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A NORA PURITANA ESPIA TRANSA DA SOGRA COM AMANTE

J� faz um certo tempo que conhe�o a Neuza. Casada, 55 anos. Ela � ga�cha e mora em Porto Alegre. M�e de 2 filhos, j� casados. Pessoa Meiga, doce. Bacana mesmo. Por�m insatisfeita sexualmente no casamento. Gosta do meu jeito de ser. Ama ler meus contos e ver o meu cacete pela web cam. Tem pele clara, estatura mediana, cabelos curtos e usa �culos. Seios m�dios com bicos que ficam lindos quando ela est� excitada. Mant�m a boceta com p�los. Por�m aparados. Casada a muitos anos com o mesmo homem. Seu casamento vive a fase de duas pessoas que se suportam. Um dos seus filhos � casado com Karoline. Professora de mais de 30 anos. Karoline tem um casal de filhos, que s�o os xod�s da av� Neuza. A nora � evang�lica e n�o v� com bons olhos a minha amizade com a sogra. Tanto que nunca aceitou a minha amizade nas redes sociais. Ela � uma mulher bonita, boa estatura. Pele clara. Seios m�dios. � professora e gosta do que faz. Foi convidada a participar de um simp�sio de educa��o aqui no Rio. Ficou contente e entusiasmada por estar relacionada. S�o 3 dias de evento. De quinta a s�bado. Ela n�o quis estar s� aqui e combinou com a sogra para virem juntas (a Neuza, apenas para lhe fazer companhia). Vieram de avi�o. Se hospedaram no hotel Fl�rida, no bairro do Flamengo. Na quinta a tardinha o simp�sio come�ou. A Karoline fazia parte de uma comiss�o e participou ativamente. A Neuza esteve presente. Acompanhou tudo e ficou com um pouco de t�dio devido a demora. Ap�s essa reuni�o foram, com os demais participantes, a uma pizzaria. Na sexta, de manh� a Neuza ligou para o meu celular, contou que estava aqui no Rio e tudo o que havia acontecido na quinta. Perguntou se n�o queria ir ao hotel, a tardinha, para conversarmos. Pois n�o iria com a nora. Topei e fui.rnj� sabia o que iria rolar. Tamb�m sabia que n�o poder�amos demorar, pois a Karoline tinha hora para voltar. Logo que entrei no quarto, onde elas estavam hospedadas, come�amos a nos beijar e procurarmos n�o perder tempo algum. Ela me beijava e tirava minhas roupas. Primeiro a camisa. Depois a cal�a jeans. Quando percebi ainda a estava beijando, mas s� de cueca. Que ela logo tratou de tirar tamb�m. Pegou no meu p�nis e suspirou. - Como eu quis estar com isso em minhas m�os! Alisou. Acariciou. Apertou. E o meu cacete foi ficando duro. Cada vez mais duro. Ela prontamente se abaixou para beijar e chupar. Beijava e me olhava. Lambia e me olhava. Chupava e me olhava. - Estou realizando um desejo de meses e meses, dizia ela toda feliz. Enquanto ela me punhetava e chupava fui tirando a sua blusa e bermuda. Ela estava sem suti�. Seus peitos estavam com bicos enrijecidos devido ao que ela estava a fazer. Ao tirar a bermuda me deparei com uma pequena calcinha de renda branca. Calcinha esta que na parte da bunda era um fio dental estilizado, tamb�m com a mesma renda. Uma pe�a bonita, fina e delicada, por�m muito sexy. N�o perdi tempo tirando a calcinha. Afastei a pe�a para um dos lados com meus dedos logo estava vendo e tocando em sua boceta, nesta tarde, toda depiladinha. Nem preciso dizer que estava bem molhada. Meu dedo entrou com facilidade. Bem molhada mesmo. E bem quentinha tamb�m. Retirei o dedo e lambi. Lambi cada peda�o do dedo que estava melado com o l�quido da excita��o dela. Em segundos est�vamos deitados na cama num delicioso 69. Enquanto ela se deliciava chupando o meu belo cacete. Eu explorava a sua boceta com a minha boca e l�ngua. Beijei. Lambi. Chupei. Massageei o seu clit�ris com a ponta da minha l�ngua at� que ela gemeu e gozou. Ficou ofegante. Mas, n�o largava o meu p�nis. ? Quero mais! Quero mais! Quero isso aqui todinho dentro de mim! Ela estava deitada de barriga pra cima. Me posicionei entre as pernas dela. Passei a cabe�a do p�nis pelos l�bios vaginais dela. Esfregando bem no clit�ris. Quando ela suspirou e arqueou o quadril eu a penetrei de uma s� vez! Ela gemeu, quase gritando, e come�ou a rebolar. Ela se mexia e eu estocava o meu cacete dentro dela. Entrava e sa�a. Cada vez que meu cacete estava todinho dentro de sua bocetinha ela gemia. Ficamos nessa foda gostosa por um bom tempo. Eu me segurando para n�o gozar. Pois queria prolongar bem e saciar a vontade dela e a minha. Disse que queria penetr�-la por tr�s. Rapidamente ela ficou de quatro sobre a cama. Vi bem a bunda de pele branquinha. Abri as n�degas com as minhas m�os. Expus o cuzinho. Dei um beijinho nele. Encaixei meu cacete na entrada da boceta. Segurei na cintura dela e fui, bem devagar, empurrando ele para dentro dela. N�o demorou nada para estar batendo com meu corpo na bunda dela. O movimento era r�pido e fazia barulho. Ela gozou novamente e eu prestes a gozar. O barulho ficou cada vez mais alto, que nem ouvimos a chegada da Karoline. Ela Fala. Pedia. Mandava. ? Goza. Goza. Goza. Quero sentir tua porra dentro de mim. Goza! Depois de ouvir isso n�o me segurei mais e gozei. Ela caiu deitada na cama e eu ca� sobre ela. Em seguida ouvimos o som de uma pasta caindo ao ch�o perto das porta da quarto. Era a pasta da Karoline que, se tocando, sem querer deixou a pasta cair.rnAntes que nos desculp�ssemos ela falou: - Um dos palestrantes n�o compareceu e a reuni�o terminou mais cedo. N�o quis atrapalhar. Mas, tamb�m n�o pude deixar de ver. Foi imposs�vel me conter e acabei... Eu me desculpei. Entrei no banheiro. Me vesti e ao sair. Antes dela entrar no banheiro, para lavar a m�o, eu num impulso peguei a m�o da Karoline e lambi e chupei o seu dedo.rnSa� e fui embora com o gosto do mel dela em minha boca.rnNo dia seguinte, s�bado, a Neuza ligou e disse que estavam indo ao P�o de A��car. Que ficou se sentindo numa saia justa com a nora, devido ao flagra que tinha sido pega. Mas que o meu ato impulsivo havia deixado a nora sem a��o. E uma coisa calou a outra.rnAgora a Karoline fala comigo numa das redes sociais.rnSer� que?rnrnEspero que tenha gostado do que leu.rnrnCarlos Augusto - [email protected]

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