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MEU TIO ME COMEU

ol�, meu nome � Ana, esse � o meu primeiro conto, ent�o vou me descrever: tenho 20 anos, 1,65 de altura, peso 57kg, sou morena e tenho cabelos longos e pretos. H� alguns dias tive uma experi�ncia sexual instigante e resolvi compartilhar com voc�s.rnH� duas semanas fui passar o feriado na casa do meu pai, e quando cheguei descobri que o Tio Ricardo e sua fam�lia tamb�m estava por l�. O Ricardo n�o � meu tio, mas o chamo assim porque ele � um amigo do meu pai de longa data e frequentava nossa casa desde que eu era muito pequena. Apesar de conhecer bem o Tio, me surpreendi com a imagem dele. Faziam 5 anos que n�o nos v�amos e, apesar de n�o ter mudado muito, ele pareceu a mim um homem muito atraente. Com seus m�sculos bem definidos e aquele sorriso simp�tico, no instante em que o vi, o imaginei sobre mim em uma cama. Disfarcei a minha cara de surpresa e cumprimentei sua esposa (a Tia M�rcia) e as crian�as. Durante todo o feriado, eu me percebia secando o Tio, e ele sempre me flagrava, por mais que eu tentasse disfar�ar. Em um desses momentos, ele estava carregando lenha para a fogueira, estava bastante suado e sua camiseta era bem colada ao corpo, mostrando bem os seus m�sculos. Eu estava sentada em uma cadeira na varanda enquanto lia, com as pernas cruzadas e apoiadas sobre a mesa, usava um short jeans curto, ent�o minhas pernas estavam a mostra. O tio parou na minha frente, soltou a carga no ch�o e ficou me olhando. Quando eu abri a boca pra perguntar o que ele queria, meu pai chegou e ele, acredito que para disfar�ar, me pediu um copo de �gua. A partir de ent�o evitei ficar a s�s com o tio, para n�o acabar fazendo alguma loucura, foram 3 dias torturantes. Na �ltima noite da visita ao meu pai, acordei no meio da noite toda suada devido um sonho que tive com o tio, em que ele me fodia de 4. Verifiquei no rel�gio que eram 2:30 e todos dormiam na casa. Eu me levantei para tomar �gua e quando voltei pro quarto percebi que n�o conseguiria dormir t�o cedo. Ent�o liguei o PC e fui assistir algum filme porn�, o que gosto de fazer com frequ�ncia. Escolhi um BMSD e, enquanto assistia a uma cena em que a mulher estava amarrada, senti um desejo s�bito de tocar em meu corpo. Passei a m�o pelos meus seios sobre a blusa de tecido fino, e percebi que meus mamilos estavam bem duros, aproveitei para aperta-los com for�a e tive que morder o l�bio inferior para n�o gemer de prazer, ent�o desci at� a minha boceta, que estava super molhada, e comecei a massagear meu clit�ris, com meus olhos fechados, imaginando que eram as m�os do Tio em vez das minhas. Nesse exato momento, senti uma m�o sobre meu ombro e quase gritei de susto quando vi o Tio Ricardo olhando pras minhas m�os e depois para a tela do computador. Eu fiquei perplexa sem saber o que fazer, ent�o ele sorriu pra mim e disse: "Ent�o voc� gosta desse tipo de sexo?". Eu pensei em gritar "saia j� do meu quarto", mas em vez disso o que saiu dos meus l�bios foi: "� o meu preferido". Eu me espantei comigo mesma e sobressaltada fechei a tela do notebook, e corri pro banheiro. Fiquei alguns momentos l�, ofegante, sem saber o que fazer. Ent�o resolvi voltar pro quarto e encarar o Tio Ricardo, mas quando cheguei ele j� tinha sa�do. No dia seguinte, eu evitei trocar olhares com o tio, e durante as despedidas, o ouvi pedindo meu endere�o pro meu irm�o, que mora comigo, prometendo ir nos visitar com as crian�as.rnTerminado o feriado, voltei pra casa e tentei esquecer o que tinha acontecido, o que quase acabei fazendo com o melhor amigo do meu pai e da vontade que eu ainda estava sentindo de transar com ele durante horas. Dois dias depois, quando eu j� nem pensava mais no ocorrido, eram 2 da tarde, eu estava sozinha em casa e ouvi a campainha. Perguntei quem era e congelei quando ouvi o som da voz do tio dizendo "Sou eu, o Ricardo". Eu comecei a tremer e derrubei as chaves no ch�o duas vezes antes de conseguir abrir a porta. Ele estava apoiado no portal, me olhando com um sorriso safado no rosto, eu disse: "Oi tio, que surpresa. Cad� a Tia M�rcia e os meninos?". Ele me olhou dos p�s a cabe�a e respondeu: "Eu vim