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Gabriele. A Priminha Safada desde Novinha

REUNI�O EM FAM�LIA

Primos pirralhos correndo pela casa, velharada bebericando e as tias fofocando. Nada de novo sobre o C�u. Mas quando ela aparece a cena muda, diria at� que paralisa. A tela aparece em slowmotion, como num filme. Seu jeito safado de olhar, andar, sorrir e seu cheiro compōe a cena. Apesar da pouca idade, Gabizinha sabe usar suas curvas acentuadas e sex. Composta por um rostinho angelical, peitinhos deliciosamente pontudo e um bumbum super arrebitadinho, ela deixa macho de qualquer idade querendo devora-l�. Gabi sabe disso e usa a seu favor.

SEMPRE PROVOCANTE

Gabizinha abusa dos vestidinhos curtos pagando calcinha sempre que pode, adora shortinhos jeans justos que deixam a mostra a poupa da bunda, e em dias mais quentes usa cal�a leggin marcando bem seu bumbum e xota, que ficam bem expostos e divididos, mostrando bem o tamanho do rabo e buceta. Nessa reuni�o nao foi diferente, Ela apareceu de vestido preto curt�ssimo, salto alto e maquiagem demais para a sua idade, mas mesmo com a implic�ncia dos pais, ela batia o p� e usava. Uma menina mulher, rebelde por natureza j� saber o que quer desde cedo.

DURANTE A FESTA

Gabi nao parava, sempre socializando com os mais velhos. Transitava entre as partes da casa, do p�tio aonde estava a velharada, ao quintal, onde estavam os rapazes e primos mais velhos como eu. Quando ia ao p�tio, pergunta quem queria mais Cerveja e abaixava de costas para pegar no isopor, deixando a mostra um rabo delicioso, os velhos babavam, inclusive seu pai que sempre a repreendia no canto da casa. Ent�o ela ia pro quintal, beber escondida dos pais e desfilar pra gente. Gabi ficava soltinha sorrindo pras nossas cantadas maliciosas, era isso que ela queria. Numa das idas dela ao banheiro, fui atras, esperei ela sair e fingi surpresa ao v�-l� -"Finalmente � s�s, prima!"- ela sorriu, olhou rapidamente para os lados, como quem v� se o territ�rio esta limpo - "Verdade Primo!"- e me deu um abra�o gostoso, nao perdi tempo e falei em seu ouvido - "Voce esta espetacular prima, pena que somos primos" - passando a mao em suas costas e rabo, nisso ela me olha e solta - "Quem disse que primo � irmao?"- e me da um selinho cheio de tesao e saiu rebolando, antes que nos pegassem no meio do corredor.

TARDE DA NOITE

As tias j� estavam dormindo juntos dos pirralhos, a maioria dos primos e amigos mais velhos j� tinham ido para boates e shows da cidade, eu fiquei bebendo com os mais velhos e Gabi ficou no computador numa pequena �rea que dava de frente para o banheiro, entre a sala e os quartos. Quando fui ao banheiro resolvi a provocar tamb�m e mijei de portas abertas, me posicionei em frente ao vazo, coloquei minha rola grossa e veiuda pra fora e mirei na agua pra fazer barulho e chamar sua aten��o, nao deu outra, ela olhou descaradamente e quando virei pra encara-l�, ela nao hesitou e me encarou tamb�m. Sa� do banheiro em dire��o a ela, puxei assunto ela correspondeu mas continuou olhando para o pc, eu toquei seus ombros e desci a m�o por dentro do vestido at� tocar em seus peitinhos e em movimentos circulares os massageei. Em seguida pra nao perder tempo, me curvei ate seu rosto e com uma das maos puxei-a pelo cabelo, deixando seu rosto enclinado de frente para o meu e enfiei a lingua em sua boca que nao mostrou resistencia e correspondeu. Passei um tempo a beijando e passando a m�o ora nos peitinhos ora na bucetinha, que j� estava molhada!. S� parei quando escutei barulho de passos, me recompus e sa� de l� em dire�ao ao p�tio para me juntar a velharada e beber.

3h DA MADRUGA E A BEBIDA ACABOU

Mas a vontade de beber n�o passou, os velhos, incluindo o pai de Gabriele, sa�ram pra comprar mais cerveja e eu como primo mais velho fiquei para reparar a casa. Foi s� o tempo de fechar a casa e ir procurar Gabi, que pra minha surpresa ainda estava no PC, s� que dessa vez assistindo porn�, e a safada sabia que s� tava eu na casa acordado, pois escutou o barulho de garagem e carro saindo, ela colocou o video pra me provocar. Ataquei ela na hora, puxando-a pelo cabelo novamente a olhei nos olhos e colocando meu pau na sua cara disse, -"� isso que tu tava olhando no banheiro, putinha? Agora olha mais de perto!" - e esfreguei a r�la em seu rostinho angelical que me olhava com tesao e abrindo bem a boca colocou a lingua pra fora pedindo pica, soquei at� a garganta, fazendo a lagrimar e borrar sua maquiagem todinha deixando-a que nem a Arlequina.

COM MEDO DE SERMOS PEGOS NO FLAGRA

A carreguei at� a sala, de onde dava pra ver e ouvir melhor quando eles voltassem da rua e apaguei a luz, pra caso alguem da casa acordasse nao nos visse, botei ela de joelhos no ch�o e ordenei que voltasse a mamar, como uma cadelinha no cio ela prontamente obedeceu. Ora deixava ela mamar ora a segurava pelo cabelo e fodia sua boquinha at� a engasgar. O pouco de luz que vinha do p�tio e atravessava a janela da sala, iluminava a carinha de putinha feliz que ela tava ao ser maltratada. Ap�s algum tempo sendo mamado, anunciei que era minha vez de mamar. Carreguei ela de frente, puxei seu vestido pra baixo e mamei ferozmente, ela atradaca em mim com as pernas entrela�adas, rebolava a cintura e puxava minha cabe�a de encontro aos seus seios. Em pouco tempo assim a coloquei de 4 no sofa, baixei sua calcinha e ca� de boca na sua bocetinha que a quela hora j� estava encharcada de tes�o, revezei l�ngua no cu e buceta at� ela gozar gostoso rebolando em meu rosto.

OS VELHOS CHEGARAM E EU AINDA NAO HAVIA GOZADO

Peguei-a pelo cabelo e mandei ela ajoelhar e soquei a pica em sua boquinha, fiz ela engasgar e babar todo o pau e bolas. Tirava a rola quando percebia que ela ia vomitar, deixava ela respirar um pouco e tornava a engasgar com o pau enterrado em sua garganta, ela me olhava lagrimando mas resistia, respirando rapido para pegar folego e rapidamente abrir boca para ser fodida de novo. Enquanto eles desciam do carro e tiravam as grades de cerveja eu anunciei pra ela que ia gozar -"Vou te encher todinha de porra!" falei isso enquanto batia o caralho em sua cara, deixando ela respirar para atacar. Enterrei sem d� tudo que deu na sua garganta e gozei, ela se esfor�ou pra engolir tudo sem vomitar. Em seguida ela se levantou e saiu correndo pro banheiro, eu corri ate a cozinha pra pegar um pano, coloquei ele em cima de toda a baba que gabizinha fez no ch�o, liguei a luz e fui ajuda-los a carregar a cerveja.

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