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C�TIA E O SOGRO I

Sou casada h� 19 anos, meu marido tem um bom emprego nas empresas de meus primos distantes. � um bom homem, um bom pai, um bom amigo, e s�. O pai dele, Bruno, � o meu homem!!



Conheci Rafael, meu marido, ainda na faculdade. Seu pai era e ainda � professor de literatura l�. A m�e de Rafa, uma mulher din�mica, fazia parte da Diretoria e tecnicamente, Bruno era subordinado a ela. Ela era amavelmente autorit�ria, isso fez com que Rafa se tornasse o eterno filhinho da mam�e.



Na �poca eu considerava isso como um bom car�ter de um homem at� o dia que senti a primeira rola de um macho subindo e descendo de dentro de meu cuzinho virgem!!



Eu sou parecid�ssima com a atriz Anapaula Ar�sio. Com dezessete anos , no segundo ano na faculdade e seis meses de namoro com Rafa... estava de saco cheio!



Como Bruno era meu professor e pai dele, eu estava sem jeito de desmanchar o namoro. S� Rafa n�o notava meu enfado, assim um dia eu tomei a decis�o de pedir ajuda ao prof. Bruno. Na cantina pedi licen�a e sentei na mesa com ele e gaguejando lhe disse o que pensava. Prof. Bruno fechou o livro que estava lendo e me olhando dentro de meus olhos verdes disse que n�o sabia como eu aguentei tanto tempo namorando Rafael, seu filho. Mas pediu para que eu reconsiderasse at� ele sutilmente ter uma conversa com Rafael. Eu respondi que n�o ia adiantar, pois eu j� estava enamorada por outro. Prof Bruno fez uma cara triste e de resigna��o. Assim aconteceu.



O pobre do Rafa n�o ficou mais ap�tico do que j� era e o prf. me tratava com amabilidade como se nada tivesse acontecido. A m�e de Rafael adorou nosso rompimento. O chato foi que o carinho que eu gostava n�o me deu bola.



Eu no desespero, estava escrevendo um bilhete pra ele, dizendo que faria tudo o que ele quisesse fazer comigo sexualmente! Eu pensei que estava sozinha naquele canto da biblioteca, quando senti uma presen�a ao meu lado. Era prof Bruno que gentilmente apanhou o bilhete, dobrou-o e guardou no bolso do jaleco. Suavemente me levantou me pegando pelo bra�o e disse que ia me dar carona at� em casa. Disse isso me encarando seriamente, como se fosse mostrar o bilhete aos meus pais.



Eu estava apavorada mesmo depois de j� estarmos a caminho de casa. Ent�o tomei de coragem e lhe disse o que ele queria que eu fizesse pra ele n�o contar pr�s meus pais!! Ele me olhou surpreso e tirou o bilhete do bolso me entregou. Ele disse que nunca pensou nisso, que s� queria conversar, pois tinha notado a minha tristeza e displic�ncia e aus�ncia das aulas. Me desarmei e comecei a solu�ar. Bruno dirigiu por mais algum tempo e estacionou e me abra�ou, me consolando.



Nos meus dezessete aninhos meus horm�nios atuavam mais instintivamente do que minha raz�o. Assim o calor do torso daquele grandalh�o grisalho, destruiu qualquer reserva moral que eu tinha. Senti minha bocetinha ficar melada e automaticamente apertei uma coxa na outra. Meus mamilos endureceram tanto que doeram como se tivessem levando uma pontada e automaticamente eu retesei meu bra�o cuja m�o segurava a lapela do jaleco de Bruno, acontecendo ent�o de ter dado um pux�o t�o forte que rasgou o tecido!!



Eu gagueja me desculpando nervosamente e tremendo de tes�o, esperando que prof. Bruno n�o notasse o quanto eu estava alterada. Mas foi em v�o. Firmemente ele agarrou meu pulso, levando meu bra�o para o lado at� encostar no encosto do assento e colou sua boca na minha!! Manteve meu bra�o preso enquanto sua l�ngua serpenteava dentro de minha boca. Um conflito de surpresa e excitamento tomou conta de mim e aos poucos tomei consci�ncia que o pai de Rafa, meu professor iria me comer!



