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MEU FILHO

MEU FILHOrnrnDesde que me divorciei,dediquei minha vida ao trabalho,à casa e ao meu adorado filho.Na educa��o que lhe dei, sempre deixei claro a necessidade de respeitar qualquer tipo de pessoa, independente de cor,religi�o ou condi��o social.Ainda nesses termos, ensinara a ele, que nada da nossa vida interessava aos outros, e vice-versa.Com 1,75 de altura, era ainda, dono de coxas grossas,t�rax largo,dentes bonitos, em fim um gato que qualquer menina da sua idade,gostaria de ter como namorado.Sua vida era da escola para casa, e tr�s vezes por semana , frequentava uma escolinha de V�lei. Ao contr�rio de seu pai, era uma excelente pessoa. Seu �nico defeito (que depois foi solucionado), era o alto grau de timidez que o caracteriza como meio recluso, contrariando, � claro, o estilo dos demais garotos da sua idade. Era final de ano e Fernando j� passado por m�dia, merecia como eu ,uns bons dias descanso. Afinal de contas, aquele anjo que durante 9 meses, se comportara de forma irrepreens�vel, poderia,agora, opinar sobre nosso destino no pr�ximo veraneio. A op��o logo surgiu, quando ele lembrou-me de que minha irm�, havia me oferecido seu Flat numa praia da ilha de Florian�polis durante a primeira quinzena de janeiro, ocasi�o em que ela estaria envolvida com v�rios eventos no Rio de Janeiro ,s� podendo veranear a partir da metade daquele m�s em diante.Imediatamente, liguei para ela e a confirma��o foi verdadeira.O �nico por�m, era que l�, s� havia uma enorme cama de casal e um sof� na sala,cujo tamanho e qualidade, n�o se comparavam à cama que Fernando costumara dormir em nossa casa. Exposto o detalhe, ele sorrindo, falou que se a cama dele fosse muito ruim, e se eu permitisse , poder�amos dormir juntos,considerando que ,l�, estar�amos a s�s. Involuntariamente, o abracei e beijei v�rias vezes seu rosto. Ele numa forma natural e com muito carinho retribuiu tal afeto com abra�os fortes e repetidos beijos repletos de felicidade. Naquela ocasi�o, senti algo um pouco diferente em suas rea��es. At� poucos meses, Fernando era um menino bastante t�mido e que por vezes evitava que eu lhe fizesse algum carinho,evitando sempre meu afeto de m�e. Sem querer confundir as coisas , resolvi, com muita cautela, partir para a uma minuciosa an�lise diante do novo comportamento do meu menino. Naquela mesma noite, ao passar pelo seu quarto em dire��o ao banheiro, ouvi certos gemidos, e colocando cuidadosamente meu ouvido sobre a porta, constatei que Fernando estava tomado de excita��o, travando uma cont�nua masturba��o, patrocinada pelo filme porn� que assistia isoladamente.Tudo aquilo, para uma mulher que tamb�m vivia num jejum de 5 anos, fazia de uma forma ou de outra, brotar novos sentimentos no campo da Tes�o. No outro dia, pela manh�, meu menino levantou-se alegre ,comentado sobre nossas f�rias,sobre a beleza do mar e por fim, fez-me lembrar que ter�amos que dormir juntos, caso a cama que o Flat lhe reservava fosse ruim. Ap�s sua sa�da e antes de me encaminhar para meu emprego, resolvi dar uma olhada em seu quarto, para que se sorte tivesse, pudesse encontrar alguma novidade que viesse a justificar tal mudan�a em seu comportamento. N�o deu outra. Embaixo de sua cama, estava uma das minhas tanguinhas tomadas de seu esperma, consequ�ncia da sua orgia na noite anterior. Naquele instante, algo diferente tomou conta de meu corpo e em minha cabe�a se alternava o prazer e a indigna��o. Sem saber o que realmente estava acontecendo, optei em sentir-me tesuda, gostosa, linda, puta etc. Al�m do mais, se eu estivesse certa , embora fosse meu filho, de um jeito ou de outro, ainda era lembrada como mulher e isso qualquer f�mea, efetivamente, gosta. No meu escrit�rio, enquanto arrumava minhas coisas, o cen�rio do quarto do Fernando n�o sa�a da minha cabe�a. Sozinha,com a porta trancada, acabei caindo na real. Ou seja: Meu filho j� estava ficando homem e isso era mais que normal. Mas e minha tanguinha? Ser� que seus desejos estavam relacionados a meu corpo esquecendo que eu era sua m�e? Como seriam seus sentimentos em rela��o a minha pessoa e o que realmente poderia acontecer no futuro? Nesse momento, um calor tomou conta de mim e n�o podendo fugir daquele mist�rio