Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

SINH� MO�A

Calada da noite, grilos cantando, o calor infernal de sempre e nem uma alma viva andava em volta da casa grande. A exce��o era a sombra daquele escravo fuj�o que tentava chegar sem ser notado at� a sacada do quarto de Sinh�. As filhas brancas da elite fazendeira eram sempre guardadas a sete chaves. O medo de uma aventura tola com algum roceiro r�stico, ou ainda com um dos jovens galanteadores que viviam à ca�a de ricos dotes era grande. E com a Sinh� daquela terra n�o era diferente.



O escravo fuj�o sabia que ela ainda era virgem, tal como ele, que ainda n�o havia tido a chance de possuir uma mulher, quanto mais uma branca t�o bem guardada de olhares alheios. Com o lombo cansado de tantas chibatadas por tentativas de fuga, tudo que aquele maltratado negro queria era ir a forra com o seu senhor, descontando sua ira justamente no que sabia ser sua maior riqueza: a virgindade puritana de Sinh�.



Em movimentos ag�is e silenciosos ele galgou a sacada e logo j� via sua v�tima enrolada em len��is de seda na escurid�o de seus aposentos. Passou pela fina cortina que protegia Sinh� das brisas frescas da noite e adentrou num mundo completamente novo para si. J� tinha o pau em riste e a louca vontade d concretizar sua vingan�a.



Do bolso roto de sua cal�a suja ele pega uma navalha improvisada. Um peda�o de ferro insistentemente amolado na pedra e fixo a um peda�o de madeira qualquer. No entanto, essa fr�gil arma era tudo o que ele precisava para alcan�ar seu mais doce anseio.



Pressentindo movimento no quarto, Sinh� levanta a cabe�a e num esfor�o para espantar o sono tenta abrir os olhos. Antes que algum som saia de sua boca, seu algoz pula em cima dela j� enconstando a faca no pesco�o e coloca a outra m�o em sua nuca, for�ando a cabe�a para frente. O encontro da pele quente com o frio do metal a coloca em estado de alerta, embora seus olhos ainda n�o consigam enxergar o homem que dela vai arrancar o que lhe � mais sagrado.



A forma��o de gotas de suor em seu rosto angelical � t�o r�pida quanto os movimentos de m�o que o escravo agora faz para desvencilhar-se do peda�o de trapo que prende seu sexo. Sinh� ent�o pressente o que est� por acontecer e come�a a se debater, embora ainda permane�a calada, sentindo a press�o da navalha contra sua carne.



O peso de um corpo estranho e a sensa��o de algo rijo procurando por suas coxas a assusta ainda mais, o que s� aumenta a firmeza dos movimentos dele pela busca de sexo r�pido e violento. A proximidade do ato provoca fortes pulsa��es, tanto no pau do negro, quanto no cora��o de Sinh�, que agora tem plena certeza de que seu destino est� selado.



A textura macia e quente do sexo feminino, at� ent�o, era algo desconhecido para este homem de t�o rudes modos. A nova sensa��o o det�m e � nesse segundo vacilante que uma brisa faz levantar a fina cortina, trazendo alguma luz para o rostos de t�o inusitados amantes. Ele v� a f�mea possu�da sobre seu corpo e sabe que agora j� n�o necessita mais de seu instrumento de intimida��o.



Uma navalha cai ao lado da cama, no mesmo instante em que pela primeira vez, Sinh� experimenta um macho lhe invadir o ventre, de uma s� vez, num s� �mpeto. A brisa cessa, o calor se faz presente ainda mais forte e a luz se vai. A escurid�o a domina. O sexo a domina.



O medo � talvez um dos mais fortes elixires sexuais, capaz de despertar o mais profundo dos desejos. E ent�o, uma sinfonia de sensa��es invade corpo e alma de uma recatada senhora da sociedade colonial escravocrata. Os pap�is haviam se invertido e agora o corpo de Sinh� era propriedade de quem j� lhe fora propriedade.



Uma, duas, intermin�veis estocadas se apoderavam e despertavam o corpo lacrado daquela mulher, tolhida de qualquer desejo carnal. Tudo o que Sinh� conseguia fazer era gemer baixo, engolindo a seco cada investida em seu corpo at� ent�o virginal.



Nova brisa se faz presente e a luz revela mais uma vez aquele rosto de mulher, n�o mais atormentado, mas agora calado, observador, atento para cada nova sensa��o produzida por seu captor. E � nesta segunda vis�o que o sentimento de vingan�a come�a a ceder, tornando estocadas, ora t�o fortes e r�pidas, mais fracas e serenas.



N�o � o que Sinh� quer. Seu limite j� foi rompido. Agora � tarde para voltar atr�s e fingir que nada aconteceu. Esse homem tem que continuar, ela precisa saber como tudo isso acaba, nada mais faz sentido e seu corpo demanda por mais, muito mais.



As m�os dela agarram os bra�os do negro e gentilmente o empurram para avante, para voltar novamente para dentro de si. Ele, agora assustado por tal rea��o, parece ainda mais fraco para levar a cabo sua vingan�a. Ela, mais certa do que quer enfim sentir, crava suas unhas nos bra�os de seu homem.



O movimento de vai e vem cessa totalmente. Ele se esfor�a para enxergar o rosto de sua presa na escurid�o do quarto e tudo o que sente � uma dor lancinante em seus bra�os. E ent�o uma voz: “vem”. A surpresa do pedido o congela. Parado no tempo ele tenta entender o que sua branca quer e se esquece de sua posi��o de dominador.