Eu exultei e gemi alto enquanto retornava a caricia em sua l�ngua com a minha! Bruno largou meu pulso e passou a acariciar o lado de meu rosto, pesco�o e peritamente alcan�ou meu mamilo fazendo uma firme caricia com dois dedos nele, enquanto eu me mexia toda querendo alguma coisa pressionando minha bocetinha inquieta!



Depois de alguns minutos nos chupando, descolamos as bocas e notei a cara de tes�o que Bruno tinha ao mesmo tempo com o semblante da d�vida se estava agindo certo! Sem pestanejar, semi-cerrei meus belos olhos e lhe disse que queria ser dele de todas as maneiras, e colei meus l�bios nos dele!!



Todas as preliminares at� eu pr�pria guiar sua tora pr� olho de meu cuzinho contarei em outro relato, agora continuarei descrevendo como combinamos de eu continuar o namoro com Rafa, casar com ele sem que ningu�m suspeitasse de que �ramos amantes.



Na verdade eu passei a ser sua amante anal, e poucas vezes fizemos sexo vaginal. Isso porque eu simplesmente adorava ter sua rolona imensa, grossona, entrando e saindo meladamente de meu cuzinho, faminto por ser dilatado!!



Ele sempre foi um macho maravilhoso e incentivador de todas as minhas taras. S� assim eu conseguia manter as apar�ncias de uma esposa suburbana da classe m�dia alta, e posteriormente, conforme Rafa subia de cargo fic�vamos numa situa��o perto da riqueza. Minha sogra exultava a promo��o do filho e continuava a me odiar. Em troca eu corneava ela e o filhinho, satisfazendo todas as suas e minhas fantasias.



Por exemplo, dois dias antes do casamento, ou seja um dia antes da minha despedida de solteira, consegui convencer a todo mundo que iria fazer um retiro espiritual por vinte quatro horas. Todo mundo me beatificou.



Meu retiro deu direito a dois belos e atl�ticos dotad�ssimos machos e um travesti sensacional que se tornou nosso parceiro durante muito tempo! Meu macho Bruno, pai de meu noivinho me satisfez em tudo que eu fantasiava! Meu ladinho l�sbica era preenchido por Luna com sua rola fant�stica !!



Fui beijada na boca enquanto um dos superdotados me chupava a xaninha e meu sogrinho acariciava o interior de meu cuzinho com sua torona!! Os dois super-dotados n�o tinha preconceito de me beijar a boca depois de um deles t�-la enchido de s�men! Foi quase rotina de um deles gozar com minha chupada e outro vir pegar o que restava do gozo, chup�-la pra dentro da boca, procurar por meu cuzinho e despejar l� a gosma lubrificando meu alargado anelzinho para a pr�xima penetra��o!!



Sensa��o maravilhosa foi eu por tr�s de um deles, segurando seu imenso caralho, gui�-lo e empurr�-lo todinho no cuzinho de Luna, e cada vez que parte do caralho sa�a e o masturbava, enquanto esfregava minha xotinha nos gl�teos dele at� sentir a coluna de carne engrossar um pouco mais em minha m�o e sentir a mangueirada de lava escorrendo pra dentro do cuzinho da Luna!



Outra maravilha, foi eu chupar a bela rola de Luna enquanto ele sensualmente bem devagar subia e descia do superdotado e gozou como um vulc�o em minha boquinha!!



Fizeram sandu�che em mim, com Luna enterrada no meu cuzinho enquanto um dos superdotados se enterrava no cuzinho dela!! Tremendamente foi ver que de vez em quando os super-dotados beijavam a boca de Luna demoradamente! Um deles lhe fez o primeiro boquete ( depois passou a dizer que n�o era gay, s� gostava de chupar pau e sentir o esperma descendo pela garganta!)



