar outro. Em seguida: Al� � o Geraldinho? Que bom que foi voc� que atendeu. Olha, eu preciso que amanh�, sem falta, voc� venha aqui na minha casa, pode ser? S� d� para ser de manh�? Espera um pouco. Tapou o bocal do telefone e perguntou se para mim estava bem. Balancei a cabe�a fazendo que sim. Ele voltou a falar no telefone: Nove horas da manh� est� bem para voc�? Sem problema? T� legal. Qualquer coisa me liga. Tchau.rnDesligou o telefone e falou para mim que estava tudo arranjado e que eu ia gostar e disse bem baixinho; Agora vamos subir para o meu quarto, vem, e me puxou pela m�o.rnEnquanto sub�amos as escadas eu falei para o gordo que j� tinha visto o Geraldinho pelado, no vesti�rio, enquanto ele estava tomando banho e realmente ele era bonitinho e o que tinha me chamado a aten��o foi que ele que era todo branquinho, parecia que nunca tinha tomado sol, e n�o tinha aquelas pintinhas ou sardas na pele que geralmente asa pessoas claras tem. Ele disse: Voc� vai ver que ele � muito lindinho e, al�m disso, ele j� est� bem acostumado a dar o rabo. Trepa e tamb�m chupa muito bem. rnChegando ao quarto ele fechou as cortinas e disse: Vamos tirar as roupas? Tiramos e eu fiquei s� de meias e ele disse: Tira tamb�m as meias. E, eu e ele ficamos totalmente nus.rnSe os leitores gostaram desta primeira parte dos fatos reais que ocorreram na minha inf�ncia, se manifestem. Se quiserem, poderei enviar a continua��o deste relato ver�dico.rnrnrn