Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

EVANDRO, O T�CNICO QUE EU COMIA II

Bom, continuando. Passou-se uma semana, duas, e nada de Evandro. Comecei a desconfiar daquele moleque safado e, embora j� tivesse cobrado dele o termino do servi�o pelo celular (que ele me dera no dia que me visitara) nenhuma resposta objetiva por parte dele. S� desculpas, e conversa fiada. Comecei a ficar puto, mas preferi deixar aquilo para l�, pois n�o estava a fim de me aborrecer. Um belo dia, quase um m�s depois, me liga Evandro:

- e a� cara? Beleza?

-Mais ou menos n�? At� agora voc� s� prometeu e nada, cara, to esperando o servi�o, mas voc� sumiu.

-Eu te explico, � que eu encontrei um companheiro que faz o servi�o, s� que tem o seguinte, ele quer o dinheiro na hora. Tem que depositar na conta dele.

-N�o foi isso que combinamos Evandro, s� pagarei pelo resto quando o servi�o tiver finalizado e ativo, eu deixei isso bem claro.

E nisso ficamos de bl� bl� bl�. Evandro insistiu mas viu que n�o ia ter jeito. Ficou meio chateado, e falou que entraria em contato. Novamente, se passaram os dias e nada. Uma bela sexta, me liga ele com o mesmo papo, encontrou um amigo dele que fazia e bl� bl� bl� dinheiro no ato. Desta vez, fiquei mais puto, e mandei ele vir a minha casa, para conversarmos. Ele tinha motivos pra me temer. Al�m do risco de desentendimento, minha fam�lia conhecia a fam�lia do cara que me indicou ele, e esses eram os patr�es da esposa do Evandro (sim, ele era novo e casado). Percebi a resigna��o for�ada dele. Mas, falei aquilo s� pra desanuviar, n�o esperava mais v�-lo, e acho que ele percebeu isso tamb�m. Fui tomar banho. Dali a tr�s minutos, me toca o interfone, era ele. Fiquei meio surpreso, mas como estava sozinho, resolvi ser mau. Atendi ele de toalha. O di�logo travado foi o seguinte:

-Ih caramba, desculpe, to interrompendo.

-Magina, entra a�.

Ele estava de cal�a jeans mas sem os apetrechos nem o uniforme da empresa. Dia de folga? Perguntei. –�, hoje eu to de bobeira, dando um sorriso meio sem gra�a. Evandro quis me enrolar e percebeu que eu percebi, da� a sem-gracice dos coment�rios.

Sentamos, comecei falando que n�o era aquele o combinado, que isso n�o era coisa de homem, etc. Evandro ouvia tudo, sem refutar. Estava realmente passado. Disse que n�o gostava de ser enrolado, e que queria meus cinquenta de volta. Mas, eu j� comecei o servi�o disse ele, levantando, e vindo sentar do meu lado (est�vamos em dois sof�s opostos), � quest�o de tempo, etc etc. Nisso, ele me deu aquele “meio-abra�o”, e eu deixei, ele tava querendo se fazer de vitima, claro. –Olha, disse ele submissamente, te prometo que semana que vem voc� estar� navegando na velocidade que eu prometi. � s� voc� esperar. Nisso, sua m�o pousou na minha coxa, um gesto que poderia e outra circunst�ncia ser mal interpretado, mas que ali parecia apenas para apaziguar, e tornar as coisas mais intimas.

-Tudo bem, concordei, eu n�o vou brigar por isso. Bebe?

- � que n�o quero atrapalhar...

-Bobagem, se atrapalha-se n�o entrava, dei uma risada.

Fui � cozinha pegar a bebida, e fiquei observando, o safado estava de pau duro de novo. � agora ou nunca, pensei eu...

Voltei, de toalha, trazendo a cerveja.

-T� muito calor...

-� - ele concordou – esse calor � foda, voc� n�o faz nada sem suar...

Foi a deixa.

-Com certeza – disse eu- por isso quando eu to em casa, nesse calor, tomo uns cinco banhos por dia.

- Eu tamb�m, odeio ficar suado, se eu pudesse, estaria na praia ou debaixo dum chuveiro geladinho...

- N�o seja por isso, quer entrar comigo? Eu tava no meio do banho.

Ele meio que olhou esbugalhado pra mim, provavelmente, n�o esperava, Ou talvez estivesse fingindo.

- na moral, � claro, afinal, tamos s� n�s dois aqui, complementei. –N�o � por nada n�o, falou ele ainda meio assim assim – mas pode chegar gente, a� pega mal.

-Deixa de ser bobo, agora n�o vai ter ningu�m. Bora?

Meio intimidado, mas decidido, evandro concordou. Tava no papo. Pedi pra que ele me acompanhasse at� o quarto. Deixou sua latinha de cerveja em cima da mesa e veio atr�s, agora, j� meio descontra�do pelo clima de intimidade que tomava conta. Nem preciso dizer que meu pau tava pra l� de duro. Chegando l�, disse:

- Pode tirar sua roupa e deixa a� em cima da cadeira.

