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CANDITADO A CORNO FELIZ

FOI DIF�CIL MAS ELA REALIZOU MINHA FANTASIA O que passo a relatar agora � uma fantasia que sempre tive desde o incio do casamento . Sou casado à 19 anos, sou loiro, tenho olhos claros, bonito e muito discreto, minha esposa � morena clara, dos olhos verdes, cabelos pretos, muito bonita e tamb�m muito gostosa, dona de uma bunda maravilhosa. A minha fantasia � v�-la transando com outro homem. S� que sempre existiu uma grande barreira, como eu iria dizer isso para ela, ela que sempre foi uma mulher diferente das outras nunca foi de andar com roupas curtas, nunca me faltou com o respeito, sempre zelou muito por sua imagem e sempre gostou de ser respeitada. � agora eu teria que planejar algo bem construtivo e convincente. Comecei a fantasiar nossas transas, toda vez que ir�amos transar colocava um filme porn� para assistirmos, e a� come��vamos à nos cariciar, entre as imagens eu fazia perguntas do tipo : voc� est� gostando? E ela respondia que sim, e continuava a fazer perguntas: voc� gosta do pau dele entrando nela? E ela respondia: eu gosto ele mete nela com for�a, � assim que voc� vai fazer comigo? perguntava ela, eu dizia que sim, a� perguntei se ela gostaria de ter o pau dele para ela poder brincar, ela me disse que j� estava satisfeita com o meu, e assim foram v�rias tentativas de fazer com que ela participasse pelo menos da imagina��o, at� que comecei a insistir dizendo olha como esse cara do filme come essa mulher , voc� quer provar o pau dele? Ela me disse voc� n�o liga? Eu respondi claro que n�o, ent�o ela falou s� se voc� ficar bem pertinho e n�o me deixar sozinha, eu disse fico do seu lado o tempo todo, ela falou voc� vai deixar ele me comer com aquele pinto enorme? Eu respondi : se voc� n�o liga eu tamb�m n�o ligo. A partir desta vez sempre fizemos essa fantasia virar parte de nossas transas. Toda vez que fazia amor imagin�vamos o cara do filme ali conosco fazendo amor com ela, e ela sentia prazer com isso, era sempre assim, est�vamos sempre fazendo simula��es e quando eu relaxava na hora das bombadas que dava nela, ela me dizia me come amor, me come como ele comeu, ele me enterrava aquela pica toda na minha boceta voc� lembra? Eu quero que voc� me come como ele me comia, a� para meu del�rio percebi que ela estava no jogo. Um certo dia eu vi em um site uma pessoa chamada Carlos Alberto , fiquei por v�rias vezes imaginando aquele cara comendo minha mulher, aliais, esse nome � em homenagem a um primo que foi seu namorado antes de casarmos e sempre que posso eu procuro ati��-la , porque seria �timo se fosse com ele, mas � muito dif�cil ele n�o aceitaria, � muito certinho, mas voltando a minha fantasia, at� que um dia liguei para conhece-lo, nos encontramos e ficamos batendo papo, ele me perguntou se eu queria transar com ele e respondi a ele que eu n�o gostava de homens eu tinha uma fantasia e queria realizar. Eu levei uma fita VHS de minha esposa para ele ver ele adorou, s� que tinha que conhece-lo primeiro antes de lev�-lo at� ela, falei que queria ver o tamanho do seu pinto, ele na hora p�s para fora e realmente era o que mostrava no site ele tinha um pau de + ou – 20cm, a� falei para ele que entraria em contato com ele para combinar alguns detalhes. Ele � profissional e cobra por isso, mas nessas alturas eu estava disposto a pagar, por�m seria tudo do meu jeito e estaria pr�ximo de realizar minha fantasia. Bem a partir da� comecei a pensar como iria fazer, at� ent�o tudo que est�vamos fazendo era pura imagina��o e simula��o, se eu chegasse em casa com uma pessoa para essa finalidade eu poderia sofrer s�rias consequ�ncias e perder minha esposa. Um certo dia soube da exist�ncia de uma dessas casas de caridade que cuida de pessoas deficientes visuais e auditivos e que tamb�m cada uma dessas pessoas tem um padrinho onde periodicamente leva eles para passar um final de semana fora dali, comecei ent�o a juntar o quebra – cabe�a e cheguei à uma id�ia. Chamei minha esposa para visitar uma dessas casas comigo, e ela disse para eu levar a mal pois ela tinha alguns traumas e eu respeitei mas ela falou que eu fosse e depois contasse a ela como foi. Ent�o eu fui e colaborei inclusive com algumas voluntariedade. Voltei para casa dizendo