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A VIZINHA CASADA

Ol� leitores, minha hist�ria come�ou ao lado de minha casa, no vizinho. H� 5 anos que moro nessa nova resid�ncia, tive problemas com o meu vizinho desde o in�cio, o cara � um mala, fica o final de semana inteiro com som alto rolando m�sica ruim, gritando gol do time dele e mandando os rivais (eu) tomarem naquele lugar etc. S� tem uma qualidade, sua esposa. Juliana � o nome dela, deve ter uns 32 anos, mas tem f�sico e rosto de menina; magrinha; cabelos compridos castanhos e pele branquinha.rnEu, por minha vez um rapag�o de 24 anos, fa�o faculdade e moro sozinho num casar�o herdado pela minha fam�lia, dois andares que permitem um bom divertimento voyeur. E foi assim que come�ou a minha divers�o. rnJuliana ficava o dia todo sozinha, ao contr�rio do seu marido, ela era discreta, n�o fazia muito barulho, mas era vigiada de perto pelo marido ciumento, que aparecia algumas vezes a tarde para checar se estava tudo certo, devia ser s�ndrome de medo de ser corno, j� que uma mulher linda daquela, se livre, seria alvo f�cil dos rapazes por a�. E foi, alvo meu, pois como um bom voyeur, passei a observ�-la com frequ�ncia. Juliana gostava de usar roupas curtas, sendo shortinhos e vestidinhos. A danada come�ou a perceber que eu a observava, ela lan�ava o seu olhar sobre mim, que terminava em desastrosas maneiras de me esconder, caindo por sair subitamente ou batendo a cabe�a na parede.rnDepois de um tempinho, Juliana passou a me provocar de uma maneira deliciosa. Ela sabia que seria observada por mim e come�ou a limpar sua casa um pouco mais à vontade. Lembro-me de uma vez que Juliana lavou seu tapete no fundo do quintal, ela colocou um short min�sculo e ficou de suti�, para esfregar, ficava de 4 com a bunda virada para a janela do meu quarto. Eu observava tudo da janela do quarto l� em cima com o pau ereto na m�o. Minha vontade era agarrar aquela gostosa e fazer com ela os ensinamentos do kamasutra. Teve tamb�m uma vez ainda mais deliciosa, na qual ela lavava seu quintal dos fundos apenas de vestidinho, ou melhor dizendo, um micro vestidinho. Eu observava tudo com meu bin�culo, observei inclusive o momento em que ela arcou por cima do tanque para mexer em algumas roupas sujas e eu pude ver que estava sem calcinha, pois vi suas n�degas aparecerem por debaixo do pano, e me deleitei com essa vis�o que foi motivo de masturba��o por alguns dias. Um detalhe importante de frisar, � que sempre que a safada fazia essas coisas sabendo que eu estava olhando, ela lan�ava uns olhares para a janela e desviava o olhar com um sorrisinho, algo que me deixava ainda mais inculcado.rnUm certo dia, enquanto eu observava por acaso a janela, vejo Juliana aparecendo de toalha para pegar suas calcinhas no varal, certamente estava indo pro banho e foi pegar uma pe�a para usar. Quando a vi de toalha arregalei meus olhos e quando ela fazia o caminho de volta, lan�ou um de seus olhares para a minha janela e me viu, eu sa� de cena voltando em alguns segundos, Juliana voltava de toalha para pegar uma cal�a e ent�o deixou a toalha cair, com certeza propositalmente, mas na hora isso n�o importou, pude contemplar seu corpo inteiro nu, e olhei diretamente para a sua bucetinha e pude notar que era toda peludinha e linda. Depois desses longu�ssimos segundos de deleite total, Juliana colocou sua toalha de volta cobrindo o corpo e antes de sair verificou se eu estava olhando e foi embora. Fiquei horas ali esperando um novo epis�dio com a toalha, mas nada aconteceu, a safada sabia provocar.rnMas o melhor ainda estava por vir, numa quinta-feira, lembro-me como se fosse hoje, eu sem aula na faculdade, resolvi observ�-la o dia todo. Pela manh� nada aconteceu, ap�s o almo�o, Juliana saiu de carro com o seu marido, depois descobri que Juliana tinha ido na casa de sua m�e. Por volta das 4 da tarde de um final de primavera at�pica, come�a