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VI A PATROA TRANSANDO COM O FILHO DELA II

Continuando...rnrnDepois que descobri que a safada da C�lia chupava o pau do pr�prio filho se aproveitando da ingenuidade dele, resolvi que eu tamb�m faria.rnrnEsperei uns dias, sempre olhando pela fresta do ch�o l� pro quarto dela, vendo ela mamar a rolona do Paulinho umas tr�s vezes durante a hora do banho. Ent�o uma semana depois ela acabou viajando, disse que voltaria em dois dias e que era pro Paulinho se comportar. Eu j� tinha visto ela dizendo pra ele n�o contar do segredinho dos dois, mas eu daria um jeito.rnrnEsperei durante toda a manh�, at� que o Paulinho foi tomar banho. Ent�o eu pedi pra ele n�o trancar a porta. Eu disse que, caso ele se machucasse, era melhor a porta estar aberta (rs bobinho). Ele foi tomar banho e eu esperei uns 5 min. A� entrei com uma toalha na m�o dizendo - Paulinho voc� esqueceu a toalha...rnrnEle me viu, ficou todo envergonhado, mas estava atr�s do box. E � claro que tinha uma toalha ali. Me desculpei, disse que n�o sabia que ele tinha pegado a toalha. Dei uma olhada, mesmo pelo box, que borrava a imagem, mas vi o pauz�o dele duro e ele tentando esconder. A� eu disse - Paulinho, ta tudo bem? e ele - Ta tudo sim... tudo sim...rnrn- Nao Paulinho, eu to vendo daqui que o seu pinto ta duro! Sua m�e sabe desse problema? Vai come�ar a doer!rnrn- Ela sabe sim...rnrn- Ent�o, ela nao te mandou fazer nada.rnrn- Mandournrn- E voc�?rnrn- Eu n�o sei fazer sozinho.rnrn- Quer que eu te ajude?rnrn- N�o. To com vergonharnrn- Calma, Paulinho. Olha, sua m�e n�o vai saber, t�? � s� voc� n�o contar. Fecha o olhinho e deixa que eu amole�o seu pinto pra voc�.rnrn- Ta bom - Ele falou todo timido e envergonhado rsrnrnDa� eu abri o box e vi melhor aquele pauz�o. De perto era ainda melhor. Tirei minha roupa e mandei ele abrir o olho. Ele abriu e me viu pelada. NEssa hora aconteceu algo que eu nunca imaginaria: ele come�ou a gozar, sem por a m�o no pinto. Ele gemia tanto que eu achei que ele ia desmaiar. Voava porra em mim sem parar. A� quando acabou, o pau dele amoleceu e ele disse que n�o ia mais doer. S� que eu, claro, insatisfeita, falei que tudo bem e comecei a secar ele pra ele sair do banho. Ajoelhei e quando cheguei no pau eu disse - Calma Paulinho, que a tia vai sugar o leitinho que ficou aqui no seu pinto. e abocanhei aquele pau molenga e gross�o. Senti na hora ele crescer rs.rnrnDa� ele ficou de olhinho fechado, tremendo. Eu mandei ele me acompanhar. Levei ele at� o quarto da m�e dele, que tinha uma cama de casal. Coloquei ele ali, deitei na cama e fiquei mamando o pau dele. Talvez por causa da primeira gozada, ele tava demorando pra gozar. Da� eu vi que ele tava se contendo, de olho fechado, gemendo muito. Eu disse - Paulinho, voc� tem vontade de fazer mais coisa?rnrn- Tenho simrnrn- Quer fazer?rnrn- Eu n�o sei. o que pode fazer?rnrnDa� eu mandei ele fazer comigo o que ele tivesse vontade, sem se preocupar se era certo ou errado que depois eu diria se era ou n�o. Falei que n�o ia contar pra ningu�m. Da� beijei ele na boca com tudo e comecei a bater uma pra ele.rnrnO menino se empolgou e come�ou a me beijar, me engolir. Partiu pra cima de mim com tudo, cravou o pau na minha buceta de uma vez que eu at� segurei pra n�o gritar. Ele come�ou a bombar com for�a e berrava - Nossa, isso � muito bom! Eu n�o sabia que era bom isso!rnrnEle bombava com muita for�a. A� tirou o pau e eu ali, s� esperando e gozando gostoso. Da� ele me virou de costas e come�ou a chupar meu cuzinho. Ele colocou o pau na minha xoxota por tras, comeu mais. Eu tava me sentindo arrombada, mas satisfeita e ainda por cima tirando o caba�o de um pauzudo. Da� ele tirou o pau lambuzado com meu gozo e apontou pro meu cu. Nessa hora eu coloquei a m�o, quis tirar ele, berrei - Paulinho, a� n�o! - mas ele tava em �xtase e enfiou de uma vez.rnrnVi estrelas. Desmaiei na hora. Acordei aluns minutos depois, com ele bombando no meu cuz�o arrombado e gozando litros de porra na minha bunda. Ele caiu sobre as minhas costas, ficou puxando minha cabe�a pra me beijar na boca e depois disse se tinha feito algo de errado. Eu, muito safada, faleirnrn- Claro que n�o, meu amor. O que voc� fez � muito certo. Se quiser, pode fazer isso comigo a hora que tiver vontade, mas sua m�e n�o pode ver, ok?rnrn- Ta tia.rnrn- Mas olha. Se a sua m�e te chupar de novo pra te ajudar, faz exatamente o que voc� fez agora comigo. Vai mostrar pra ela que voc� aprendeu um jeito mais f�cil de fazer o pinto amolecer, t�, meu querido?rnrn- Sim tia, vou fazer.rnrnEnt�o eu sorri, imaginando quando a m�ezinha dele voltasse, sendo arrombada pra aprender a dividir o filho tesudo com as outras...

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