amor � uma entidade muito boa ajudei em algumas situa��es e at� fiquei sendo padrinho de um cara que n�o enxerga, ele n�o tem ningu�m por isso mora l�, na verdade essa � uma hist�ria real por�m n�o seria esse cara que eu levaria para minha casa, continuando : qualquer dia desses eu o trarei para passar o dia com a gente, ela respondeu mas assim sem conhec�-lo? ela perguntou; eu disse n�o tem nenhum problema amor � um sujeito normal como n�s, ela ent�o concordou. Numa sexta-feira comentei com ela que traria ele no s�bado j� que s�bado estar�amos em casa e n�o ir�amos sair, ela disse tudo bem. Eu n�o perdi tempo liguei para o Carlos Alberto e falei que pegaria ele no s�bado pela manh� e que no caminho n�s t�nhamos que combinar alguns detalhes. No dia seguinte fui pegar o Carlos Alberto na casa dele, eu no caminho de volta eu disse voc� ser� um cego, voc� ser� humilde, ser� uma pessoa que fale muit�ssimo pouco, apenas far� aquilo que eu pedir para fazer. Ele concordou eu ent�o passei para ele um �culos escuro uma bengala tudo que j� havia comprado e tamb�m o paguei adiantado 50% a mais do que tinha me cobrado. Ao chegar em casa apresentei ele à minha esposa e o levei para o sof�, liguei um som ambiente e falei para ele ficar a vontade que logo ir�amos almo�ar, falei para minha esposa que a irm� disse que ele n�o era de falar muito e que tudo que fosse fazer teria que auxilia-lo, dali algum tempo almo�amos e ficamos batendo papo no sof�, depois de um bom tempo j� eram 17:00Hs eu comecei dar profundos beijos em minha esposa tentava fazer de tudo para deix�-la com tes�o mas ela hesitava por causa da presen�a do Carlos Alberto, eu dizia para ela que n�o ligasse pois ele n�o enxergava, a� ela dizia que ele poderia escutar, e eu dizia que ele estava quase dormindo ali deitado no sof� e mesmo que ouvisse alguma coisa ele estava orientado a respeitar a todos e a tudo, ela ent�o come�ou a corresponder aos beijos, ent�o comecei a passar as m�os sob seus peitos apertando sua bunda beijando seu pesco�o, podia j� sentir ela toda arrepiada, e fazer aquilo tudo ali na presen�a de um estranho estava sendo mais gostoso meu nunca esteve t�o duro daquele jeito, enquanto isso o Carlos Alberto deitado no sof� assistia tudo sobre as lentes escuras do �culos fazendo ela achar que ele n�o enxergava nada e que estava dormindo, ela estava vestindo uma cal�a ent�o pedi para ela tirar ela disse que ali n�o eu tentava tranquiliza-la dizendo que ele n�o estava vendo nada e que estava sendo muito gostoso sentir o gosto do perigo, eu n�o deixava ela pensar muito por que se tomasse a frente da situa��o n�o iria permitir nada, ent�o fui tirando sua cal�a, sua camiseta e logo estava s� de calcinha, ela estava sentada no meu colo e est�vamos nos beijando loucamente, ela dizia voc� � louco , eu dizia sou louco por voc� e quero possui-la aqui eu j� n�o estou aguentando mais eu dizia para ela imagine ele sentado ali onde ele est� assistindo n�s dois transando n�o seria gostoso? Ela respondeu eu prefiro assim como est�, eu s� fico nua aos seus olhos, ent�o coloquei ela sentada no sof� e comecei a chupar seus peitos, logo fui descendo e j� estava chupando sua boceta ela me puxava segurava em minha cabe�a e dizia n�o para, e eu chupava ela toda, ela segurou minha cabe�a e apontou na dire��o do Carlos Alberto eu perguntei o que foi? Ela disse olha aquilo ele estava com o pau duro com um volume totalmente vis�vel , eu disse a ela deixa ele tamb�m � homem, n�o esquenta a cabe�a se ele escutar alguma coisa n�o vai poder fazer nada, ela disse mas quando ele voltar à entidade ele pode dizer o que aconteceu, eu disse a ela j� falei que ele tem que respeitar a todos e tudo ou ele nunca mais sai de l� para lugar nenhum, a partir da� ela se entregou, eu tirei sua calcinha a coloquei de quatro no sof� com o rosto na dire��o do Carlos Alberto ent�o comecei a pincelar meu pau na sua bunda n�o estava aguentando mais at� que enfiei meu pau em sua boceta arrancando gemidos e comecei a lembrar das nossas fantasias que t�nhamos quando n�s trans�vamos, ela come�ou a entrar na minha e corresponder percebi que ela j� estava olhando o pau do Carlos Alberto com mais frequ�ncia aquilo me deixava com muito tes�o e estava metendo nela com muita vontade e ela j� n�o se segurava mais