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A MULHER DO MEU PRIMO DUDU

Ola amigos, voltei!!!! Hoje vou relembrar uma hist�ria que rolou ha muito tempo, ha 19 anos pra ser exato.

Tenho uma grande familia no interior de SP, e eu e meu primo Dudu sempre fomos amigos, namoramos muitas meninas da sua cidade e participamos de varias putarias juntos. Mas, quando ele completou 19 anos a namorada dele engravidou e ele n�o pode mais participar, pois a menina era muito ciumenta, e por conhecer a nossa fama o impedia de sair comigo. O nome dela � Cintia, uma loirinha de 1,60m, bundinha arrebitada, peitinhos m�dios, uma gracinha, e assim o cara acalmou o facho e passou a ter responsabilidades. Por�m, naquela �poca tinhamos descoberto uma zona na cidade vizinha, tinhamos ido l� umas 3 vezes at� que ele casou, ent�o passei a ir sozinho. Nesta mesma �poca comiamos uma amiga nossa que ja tinha dado muito na cidade e ja era manjada, a Patricia, era uma delicia, chupava uma rola como poucas, mas n�o queria relacionamentos s�rios pois tinha um caso com um fazendeiro da regi�o e ele a bancava, assim para manter a mesada n�o podia dar para os caras da cidade pois o cara ficaria sabendo e ela estava pobre de novo. Voltei a cidade 3 anos depois para visitar a familia e como sempre fui tratado muito mal pela minha "prima", ela estava uma delicia depois do nascimento da crian�a, os peitos estavam maiores e ela tinha um ar muito sensual, mas me tratou como uma pedra de gelo, sequer me cumprimentou com um beijo no rosto, somente me estendeu a m�o e disse um "oi" chocho. Depois de ver todos, inclusive meu primo que tinha virado um bob�o, a mulher mandava ele fazia, decidi ligar para a Pat, e quando falei que estava na cidade para ficar alguns dias ela fez a maior festa, marcamos e transamos na mesma tarde, coitada, parecia que faziam meses que n�o transava. E como ja disse, o negocio dela era sexo, muito sexo, e o gostoso � que � do tipo que goza por atacado, goza sendo chupada, dando a buceta, o cuzinho e se bobear s� de ser olhada no banho, � muito gostoso. Depois da foda, esperava escurecer para sair sem ser visto, ela me contou que uma amiga estava trabalhando naquela zona da cidade vizinha e que as coisas estavam diferentes agora. Al�m da zona normal, onde as putinhas ficavam desfilando pra la e pra ca como pe�as de carne no mercado, o dono do local tinha um catalogo com as meninas, voce ligava e agendava, mas s� das 19 da manh� às 4 da tarde. Dai normal, em SP isto � comum, mas a novidade � que a grande maioria das meninas eram casadas fazendo um "extra", por isso o neg�cio tinha que ser de dia, enquanto os cornos trampavam as donas-de-casa fudiam. Fiquei excitado, mais ainda quando ela me disse que ia me dar um presente, levantou, pegou o telefone e ligou para o cara, falava t�o baixo que mesmo me esfor�ando n�o consegui ouvir. Ela voltou para o quarto e n�o tocou no assunto, estava muito excitada, me chupou como uma louca, me fez gozar na sua boquinha rapidinho, depois correu de novo para o telefone, dai percebi que tinha ido confirmar meu "presente". Voltou para o quarto radiante, me dizendo que era para eu estar l� na tal zona no dia seguinte às 14:00hs em ponto que meu presente estaria l�.

Fiquei doido de curiosidade para saber como seria comer a mulher de um cara da cidade, quem sabe eu at� a conhecia, mas ela n�o me adiantou nada, apenas me diss para ir preparado porque esta menina era a melhor, dava tudo, chupava e engolia tudo. tinha at� uma suruba com 5 estudantes no curriculum. Tentei retribuir o presente antecipadamente, mas ela n�o quis, disse que era melhor guardar as energias para o dia seguinte. O unico detalhe era que eu devia me apresentar como Mauricio, n�o entendi, mas, e dai?

Mal consegui dormir, n�o que transar com mulher casada fosse algo t�o especial, mas naquela cidade as coisas eram diferentes, eles eram muito moralistas, dava at� nojo.

