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MINHA ESPOSA MINHA PUTINHA (3)

Depois das aventuras relatadas anteriormente, resolvemos conversar para avaliar as nossas loucuras. Eu ponderei que est�vamos expostos na vizinhan�a e algumas pessoas nos olhava de forma diferente no mercado e no comercio local. Deixando de falar conosco. Soubemos depois que o rapaz arrogante tinha falado pra muita gente que comeu a minha esposa e diversas vezes. A Clara concordou em manter um perfil mais discreto e demos um tempo nas nossas putarias. At� para n�o comprometer a minha carreira e o nosso sucesso financeiro.

Mas eu ficava cada vez mais ansioso por ver a minha esposa fudendo e de ela ser fodida novamente. Eu estava com saudades de ser obrigado a deitar e ver os buracos dela pingando porra de outros homens e de a limpar depois das trepadas dela com seus amantes. A oportunidade se apresentou quando o Presidente da minha firma me chamou para cuidar da estadia de um grupo de empres�rios Italianos, clientes nossos e muito importantes para a firma. O Presidente me confidenciou que se tiv�ssemos sucesso com os Italianos, eu seria promovido para o cargo que eu tanto almejava.

Trabalhei duro durante a visita dos nossos clientes e as negocia��es se prolongavam pois havia algumas pendengas, mais por intransig�ncia dos clientes. Meu chefe ent�o resolveu fazer um jantar de confraterniza��o para amolecer os clientes. Jantar chique na casa do patr�o, sendo a presen�a das esposas obrigat�ria. A Clara ficou feliz por poder sair um pouco e colocou um vestido discreto, por�m muito sexy, sem soutien nem calcinha. Ela me disse; - Quem sabe a gente n�o para num posto de gasolina na volta e arruma um frentista que queira me comer ! Respondi – Quem sabe !

O jantar transcorreu tranquilo e o meu patr�o colocou a Clara entre os dois Italianos e eu fiquei entre a esposa do chefe e a esposa de um economista da firma. A Clara se divertia entre os Italianos e estava radiante e muito bonita. O jantar foi um sucesso e percebemos que os clientes estavam mais dispostos � concluir os neg�cios pendentes. Depois do ultimo drink o patr�o me pediu para levar os clientes de volta para o hotel.

–Claro, respondi e assim fomos, eu, Clara e os dois Italianos. Eram dois cavalheiros na faixa dos quase 50 anos, muito simp�ticos e bonitos. A Clara sentou no banco de tr�s com o Chef�o e o s�cio dele sentou no banco da frente. Eu j� tinha dito para a Clara que se ela quisesse, ela poderia dar para os dois Italianos quando ela quisesse. Nem precisei falar pois ela j� tava � fim. Porem, ela me jurou que tinha mantido a linha durante o jantar.

O papo no carro era ameno e a Clara conversava com a m�o na perna do chef�o como se fossem �ntimos h� anos. Vi pelo retrovisor que o cara aproveitou para ajeitar um enfeite no vestido da minha esposa e obviamente aproveitou discretamente para passar a m�o no peito dela. Chegamos no hotel e eles nos convidaram para um drink no quarto deles, uma mega su�te, super decorada. Come�aram a elogiar o corpo e o bom astral da minha esposa e o chef�o a chamou para uma dan�a. Dan�aram lentamente enquanto eu e s�cio observava. O clima esquentou e o par come�ou a se beijar e a Clara rapidamente se livrou do vestido ficando nua na frente de todos. Ela baixou o z�per da cal�a do Italiano e colocou o pau dele para fora. Ajoelhou e come�ou a mamar a pica j� dura, do meu cliente. Chupava com gosto, lambia as bolas e a cabe�a inchada enquanto tocava o grelo com a outra m�o. Ela levantou e foi at� o sof� onde eu e o socio est�vamos sentados, ficou de quatro entre a gente, apoiada no encosto do sof�, com a bunda empinada pediu para o chefe enfiar o pau nela. O italian�o meteu na boceta dela com a experi�ncia de um homem maduro enquanto ela alternadamente nos beijava. Ela me olhava nos olhos e sussurrava para mim – Corno, gosta de me ver fudendo n�? Eu s� consegui acenar afirmativamente com a cabe�a. Ela novamente beijava o s�cio italiano e se virou para mim com uma express�o muito safada estampada no rosto. Eu vi que ela nitidamente reprimia o tes�o e a luxuria que experimentava com as estocadas do Chef�o. Senti ci�mes porque percebi que ela estava amando ser comida pelo cara. Chegou uma hora em que ela n�o conseguiu manter a linha, e revirando os olhos, ofegante soltou um gemido reprimido de puro �xtase e come�ou a gozar. O corpo dela tremia e talvez por vergonha de ter gozado tanto ela me beijava com a boca cheia de saliva gelada, e ela gozou novamente. O s�cio n�o aguentou e sentou no encosto do sof� e colocou o pau duro dele na boca da minha esposa. Pronto, a minha putinha estava feliz denovo, um pau na xoxota e outro para chupar e o marido corno para assistir. A Clara se virou para mim e disse baixinho – Meu corninho, abra a minha bunda e convide ele para comer meu cuzinho. Quero ele no meu c� ! Fiquei puto, enciumado, mas para n�o criar uma cena, obedei e afastei os gl�teos roli�os e expondo aquele cuzinho maravilhoso da minha esposa para o italian�o. O cara olhou para mim e depois para a Clara que acenava afirmativamente e pior, sorrindo para ela. De forma gentil o italiano tirou a piroca melada da xoxota da minha esposa e o colocou no c�. Lentamente foi enfiando o pau at� que ela, gemendo, jogou o quadril para tr�s deixando o pau todo dentro do rabo. Assim ela come�ou a rebolar lenta se sensualmente. Depois de uns cinco minutos o cara n�o aguentou e esporrou o cu da minha putinha. Tirou o pau do rabo dela, e trocou de lugar com o s�cio dele. O s�cio comia a boceta inhcada da minha esposa e ela limpava o pau melado de porra do chef�o. Na verdade ela n�o chupava o pau dele, fazia amor com a piroca do cara, me deixando louco de ci�mes. Mas os beijos que ela me dava, fazia o sentimento diminuir e o tes�o era mais forte, os beijos com gosto de cu e porra me venceram. Mais vinte minutos e o s�cio finalmente gozou na xoxota da Clara, deixando ela tr�mula de tes�o. N�o aguentei e tirei a roupa e meti no rabo da Clara e claro, gozei rapidamente.