“Mete!” Sem saber o que fazer ele obedece e nova estocada, t�o forte quanto a primeira, arranca um gemido de sua doce Sinh�: “Aaah!”, seguido de uma suave jingada com seus quadris, como que querendo acompanhar a investida. E ent�o, quadris se harmonizam e o que se segue � um profundo e consentido ato sexual.



Um pedido at� ent�o inpensado para uma jovem t�o recatada e p�dica se torna no ato mais amoral de sua vida, bem como o mais intenso. Ele se sente cada vez mais envergonhado e, num ato desesperado de reden��o, acaracia seus seios rosados, como que pedisse por perd�o.



N�o � o que ela quer. A puta que havia em si agora est� solta e com medo de perder um macho t�o viril, ela tenta se virar na cama. Sem saber o que est� por vir, ele aceita passivamente e descola seu corpo suado do dela. Assumindo uma nova posi��o totalmente in�dita para os dois e seguindo apenas os instintos Sinh� lhe oferece o rabo, batendo com uma das m�os sobre suas ancas.



Ele, afoito por tamanha provoca��o, lhe invade por tr�s, depois de muito morder e lamber tudo o que lhe � ofertado. D�-se in�cio ent�o ao sexo mais selvagem vivido por estas duas almas, que at� ent�o, desconheciam tais prazeres. Os dois gozam entre urros e arranh�es, mordidas e tapas, despreocupados do mundo moralista que os espera l� fora.



FA�A CONTATO COM O AUTOR PELO E-MAIL: [email protected]

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



contos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casa  Foderam gente contos tenns  lesbicais mão a mara a filha e fode  contoseroticos assalto  conto levei minha mulher pra varios  negao dando cu para loira com cinta pênis inversão  contos eróticos esposa sodomizada de bruços  contos eroticos de incestos dormindo  contos eróticos sogra 2019  sem.kerer.emtrei.no.bamheiro.e.peguei.mimha.tia.peladona.com.a.xoxota.toda.cabeluda  conto porno minha espoza puta de muitos negros  conto real seduzi minha mãe envagelica  porno coroa pauzera  comessei a alizar o pau do marido da minha tia conto  contoseroticos rochas  meu cuzinho contraindo no teu pau  Contos eroticos fudi minha irmã  lembranças contos eroticos  ler conto pornô de i****** ajudando minha filha  contos comeu a inquilina separada do marido  Minha.mulher.traiu.me.com.um.pingaiada.conto.erotico  minha mas fodeu meu cu com um consolo conto erotico gay  relato de corno que deu a esposa para o cunhado  minha mulher mal caminhava de tanto pau q levou conto erotico  Mostre minha rola cabeçuda para o cone e falei que ia comer sua mulher quando eróticos  contos eroticos com absorvente  Foderam gente contos tenns  Conto erótico minha irmã me chamou pra ir ver a porta do guarda fato que quebrou e ela enpinou a bunda pra mim  conto erotico meu apelido no colegio e jeguinho  video porno contos eroticos madrinha e afilhado  contos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casa  o pinto do meu pai nao cobe na minha bucetinha  casa dos contos minha mae esfregou a xota na minha cara  virando femea do macho roludo conto  contos punheta para cima da mulher  contos eróticos de bebados e drogados gays  contos eroticos meu filhinho ja e afeminado e bundudo  conto erotico arrombaram meu cu e fui para o hospital  contoseroticos/enrabei a professora  contos de de sexo de esconder  contos eróticos lesbicos boate  Contos er minha bumda e do marido  ficou de short e foi chantageada contos erotico  conto erótico esposa de biquini  esfrega conto herotico  chama Laura para ir comigo lá no a f*** com gay  contos katarina dando mamar  interando pica cunhada  familia sacana imgur  porno filadaputa faz devagar o teu pau é muito grande  contos eróticoseu sou bem dotado  contos eróticos da viuvinha peluda  contos eroticos fracas e chantagem na escola  Meus ex primo viuvo rico sou sua mulher conto erotico  Meu amigo me convenceu eu deixa ele chupa no meu pau  mulher poe seu cachorro dormir com ela e acaba deixando ele lember sua buceta  porno gey contos heroticos pegando novinho  conto erotico vi meu tio velho coroa grisalho pelado  contos armei estrupo para minha esposa  contoseroticosdeincesto/irmaoeirma  meteu o dedo na minha bundinha conto  /conto_19531_minha-primeira-vez-foi-com-um-colega-de-trabalho.html  sexo em familia amador  Empregadinha é virgem de cu e buceta conto erótico  Contos eroticos a minha baba  conto novinho forcado no boquete  Comi meu amigo contos eroticos  apalpando e apertando as tetas da escrava contos eroticos  conto erótico paixão de irmã  conto erotico como gravidez a minha tia seios g  contos de cú de madrinha  Foderam gente contos tenns  Conto erotico de sexo incesto cheiro da buceta suada da irma  contos eroticos de violentadas no onibus  contos eroticos a calcinha mijada da erma  Conto çhupando buçeta melada  /conto_24325_foi-ao-medico-e-foi-comida.html  contos eroticos mulher violada enfrente do marido  Contos eroticos... Minha doçe titia  /conto_12124_minha-esposa-deu-pra-dois-no-mato.html  Novinha Bebi porra do meu amigo conto  bucetinha virgem da loirinha tava piscando de vontade da conto erotico  porno com a prima tirando líquido brancona vagina