N�o cheguei dessa vez a ser duplamente analmente penetrada. Isto fiz eu, Luna e Bruno tempos depois!!



No dia de casamento eu estava toda lambuzada de hiridol, e foi Bruno quem me untou! Aconteceu assim.



Es estava esperando as pessoas que iriam me vestir para a cerim�nia. Meu sogro chegou l� em casa e com ar de j�bilo, mas com os olhos lacrimejantes, pediu aos meus pais que o deixassem falar comigo, pois tinha uma mensagem para mim. Meu pai e minha m�e se comoveram com o estado do meu pai e o levaram at� meu quarto.



Eu os recebi na porta vestindo um longo robe-du-chambre. Meu sogro entrou e tranquei a porta, me certificando que meus pais desciam a escada. Bruno me ajudou a despir o robe e se extasiou com a vis�o de meu corpo e como eu estava vestida com as roupas de baixo n�pciais! Sem calcinhas, mas com suti�, cinta-liga e meias brancas! Tudo virginal, afinal se deve respeitas os eventos em locais sagrados!



Antes de passar a pomada em meus orif�cios anal e da xaninha, meu sogro me contemplou com uma bela chupada! A �ltima antes de me tornar uma mulher casada!



Ainda sentia uma certa ard�ncia, mais na xotinha, pois meu cusinho estava bem mais acostumado com a fric��o da rola de Bruno. Mesmo assim ele me premiou com a l�ngua serpenteando a entradinha de meu anus! Bruno quiz gozar com sua torona entre minhas coxas. Eu lhe fiz ver que isto ia borrar minha maquiagem. Seria melhor ele gozar em minha boquinha! Era mais f�cil retocar somente o batom!



Eu me sentia confort�vel com a pomada que me aliviava a ard�ncia mas mesmo assim ainda dei um jeito, de brincando, ficar sentada no colo do pai de meu rec�m maridinho.



A recep��o foi num requintado clube, presente do chefe de Rafael, que coincidentemente se chamava Rafer. Fui ao toalete, retirei a pesada an�gua, parecendo que eu estava usando apenas um vestido longo branco.



Cheguei perto de meu sogro e disse pra ele sentar numa mesa, mas na ponta e que por baixo da toalha deixasse a rola pra fora e preparada pra ser agasalhada em meu rabinho, como despedida!!



Tirei meu pai pra dan�ar e comecei a exclamar como estava feliz, o quanto eu os adorava e de repente passando perto de meu sogro estiquei meu bra�o em sua dire��o como convidando-o a dan�ar! L�gico que ele recusou e por mais um tempo eu fiquei insistindo, dando a entender que estava um pouco alta, portanto ningu�m se espantou quando eu exclamei que ele era tamb�m meu paizinho querido, e fazendo biquinho, dei-lhe um selinho na boca enquanto enlacei seus ombros e sentei em seu colo, sentindo sua coluna dura atrav�s do tecido do vestido!



. As pessoas riram e depois de um tempo desviaram a aten��o de n�s dois e voltaram a se divertirem. Fingi que fui pegar um c�lice, portanto tive que elevar minhas ancas! Prontamente, meu sogro Bruno levantou a parte do vestido que nos estava atrapalhando e segurou sua rola em riste!! Eu fingindo que tentava pegar o c�lice fora de alcance. Na realidade eu tentava com minhas polpas da bunda, achar a cabe�orra daquela verga!!



Eu e Bruno sentimos ao mesmo tempo quando a ponta arroxeada da glande ro�ou nos l�bios de meus anus ainda inchadinho! Fui ent�o lentamente descendo e encaixando toda a tora at� sentir a cabe�ona passar pelo meu anelzinho, e dei um longo e indisfar�ado suspiro!



Ningu�m notou. Ent�o fui suavemente me sentando com sua rola entrando inteirinha dentro de meu rabinho, enquanto meus bra�os enla�avam seu pesco�o e ombros. N�s olh�vamos, sem ver, os pares dan�ando a nossa frente!!

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