sozinho, posso entrar?". Eu gaguejei um "claro" enquanto saia trope�ando da frente da porta. Ent�o eu reparei no que eu estava vestindo, um vestido florido, que se ajustava bem às curvas do meu corpo e real�ava o tamanho da minha bunda, isso me fez corar mais, se isso ainda fosse poss�vel. Ent�o eu guiei o Tio at� a sala, me sentei o mais longe poss�vel dele no sof�, ent�o ele tirou uma mochila das costas, a apoiou no ch�o, come�ou a abri-la e me perguntou: "Onde est� seu irm�o?". Ent�o respondi que ele estava no trabalho e que voltava às 19:00, o tio sorriu quando ouviu a resposta e come�ou a retirar cordas de dentro da bolsa. Eu ainda estava em choque pra perceber o que estava acontecendo, mas quando comecei a processar aquilo tudo, ele j� estava em p� na minha frente. Ele segurou meus bra�os com for�a e me levantou, me empurrou contra a parede, envolveu meu cabelo com uma das m�o na parte de tr�s da minha nuca, enquanto envolvia minha cintura com o outro bra�o. Ent�o ele olhou nos meus olhos e disse: "Voc� queria isso, Cachorra! N�o queria?". Antes de eu ter chance de responder, ele me beijou com for�a, mordendo meu l�bio inferior. Ent�o eu me lembrei que tinha bra�os e comecei a empurrar seu corpo pra longe, n�o tive muito sucesso porque o tio � muitas vezes mais forte. Mas isso serviu para deix�-lo mais furioso e apertar com for�a minha bunda, subiu meu vestido e puxou minha calcinha, que j� estava bem socada e era fio dental, me obrigando a ficar na ponta dos p�s e empinar bem a bunda, ainda assim senti a mescla de dor e prazer quando a press�o da calcinha ficou muito forte. Ent�o eu gritei, e ele tapou a minha boca depressa, eu tentei me soltar e ele me jogou de bru�os no sof�. Imediatamente estava sobre mim, puxando meus bra�os para as costas e os envolvendo com a corda que havia trazido em sua mochila. Em segundos eu estava amarrada e ele me colocou de joelhos na frente dele. Eu n�o conseguia entender porque n�o estava correndo dele, gritando ou tentando sair daquela situa��o de alguma forma. Ent�o ele me deu um tapa na cara e disse: "Voc� � uma puta muito safada!". Eu quis responder que ele n�o deveria me chamar assim e que n�o era puta, mas o que eu disse na verdade foi: "Sim, Mestre! Eu sou muito m�, mere�o ser punida." Ent�o ele sorriu e disse: "E voc� ser�, sua puta!". Ent�o ele me puxou pelo cabelo e afundou minha cabe�a contra o ch�o, e depois esfregou minha cara no carpete da sala. Ele foi pra tr�s de mim, levantou meu vestido e come�ou a bater na minha bunda, palmadas fortes que do�am pra valer. Mas eu estava gostando cada vez mais daquilo e ficando a cada tapa mais excitada. Eu gemia de dor e prazer e ele batia cada vez mais forte, primeiro em um lado da bunda e depois em outro. Ent�o ele parou e puxou minha calcinha pra cima, senti o tecido rasgando contra minha pele e quando a arrancou, enfiou na minha boca. Eu fiquei sentindo o meu gostinho e percebi que estava toda encharcada. Ent�o ele separou as minhas pernas mais um pouco, e come�ou a passar os dedos nos meus pequenos l�bios e depois no clit�ris, eu me arrepiei e senti meu corpo estremecer com seu toque, e ele come�ou a me chupar enquanto estimulava meu clit�ris. Eu senti tanto prazer que gemia, meus gemidos eram abafados pela calcinha em minha boca e eu tentava sustentar o peso do meu corpo, mas meus ba�os estavam atados nas minhas costas, e eu me limitava a fincar as unhas em meus pr�prios bra�os, quando ele come�ou a enfiar os dedos na minha boceta e me estimular. Assim veio meu orgasmo e ele n�o parecia estar decidido a parar, voltou a me bater e subitamente puxou meus cabelos pra cima, me deixando de joelhos. Ele tirou seu pau pra fora da cal�a j� duro, e eu fiquei espantanda e encantada com aquela coisa enorme, ali eu tive certeza de que ele iria me rasgar ao meio. Eu fiquei parada olhando pra ele e disse: "Mestre, eu posso chupar o seu pau?", ele me respondeu tentando n�o sorrir: "Pode, mas se n�o fizer direito voc� vai ser punida, sua puta!". Com isso eu me aproximei de joelhos e comecei a passar a lingua no pau dele, depois nas bolas, e parrando um tempo na cabecinha, eu ouvi o Tio gemer e aquilo me deixou mais excitada, ent�o