Nem discutiu, se livrou dos t�nis velhos e pu�dos com os p�s mesmo, jogando-os pro canto, finalmente ele estava descontra�do, estava sem meias, o que me deixa com mais tes�o ainda. Em seguida tirou a camisa, e revelou um corpo magrinho, mas consistente. Totalmente liso, mas com dois biquinhos bem salientes e intumescidos. Por fim, desabot�ou a cal�a jeans, que um dia fora azul escuro e deixou aparecer um tuf�o de pelos pubianos pretos e cheiroso, dali se sentia. Se livrou bem r�pido da cal�a e deu as costas, para coloc�-la em cima da cadeira. A bundinha, minha gente, que bundinha � aquela. Lisinha, sem um sinal de pelo, e com uma marca que provavelmente era de sunga, visto que cueca n�o era com ele. Evandro estava agora com um ar bem desinibido. Virou de frente de novo, desta vez, puxando o p�nis, que n�o tinha nada de extraordin�rio, mas era gracioso. A cabecinha rosa teimava em ficar fora do prep�cio, que era bem bicudo. O pinto do garot�o estava meia bomba.

- Agora vamos, disse ele com ar safado.

Eu, de boca aberta s� tive que concordar. Tamb�m, n�o me fiz de rogado, tirei a toalha ali mesmo, joguei na cama, e entrei no banheiro, chamando-o.

- O box � apertado, mas cabe, entra rapaz.

- Sem problemas.

Que delicia, l� estava eu, num dia quente de ver�o com um garot�o a meu dispor. At� ent�o ele n�o comentou nada, nem sobre meu pau, que estava muito duro, j� devia saber o que iria rolar...

- Voc� tem as costas bem largas, disse ele.

- �... nado tem anos. Era verdade, apesar de estar fora de forma, sempre dava minhas bra�adas tr�s vezes por semana, desde os 15.

- Esfrega minhas costas? Acho que to com casc�o, disse bem desinibido. Quando virei ele viu meu pau bem duro, olhou e deu uma risadinha. Peguei a esponja, enchi de sabonete, e passei a esfregar as costas magras do Evandro. N�o apareciam os ossos dos ombros ou costelas, ou seja, ele era um magro bem taludinho, como deixava a entender. Seus p�s com muitas veias, e a sola grossa n�o me deixavam d�vidas que era um t�pico molec�o de sub�rbio, que devia adorar bater uma bolinha descal�o no meio da rua, e topar em tudo que � pedra e objetos do ch�o. A bunda era espetacular, arrebitadinha, sem um fiozinho, e eu de pau duro a poucos cent�metros daquilo,. Tive que me controlar...

- voc� adora uma praia hein, comentei.

- porque. Retrucou ele de costas.

- u�, essa marca de sunga, cara, tu ta todo queimado, deve ir todo fim de semana, n�?

- nada, eu tomo sol em casa mesmo, na piscina dos meus sogros. Sempre que a mulher deixa, disse meio cabisbaixo.

-u�, ela pega muito no teu p�?

- pra caralho, tive que casar cedo por que ela ia ter filho, que nem era meu, mas acabei pagando o pato. Ela acabou n�o tendo, mas continuei com ela. � um saco, me liga toda hora.

- Qual tua idade?

- 20, disse ele pra minah surpresa.

Agora imaginem s�, um garot�o que curtia se exibir e fazer das suas casado aos vinte anos contra a vontade. Realmente, muito ruim.

- e voc�? Ta a perigo?

- Nem, sou solteiro, prefiro assim.

Nisso ele se vira, e, surpresa! O pau tava duro. Quem via mole nem dava por nada, mas o bicho duro, quanta diferen�a! Era comprido, veiudo, base mais fina que o resto, O negocio ia engrossando, a medida que subia.

- grande n�, disse o safado, aproveitando meu momento de baba��o. N�o disse nada, s� pedi pra ele me esfregar tamb�m as costas. Virei pra ele,e , como imaginei, n�o deu outra, o cara ro�ou descaradamente o pinto nas minhas n�degas. E disse:

- porra, que bunda peluda cara, grande pacaralio tamb�m. Deve ser boa de baater.

Dei uma risadinha sem gra�a, e ele continuou a esfregar o pinto, agora, sem medo de ser feliz. Estava gostando muito da situa��o, mas achei melhor mudar aquilo.

- Que porra � essa rapaz? Ta esfregando sua rola na minha bunda? Ta pensando o que?

O cara largou o sabonete, de susto!

- P�, tu ta me secando h� um maior temp�o, brow, pensa que n�o percebi? E ta de pau duro....

- cala boca, n�o te dei essas liberdades.

- Qual� viadinho, vai se f...

