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DO TRABALHO... PARA "QUASE MORTO!"

Depois de ler varios contos, resovi escrever um que pode at� parecer ruim, mas quando e esta numa situa��o assim...

Bom, vou come�ar explicando a situa��o, eu trabalho com computadores (dai o tempo de ler tantos contos...rs), ao lado do meu escrit�rio existe uma lavanderia, onde trabalham duas primas, Marcia (nome fict�cio, sabe-se l� se tamb�m entra neste site n�?). Marcia � casada e seu marido Marcelo (Fict�cio tamb�m) trabalha a tres lojas da minha, eu conhecia a Marcia atrav�z do Marcelo, somos amigos a tempos e sempre bebemos uma cervejinha ao final do espediente e Marcia de vez em quando fica com a gente, ela n�o bebe (s� para constar), Marcia tem mais ou menos 40 anos, 1,65cm e mais ou menos 55kg, incrivelmente elegante e linda, n�o aparenta a idade que tem, ah! j� ia esquecendo do mais importante, a "danada" � crente, e sempre se mostrou uma mulher muito fi�l. Ja explicado, come�arei o meu relato. No dia do jogo do Brasil, na primeira rodada da copa, contra a Cro�cia eu n�o estava trabalhando, mas fui ver o jogo no bar dentro da galeria que n�s trabalhamos, Marcia sim, estava trabalhando e de vez em quando ia dar uma olhada no jogo, como eu era o mais chegado, ela s� falava sobre o jogo comigo, ao final do jogo comentei o porque do Marcelo n�o esta trabalhando, s� para puxar conversa mesmo... ela disse que eles n�o estavam muito bem e que ele estava vendo o jogo na casa da m�e e n�o sabia se ia voltar para casa.

Uma coisa que eu esqueci, � que eu conhe�o o filho dela, um moleque gente boa.

Como o bar estava vazio, disse que iria embora e como "educado" que sou, perguntei se ela n�o queria uma carona, j� que ela morava relativamente longe e estava sem Marcelo para leva-la, ela disse que n�o ia para casa ainda, ia trabalhar mais um pouco, n�o sei se foi impress�o minha, mais achei o olhar dela e o sorriso um pouco "maroto", quando ela voltou para a lavanderia fui atraz e perguntei se ela queria que eu esperasse para leva-la. Ela me perguntou se Marcelo teria pedido para mim ficar de olho nela, eu disse que n�o! E quase deixei escapar o que eu estava pensando, que era, "Quem � Marcelo? eu s� quero comer a senhora", por sorte consegui me controlar...

Ela ent�o respondeu: - j� que voc� n�o esta aqui por causa do Marcelo, eu eceito a sua carona, s� espera um pouquinho...

Passados uns 19 minutos fomos para o carro, ela como sempre de causa jeans e blusa. Eu suava igual um cachorro, j� que n�o sabia o que dizer ou que fazer, fiquei completamente paralizado dentro do carro, eu pensava: "sexo, sexo, sexo...", mais n�o sai nenhuma palavra, n�o conseguia puxar nenhum tipo de assunto.

foi quando derrepente olhei para ela e vi que ela olhava para fora, ent�o dei uma "espiada" nas suas coxas, no entanto esqueci que o vidro dava reflexo, ela viu todo o meu olhar... Meu cora��o batia a mil, e vi que ela ria descretamente, foia deixa. perguntei:

- Voc� esta rindo que que?

- Nada!

- Fala...

- � que voc� ficou vermelinho s� porque te peguei olhando para a minha perna...rs

Bom, pelo menos valeu para quebrar o gelo... Batemos um papo durante o trajeto, ela incrivelmente falava mais "sacanagem" do que eu, e eu como um bom "babaca" que sou n�o conseguia continuar no assunto, j� que tinha imagem daquela mulher crente e fi�l na cabe�a.

Quando cheguei a sua casa e ela descendo do carro, pensei: (cara, deixa de ser viado, faz alguma coisa! Fala alguma coisa! ela esta indo embora, vai, fala!!! Fala!!!). foi ent�o que sairam as palavras: FICO SIM!!!, Como j� era de se imaginar ela reponde: Fica aonde t� maluco?! mais uma vez me deu um branco decidi outra estrateja, ir logo falando e se fosse negativado diria no dia seguinte, que eu estava bebado, era uma boa desculpa, ent�o falei: - Poxa, voc� n�o vai nem me convidar para entrar?! meu irm�o esta com uma garota em casa e eu n�o tenho dinheiro pra ir a lugar algum, tenho que esperar ele me ligar. Ela me olhou j� sorrindo e disse: U� � isso?! entra, mais vou logo avisando, se o Marcelo chegar n�o vai gostar nada, nada!

Entramos, e como j� tinha virado costume e fazia sempre perguntas imbecis, tal como: Quem � esse na foto? � o Marcelo??? ou ent�o: Bonito abajur hein, comprou aonde?!

Ela percebendo a minha falta de conforto ou habilidade, perguntou se eu queria uma cerveja, pois o Marcelo comprava mais n�o era muito de beber em casa. Aceitei, pois j� sabia que bebado eu falaria menas merda ou mais (eu nunca lembro!), sentei no sof� e ela foi trocar de roupa, quando voltou, tinha trocado a cal�a por uma saia. quando eu a vi, fiquei olhando para as pernas dela sem parar, eu n�o conseguia para, foi ent�o que logicamente ela perguntou: Tem alguma coisa errada comigo??? e eu respondi: N�o... n�o.... � que eu nunca tinha te visto de saia antes.

Ela respondeu olhando nos meu olhos: U� se voc� quizer eu coloco a cal�a denovo, para n�o te deixar desconfort�vel. J� andando em dire��o ao quarto.

