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SUZANA - MINHA PRIMEIRA \"VITIMA\"

Ol� pessoal, resolvi come�ar a contar minhas aventuras no site. Espero que gostem. Antes de mais nada quero esclarecer que eu, desde moleque tenho um fetiche, um tes�o muito forte por mulheres mais velhas. Especialmente casadas. N�o sei explicar porque. Em fim, vamos ao que interessa.rnrnSou alto (1,92), mais ou menos 90 kg, corpo atl�tico, tenho 24 anos, branco, cabelos castanho escuros raspados na maquina 3, barba rala, e olhos castanho mel.rnrnQuando eu tinha us 19 anos eu estava na 6ª s�rie, eu tinha uma professora chamada Suzana. Ela era sensacional. Tinha mais ou menos 1,65. Tinha um corp�o viol�o. Uma bunda grande, redonda e durinha, seios m�dios. Ela tinha uma pele bege (entre branca e mulata), olhos verdes, uma boca carnuda deliciosa. Na �poca ela tinha uns 35 anos, era casada com um careca feio e magrelo (n�o sei o que ela viu nele). Sei que ela foi minha musa por anos a fiornrnDoze anos se passaram, me formei, me tornei advogado, nem me lembrava mais dela, at� que um dia fui buscar meu sobrinho na escola (n�o � a mesma que estudei), e pra minha surpresa, a Suzana era a professora dele.rnrnEu fiquei mais espantado � que ela mesmo com uns 46 anos, ainda estava espetacular, ainda estava gata, muito gostosa. Me re apresentei, ela comentou que lembra de mim. Comentou que o tempo me fez bem, que estava bonito e tal. Confesso que isso j� me encheu de mal�cia.rnrnMas n�o deixei barato, eu mandei na lata, que ela continuava sendo muito atraente. Notei que ela ficou com as bochechas vermelhas e fez uma cara de que gostou.rnrnN�o deu outra, virei choufer do meu sobrinho, s� para ver ela todos os dias. Come�amos a conversar mais. Comentei que estava advogando, e ela expressou aprova��o e tal. Conversa vai e conversa vem. rnrnUm dia eu dando um migu� convidei ela pra tomar uma cervejinha pra gente conversar melhor, mais a vontade e sem a press�o do tempo. Talvez por ser casada, ela ficou meio sem jeito, mas falou que podia ser. Trocamos telefones msns.rnrnNa sexta feira seguinte, ela me ligou, aparentemente meio triste, dizendo que precisava de alguem pra conversar, pra desabafar. Eu j� fiquei pulando de alegria, era uma grande oportunidade de entrar no emocional dela.rnrnFalei que estava a inteira disposi��o dela. Combinamos de ir em um barzinho legal aqui da cidade. Ela se queixou que andava se sentindo sozinha, porque trabalhava bastante, e quando chegava em casa, as 2 filhas se n�o estavam na faculdade, estavam com os namorados, o marido sempre viajando a neg�cios. rnrnNotei que al�m de solid�o, existia car�ncia. Ouvi tudo o que ela disse, da� come�ei a elogiar ela. Coisas do tipo: Voc� � uma guerreira, te admiro como pessoa, voc� � uma mulher de verdade e tal. Que eu queria ter uma mulher como elarnrnCome�ei a dizer o que realmente havia percebido nela. Come�ei a pegar na m�o dela, ela n�o ofereceu resistencia. J� fui logo pro ombor e tal. Conversa vai e vem.rnrnDa� eu falei que eu n�o estava aguentando mais esconder, e que eu estava sentindo uma atra��o muito forte por ela, e que eu queria descobrir mais sobre isso. Ela respirou fundo e ela falou que ela n�o deveria pensar nessas coisas, mas que era reciproco.rnrnN�o demorou muito para a gente trocar um beijo. Eu a beijei com paix�o, a beijei pra incendiar ela, pra ver ela descontrolada de tes�o (que era tudo o que eu queria).rnrnOs beijos estavam cada vez mais quentes, come�ei