N�o deixei ele terminar. Dei-lhe um murro no queixo, bem forte, Evandro era mais ou menos baixo, uns 1,70. E foi pego de surpresa. Tentou revidar, mas eu peguei pelo bra�o franzino, e depois peguei o outro. Sou gordo, mas nunca fui bob�o, nem mole. Fa�o jiu-jitsu h� cinco anos, e sei pegar um malandro. Vendo que estava numa situa��o ruim, evandro implorou:

- p�ra a�, cara, vamos conversar...

-Conversar � o caralho, agora voc� vai ver o que acontece com quem mexe na minha bunda.





No pr�ximo, a conclus�o!



VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



/conto_1212_virei-a-putinha-da-empregadinha.html  Casada Amigo do meu filho sexo contos  Sandrinha porno contos eroticos  Sexo com a tatuada conto  mulher melancia de cinta liga e espartilho  crente cu cabiludo contos rroticos  fui comida peloamigo transexual contos  contos de incetos e orgias entre irmas nudismo  conto erotico professora  contos porno dei para meu Ex  conto erotico minha mulher morre de ciumes de mim com a irma  contos eroticos.dei um vibrador pra minha esposa evangelica e virei corno  conto erotico incesto sonifero filha  contos eroiticos de gente que participou do d4swing  conto+brincando de papai e mamae  porno contos eroticos encerto descobri que meu marido que ser corno  /conto_21230_metendo-na-varanda.html  Conto pornô palmadas na fazenda  Conto de punheteiros com punheta a dois  comendo a mulher em frente ao marido conto  Casada no onibus lotado contos  /conto_11934_o-pai-de-todos.html  conto erotico gay casado drogado  conto mingau. de porra  contos eroticos minha esposinha e o inquilino velho  conto erotico minha esposa deixa calcinha aparecer na festa do sitio  contos fragei meu amigo dotado e minha esposa  conto ladroes enrabaram meu marido eu gostei  contos eróticos chuva molhada  contos de negro com novinha  ela pegou no pinto dele na marra mais ele gozou  fiquei nua na frente do meu irmao contos  noiva tarada melando o pau do. noivo  Casada viajando contos  contos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casa  contos eróticos disneylandia  contos de cú de irmà da igreja  chamei meu amigo para fuder minha namorada contos eroticos  conto eu e minha colega  contos eroticos- seu jose comeu minha namorasa  como se comportar na primeira transa com colega de trabalho  contos-meu cuzinho quer teu pau  contos eróticos minha esposa me confessou tudo  Esposa safada em casa com o compadre conto  meu melhor amigo grudendo conto gay  minha esposa na casa de swing  novinha de salto fazendo sexo com negro conto erótico  garoto encoxa amiga baixinha conto  Conto a minha bucetinha novinha fico aronbada e cheia de pora  porno cazeio  Iniciando uma virgem contos eroticos  contava pr mina amiga qu meu marido era tarado e seu pau tinha 28 cms e grosso, ela queri ver  contos eroticos fudendo garotos hetesexual  contos erotico seduzindo marido da conhada  sou casada e contratei um travesti para me comer conto erotico  Contos gays Comendo a Bunda de bêbado  mulhe fino amao de detro dsbuceta  Brincando de casinha conto real  contos de cú de irmà da igreja  contos eróticos filha de cinco anos quer ver o pipiu  casa do conto erotico velhas  relato erotico gozando nas calcinhas da minha irmã casada  fodi um bebezinho conto herotico  minhasobrinhae sua amigacontos  eu quero mamar nos peito da minha esposa Lurde  esfregando pau dhto n bunda d espisa ate gisa  /conto_25920_a-mudanca-da-minha-cunhadinha-novinha-parte-4.html  comeu o cu da filha do patrão novinha de17 pornodoido  lingeries.crossdresser.ferias.sitio.contos  Sou h�tero mais dei meu cuzinho pro meu irm�o  Contos de rachar a cona  so os melhores contos de gay sendo aronbado ate gozar pelo cú  contos eroticos tecnico informatica  Contos eroticos casal certinho e travest roludo  contos eu era enrabada toda noite pelo tarado  /mobile/css/animate.css  conto erotico ajudei a estrupar minha namorada  contos eroticos chantagiei meu padrasto  Conto erotico real adolecente gorduchinho peladinho  CONTO CRENTE DANDO A BUCETA  Paguei para tranzar com a mulata mulher do caseiro depois foi a filhinha contos  a empregada chupou minha bucetinha contos eroticos tennis  Perdi meu cabaco o com meu pai e arrobado  dei pra um estranho num baile e meu marido viu conto erotico  contos chupando varios caralhos negros  contos exitantes fudi amadrinha da minha prima  contos eroticos minha namorada e seus filhos parte 2  contos eroticos fio dendal da esposa com tesao  contos eroticos a travesti segurou em minhas bolas e empurrou 23cm no meu cu  fui violentada por um travesti que deixou minha buceta toda melada  conto mae divorciada dando cantada ao filho  contos de mulheres pegano carona indo no colo  contos eróticos menino pequeno dá ocupado  quero o pauzão dele no meu cu amor agora fica olhando contos