Eu n�o podia deixar passar essa e disse: N�o faz isso n�o, � que voc� tem um lindo corpo e eu fiquei um pouco embara�ado, s� isso.

O tempo foi passando, e quando me dei conta eu estava sentado de frente para ela no mesmo sof�, voc�s sabem, com um dos joelhos no sof� e ela tamb�m.

Quando o �lcool fez o efeito desejado, eu perdi totalmente a compustura e fui come�ando a "pegar pesado" com perguntas do tipo: Fala s�rio, voc� nunca traiu o seu marido??? nem tem curiosidade??? Voc� � linda e tem um corpa�o! sinceramente, voc� me deixa louco... e coisas do tipo.

Quando ela levantou para pegar mais uma cerveja para mim e uma ta�a de vinho para ela eu fui junto. Ela apanhou a cerveja e o vinho e colocou em cima da pia, foi quando eu resolvi atacar, pois estava ficando tarde e ela poderia lembrar que eu dei a desculpa do telefonema do meu irm�o e se tocar que nem celular eu tinha!

Quando ela foi abrir a cerveja e segurei sua m�o j� chegando juntinho do seu corpo, dei uma respirada funda perto do seu pesco�o, para que ela perceber o que eu queria, e se n�o quizesse aquele era o momento de ela falar. e ela falou:

- Que isso???

Como eu j� estava fudido, respondi: - Fala s�rio Marcia, estamos a duas horas conversando e eu n�o tirei os olhos da sua perna, voc� sabe o que eu quero e se voc� n�o quizesse j� teria me mandado embora...

Ela me olho e disse: - Eu estou come�ando a cogitar, mas eu tenho medo do Marcelo chegar!

Com esta fraze percebi que aquele era o momento. coloquei a minha m�o em volta da sua nuca e come�ei a dar uns beijos no seu pesco�o, j� sentindo a sua respira��o ofegante.

Come�ei a passar a m�o na sua perna e lentamente puxando a sua sai para cima, para sentir a sua pele. Com uma das m�o ela come�ou a pegar no meu cassete e foi abrindo o ziper lentamente. Como eu n�o sou maluco segurei a sua m�o e abaixei a minha cal�a, fui levendo o seu rosto para baixo, para que ela pudesse fazer um boquete... depois de alguns minutos espetaculares eu a levantei e a virei de costas (s� para lembrar, a gente esta encostado na pia da cozinha), abaixei devagar levantando a sua blusa e um pouco mais para baixo, tirando a sua saia e calcinha, quando percebi o "monumento" de bunda que eu estava prestes a comer, quase chorei! Uma bunda linda, virei ela de frente para mim novamente, descendo at� sua buceta, coloquei uma das pernas dela no meu ombro e come�ei uma "lambedura" geral, depois de mais alguns minutos levei ela at� a sala, e pedi que ela ficasse de quatro, foi uma loucura, ela pedia cada vez mais r�pido, mais r�pido, apesar de eu n�o ser o Robson Caetano eu obedecia a medido do poss�vel, quando abri a bunda dela para ver o cuzinho... Ai, que coisa maravilhosa!!! eu ia metendo e coloconado o dedo no cuzinho dela para ela se acostumar e logico tentar alguma coisa naquele buraco... cheguei juntinho no ouvido dela e disse: Posso comer atraz?! ela me olhou e como todas as mulheres (s� as mais experientes N�o), e disse: Eu nunca fiz isso!

Eu pensei: "T� bom!" e disse: prometo que vou com jeitinho... j� trocando a posi��o de quatro, coloquei ela totalmente deitada, como se estivesse dormindo, abri um pouco e devagarzinho come�ei a colocar, nessa hora ela ja devia ter esquecido todas as preces que ela conhecia, pois ela gemia muito gostoso, muito gostoso mesmo, at� parecia que ela nunca tinha feito isso mesmo... quando eu j� estava para gozar, escuto um barulho no port�o. Vamos ver se voc�s advinham, s� tem uma chance... Era o grande Marcelo, acredito eu que ele estava muito bebado, pois demorou uns 19 minutos para chegar at� a porta onde estavamos, como havia um corredor enorme, e diga-se de passagem o �nico lugar por onde se pode entrar e sair. Como pode-se ver eu estava fudido!!! neste momento eu estava no quarto dela, esperando ele entrar para mim poder pular a janela, que dava para esse corredor. Quando ele entrou eu pulei e come�ei a correr, incrivelmente nessa hora eu parecia o Robson Caetano... Pulei o muro entrei no carro e vi a cabecinha dele correndo pelo corredo, como meu carro � a �lcoool e � uma beleza, ele demorou uns 19 segunos pegar (que na verdade pereceu uns 19 minutos), acho que entre esses 19 segundo eu cheguei a chorar em algum momento... Bom, isso n�o vem ao caso, o carro pegou um pouco antes dele sair pelo port�o, e pelo retovisor fiquei vendo o puto correndo pela rua (por sinal muito engra�ado!). No dia seguinte eu o comprimentei e perguntei se tinha alguma coisa errada, pois parecia que havia, o puto ainda me respondeu o seguinte: Sabe o que � cara, eu estou comendo uma mulher l� na rua e eu acho que a Marcia ta sabendo...

Eu n�o fiquei atraz: - Cuidado rapaz, olha que "vento que venta l� venta c�"...rs

Resumindo, consegui comer ela com mais tranquilidade algumas outras vezes, e parece que ele esta realmente comendo algu�m da rua dele...rs

moral do conto: Se voc� n�o quer, tem sempre algu�m que quer!!! essa hist�ria � ver�dica, eu tenho mais algumas, mais depois eu conto!!! Abra�o a todos.











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