deixando seus gemidos t�midos mais altos, eu fazia aquele movimento de vai e vem com for�a empurrando ela cada vez para mais perto do pau do Carlos Alberto, ela sempre olhando para o volume do pau dele, quando perguntei a ela voc� quer tocar no pau dele? Ela respondeu n�o, ent�o eu disse pode tocar eu n�o ligo imagina apenas que fosse uma daquelas nossas fantasias pode tocar eu quero ver, ela olhou para traz na minha dire��o e perguntou tem certeza? Eu respondi pode tocar nele sem problema, ela ent�o colocou a m�o por cima de sua cal�a e ficou acariciando dizendo nossa isso � grande demais, eu perguntei � igual do cara do filme? Ela disse eu acho que � um pouco maior, tire para fora e confira, nisso o Carlos Alberto j� se contorcia todo, ela tirou o pau dele para fora e adorou o que viu, dizendo amor nunca vi um assim ele � muito grande nossa que gostoso, e logo me perguntou voc� n�o vai achar ruim por eu estar fazendo isso ? respondi dizendo acharei ruim se voc� n�o fizer, ent�o ela come�ou a masturbar ele enquanto isso eu metia nela como nunca havia metido, meu sonho estava se realizando, ent�o eu disse quer chupar ele pode chupar, ela respondeu eu queria tomar um banho, como assim perguntei? Ela respondeu n�s tr�s juntos no chuveiro, j� tinha entendido ela queria ter certeza da higiene, ent�o fomos para o banheiro e tomamos um banho, quando sa�mos fomos para nosso quarto e ent�o ela come�ou a me beijar e aos poucos come�amos tudo de novo ela pegou no pau do Carlos Alberto e come�ou a sugar seu pau como se estivesse chupando cana eu estava quase gozando s� de olhar aquilo ai perguntei a ela se queria sentir um pouco o pau dele dentro dela, ela respondeu que sim, ent�o eu falei para ele se deitar e ela sentou em cima dele encaixando o pau dele dentro de sua boceta o que n�o foi dif�cil pois ela estava muito molhada, eu fiquei do lado s� olhando e me masturbando ela rebolava em cima daquele pau sem parar estava adorando aquela rola ela dizia o quanto era grande e o quanto estava sentindo prazer ela mexia sem parar at� que come�ou a gemer alto dizendo estar gozando no pau dele naquele momento eu olhando o pau dele entrando e saindo da boceta dela todo melado, ela havia gozado, ent�o se virou de costas para ele e continuou sentada em cima dele s� que agora com a bunda a mostra dele, ele aproveitou que ela estava de costas para dar algumas olhadas para a bunda dela, ela pegou meu pau e come�ou a me chupar dizendo ser essa a aventura de sua vida nunca imaginava ser t�o gostoso daquele jeito, ela ent�o come�ou a dizer que iria gozar de novo naquele cacete e eu dizia ent�o goze amor eu quero ver, ela ent�o me disse voc� gosta de me ver sendo comida assim? gozando em outros cacetes? outros homens me comendo na tua frente? te da prazer ver eu sendo comida por um pau desses? Ent�o olha por que eu vou gozar outra vez no pau dele olha estou gozando, ai que pau gostoso, ent�o ela se deitou para frente para descansar um pouco, s� que o Carlos Alberto se levantou manteve aquela posi��o agora ela de quatro e come�ou a come-la com muita for�a estocando v�rias metidas com for�a, e ela berrava pedindo mais dizia que ele iria matar ela de tanto fazer ela gozar, ele ficou metendo nela por mais ou menos 20 minutos sem parar, ent�o eu falei que agora era minha vez, ela se virou e eu comecei a comer ela com muita for�a enquanto ela chupava todo o pau dele melado com seu gozo, alguns minutos depois ele come�ou a gemer alto dando ind�cios de que iria gozar eu percebi mais fiquei quieto para ver a rea��o dela, notei que ela tamb�m percebeu ao masturbar ele mais r�pido e tirar o pau dele da boca deixando apenas pr�ximo para ver o esperma dele saindo em dire��o a sua cara, n�o deu outra ele come�ou a gozar e n�o parava mais ele deu v�rios jatos de porra em sua cara em sua boca ela abocanhou ele todo e come�ou a engolir aquele esperma grosso parecendo mingau ela lambeu tudo me deixando olhar toda aquela cena sem vergonha, n�o aguentando segurar tamb�m gozei em sua bunda. È isso , quem gostou? È uma pena por que esse conto ainda � uma fantasia que n�o consegui realizar mas valeu a pena ter dividido com algu�m essa minha agonia. Para quem quiser fazer coment�rios ou fazer contatos.....

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