A Clara foi para o banho e nos sentamos para o ultimo drink, e os meus clientes elogiaram a nossa postura e a beleza da Clara. Elogiaram a muito, e tinham adorado comer uma mulher brasileira t�o gostosa.

A Clara me chamou para ir ao banheiro com ela e pedi licen�a aos dois e fui ao banheiro onde ela estava. Ela estava na porta do box e me mandou tirar a roupa para tomarmos um banho juntos. Perguntei a ela se ela tinha gostado e conhecendo todo o gestual dela, ela disse; -Sim, com todas as c�lulas do corpo. – Entra logo corno, quero te mostrar o que seus amigos fizeram comigo. Dentro do box ela me beijou e me mandou deitar. A Clara prosseguiu o nosso ritual e sentou no meu rosto e disse: - Corno, olha bem o que fizeram com a sua esposa. Olhei e vi seus grandes l�bios inchados e vermelhos, os pequenos l�bios pareciam ser sido alongados e afloravam de dentro da boceta dela. O cu estava aberto, arrombado, vermelho e muito inchado, De dentro saia porra em filetes que descia pelos pequenos l�bios e pingava no meu rosto, meu nariz e na minha boca.

Ela ent�o pressionou o cu para dentro da minha boca e fez for�a, liberando o resto de leitinho que chupei avidamente. – Chupa seu corno safado. Engole a porra que meus machos amados depositaram nas minhas entranhas, mandava ela. Eu enfiava a l�ngua para dentro daquele cu arrombado limpando ela como ela pedia. Tomamos a chuveirada, abra�ados, e ela me mandou voltar para fazer companhia aos meus clientes.



Como era sexta-feira tive a id�ia de deixar ela com eles. Perguntei a eles se eles queriam ficar com ela pelo menos durante o s�bado e eu viria pegar-la no domingo de manh�. Eles ficaram super entusiasmados e adoraram a id�ia. Fui ao banheiro e contei meu trato com os Italianos para ela. Ela adorou a id�ia e voltou do banho para a sala, nua, cheirosinha e muito carinhosa. Abra�ou um e depois o outro me deu um beijo e eu fui embora. Virei para os meus clientes e disse, - Vou levar o vestido dela para que ela n�o saia do quarto, e ela est� a disposi��o de voc�s at� o domingo de manh�. Fui para casa, descansar, afinal tinha sido uma semana e tanto.

S�bado de noite ela me ligou para saber se estava tudo bem e para me assegurar que ela estava muito bem. Me contou que devido a chuva que caiu durante todo o dia, os italianos ficaram no apartamento e trepavam com ela alternadamente. No almo�o tinham pedido comida no quarto e deixaram ela receber o Room Service. Na verdade ela me ligou para dizer que os italianos tinham pedido para ela dar para o carinha do Room Service. Ela me contou que era um baita neg�o com a maior piroca que ela tinha visto na vida. O neg�o comeu a sem piedade por quase 1 hora enchendo ela de porra, no rabo e na xoxota. Ela me disse que estava dilacerada, inchada e cheia de porra. Ela iria descansar um pouco para depois pedir mais comida, para a felicidade dos meus clientes. Ela desligou e eu fui dormir depois de uma punheta imaginando o neg�o comendo a minha esposa.

Domingo de manh� cheguei no hotel e o chef�o me recebeu com um sorriso de orelha � orelha. A minha esposa estava na cama com dois empregados do hotel, ambos negros e fudendo ela de tudo quanto era forma. O que comia dela dava tapas na bunda dela e a deixou toda vermelha, o que era chupado dava tapas no rosto dela. Tive que esperar meia hora para eles terminarem, devolvi o vestido para a Clara e nos despedimos dos Italianos.

Chegamos em casa e corremos para o quarto onde me deitei para que a minha esposa putona, pudesse sentar no meu rosto para que eu a limpasse e lambesse toda a porra que escorria do cu a da xoxota dela. O cu estava muito arreganhado e inchado e ela me disse que os neg�es n�o cansaram de comer ela. Mas ela me confidenciou que o melhor da noite foi dormir abra�ada ao Chef�o depois dela o ter oferecido a xoxota limpinha e cheirosa. A boceta estava fechada de t�o inchada e quando eu enfiei a l�ngua, um rio de porra esguichou na minha boca, encharcando o meu rosto. A Clara tava feliz porque tinha sido bem fudida, os italianos a comeram bem e pediram para ela dar para os neg�es. Trataram ela com classe, mas sem deixar de tratar ela como a puta que ela �.

Dois dias depois o neg�cio se concretizar , eu recebi a minha promo��o e claro, comemoramos com os dois neg�es da minha esposa

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