No dia seguinte runei para l�, e o local estava mudado, a casa estava reformada, tinha fachada de uma mans�o com seguran�a e tudo na porta, no seu interior haviam velas e paredes de veludo vremelho, um clima pra l� de sensual. Fui encaminhado para o quarto por uma recepcionista muuuuuito gostosa, vestia um micro vestido que mostrava metade da sua redonda bunda, confesso que passei a m�o mas ela me disse que ja tinha compromisso para aquela tarde, ent�o, me mostrou meu quarto.

Uma enorme cama redonda, espelho no teto, uma enorme banheira de hidromassagem, enfim, um luxo. Agora era s� aguardar.

De repente a porta se abre, uma mulher entra de costas para a cama com um vestido vermelho e uma capa da mesma cor na cabe�a, vai at� o canto e liga o som, come�a

a dan�ar de uma maneira bem sensual e come�a um strip lindo, jogando a capa, abrindo o vestido, tudo de costas, quando o vestido cai vi uma bunda maravilhosa, redondinha e empinada, mas quando ela se vira de frente quase enfartei, alias, quanse enfartamos, era Cintia, mulher do meu primo, ali na minha frente com o corpo mais lindo que ja vi, realmente seus seios estavam maravilhosos, empinados, com uns bicos rosados, muito lindos, mas deu pra ver pouco, ela puxou o vestido se cobrindo rapidamente e ja ia fugir quando eu gritei para que ela ficasse parada.

Imediatamente ela come�ou a chorar, fui at� ela e a abracei, senti que ela estremeceu, mas continuou a chorar me dizendo que n�o era aquilo que eu estava pensando, que meu primo, que � frentista, ganha pouco, e as despesas, bla bla bla. sentei com ela na cama e a abracei, comecei a fazer carinhos nos seus cabelos e ela logo se acalmou. Confesso que era uma sensa��o estranha, voce vai la pra fuder e acaba consolando a putinha, quer dizer, sua prima que nem vai com a sua cara. Fiquei ali uns 19 minutos conversando com ela, dizendo que ela n�o precisava daquilo, bastava arrumar um servi�o, mas eu ainda estava de cuecas e ela coberta com o vestido, nossos corpos se encostando e se ro�ando, quando vi ja estava com o pau mais duro do que pedra. Ela me olhou nos olhos com uma carinha triste e me disse que sempre me amou, por isso tinha raiva de mim, nunca tinha dado bola pra ela. Contei que quando a conheci fiquei com muito tes�o por ela mas meu primo estava totalmente apaixonado, ai nem tentei nada. Sem dizer mais nada ela me beijou, que delicia a sua lingua, sugava com vontade, seu corpo era quente e macio. nos deitamos e ficamos nos acariciando, passei as m�os pelos seus seios, suguei um de cada vez, e ela se arrepiava toda, beijei sua barriguinha e desci, sua bucetinha estava depilada, somente um filete de fios negros bem no meio da sua boceta, beijei seu grelinho e chupei seu mel que ja escorria, que delicia, ela tinha um gosto adocicado, enfiava a lingua dentro da sua bocetinha e voltava a chupar seu grelinho, ela enlouqueceu, subiu em mim esfregando a bucetinha na minha cara, ai consegui ir mais fundo fazendo com que gozasse. Ela parecia que levava choques, se contorcia e gozava, parecia quenunca tinha sido chupada na vida, de repente deu um grito abafado e caiu desfalecida. Fiquei um tempo dando deijinho nos seus seios, no seu rosto e ela me olhava com a cara mais linda do mundo, sorria lindamente. Desta vez ela � quem me atacou, desceu e abocanhou meu pau com sede, lambia a cabe�a e enfiava ele quase inteiro na boca e voltava a cabe�a, que delicia, ela chupava com vontade e s� pra me derrubar de vez fazia isto me olhando nos olhos, isto me ecitava ainda mais. Quando senti que ia gozar fiz men�ao de tirar da sua boca, mas ai que ela intensificou a chupava, e quando gozei quase engasgou, saiu porra pelo canto da boca mas ela tomou tudo, lambia os labios e sugou at� a ultima gota.