eu comecei a chupar a cabecinha, e fui engolindo o pau dele at� chegar a minha garganta, quando comecei a me engasgar e me afastei para tirar, o Tio segurou a minha cabe�a e empurrou o pau mais fundo. Eu tentei puxar a cabe�a pra tr�s, mas o Tio segurava com for�a, passaram-se alguns segundos que pareciam intermin�veis, eu ali sem respirar, meus olhos escorrendo l�grimase eu achando que iria desmaiar. Eu me debatia enquanto sentia seu pau latejar dentro da minha boca. Ele me soltou tempo suficiente para que eu respirasse, ent�o come�ou a meter com for�a na minha boca, ele gemia e as vezes dizia: "Voc� � mesmo uma putinha muito safada". Ele parou de bombar e eu continuei chupando aquele pau delicioso, e ele come�ou a tirar a blusa, olhei pra cima e vi aquele corpo lindo que era todo meu, do meu mestre. Ent�o ele bateu na minha cara e disse: "Por que voc� parou de chupar, sua puta? Por isso voc� vai ser castigada." Ele envolveu novamente o cabelo da minha nuca com uma m�o e me puxou pra cima, me fazendo ficar em p�. O Tio veio pra tr�s de mim, tirou meu cabelo de cima do ombro esquerdo e come�ou a morder meu pesco�o e apertar minha cintura, depois come�ou a apertar meus seios sobre o vestido. Eu senti minhas pernas fraquejarem de prazer, ele colocou as m�os no decote do vestido e rasgou o tecido at� a regi�o do meu umbigo, depois veio na minha frente e o rasgou at� embaixo. Pegou um dos lados do que tinha sido meu vestido e o puxou para si, e eu estava ali na sua frente, completamente nua, com os bra�os atados às costas. Ele contemplou meu corpo e me falou: "Voc� � muito gostosa, sua puta!", eu senti minha boceta pulsando e n�o me contive, acabei dizendo: "Me come, Tio". Ent�o seus olhos se estreitaram, ele enrolou o vestido e envolveu meu pesco�o com ele, apertando e me deixando sem ar, e me disse olhando nos olhos: "Eu n�o sou o seu Tio, eu sou o seu mestre, lembre-se disso!" Eu me esforcei para dizer: "Perd�o, Mestre!". Ent�o ele me soltou, segurou novamente meu cabelo, sentou-se no sof�, abriu minhas pernas e me sentou de frente para si no seu colo. Ent�o eu pedi: "Mestre, posso te dar prazer com a minha boceta?". Ent�o ele segurou o pau com uma m�o enquanto usava a outra pra puxar meu cabelo pra cima, me fazendo levantar um pouco e assim colocar seu pau dentro de mim. Ent�o eu senti aquele pau entrando dentro da minha boceta, que nunca tinha recebido algo t�o grande, ardendo para entrar e ao mesmo tempo dando um prazer tamanho que acabei gemendo bem alto. O Tio me olhou com olhos ardentes, e me beijou com vontade, enquanto eu come�ava a rebolar bem gostoso sobre aquela pica, e a sentia toda dentro de mim. Eu comecei a quicar sobre o pau do meu tio, e ambos gem�amos de prazer, eu mordendo o pesco�o dele e ele estimulando meu clit�ris. Subitamente, ele me levantou e me colocou de 4 sobre o sof� e come�ou a meter na minha boceta com for�a, enquanto puxava meu corpo contra si segurando em meus bra�os presos às costas e puxava tamb�m o meu cabelo. Enquanto ele metia eu gritava de prazer e pedia pra ele meter mais forte, ficamos bastante tempo nessa posi��o, perdi completamente a no��o de tempo, at� que eu falei pra ele: "Eu vou gozar!", ent�o ele come�ou a aumentar a velocidade das metidas, enquanto eu sentia o orgasmo e estremecia, ouvi seu gemido e sua m�o apertou com for�a a minha bunda. Hav�amos gozado juntos, e eu escorreguei o corpo pra frente, me deitando no sof�. Ele se deitou sobre mim, ap�s desamarrar os meus bra�os e come�ou a beijar e a lamber minhas costas. Depois disso se deitou ao meu lado e me puxou pra cima de si, e eu deitei de bru�os sobre ele, encostando meu rosto em seu peito, enquanto ele me envolvia com seus bra�os. Ficamos ali parados, ouvindo a respira��o ofegante um do outro, ent�o ele puxou meu rosto para olhar para ele e perguntou: "Eu machuquei voc� muito?". Eu apenas sorri, e ali soube que o Tio Ricardo estava de volta. Depois disso tomamos um banho juntos e ele foi embora. Mas suspeito que nossas aventuras sexuais n�o tenham parado por aqui.rnrnEspero que tenham gostado do meu conto, em breve postarei mais. Beijinhos.

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