a apalpar ela todinha, passando a m�o nas pernas, na cintura, no quadril , na bunda, nos seios. Cheguei a colocar a m�o por de baixo da saia dela, e acariciar a boceta dela (que era bem lisinha e raspada do jeito que eu gosto e me apaixono), ela j� estava molhadinha, meus dedos ficaram �midos at�.rnrnEnt�o pra sussurei no ouvido dela pra gente pagar a conta e ir pra um lugar mais reservado. E fomos n�s para o melhor motel da cidade, paguei a melhor suite pra ser uma noite memor�vel.rnrnEnt�o a gente come�ou a se beijar, e ela dentro do quarto virou uma leoa. Me empurrou, me derrubando na cama, e come�ou a fazer strip tease, em cima da cama.rnrnRapaz eu quase enfartei de t�o excitado, ela foi trirando a roupa aos poucos, me provocando muito. Ela era gostosa demais nua. Seis medios em formato de pera com mamilos marrons, uma vagininha linda. Uma bunda grande e deliciosa, que ganha de muita meninhinha de 19 por ai.rnrnEla come�ou a chupar meu pau (18x6), ela sabia muito. Ela tinha uma l�ngua amestrada que faz deixa qualquer um doido. Quase tive uma ejacula��o precosse de t�o gostoso que foi o boquete dela. Dai eu peguei ela na cintura e tirei de cima de mim, e come�ei a chupar ela. rnrnEla gostou, fiquei uns 19 minutos chupando, ela estava se contorcendo de tes�o. J� estava toda molhada. At� que ela falou:rnrn- Chega de me torturar cachorro. Mete gostoso logo. Mete safadornrnEnt�o ela deitadinha abriu as pernas, e penmetrei ela. Come�ou divagarinho e foi intensificando.rnrnDepois mudamos pra de ladinho. Depois peguei ela de 4, depois de frango assado, at� que deitei e ela foi pra cima de mim, e pulou que nem uma cavala no meu pau.rnrnO gemido dela era hipn�tico, aumentava muito o climax, e meu desejo por elarnrnEla deu umas 4 gozadas de ejacular durante o nosso sexo. Pra minha surpresa, ela olhou com cara de puta e disse: rnrn-Agora no cuzinho del�cia.rnrnLogo troquei de camisinha, sentei na cama, e ela sentou em cima, come�ou a penetrar bem devagar, e com a m�o eu estava massageando o clit�ris dela, masturbando ela. E ela dava gemia rouco.rnrnLogo come�ou a penetrar mais fundo e com mais for�a. Ai ela ficou de 4 e disse:rnrn-Vem come o c� dessa puta rnrnCai em cima, comi o c� dela gostoso. Chamando de vadia, de cadela, puta. E ela gostava. rnrnDepois que come�ou a letejar o meu pau (o cuzinho era bem apertado), coloquei outra camisinha e voltei a comer a buceta dela. At� que cheguei no meu limite. Ela estava de 4 na cama levando rola, tirei o meu pau dela, fiquei de p�, e come�ei a punhetar meu pau perto da cara dela, ela logo falou:rnrn-Goza na minha boca seu cachorrornrnEla abriu bem a boca. Eu j� estava mega excitado, e segurando a ejacula��o faz tempo. Mirei bem a boca dela, punhetei meu pau at� gozar, e gozei gostoso tudo de uma vez. Gozei de litro na boca dela. E a safada engoliu toda a porra.rnrnDeitei na cama exausto, e ela deitou toda ofegante do lado, com a cebe�a no meu peito. Ela disse que fazia tempo que ela n�o transava com tanta qualidade. E que ela e o marido estavam no 0x0 faz tempo.rnrnMe pediu segredo, e eu concordei. Mas da� ela falo que queria me ver mais vezes. Da� ent�o eu me tornei amante dela. Nos encontravamos sempre que ela queria.rnrnEssa foi a nossa primeira noite de sexo e amor, houve v�rias outras (no carro, em casa, na casa dela), e continuaremos transando sempre que d�. At� que nos flagrem e nos matem, ou at� que morramos de exaust�o

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