Fomos para a banheira, ela me puxando pelo pau, rebolando aquela bundinha linda na minha frente, de repente freou e encaixei direitinho, sentia sua bunda macia no meu pau, ela com muito cuidado encheu a bnaheira e entrou me chamando. Nos beijamos e puxei ela com carinho pra o meu pau, ela encaixou a buceta e deslizou, quando a cabe�a entrou ela me abra�ou e deu um gemidinho delicioso no meu ouvido, come�ou a subir e a descer com cuidado pois tinha uma bucetinha apertada e o meu pau � largo, nos beijavamos com carinho enquanto aumentava as bombadas, ela subia e descia enquanto eu sugava seus seios. Metemos assim por um tempo, at� que ela se levantou e foi de quatro apra a outra borda, me oferecendo a sua bucetinha me dizendo, agora ja cabe inteiro, mete gostoso e com for�a, amigos, ver aquela princesa me chamando pra fude-la daquele jeito me levou pro ceu, coloquei na porta e ela jogou o corpo pra traz dando um berro, segurei pela sua cinturinha e soquei fundo, enfiava tudo e tirava, aumentava as estocadas e parava, metia muito e ela gritava que estava bom, mete meu macho, mete um chifre naquele filho da puta do seu primo, eu te amo, e por ai foi, meti at� sentir que ela voltava a gozar, falava enrolado, aumentei as estocadas e ela me disse n�o apra que to gozando, meti com mais for�a ainda e gozei, inundei a sua buceta de porra, bombava ainda mais, at� soltar a ultima gota de porra dentro dela. Sentmaos na banheira totalmente gorgues, foi uma das melhores gozadas que ja dei na vida. ficamos um tempo abra�ados e quando meu pau come�ou a dar sinais de vida novamente ela me levou pra o chuveiro e me deu um banho, primeiro de sab�o e depiis de lingua, me chupava muito gostoso, nos secamos e fomos para a cama. Olhamos no rel�gio e ainda tinhamos tempo, comecei a beija-la e fui passando a m�o na sua bundinha, e ela se abrindo toda, enfiei um dedo no seu cuzinho e ela me disse que nunca tinha dado o rabinho, meu primo tentou uma vez mas doeu muito. Perguntei como se ela ja tinha estado com outros caras, e ela disse que s� tinha dado a buceta, o resto era lenda, mas mesmo assim insisti e com muito carinho enfiei um depois dois dedos, sempre massageando seu grelinho. Ela ent�o levantou a bundinha para facilitar meu ataque. Passei a salivar seu cuzinho e enfiava e tirava os dedos, e quando vi que ela estava mais relaxada dei meu mau para ela chupar, fiquei ali fudendo ela com os dedos enquanto ela chupava. Quando vi que ela estava entregue apontei o pau e comecei a enterrar bem devagar. Ela gemeu alto e pediu pra parar, eu beijava suas costas e pedi para ela relaxar, coloquei um travesseiro embaixo dela e voltei a carga, forcei um pouco e a cabe�a entrou, ela novamente gemeu mas aguentou, fui entrando de leve, parando apra ela se acustumar mas logo estava econstando na sua bunda. Comecei a entrar e sair devagar, ela mordia os labios mas ja n�o reclamava, aumentei o ritmo e ela a respira��o, sentia que ela estava gostando, mas tive certeza quando ela me olhou nos olhos e disse, mete fundo, esse cuzinho � todo seu, meu macho. N�o pensei mais, aumentei o ritmo, enfiava e tirava, as vezes tirava tudo s� pra ver o rombo, e voltava a enfiar, meti muito, e quando comecei a brincar com sua bucetinha com os dedos ela come�ou a gozar como louca de novo, gemia e falav apra enfiar tudo, meti at� ela cansar. Deitei de lado e mandei ela vir por cima, ela arrumou o pau na porta do cuzinho e ele deslizou, ela cavalgava como uma puta de filme, seus seios balan�avam e ela gemmia, que cena linda, meti com for�a e quando senti que ia gozar coloquei ela de quatro na cama e soquei fundo, gozei de novo litros de porra, inundei o seu cuzinho, e ela caiu de lado cansada.

Dai um tempo tomamos um banho e eu sai primeiro, ela passou no gerencia para acertar a parte dela enquanto eu a esperava algumas quadras abaixo. Voltamos para a sua cidade mas antes de entrarmos ela me chupou de novo me fazendo gozar na sua boquinha o resto de leite que ainda tinha.

Estiquei a minha estada na cidade por mais 19 dias e fodi a minha priminha todos os dias, inclusive nas noites que dormi na casa dela, a pedido do meu primo, enquanto ele fazia o turno da noite no posto. Voltamos a transar inumeras vezes, e ela deixou de atender a outros caras porque eu sempre dava uma for�a nas contas deles.

Hoje nos comunicamos por e-mail e ela sempre me diz que espera para quando eu voltar para o Brasil para me dar de novo aquele cuzinho maravilhoso.

Espero que tenham gostado, depois conto mais. Abra�os.

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