misturado com prazer, acabei apalpando meus seios com os mamilos enrijecidos e levemente com os dedos toquei nos l�bios da minha vagina molhada. No mesmo instante,senti uma coragem que veio n�o sei de onde e decidi que seguiria em frente para o que desse e viesse. � tardinha quando cheguei em casa, Fernando j� havia tomado banho e vestia apenas uma cueca samba can��o de seda sem mais nada por baixo,obviamente. Apesar do estado de repouso, dava para ver que seu membro havia crescido bastante e que uma vez duro, alcan�aria tranquilamente a casa dos 18cm. Ao me ver, abar�ou-me fortemente, distribuindo de forma carinhosa, longos beijos em minha face. Sem ter nenhuma raz�o concreta para evitar seu afeto, retribu� todo carinho recebido,agora sentindo declaradamente, um forte tes�o. Suas pernas quentes, delicadamente,raspavam nas minhas e seu peito junto aos meus seios me provocavam um prazer indescrit�vel. Enquanto tomava meu banho, resolvi que iria levemente, apimentar mais nosso clima. Dessa vez, decidi que vestiria apenas uma camiseta curta sem nada por baixo, afim de constatar que eu era definitivamente a inspira��o de suas fantasias e de suas masturba��es. Assim sendo, parti para o ataque. Observando que seus olhos fitavam meu corpo, fui para cozinha preparar nosso lanche.Vendo meu menino sentado na diagonal, abaixava-me seguidamente para pegar algo na �ltima gaveta do arm�rio, afim de que ele, da sala, pudesse num melhor �ngulo, apreciar minha bunda e minhas coxas. Aos poucos, Fernando come�ou por cima da cueca a alisar seu membro, sempre cuidando, para que este, n�o se salientasse de forma exagerada. J� eu tomada de tes�o, come�ava a liberar em minha vagina, um leite quente,proveniente daquilo que pela primeira vez ,sentira de forma inexplic�vel. Depois de muitos jogos de sedu��o, lanchamos e fomos para sala assistir TV. L�, de forma mas discreta, pude ver meu filho totalmente excitado,fingindo que nada estava acontecendo entre n�s. Propositalmente, sentei-me ao seu lado,e ao acomodar meu corpo no sof�, deixei minhas coxas aparecerem por inteiro, j� que meus seios, mostravam-se rijos atrav�s da malha fina da camiseta que usava. Fernando pediu para deitar sobre meu colo, o que foi imediatamente concedido. Quando seu rosto recostou sobre minha coxa,pegando fogo, senti , em mina perna, um leve e carinhoso beijo, antes nunca recebido. Com a m�o esquerda, quase tr�mula, comecei a alisar seu rosto lindo, cuja massagem, fazia com que ele por vezes fechasse os olhos, detendo-se apenas a curti��o do toque dos meus dedos. Aos poucos, comecei a beijar-lhe a face e ele por sua vez, abra�ou por baixo, minha coxa esquerda,ocasi�o que eu carinhosamente, juntei mais minha coxa direita, ficando ele com seus dedos pr�ximos aos pelos da minha vagina. Era gostoso, lindo, encantador e fascinante aquele jogo que nos envolvia cheio de carinho, tes�o e vol�pia.Num dado momento,meu menino come�ou a lamber minhas coxas e imediatamente, minha vagina irrigou o l�quido do prazer. Naquele momento, com seu membro totalmente ereto e sem conseguir esconder o estado de excita��o que se encontrava, aproximou por vez sua m�o da porta da minha vagina, onde pude sentir seus dedos quentes tocando em meu clit�ris �mido de prazer. Sem questionar mais nada, tirei sua cueca e avistei seu membro duro, liberando as primeiras gostas de esperma fino , quase transparente. Com mais experi�ncia, me despi rapidamente e colocando minha vagina sobre seu rosto, come�amos um gostoso meia nove.Engoli seu membro e suguei tudo com muito carinho e ternura. N�o fal�vamos nada, apenas chup�vamos um ao outro embebidos de tes�o. Aos poucos, Fernando come�ou a subir sua l�ngua alcan�ando meu �nus molhado de tanto latejar, enquanto eu, j� havia gozado pelo menos 5 vezes. J� em p�, peguei sua m�o e o levei para meu quarto .L� depois de muitos beijos na boca e juras de amor, come�amos levemente a penetra��o. A noite mais maravilhosa de uma mulher come�ara a acontecer. O que sentimos na madrugada foi algo que ningu�m conseguir� entender. Dessa forma, imaginem voc�s, o que aconteceu quando chegamos no Flat de frente para o mar. Pois �... V�o imaginando, pois em breve, voltarei para contar. Abra�os tchau!rnrn

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