uma chuva muito forte, que mais lembrava as quentes tardes de ver�o. Como n�o havia nada para se fazer, resolvi fazer algo que adoro, observar a chuva pela sacada de minha casa, quando de repente vejo Juliana chegando correndo, toda molhadinha, ela tateou o cadeado de seu port�o, procurou a chave em sua bolsa e nada. Ent�o tive a brilhante ousadia de falar para ela:rn-Juliana; chamei. Ela olhou e ent�o eu segui: -Algum problema?rn-N�o estou achando a minha chave; bradou Juliana.rn-Quer se esconder da chuva aqui em casa; eu disse a ela um pouco tenso, mas para a minha surpresa, ela fez que sim com a cabe�a.rnDesci correndo e abri a porta para ela, que estava com a roupa toda �mida.rn-Quer se secar no banheiro? ; Eu disse.rn-Acho que vou sim, sen�o posso ficar gripadarnA del�cia entrou no meu banheiro e eu dei uma toalha para ela se enxugar. Eu morrendo de vontade de poder observ�-la, mas n�o era poss�vel, logo depois, Juliana sai do banheiro s� com a toalha e diz:rn-Vou deixar secando um pouco a roupa, at� a hora de eu ir embora, tudo bem?rn-Claro, fique à vontade; Disse eu j� com o p�nis ereto.rnJuliana sentou-se no meu sof� e come�amos a conversar, ela me explicou que tinha ido na casa de sua m�e e que se marido tinha ido fazer um trabalho importante e n�o poderia traz�-la. rnEm uma cruzada de pernas, pude ver a bucetinha de Juliana, peludinha, ainda no mesmo estilo de quando eu havia visto no epis�dio da toalha que caiu. Meu p�nis estava duro e Juliana percebeu e disse:rn- O que � esse volume a� hein; com aquela cara de mal�cia fazendo uma pergunta ret�rica.rn- � ele! ; Eu disse em um surto moment�neo, tirando meu p�nis pra fora e mostrando a ela, que por sua vez, ficou surpresa.rn-Pare com isso, sou casada! ; Disse ela com cara de preocupada.rn- Eu sei que voc� gosta e morre de vontade de transar comigo Juliana; Eu disse indo pra cima dela, que tentou esquivar, mas logo tasquei-lhe um beijo e comecei a deslizar minha m�o sobre seus seios.rn- Voc� � louco, eu sou casada, meu marido odeia voc�.rn- Voc� est� seminua aqui em casa e seu marido n�o volta t�o cedo, vamos aproveitar, ningu�m precisa ficar sabendo.rnJuliana ent�o se deixou levar pela minha conversa e correspondeu meu beijo segurado meu pau e punhetando-o. Deitei Juliana no meu sof� e joguei fora a toalha, ent�o comecei a chupar aquela buceta deliciosa. Juliana gemia de prazer e estava toda molhada. Subi em cima dela e fiz chupar meu pau, coisa que ela fez sem pestanejar. Ent�o come�amos a fazer um sexo bem gostoso. Eu lambia o pesco�o de Juliana e enfiava meu pau inteiro dentro de sua buceta. Juliana gemia, n�o muito alto, contidamente, o que me dava ainda mais tes�o. Ela estava preocupada por estar traindo o marido, ainda mais com o seu vizinho. Alguns minutos depois, sugeri que ela ficasse de quatro, ela obedeceu e voltei a comer sua bucetinha puxando os cabelos da safada. Ap�s outros minutos de-li-ci-o-sos, sentei-me no sof� e ela veio em cima. Cavalgava e cavalgava, olhando pra mim com uma cara de santa safada, e disse: rn-N�o acredito que estou fazendo isso.rn-Mas eu sei que voc� me olhava e me provocava.rn-Mas era apenas provoca��o, nunca tencionei fazer nada com voc�.rnMas na verdade j� era tarde, Juliana estava em cima de mim, nua e sedenta por sexo. Ela tinha uma apar�ncia ainda mais bela quando transava, seu olhar, sua fisionomia com o prazer me davam ainda mais tes�o, ent�o, depois de um bom tempo eu senti que ia gozar, coloquei Juliana no sof�, fiquei em p� e gozei na sua boquinha. Jorrou porra do meu cacete e a safadinha bebeu tudinho.rnDepois do ato sexual, conversamos por alguns minutos at� a chuva parar, ela ent�o decidiu se vestir e esperar o marido (corno) chegar para abrir a porta para ela. Nos despedimos com um delicioso beijo franc�s e ela me fez prometer que jamais ia comentar aquilo com ningu�m. Foi o que fiz.rnrn

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